– Pessoas de sucesso se comportam …

… desta maneira, abaixo. Mas ressalvo: elas também possuem bom caráter!

Quem vence na vida, deve entender que o fez por essas situações relatadas. Porém, é sabido que muitos enriquecem menosprezando o próximo, faltando de ética e praticando coisas condenáveis.

Será que esses, que têm dinheiro mas não tem bom caráter, são de “sucesso”?

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– A tomada de templos dos angolanos contra a Igreja Universal

A coisa em Angola para a Igreja Universal do Reino de Deus está feia, não? Acusações gravíssimas feitas pelos pastores de lá, onde até mesmo imposição de vasectomia é levantada.

Hoje, membros da IURD tomaram os templos locais e querem a expulsão das pessoas ligadas a Edir Macedo.

Uma grande expectativa: o que será noticiado pela TV Record quanto a esse fato? E, deixo claro: não é nenhum deboche, mas pura curiosidade já que, em assuntos de religião, o jornalismo da emissora parece nunca se separar dos interesses da sua igreja (já que a IURD é a proprietária).

Segundo a BBC:

“Os bispos e pastores angolanos acusam a direção brasileira da igreja de evasão de divisas, expatriação ilícita de capital, racismo, discriminação, abuso de autoridade, imposição da prática de vasectomia aos pastores e intromissão na vida conjugal dos religiosos.

Reclamam ainda de privilégios dados aos bispos brasileiros e pedem uma maior valorização do episcopado angolano.

O manifesto elaborado em novembro — com a assinatura de 320 bispos e pastores —, foi encaminhado ao principal líder da igreja no país, o bispo brasileiro Honorilton Gonçalves, ex-vice-presidente da TV Record.

Os religiosos dizem não ter sido atendidos. No manifesto, já pediam aos líderes brasileiros da igreja que deixassem o país para que a instituição passasse a ser administrada apenas por angolanos.

Dinis Bundo, identificado como obreiro da Universal e porta-voz do grupo rebelado, reclamou das benesses aos religiosos brasileiros.

Segundo ele, as melhores igrejas sempre foram designadas aos brasileiros, que seriam beneficiados também com bons salários e carros modernos. (…) O bispo Honorilton Gonçalves, segundo a nota, estaria perseguindo, punindo e intimidando bispos e pastores angolanos.

Além da vasectomia imposta a pastores, mulheres dos religiosos estariam sendo obrigadas a abortar, conforme a nota.

Entre outras queixas dos religiosos, o documento denuncia ainda a “falsificação de ata de eleição de órgãos sociais da IURD”, emissão de procurações com plenos poderes a cidadãos brasileiros para exercer atos reservados à assembleia geral, proibição às mulheres de pastores de terem acesso à formação acadêmica-científica e técnico-profissional, irregularidades no pagamento de segurança social dos pastores e falta de projeto de desenvolvimento pastoral em formação teológica específica.

(…)

“Mentiras”

A nota da Igreja Universal afirma que os invasores espalharam “mentiras absurdas, como essa acusação de racismo”, para confundir a sociedade angolana. “Basta frequentar qualquer culto da Universal, em qualquer país do mundo, para comprovar que bispos, pastores e fiéis são de todas as origens e tons de pele, de todas as classes sociais. Em Angola, dos 512 pastores, 419 são angolanos, 24 são moçambicanos, quatro vieram de São Tomé e Príncipe e apenas 65 são brasileiros”, afirma a instituição.

A suposta obrigatoriedade de pastores serem submetidos a cirurgia de vasectomia, segundo a Universal, é um exemplo de fake news “facilmente desmentida pelo fato de que muitos bispos e pastores da Universal, em todos os níveis de hierarquia da Igreja, têm filhos”. O que a Instituição estimula, conforme a nota, “é o planejamento familiar, debatido de forma responsável por cada casal”.

E finaliza: “Esclarecemos que, respeitada a unidade de doutrina da fé que une a Igreja Universal do Reino de Deus em todos os 127 países onde está presente, nos cinco continentes, a Universal de cada nação dispõe de total autonomia administrativa para encaminhar e resolver suas questões locais, sempre observando as leis e as tradições. O que se espera é que as autoridades restabeleçam, com urgência, a ordem legal e possam assegurar que a Universal continue salvando vidas e prestando ajuda humanitária em Angola, como faz há 28 anos”.

(Informações de: https://www.bbc.com/portuguese/geral-53146064?at_custom1=%5Bpost+type%5D&at_medium=custom7&at_custom2=twitter&at_custom4=BE7DE480-B544-11EA-BB8D-C0E5C28169F1&at_custom3=BBC+Brasil&at_campaign=64)

Bispo Edir Macedo

– Que cáca, Djokovic!

Sempre me pareceu boa praça o tenista Novak Djokovic, mostrando simpatia, sendo engraçado e uma das figuras do bem do tênis profissional. Mas… que pisada de bola!

Não consigo entender essa história de promover o Adria Tour, convidando outros tenistas em meio a pandemia, expondo as pessoas e minimizando os riscos. Além de ter se contaminando, infectou a esposa e levou a outros participantes para o grupo de portadores do Novo Coronavírus.

Pra quê tudo isso? Tal irresponsabilidade é muita burrice… Disseminou Covid-19 às diversas sedes e às festas promovidas por ele.

Sobre isso, em: https://globoesporte.globo.com/tenis/noticia/novak-djokovic-testa-positivo-para-coronavirus-e-e-o-quarto-tenista-infectado-em-torneio.ghtml

Novak Djokovic e Grigor Dimitrov na Adria Tour — Foto: REUTERS/Marko Djurica

Novak Djokovic e Grigor Dimitrov na Adria Tour — Foto: REUTERS/Marko Djurica

– Neurociência: LOVE AND THE BRAIN: Neuroscience study on love.

Este texto sobre neurociência, falando sobre os Estudos do Amoré muito bom!

Compreensível até por quem não tem conhecimento mais profundo da língua inglesa. Abaixo: 

Love may well be one of the most studied, but least understood behaviours. More than 20 years ago, the biological anthropologist Helen Fisher studied…

LOVE AND THE BRAIN: Neuroscience study on love.

– Você não é trouxa sozinho!

Está se sentindo bobo, preocupando-se com a pandemia, enquanto outros cometem excessos?

Calma. Você não é exceção. Muita gente se sente revoltada por fazer sua parte e outros não.

Veja só, extraído de: https://www.revistabula.com/33119-a-festa-da-estupidez-parece-que-a-pandemia-acabou-e-so-eu-esqueci-de-sair-de-casa/

A FESTA DA ESTUPIDEZ: PARECE QUE A PANDEMIA ACABOU E SÓ EU ESQUECI DE SAIR DE CASA

Por Dany Santos

Pode ser que esteja muito difícil pra você se sentir emocionalmente estável neste momento em que muita gente já praticamente abandonou o isolamento apesar das 50 mil mortes e mais de 1 milhão de infectados. É preciso se fortalecer e saber que não estamos sós, então, saiba: eu estou mantendo o isolamento assim como você.

Hoje está sendo um dia especialmente difícil porque passaram fotos inacreditáveis na minha timeline. Tinha foto de gente na praia, pessoas viajando, praças lotadas com gente sem máscara e pessoas frequentando salão de beleza. Parece que a pandemia acabou e só eu esqueci de sair de casa. Tem uma festa rolando aqui perto com direito a karaokê. Chega a ser triste e patético. A festa da estupidez.

Mas, nós estamos firmes. Sabemos que os números não são bons. Vemos todos os dias médicos dizendo que não é o momento de relaxar. Não existe evidência científica que justifique o afrouxamento. Estamos fazendo o certo. Estamos sendo fiéis ao nosso pacto social. Estamos sendo responsáveis. Estamos, principalmente, respeitando as 50 mil famílias que perderam seus entes queridos.

Eu só queria mesmo que você soubesse que você não está só. Você não é trouxa. Você não está exagerando. Você e eu estamos sendo responsáveis e respeitosos. Força pra você. Força pra mim. Sigamos!

A festa da estupidez: parece que a pandemia acabou e só eu esqueci de sair de casa

– Red Bull Bragantino e os mascotes: parabéns pela forma carismática!

Quem é do Interior de SP sabe que o usual leão, mascote do Bragantino, leva o nome carinhoso de Massa Bruta. E o Red Bull, seu parceiro atual, tem um touro chamado de Toro Loko.

Com a fusão das equipes, ninguém substituiu um ao outro! Ambos se uniram, numa repaginada bem bacana. Eu gostei!

O principal – que sempre insisto – é que não são personagens mal encarados, com testa franzida, fazendo apologia à violência ou ainda não amistoso. São desenhos que podem cativar as crianças, diferentes de outros tantos símbolos impróprios.

– Deixar as preocupações de lado: você consegue?

Muito bacana a matéria intitulada “DESOCUPE-SE”, da Revista Época (ed 838, pg 78-84), por Natália Spinacé, sobre pessoas sobrecarregadas de tarefas e que lutam para uma melhor qualidade de vida.

Nela, há dicas de como acabar com a correria no trabalho, nos afazeres domésticos e outras situações.

Abaixo:

DICAS PARA ACABAR COM A CORRERIA…

1) …NO TRABALHO

Tentar ser um funcionário exemplar e acumular tarefas costuma ser um atalho para o desespero

– Trabalhe apenas em seu horário estipulado. Estudos comprovam que horas demais no ambiente de trabalho levam a produtividade e a qualidade do trabalho a cair;

– Quando estiver no trabalho, trabalhe de verdade e evite procrastinar. A culpa por tarefas não executadas atrapalha o tempo livre;

– Liberte-se do “trabalhador ideal”. Se sua empresa exige disponibilidade total e horas infinitas de trabalho para promovê-lo, talvez você esteja na empresa errada;

– Não leve trabalho para casa. Estender o expediente no local onde você deveria relaxar é um erro. Você não descansa nem trabalha direito.

2) …NO LAZER

A culpa é a principal razão para as pessoas não aproveitarem o tempo livre

– Organize seu tempo livre. Pense realmente em como você quer se sentir e que tipo de experiência quer ter;

– Desligue-se. Você não precisa olhar seu e-mail durante os momentos de lazer. Dificilmente alguma coisa não poderá ser resolvida por outra pessoa;

– Tire férias. Estudos comprovam que quem descansa regularmente tem um desempenho melhor no trabalho;

– Liberte-se da culpa. Sentir-se culpado ou com a sensação de que deveria fazer algo produtivo anula o descanso.

3) …EM CASA

Para alguns, sair do trabalho é um alívio. Para outros, é só o começo da confusão

– Divida tarefas. Nada de ficar com a maior parte do trabalho e pedir apenas uma “ajudinha”. A divisão do trabalho doméstico deve ser de igual para igual;

– Peça ajuda nos dias de caos. Filhos doentes, pia cheia de louça, pó por todos os lados. Chame a sogra, a mãe ou uma amiga. Não faltarão oportunidades de retribuir;

– Não seja neurótico. A casa não precisa estar sempre impecável. Aproveite o tempo com a família para relaxar e se divertir;

– Deixe as preocupações no escritório. O lar é o lugar para recarregar as baterias. Tente não pensar nos problemas de trabalho enquanto estiver fora dele.

A matéria, segue:

DESOCUPE-SE

Ficar sobrecarregado e não ter tempo para nada virou obrigação, mas não deveria ser motivo de orgulho. Um novo livro reúne dicas para fugir dessa armadilha e acabar com a cultura da pressa.

Por Natália Spinacé

Estar ocupado virou moda. Repare. Quantas vezes, nos últimos dias, você ouviu alguém reclamar sobre como a vida anda corrida? Todos adoramos falar sobre isso. Exaltamos para amigos e conhecidos o número de reuniões que tivemos na semana, quanto estudamos ou trabalhamos. E como não sobrou tempo para encontrar os amigos, para ler ou dormir. Ter tempo para essas banalidades é coisa de desocupados e perdedores. Ninguém quer ser um deles. Ser ocupado traz prestígio social, e é em busca desse prestígio que muitos exageram. Pior: até quem não tem tarefas suficientes para se sobrecarregar acaba enrolando, só para se juntar ao time dos desesperados e reclamar nas redes sociais sobre a quantidade de trabalho.

Hoje em dia, ser (ou parecer) assoberbado é ter status — e essa pode ser uma moda perigosa. É essa a tese central do livro Overwhelwed (Sobrecarregado), recém lançado nos Estados Unidos. A autora, a jornalista americana Brigid Schultc, escreve sobre a epidemia de ocupação em que vivemos e sobre como ela nos afeta. Ela também dá dicas para fugir da cultura da pressa e organizar melhor o cotidiano em vários aspectos da vida.

Nem sempre foi assim. Ter tempo livre de sobra já foi sinal de nobreza, e o trabalho era tido como urna tarefa inferior. Na Roma Antiga, o ócio era visto como urna condição fundamental para a erudição, e o trabalho era desprezado. Hans-Joachim Voth, um historiador da Universidade de Zurique, afirma que, no século XIX, poderia se dizer quão pobre era uma pessoa analisando o tanto de horas que trabalhava. Quanto mais horas gastas no trabalho, mais pobre. Urna cena da série Downton Abbey, que retrata a vida da aristocracia britânica no início do século XX, deixa isso claro. Confusa com as conversas de seus parentes sobre trabalho, uma velha condessa interrompe a discussão e pergunta a eles o significado da expressão “fim de semana”. Para quem preenchia todos os dias com lazer, era difícil en tender esse conceito.

No século XX, muitos intelectuais alimentaram o sonho de que o luxo de urna vida de pouco trabalho seria possível para todos. Num ensaio escrito em 1930, o economista John Maynard Keynes fez previsões de que, em 2030, uma semana de trabalho teria 15 horas. Nada disso aconteceu. As incertezas econômicas e o apetite insaciável pelo consumo nos levaram a trabalhar cada vez mais, e esse comportamento nunca foi condenado. “O trabalho passou a ser visto corno algo nobre, edificante’ diz Brigid. “Não importa se, para isso, você sacrifica seu tempo com a família ou sua saúde.”

Hoje, quem tem tempo livre é tido como inútil ou desinteressante. Seguindo a lógica calvinista, segundo a qual o trabalho dignifica o homem, quanto mais tempo passamos na labuta, mais admirados somos. Um estudo divulgado no mês passado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, constatou que, até a década de 1960, homens mais instruídos passavam menos horas por dia no trabalho que trabalhadores braçais. Hoje, quanto maior o nível de instrução, maior o tempo no trabalho. Muitos dos entrevistados afirmaram preferir o tempo no escritório aos momentos de lazer.

A tecnologia contribuiu para consagrar o trabalho. As empresas dão a seus funcionários computadores e smartphones e esperam deles produtividade em tempo integral. “Nenhuma empresa mostra isso abertamente, mas existe uma pressão psicológica velada para que o funcionário esteja disponível o tempo todo”, afirma o consultor Christian Barbosa, autor de A tríade do tempo, um popular manual sobre produtividade. Esse perfil é chamado pelos especialistas de “trabalhador ideal”. Aquele que trabalha mais horas que as estipuladas vai ao escritório mesmo doente, está sempre disponível, não reclama de nada e coloca o trabalho sempre em primeiro lugar. “As empresas, hoje, sonham com esse tipo de funcionário”, diz Brigid. “Mas essa expectativa é desumana.”

Essa dedicação extrema ao trabalho, é claro, traz dividendos financeiros. Uma pesquisa feita por Peter Kuhn, da Universidade da Califórnia, e Fernando Lozano, do Pomona College, nos Estados Unidos, mostrou que, entre trabalhadores com alta qualificação, uma pessoa que trabalhava 55 horas por se mana, na década de 1980, ganhava, em média, 11% mais do que urna que trabalhava 40 horas por semana na mesma atividade. Na virada do milênio, essa diferença aumentara para 25%. Mas a obsessão pelo trabalho traz também consequências negativas. Urna delas é a desvalorização do lazer. Pedir férias tornou-se constrangedor. Passar dias sem checar e-mails é considerado uma irresponsabilidade por muitas pessoas.

“O lazer passou a ser visto como algo errado e desnecessário”, afirma Karla Flenderson, psicóloga que estuda os benefícios do lazer na Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Uni dos. Pesquisas sobre o assunto mostram que a crença na desimportância do lazer não tem nenhuma fundamentação. Um estudo feito por cientistas do Centro de Estresse cia Universidade Yale concluiu que pessoas submetidas a situações de estresse constantemente sofrem alterações cerebrais que comprometem funções como a memória e a capacidade de fazer planos, tomar decisões e aprender. Tirar férias, fazer pausas e evitar o acúmulo de tarefas está, portanto, longe de ser algo supérfluo.

Se os superocupados tive tempo para analisar seus hábitos, perceberiam que ser ocupado demais é improdutivo. Uma pesquisa feita pela Harvard Business School comparou o desempenho de dois grupos de trabalhadores de uma mesma empresa. O primeiro grupo era formado por funcionários que não tiravam férias e trabalhavam em torno de 50 horas por semana. O segundo grupo não tinha férias atrasadas e trabalhava em média 40 horas semanais. O resulta do mostrou que o grupo que trabalhava menos horas era mais eficiente e produtivo que o primeiro. Numa pesquisa feita na Microsoft, o resultado mostrou que, numa semana de 45 horas de trabalho, a maioria dos funcionários só é produtiva durante 28 horas.

Alguns países e empresas resistem à cultura da ocupação. Na Dinamarca, o horário de trabalho tradicional é das 9 às 16 horas. Quem precisa de muitas horas extras não é visto como bom funcionário, mas como incompetente. Na França um novo acordo trabalhista feito em abril proíbe trabalhadores de responder a e-mails após as 18 horas. A nova regra foi criada pelos sindicatos franceses, e as empresas não devem exercer nenhum tipo de pressão para que seus funcionários trabalhem após o horário estipulado pela legislação trabalhista francesa, que prevê jornadas semanais de 35 horas. A Menlo, uma empresa de software nos Estados Uni dos, adotou um esquema rígido com seus funcionários. Lá, é proibido trabalhar após as 18 horas. Quem insiste se arrisca a ser mandado embora. As reuniões não devem durar mais de dez minutos. “As empresas não nos permitem ser humanos”, diz Rich Sheridan, um dos fundadores da Menlo. “Precisa mos negar que temos filhos, que temos pais envelhecendo e que precisam de cuidados. Isso não faz sentido.” O resultado dessas iniciativas beneficia não só os funcionários, que ganham tempo para o lazer e a família sem sentimento de culpa, mas também as empresas, que garantem mão de obra motivada e mais produtiva. Numa pesquisa feita na Dinamarca pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico OCDE), 84% da população respondeu ter mais experiências positivas que negativas durante um dia de trabalho.

Mudar-se para a Dinamarca não é uma opção para todos. Mas reclamar menos, impor limites à própria rotina de trabalho e aproveitar melhor os momentos de lazer são metas que qualquer um pode atingir. Em seu livro, Brigid reúne dicas para quem quer fugir da cultura da pressa e aproveitar melhor o tempo livre no trabalho, no lazer e na família. Várias dessas dicas estão nos quadros que acompanham esta reportagem. Da próxima vez que sentir vontade de dizei quanto está cansado, estressado ou ocupado, pense bem. Será que isso e uma razão para se gabar? Quem deveria ter orgulho são os franceses ou os dinamarqueses, que conseguem sair do trabalho a tempo para relaxar e curtir a vida. Isso sim, é ter status.

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– Você divulgaria os testes dos jogadores de futebol?

Eu, não!

Leio muita gente pedindo para que se divulguem os resultados dos jogadores que apontaram Covid-19 dos clubes grandes. Querem NOMES!

Pra quê?

A quem interessa se Cássio no Corinthians, Anthony no São Paulo, Luxemburgo no Palmeiras ou Sanchez no Santos foram contaminados, caso tivessem sido infectados? Só a eles e a seus familiares. São exames médicos! Se eles querem revelar o que acusou, é problema deles

Nestes tempos em que até causa de preconceito e discriminação os portadores do Novo Coronavírus sofrem (imagine só que absurdo), expor algo da vida privada é errado. Estão corretos os clubes em se divulgar apenas a quantidade de contaminados, e não quem são eles.

Opinião: qual é o maior clube do estado de SP?

– A dor de cada um que perdeu uma pessoa querida durante a pandemia é irreparável!

Com tantas mortes diárias de Covid-19, parece que a importância de cada pessoa morta diminui. Como são muitos óbitos, “vulgarizou-se” o noticiário de que “hoje morreram XXX brasileiros”. É só “mais uma notícia”…

Não pode ser. Isso é muito triste. A empatia deve existir e não pode ser abandonada. Veja só que consideração importante:

Extraído de: https://renatonalini.wordpress.com/2020/06/22/ninguem-e-insubstituivel/

NINGUÉM É INSUBSTITUÍVEL

por Renato Nalini

Todos já ouvimos a afirmação “o cemitério está cheio de pessoas insubstituíveis”. Às vezes, é uma proclamação ditada com ironia e até sarcasmo. Não raro, de pessoas menores, incapazes de se comover com a partida daqueles que realmente fazem falta.

O mundo está administrando as cifras de mortos pela Covid19 como se fosse um ranking. Acompanhar os gráficos, as curvas, a escala e ritmo do aumento de óbitos parece um campeonato. Tétrico, porém instigante: até onde irá? Passaremos os Estados Unidos? Seremos o campeão mundial da desgraça?

Indague-se àquelas famílias que perderam entes queridos levados pela peste. Conformam-se com a circunstância de que outros tantos milhares também morreram e que no mundo não foi muito diferente?

O que restou para a humanidade que não soube zelar pelo ambiente, que persevera no egoísmo e na incapacidade de introjetar a dor alheia, é recuperar um sentimento muito falado, em prosa e verso, mas miseravelmente praticado. O amor.

É piegas falar em amor. Mas essa realidade que move o sol e as demais estrelas é uma experiência constante na vida humana. Quem não amou não viveu. É o amor que sustenta esse trajeto com tantas dificuldades, tantas más surpresas, tantos desencontros. Amor que existiu, sob a forma Eros, e que trouxe aquela sensação de loucura tão própria ao apaixonado. Era sábio o Código de Hamurabi ao vedar o testemunho de apaixonados. Estes perderam a razão.

Mas o amor filia, da amizade verdadeira. Aquela que nos faz sorrir ao lembrar de amigos queridos. Tantos deles já ingressos na porteira da qual não se retorna. E o amor ágape, que se pode experimentar constantemente, pois é o que nos faz amar filhos, netos e outros seres nos quais identificamos a permanência da espécie.

Miseráveis os que não conseguem se comover com as mortes que não são anônimas. Cada ser humano é irrepetível. É uma individualidade singular, heterogênea, que antes de nascer foi sonhado pelos que o conceberam. Alvo de carinho, de atenção e de cuidados, jaz hoje em covas coletivas, frustrando o ritual da despedida, estuprando o luto que é a única maneira até hoje encontrada de superar o sofrimento da separação.

_ José Renato Nalini é Reitor da UNIREGISTRAL, docente da Pós-graduação da UNINOVE e Presidente da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS – 2019-2020.

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– Uma ótima 3a feira em 5 cliques:

👊🏻 Bom dia!
Tá mais frio, né? Tudo bem, nada que um pouco de agasalho não possa resolver.
S’imbora correr um bom #cooper matinal?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #training #corrida #sport #esporte #running
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e meditando no dia de #SãoJoséCafasso, o “Santo da Força”.
Sua história, em: https://instagram.com/p/plBaSWnYxj/
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Cafasso #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza.
E nossa #rosa de delicadeza ímpar?
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 Desperte, #Jundiaí.
Que a #TerçaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Imagem

☀️ 07h00 – #Sol muito bonito de #natureza e #beleza indescritíveis.
Obrigado, #MãeTerra.
🌱🌞 #inspiração #amanhecer #morning #fotografia #paisagem #sun #céu #landscapes
Clique 5:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Quando a recordação é muito boa…

E que alegria acordar e lembrar de coisas boas! Por exemplo: como um passeio de bicicleta com a Ana Luiza, minha sobrinha de coração e afilhada de Batismo.

Ela vai crescendo em beleza, inteligência e simpatia. Tem prazer maior do que compartilhar um sorriso puro e sincero logo pela manhã?

A Deus agradeço pela vida dela: