– Jundiaí sofrendo com o Novo Coronavírus!

O Hospital de Campanha do Exército está pronto para operar no 12º GAC; afinal, o Hospital São Vicente registrou 90% de ocupação nos leitos da UTI. Os particulares, beirando o colapso.

Agora, chega-se à marca de 100 mortos por Covid-19 em nossa cidade. O que está acontecendo?

Que as autoridades e a população façam sua parte.

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– Ajudemos Léa Campos!

Léa Campos: ela foi a primeira árbitra de futebol do mundo. E essa guerreira é brasileira!

Imaginem trabalhar num país carregado de preconceitos em plena ditadura militar? João Havelange a havia proibido de apitar em 1967, alegando que era… mulher. Mas, em 1969, a pedido do presidente Médici à CBD, Léa pode atuar.

Além dessa vitória pessoal, inspirou outras tantas mulheres a labutarem no esporte, não só como árbitras, mas até mesmo como jogadoras. 

Em 1974, após sofrer um grave acidente, quase perdeu a perna esquerda e teve que encerrar a carreira. Mudou-se posteriormente para os EUA, onde trabalhou fazendo salgados e doces. Há 8 anos, enfrentou – e venceu – um câncer de mama.

Hoje, ainda em solo americano, vive com seu marido em dificuldades. Ela, com 75 anos, tem problemas de mobilidade, e seu marido, Luís, luta contra um câncer de próstata. Com a Covid-19, sendo do grupo de risco e com os problemas que ocorrem em Nova York, sem recursos financeiros e com a saúde abalada, precisa honrar com os custos do aluguel, de médicos, e do próprio dia-a-dia.

Ajudemos essa batalhadora, que inspirou tanta gente e foi esquecida por muitos. A CBF, nada fez. Entidades e amigos tentaram uma vaquinha virtual, que foi insuficiente. A situação, como mostrada, é delicada e toda ajuda é bem-vinda.

Deposite o que o seu coração mandar:

Banco Bradesco
ASALEA DE CAMPOS FORNERO MEDINA
CPF: 109.829.656-72
Agência: 0465-0
Conta corrente: 0237239-8

Tenha certeza: Léa agradece e lhe retribui com orações!

Com informações do Safesp, site Terceiro Tempo e depoimento pessoal de Léa Campos.

– Ensinando as crianças!

‪Aqui em casa tem sido assim: HomeSchooling, Ead e Ensino Virtual para todas as idades!‬

Até eu estou aprendendo. E como na minha época não existia Maternal, acho que tardiamente ganharei um diploma…‬

Mas vale a pena ver os olhinhos das crianças brilhando quando estão aprendendo (apesar do cansaço do papai).

– Para recuperar empresas do crime organizado… Administradores!

Boa notícia: o Conselho Federal de Administração e o Ministério da Justiça assinaram um convênio onde, para salvar as empresas que um dia pertenceram ao Crime Organizado, administradores de empresas serão chamados para geri-las.

Informações extraídas de: https://administradores.adm.br/2020/06/10/parceria-entre-o-cfa-e-o-ministerio-da-justica-abre-espaco-para-administradores/

PARCEIRA ENTRE O CFA E O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA ABRE ESPAÇO PARA ADMINISTRADORES

Por iniciativa do Conselho Federal de Administração e do Ministério da Justiça, foi estabelecido uma parceria entre as instituições para que Administradores possam ser indicados para Administrar empresas confiscadas em operações contra o crime organizado e o combate à lavagem de dinheiro e que, por esta condição, deverão ser leiloadas para pagar possíveis prejuízos e o resultado revertido para o Estado. Com a indicação de Administradores habilitados, estas empresas manterão suas atividades, gerando maior interesse nos leilões futuros, garantindo empregos e gerando valor.

A parceria abre espaço para que administradores experientes, possam compor um banco de dados de profissionais que poderão ser selecionados para exercer a gestão temporária destas empresas.

Para o presidente do CFA, Mauro Kreuz, o convênio é mais uma demonstração da credibilidade e da seriedade institucional da autarquia junto à sociedade e as organizações públicas e privadas. “Essa é mais uma ação que o Governo Federal demonstra a confiança que ele tem no Sistema CFA/CRAs. Para os profissionais da administração, essa é mais uma ótima oportunidade de ampliação do mercado de trabalho para a sua atuação profissional e comprova o diferencial competitivo que esses profissionais têm no mercado de trabalho”, diz o presidente.

Fonte: Comunicação do CFA

– 30 anos da última dobradinha de Piquet e Senna

Quem viu, viu. Quem não viu, vai demorar bastante tempo para ver algo assim…

Há 30 anos, dois brasileiros campeões do mundo faziam a última dobradinha deste tipo na Fórmula 1: Piquet e Senna!

Abaixo, extraído de: https://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/blogs/f1-memoria/post/2020/06/10/ayrton-senna-e-nelson-piquet-fizeram-ultima-dobradinha-entre-eles-ha-30-anos-no-canada.ghtml

DOBRADINHA – Ayrton Senna e Nelson Piquet fizeram última dobradinha entre eles há 30 anos, no Canadá

Piloto da McLaren dominou desde o começo, deixou-se passar por Gerhard Berger, que estava punido por queima de largada, e liderou compatriota, que fez corridaça para chegar em segundo

Dia 10 de junho de 1990, trinta anos atrás: Ayrton Senna e Nelson Piquet fizeram a oitava e última dobradinha envolvendo os dois numa corrida de Fórmula 1. Foi no GP do Canadá, em Montreal. Numa pista que começou molhada e terminou seca, Ayrton fez uma corrida de categoria largando da pole position e não teve a vitória ameaçada, enquanto Nelson subiu de quinto para segundo com uma prova de inteligência e garra, sobretudo na linda ultrapassagem sobre Alain Prost. Era um tempo no qual tínhamos dois dos melhores pilotos da história na pista.

Pole position, Senna viu o companheiro de equipe Gerhard Berger queimar acintosamente a largada, mas ainda assim contornou a primeira curva na liderança. Em seguida, vinham Alessandro Nannini (Benetton), Jean Alesi (Tyrrell), Piquet e Prost.

Desde as primeiras voltas, Senna e Berger se destacaram em relação aos demais, enquanto Nannini e Alesi travavam boa briga pelo terceiro lugar. Mais atrás, Thierry Boutsen (Williams) passou por Prost e subiu para sexto – pista molhada não era mesmo a praia do francês.

Na oitava volta foi divulgada a informação de que Berger seria punido ao fim da prova com o acréscimo de um minuto ao seu tempo de prova pela queima de largada. Numa época na qual ainda não havia sensores para detectar os apressadinhos na partida, as imagens de TV eram usadas como prova. E, nesse caso, foi uma queima de largada até risível.
Com Berger teoricamente fora da disputa pela vitória, Senna ficou mais tranquilo na prova, sabendo que não precisava forçar o ritmo. A essa altura, como já não chovia desde a largada, a pista já estava secando, e uma troca para pneus slicks era iminente.

O primeiro a entrar nos boxes, na nona de 70 voltas, foi justamente Berger, no que foi seguido por Senna e Piquet duas passagens depois. Alesi, Boutsen e Prost fizeram a troca na volta 12. No mesmo giro, avisado pelo rádio que Berger estava punido, Senna abriu passagem ao austríaco, e ambos ultrapassaram Nannini, que era o líder por ainda não ter feito o pit stop.
Com todos tendo efetuado a troca de pneus, a ordem na pista era Berger, Senna, Prost, Boutsen e Piquet, sendo que o austríaco na prática estava fora dessa briga devido à punição. Nigel Mansell, que teve um começo apagado, já era o sexto com a Ferrari, enquanto Alesi teve um toque com o retardatário Andrea de Cesaris (sempre ele envolvido nas confusões!) e caiu para 11º.

Com um trilho seco no asfalto molhado, qualquer erro seria fatal, e vieram os acidentes. O primeiro a bater foi Boutsen, que, ao tentar passar Prost, saiu do trilho, escorregou na parte molhada do asfalto e acertou o retardatário Nicola Larini (Ligier). Logo depois, Nannini, que tentava reagir de um mau pit stop, derrapou ao tentar passar Satoru Nakajima (Tyrrell) e bateu com violência nos pneus. Por fim, Alesi escapou no mesmo lugar, e o carro atingiu o de Nannini, que estava parado. Por sorte, ele não se machucou.
A essa altura, perto da metade da prova, Berger andava em ritmo alucinante para tentar compensar o tempo que seria dispendido na punição, enquanto Senna fazia corrida sossegada, até porque tinha quase 30 segundos de vantagem sobre Prost. Mais atrás, Piquet vinha com excelente ritmo e se aproximava do francês, trazendo Mansell com ele.

A 21 voltas do fim, Piquet estava sendo apertado por Mansell, mas decidiu partir para o ataque em cima de Prost e mergulhou na freada do grampo. A linda ultrapassagem fez Nelson assumir o terceiro lugar, que na verdade era o segundo pela punição a Berger. Na volta seguinte, Mansell também passou por Prost, que depois se enrolou com o retardatário Gregor Foitek (esse também era complicado…).
A essa altura, Senna tinha mais de 30 segundos de vantagem para Piquet, que, com categoria para driblar os retardatários, manteve uma distância suficiente para não ser atacado por Mansell. Já Prost, com problemas de freios, não tinha mais forças para chegar nos dois. Mais atrás, com um ritmo alucinante, Berger vinha virtualmente encostando no trio. Com a melhor volta, o austríaco ainda terminou em quarto no tempo corrigido, à frente de Prost.

Nas últimas dez voltas, Senna tirou o pé, e a diferença para Piquet baixou de 30 para 10 segundos, com Mansell terminando 2s9 atrás do piloto da Benetton. Já Berger, com todo o esforço, ficou apenas 14s854 atrás de Ayrton no tempo corrigido. Mesmo com Senna tendo reduzido bastante na parte final porque não precisava acelerar, o ritmo do austríaco foi espetacular. Será que ele poderia ter vencido em condições normais? Difícil saber, porque Senna teria tido outro comportamento em pista também.

– No início eu mantinha o ritmo de Berger, mas depois baixei o trem de pouso – disse Senna, que fez um discreto elogio ao desafeto Piquet:

– A Benetton contratou um piloto que entende de carros de corrida, mas a minha preocupação é vencer.

Já Piquet comemorava a volta ao pódio depois de um ano e meio, desde o terceiro lugar no GP da Austrália de 1988. Como de costume, fez piada ao falar sobre o fato de ter ficado entre os dois pilotos da Ferrari boa parte da corrida:

– Fiz valer a minha experiência de 13 anos de Fórmula 1. Sabia que a entrada do hairpin era o único ponto possível para ultrapassar. O problema foi o Prost, que segurou um pouco. Eu me senti um presunto num sanduíche, um Piquet à la pate.

Naquele mesmo domingo, a Seleção Brasileira estreou na Copa do Mundo de futebol na Itália, e Cleber Machado fez a sua estreia nas transmissões de F1 da Globo substituindo Galvão Bueno. O Brasil ganhou da Suécia por 2 a 1, mas seria eliminado pela Argentina nas oitavas de final, numa campanha que não deixou saudade.

Já Senna e Piquet continuam deixando saudade no torcedor brasileiro. Afinal, como escrevi no começo do texto, tínhamos dois dos melhores pilotos do mundo na pista. Definitivamente, áureos tempos…

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– Há muito tempo, as agências bancárias da Rangel eram diferentes…

Puxa, vi que a tradicional agência “0032” do Unibanco fechou na Rua Rangel Pestana, em Jundiaí. Foi lá que tive minha primeira conta-corrente! Era um ótimo banco, mas ficou péssimo depois que o Itau assumiu o controle. Aliás, ali virou dois bancos: Itau e Personalitte.

Mas repare como era aquela rua nos anos 80/90: você tinha o Unibanco (virou Itau e fechou), tinha o BFB que virou Sudameris, encostado com o Banco Real (que virou Abn Amro Bank e depois Santander), vizinho do Banco Geral do Comércio (que virou Santander também) separado pela Rua Padroeira do Noroeste (que virou… Santander). Todos esses, em frente ao Banespa (comprado pelo Santander). Do outro lado da rua, tínhamos o Econômico, que quebrou e virou BBVA (e depois Bradesco), do lado da principal agência Bradesco, bem encostada com o Bamerindus, que virou HSBC e acabou se tornando… Bradesco!

Na Rua do Rosário, próximo da Catedral, o mesmo fenômeno: o Banco Bandeirante virou Unibanco e depois Itau, o BCN virou Bradesco e o Bamerindus… o da li, sumiu!

E para dizer que não lembramos: na Rua Barão de Jundiaí, o Comind, Auxiliar, Meridional, Nacional, Poupança Haspa e Finasa!

Quantos bancos, dos inúmeros que tínhamos, sobreviverão?

Dez bancos que não existem mais | VEJA SÃO PAULO

– E quando os filhos ganham suas asas?

Quando filhos, queremos voar. Ser independentes, muitas vezes, não dando a devida atenção à sabedoria dos nossos pais (até achamos que a idade os atrapalha)! Ledo engano… pessoas atualizadas e com experiência de vida são tesouros que nós temos!

Quando pais, resistimos neste processo irreversível de crescimento das nossas crianças. Elas querem também voar, e precisamos dar toda a ajuda para o voo solo (e isso não quer dizer abandoná-los, mas orientá-los e ficar à espreita observando o protagonismo que terão). 

Essas fases só são entendidas quando as se vivem! Queremos ser adultos responsáveis por tudo, independentes e poderosos! Mas não somos… vivemos em comunidade, família e dependência (ainda bem) das pessoas que amamos – sendo dependentes ou àqueles que elas dependem.

A autonomia é algo que você deseja na fase adulta, decidindo das coisas mais fúteis às mais importantes do seu lar – junto da sua esposa / marido e filhos. E neste controle, precisa aceitar que da sua família, outras surgirão. Assim como você deixa seu pai e sua mãe e se une a uma só carne com alguém, um dia seus filhos também passarão por isso.

Não se deve encarar como abandono do ninho, mas uma nova fase. Simples assim, pois família sempre será família, onde estiver. Nestes casos, a distância passa a ser apenas um detalhe.

Enfim: curtamos a vida, sem neuroses do amanhã.

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– Nunca teremos calmaria nas contas e negócios do futebol brasileiro?

Vasco pagando salários do começo do ano; Corinthians negociando parte do pagamento de Abril; Santos reduzindo em até 70% os salários; Honda (do Botafogo) assustado com Bolsonaro e Witzel quanto ao Covid; São Paulo vivendo a necessidade de negociar jogadores para que o mega déficit da gestão Leco não aumente…

O futebol brasileiro é tudo, menos tranquilo e sereno…

Futebol une as pessoas pelo amor e segrega pelo dinheiro ...

– Democracia é Liberdade. Precisamos de uma Pátria sensata, sem ídolos políticos e nem fanatismo de Esquerda ou Direita.

Aqui no Brasil, o termo democracia está sendo mal usado e mal praticado. Fala-se de “armar o povo de bem” em contrapartida ao “somos 70%”. Tudo é muito discutível!

De antemão: não me rotulo (e nem quero) a nenhum dos grupos criados em prol ou contra o Governo. Nenhum deles expressa o que penso na totalidade de suas ideias.

Calma lá, não estou tomando partido de ninguém, mas escrevendo pela observação curiosa e contraditória. Se um presidente vence pela maioria dos votos válidos (e já falamos que nenhum presidente brasileiro é eleito ou reeleito pela maioria dos votos dos brasileiros, mas pela maior parte das parcelas válidas onde uma só ganha), democraticamente deve se respeitar a decisão das urnas. Assim como democraticamente se pode protestar contra ele e democraticamente se usar os instrumentos para retirá-lo. Mas por pressão política, Fake News ou violência, nunca! Por isso a insistência no termo “democraticamente” na redação deste texto.

Tudo isso que foi dito acima, serve para o outro lado: nenhum presidente pode querer governar o Brasil sem ouvir o povo ou não governar para quem não é seu eleitor: ele democraticamente tem que escutar a oposição e pacificamente unir a nação.

Também democracia não pode ser demagogia. E há tantos exemplos assim em nosso país… gente que é intolerante ao seu semelhante porque pensa diferente, mas sai às ruas pedindo tolerância. Gente que demonstra ódio nos olhos e nas palavras, e vai defender suas ideias com taco de beisebol!

Tá tudo errado…

Gente que cobra solidariedade do outro, mas não a pratica. Gente que nada faz mas cobra (e quer obrigar os outros) a tomarem uma posição contra, a favor ou qualquer que seja. Gente que se faz independente mas se pendura nos amigos mais favorecidos…

DEMAGOGIA, DEMOCRACIA E HIPOCRISIA. Pobre Brasil… Nada pode ser resolvido com radicalismo, fanatismo, paixão e falsidade. Precisamos de união, mansidão e honestidade.

No Oriente, outras formas de governo, que não a democracia, “vão ...

– CrossFit e o Racismo: perdendo parceiros pelo erro!

Cuidado com o que você publica em suas Redes Sociais, pois o mundo vê! E, nessa, uma infelicidade de Greg Glassman, dono da CrossFit: ele postou uma brincadeira de mau gosto misturando Covid-19 com a morte de George Floyd (veja na imagem abaixo). Com isso, perdeu seu grande parceiro, a Reebok.

Entenda o erro da gigante do fitness, em: https://www.maquinadoesporte.com.br/artigo/apos-tuite-racista-de-fundador-reebok-rompe-com-crossfit_40409.html

REEBOK NÃO RENOVARÁ ACORDO COM MARCA QUE VIROU SINÔNIMO DE TREINOS FUNCIONAIS

Por Máquina do Esporte

O futuro da marca CrossFit foi colocado em xeque após uma manifestação racista de seu fundador, o empresário americano Greg Glassman, em sua conta no Twitter. No último sábado (6), Glassman ironizou um post feito pelo Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME) sobre racismo.

A postagem do instituto diz que o racismo é uma questão de saúde pública. Glassman respondeu ironicamente ao tuíte com “É FLOYD-19”, querendo dizer que os protestos que ocorrem nos Estados Unidos pela morte brutal de George Floyd por quatro policiais brancos em Minneapolis seriam, atualmente, responsáveis por espalhar ainda mais o coronavírus no país.

Após o tuíte racista de Glassman, diversos donos de boxes de prática de crossfit nos Estados Unidos começaram a retirar a marca criada pelo empresário. O epicentro da crise aconteceu nesta segunda-feira (8), quando a Reebok comunicou que não vai renovar o acordo de licenciamento da marca, que virou sinônimo de treinamento funcional.

“Nossa parceria com a marca CrossFit se encerra no final deste ano. Recentemente, discutimos sobre a renovação desse acordo, mas, diante dos acontecimentos recentes, tomamos a decisão de encerrar nossa parceria com a CrossFit HQ. Devemos isso aos atletas, aos fãs e à comunidade do CrossFit”, disse a Reebok, em comunicado divulgado ainda no domingo (7).

Após isso, Glassman tentou conter o impacto de suas declarações. Em uma curta frase publicada na conta do CrossFit no Twitter, ele afirmou ter “cometido um erro”.

“Eu, CrossFit HQ e a comunidade CrossFit não apoiamos o racismo. Eu cometi um erro com as palavras que escolhi ontem. Meu coração está profundamente triste com a dor que causou. Foi um erro, não racista, mas um erro”, afirmou o executivo.

A tentativa de consertar o “erro” acabou quando um dos afiliados à CrossFit revelou que enviou, antes da crise do final de semana, um e-mail a Glassman pedindo um posicionamento da marca a respeito do racismo envolvendo Floyd.

“Acredito sinceramente que a quarentena teve um impacto negativo na sua saúde mental”, respondeu o executivo.

O estrago está feito. Glassman construiu um império com a marca CrossFit, que passou a ser sinônimo de um treinamento funcional criado por ele em 2000 para adotar um novo estilo de vida.

Desde 2005, a modalidade tem crescido bastante nos Estados Unidos e também no Brasil. Nos EUA, o salto foi de 13 academias filiadas à marca naquele ano para as atuais 13 mil. No Brasil, são mais de 2 mil boxes para a prática do esporte.

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– Hoje é dia de Portugal. Viva Camões!

Celebra-se hoje o dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas. Motivo? São dois:

1) É o dia de falecimento do poeta Luís de Camões, que propagou mundo afora a língua que falamos.

2) Também é dia do Santo Anjo da Guarda de Portugal, protetor da nação lusitana.

Sendo assim, dia 10 de Junho é feriado na nossa Pátria-Mãe. E o mais curioso é: quando Portugal viveu a ditadura, era o Feriado do “Dia da Raça”. Em tempos politicamente corretos, tal título não seria adequado…

Ainda: com tantos assassinatos à língua portuguesa, como a criação de demagogos verbetes e termos (“Presidenta” me dói…), vale um dos poemas de Camões:

Amor é fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói, e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;

É um andar solitário entre a gente;

É nunca contentar-se de contente;

É um cuidar que se ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;

É servir a quem vence, o vencedor;

É ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor

Nos corações humanos amizade,

Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

Qualidade indiscutível!

Luís de Camões | Caricatura (com imagens) | Luis de camoes ...

 

– Você é a favor de armar a população?

Violência sempre gerará violência. Ou não?

Eu sou a favor do diálogo incondicional, do cumprimento das leis, do bom senso a favor da vida e da pacificação. Portanto, por coerência, sou convicto: não devemos armar a população!

Um país onde reina a corrupção, repleto de fanáticos e radicais, torna-se um erro dar armas ao cidadão comum. E não vale o argumento de que “existirão critérios rigorosos para se liberar uma licença”, pois sabemos que isso não funciona deste lado do mundo.

Prendam-se os bandidos, recolham-se as armas e capacite melhor os policiais. Assim a população estará mais protegida.

Compartilho, abaixo, um texto que embasa o que quero dizer:

Em: https://renatonalini.wordpress.com/2020/06/10/discurso-armamentista-e-criminogeno/

DISCURSO ARMAMENTISTA É CRIMINÓGENO

Por Dr José Renato Nalini

Um dos raros consensos brasileiros é a recorrente invocação à Constituição. O documento que já foi chamado de “pedaço de papel”, por Lassale, que alguns pensam que é aquilo que os juízes querem que seja, está em todos os discursos. Com os mais variados objetivos, usa-se em vão do verbete Constituição.
Inegável que a Carta “Cidadã” veio a responder aos anseios de uma parcela considerável da Nação que se preocupava com o afastamento do Estado brasileiro da ideia predominante sobre Democracia. Tamanha a expectativa, que ela se tornou uma espécie de panaceia, a cuidar de todos os assuntos, fossem ou não substancialmente destinados a figurar na norma fundante.
Ocorre que o conteúdo inserido pelo constituinte não originário no documento final, foi o fruto de compromisso entre distintas tendências, não raro antagônicas. Disso resultou uma linguagem fluida, plástica, prenhe de termos indeterminados e caracterizados pela vagueza. Foi o que deu origem à República da Hermenêutica: o mesmo dispositivo comporta mais de uma leitura. A interpretação constitucional, não raro, se presta a um exercício retórico. A exuberância semântica, o cultivo do vernáculo, a estilística e outras estratégias servem a se extrair do texto conclusões as mais díspares.
Comprova empiricamente essa observação, a frequência com que o Supremo Tribunal Federal, que deveria se resignar ao eficiente exercício de sua missão primordial – a guarda precípua da Constituição – não consegue consenso, mas maiorias oscilantes. No mundo ideal, uma Suprema Corte deveria sinalizar à República aquilo que vale, pois compatível com a norma fundamental e o que não vale, porque se afasta de sua letra ou de seu espírito.
O uso à la carte da Constituição é algo que confrange a eficácia da norma constitucional. Em nada contribui para amenizar o reiterado clamor em busca de uma ficção: a absoluta segurança jurídica. Será possível pretender garantia de única e constante aplicação da lei, se nem os máximos guardiões da lei fundamental chegam a um acordo sobre o seu significado e alcance?
Todavia, uma Constituição democrática estabelece limites e vínculos e introduz uma incorporação limitativa com relação a todos os poderes públicos. Nossa Carta carece de mais preciso rigor científico. Todavia, essa deficiência não legitima a tolerância a manifestações írritas ao que se almeja como convívio saudável. Incitar a cidadania a se armar para se defender de decisões judiciais ou para se opor a autoridades constituídas que tenham optado por alternativa considerada imprópria a uma legião de pessoas, desnatura o ordenamento como fator de preservação hígida do convívio.
A discricionariedade do Judiciário não impede, ou melhor, recomenda a emissão de julgamentos que sejam fatores de limitação dos poderes públicos em garantia de direitos e princípios abrigados na Constituição. Ora, a Constituição da República de 1988 se propõe a edificar uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social. Para isso, prometeu instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como seus valores supremos.
Condiz com esse objetivo aconselhar que as pessoas se armem?
É certo que a inspiração possa provir da grande Democracia do hemisfério, que também estimula seus cidadãos a se armarem. Nação que tem se celebrizado por lamentáveis episódios de chacina, sobretudo em unidades escolares. É o melhor exemplo a ser seguido?
Dir-se-á que a Constituição Americana contém dispositivo expresso a permitir que seus súditos portem armas. É o que consta da Segunda Emenda à longeva e estável Constituição ianque. Mas é dispositivo alvo de acerbas críticas morais e políticas, que Luigi Ferrajoli considera nefasto, pois evidentemente criminógeno.
Desnecessário ser detentor de singular perspicácia para concluir que incentivar o porte e o uso de armas, liberar cotas suplementares de munição, atinge principalmente aquele indivíduo já propenso a considerar o mundo um palco de guerra. A exasperação dos ânimos no Brasil de nossos tempos baniu a civilidade, a polidez e o respeito, injetando fervor àquele que divide a sociedade entre amigos e inimigos. Aos primeiros, não se enxerga defeitos. Aos segundos, o remédio é bala.
A experiência é pródiga ao demonstrar que o homem armado se considera onipotente e invulnerável. Ganha em autoestima, assim como subestima o objeto de sua ojeriza. É um fenômeno psicológico. Análogo ao do motorista que, à direção de um veículo de última geração, assume o protagonismo de super-homem.
É questão de sensatez e prudência coibir a periculosíssima tendência armamentista. O incauto crédulo que adquire armas para se defender dos bandidos, não raro é um inocente fornecedor de instrumentos letais à criminalidade profissional.
Por derradeiro, a Constituição da República Federativa do Brasil, tão citada por todos, com os mais antípodas propósitos, não abriga o direito a possuir e portar armas. Só fala, em seu art. 13, § 1º, nas “armas da República”, que o bom brasileiro seja pacífica, fraterna e não beligerante.

_ José Renato Nalini é advogado, Reitor da UNIREGISTRAL, docente da pós-graduação da UNINOVE e Presidente da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS.

– Boa 4a feira!

👊🏻 Bom dia!
Verticalizando o esqueleto bem cedinho para ter tempo (a fim de cumprir as obrigações). Com a temperatura agradável lá fora, fica o convite: vamos suar?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #underarmour #mizuno #health
Clique 1 de 4:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #SantoAnjo do #Senhor, meu zeloso guardador, se a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, me guarda, me governa me ilumina. #Amém”.
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Anjo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2 de 4:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza. Hoje, junto com as nossas #azaleias.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flores #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3 de 4:

🌅 06h00 – Desperte, #Jundiaí.
Que a #QuartaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4 de 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby