– Os brasileiros da classe A e B que pediam auxílio do Governo. A troco de quê?

Por quê quem é rico pede ajuda emergencial de R$ 600,00 do Governo?

Simplesmente porque (segundo uma pesquisa no link de Valor Econômico, citado a seguir) se dizem pagadores de impostos e que a crise chegou a todos. Veja que curioso, abaixo:

Obs: dos pedidos feitos pelas classes A e B, 69% foram atendidos.

Extraído de: https://valor.globo.com/brasil/noticia/2020/06/03/um-terco-da-classe-a-e-b-pediu-auxilio-emergencial.ghtml

UM TERÇO DA CLASSE “A” E “B” PEDIU AUXÍLIO EMERGENCIAL

Dos pedidos de benefício da alta renda, 69% foram atendidos

Por Bruno Villas Bôas

Um terço das famílias das classes A e B solicitou o auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal nos últimos meses – e 69% foram aprovadas para receber o benefício. Isso significa que 3,89 milhões de famílias mais ricas têm algum integrante recebendo a ajuda criada para apoiar trabalhadores pobres na pandemia.

A conclusão é de uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva e obtida pelo Valor, que ouviu 2.006 pessoas de 72 cidades de todo o país, no período de 20 a 25 de maio, uma amostra considerada representativa da população nacional. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O auxílio emergencial é pago pela União para apoiar trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI) e desempregados (que não recebem seguro-desemprego). Para ser aprovado, é preciso ter uma renda per capita de até R$ 522,50 mensais ou renda familiar de até R$ 3.135 (três salários mínimos).

Para burlar as regras do programa e obter o benefício, integrantes dessas famílias de classes mais altas estão omitindo a renda familiar no cadastro no site da Caixa Econômica Federal. São esposas de empresários, jovens de famílias de classe média e servidores aposentados, mostram denúncias feitas nas últimas semanas.

Renato Meirelles, fundador e presidente do Instituto Locomotiva, realizou pesquisas qualitativas com integrantes dessas famílias de maior renda (mais de R$ 1.780 por pessoa por mês) que solicitaram o auxílio emergencial. Segundo ele, esses indivíduos não se consideram fraudadores do programa por diferentes motivos.

“O argumento, em geral, é algo do tipo: ‘Sempre paguei impostos e nunca tive nada em troca do governo’. Ou ainda que ‘a crise está difícil para todo mundo’. São pessoas que realmente acham que têm o direito ao benefício por esses fatores. Não existe um sentimento de que estão cometendo fraude”, diz Meirelles.

Solicitar e receber o auxílio emergencial com a declaração de informações falsas podem tipificar os crimes de falsidade ideológica e estelionato. Para o crime de falsidade ideológica, por exemplo, a pena varia de um a cinco anos de reclusão. Meirelles afirma, porém, que a percepção de impunidade também é grande.

A pesquisa do Instituto Locomotiva mostra que as famílias das classes A e B também sofrem, claro, com a forte recessão econômica, provocada pelas medidas de enfrentamento da pandemia. Segundo a pesquisa, 55% das famílias das classes A e B relataram redução da renda por causa da crise econômica.

A sondagem mostra ainda que 36% dessas famílias de maior rendimento tiveram algum integrante com negócio fechado ou sem funcionar. Outros 18% relatam perda de emprego de alguém da família. E mais 8% tiveram que pegar dinheiro emprestado para enfrentar o pior período da pandemia.

Diferentemente das famílias mais pobres, porém, apenas 2% das classes A e B relataram falta de dinheiro para comprar alimentos e somente 3% falta de recursos para itens de higiene. Das famílias das classes A e B, 20% deixaram de pagar alguma conta por causa da pandemia.

“A crise econômica atinge a todas as classes econômicas. Mas a questão é o que deve ser priorizado do recurso público. É um momento para oferecer apoio para a parcela da população mais vulnerável, mas o poder público mostrou muita dificuldade para fazer o dinheiro chegar a quem precisa”, diz Meirelles.

Dados da Caixa Econômica Federal mostram que foram beneficiadas até aqui 57,9 milhões de pessoas, com valores creditados de R$ 74,6 bilhões (incluindo a primeira e a segunda parcela).

Desse total, 19,2 milhões de pessoas estão no Bolsa Família e 10,5 milhões no Cadastro Único do governo federal.

Diante da maior recessão econômica da história republicana, a prorrogação do auxílio emergencial parece inevitável. Sua extensão, porém, é uma boa oportunidades para fechar brechas do programa, diz Gil Castello Branco, fundador e diretor-executivo da ONG Contas Abertas, que fiscaliza gastos realizados pelo setor público.

Segundo ele, o problema é que o governo federal tem diferentes bancos de dados e dificuldade para cruzá-los. É o caso de dados do Imposto de Renda da Receita Federal, de doações de campanhas eleitorais, de aposentados e pensionistas, de militares. Seria uma “colcha de retalhos”.

“Os sistemas do governo aparentemente não conversam. O governo precisa resolver uma coisas simples, que é o cruzamento com diversos bancos de dados. Como o auxílio era uma emergência, o governo correu para pagar e depois foi verificar quem realmente tinha que receber”, diz Castello Branco.

Ele lembra que o governo descobriu que um doador de mais de R$ 10 mil das últimas eleições recebeu a ajuda emergencial. “Enquanto no mundo debate-se a inteligência artificial em diversos processos de automação, no Brasil ainda estamos tentando cruzar cadastros”, afirma Castello Branco.

No fim de maio, o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, informou que o órgão apura pelo menos 160 mil possíveis irregularidades no pagamento do auxílio emergencial. Entre eles, 17 mil sócios de empresas.

Apesar das dificuldades de colocar o programa de pé, o benefício vem sendo elogiado por especialistas como uma ferramenta acertada para amortecer o aumento da pobreza durante a pandemia. Somente no trimestre móvel até abril deste ano, 4,9 milhões de pessoas perderam suas ocupações no país.

Segundo projeções do Banco Mundial, mais 5,7 milhões de brasileiros poderiam entrar para a pobreza extrema (renda per capita de US$ 1,90 por dia) somente neste ano sem as medidas adotadas pelo governo federal, incluindo a flexibilização da jornada de trabalho nas empresas.

Procurado, o Ministério da Cidadania, responsável pelo auxílio emergencial, informou, por meio de nota, que os cidadãos que burlarem a legislação precisarão ressarcir os cofres públicos dos valores recebidos, além das sanções civis e penais. E que as ilegalidades são informadas para a Polícia Federal.

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– Noroeste, líder da A3, suspende as atividades.

Se o líder da Série A3, o Noroeste de Bauru, que tem feito tudo certinho dentro e fora de campo, está passando por uma situação tão difícil a ponto de suspender todas as atividades, imagine os demais clubes do torneio!

É o efeito Covid-19… neste caso, a gestão era boa e, claro, foi surpreendida pela pandemia e não teve como suportar.

Abaixo, extraído do Facebook de Jornada Esportiva

NOROESTE SUSPENDE SUAS ATIVIDADES POR TEMPO INDETERMINADO

Por Rafael Mainini

Por meio de nota da assessoria de imprensa, o Noroeste comunicou a suspensão por tempo indeterminado as suas atividades. A falta de recursos por conta da Covid-19 é o principal motivo para a decisão tomada pela diretoria.

Todos os 51 profissionais do clube terão seus contratos encerrados (ou não renovados). O motivo é falta de recurso, além de um campeonato que não tem data para retorno e já deveria ter sido encerrado. Se despedem do clube todos os jogadores do atual elenco, cujas datas de 90% dos contratos expiraram em maio, a comissão técnica, profissionais de manutenção, cozinha, lavanderia, vigilância, administrativo e comunicação. Todos notificados internamente. As redes sociais do Norusca, que somam mais de 57,8 mil seguidores em Facebook e Instagram, também estarão congeladas a partir de amanhã, por tempo indeterminado.

A direção do clube vai providenciar vigilância terceirizada para preservar o patrimônio. A segunda parcela dos 50% dos salários acordados serão efetuados e depois os contratos serão formalmente rescindidos.

Noroeste de Bauru, 101 anos de história | História do Futebol

– E como sobreviverão as empresas aéreas?

Com a crise global do Novo Coronavírus, os aviões praticamente estão todos no solo. Como as cias aéreas conseguirão sobreviver?

Pense no custo de uma empresa de aviação e como é complicada a situação: imagine as receitas de um vôo para os EUA (quanto custa uma passagem e o número de passageiros) frente o custo para levantar vôo (salários da tripulação e encargos, manutenção das aeronaves, tarifas internacionais, combustível e, logicamente, pense no investimento de uma aquisição de cada Airbus ou Boeing).

A conta não fecha. Tem que voar muito, e sempre com lotação máxima. A frequência de vôos precisa ser grande. E com os espaços aéreos fechados…

Não sobrarão muitas empresas aéreas rentáveis, a tendência é que quebrem – exceto as que têm grande aporte de petrodólares ou as estatais.

Aguardemos!

Onde estão as milhares de aeronaves paradas por causa da pandemia ...

– “Isentão?” É esse o termo de deboche que está na moda por parte daqueles que gostam de rachar o Brasil e ironizar quem não é fanático…

Há 1 ano foi produzido esse texto, mas extremamente atual…

Li que na última entrevista que Lula deu na cadeia, duvidou da facada de Bolsonaro, ironizando que não tinha sangue, que protegeram o agressor e outras coisas repugnantes.

Que insensibilidade. Como a Política é nojenta! As autoridades que deveriam se dar o respeito, adoram criar fake news demagogicamente. Me parece tão ridícula tal afirmação igualmente como aquelas que debocharam da morte de Marielle por milicianos e do funeral da dona Marisa Letícia.

São esses os nossos estadistas?

Aliás, acrescento os  exemplos de repugnância do país: áudios vazados de Lula e Dilma foram comemorados pela Direita na ocasião. E agora a mesma turma critica os vazamentos do Telegram de Sérgio Moro, fazendo a Esquerda vibrar. Pode?

Êta nação hipócrita. Mais sensatez, Brasil. Não é esse legado (de fanáticos e partidários radiciais doentes) que queremos deixar para os nossos filhos. Precisamos de gente coerente, isenta, honesta e sem interesse pessoal, que governe para o TODO, e não para um lado apenas.

Não é questão de ser isento ou em cima do muro, é de discordar do radicalismo que tanto está fazendo mal entre os brasileiros, que, por conta da Política (e do fanatismo), resolveu se dividir em dois lados (como se o mundo fosse bipolar e como se só existissem dois grupos políticos – ou até mesmo somente Esquerda e Direita, que é um conceito “vencido” há tempos). 

Dizer o quê, se para a Direita ou para a Esquerda a única forma de concordância é bradar àqueles que não admiram nem os métodos de Bolsonaro tampouco os de Lula de “isentão…”(como se fosse algo pejorativo). É a turma que quer te obrigar a ser apaixonado por algum político Lula ou Bolsonaro – criando o termo “político de estimação”… E aí daqueles que não aderirem!

Sai dessa onda, Brasil.

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– O que estamos fazendo para nos aprimorarmos profissionalmente?

Compartilho excepcional artigo do prof José Renato Santiago Sátiro, do Blog do Conhecimento (http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial), a respeito de Crescimento e Aperfeiçoamento Profissional, Capacitação e Competência, Competitividade e Mundo Corporativo.

O texto é de extrema valia aos profissionais de qualquer área de atuação, mas em especial aos Administradores de Empresas. Abaixo:

O QUE ESTAMOS FAZENDO PARA NOS MANTERMOS COMPETITIVOS?

Uma das mais relevantes verdades que suportam o atual mundo corporativo diz respeito a necessidade de constante aperfeiçoamento de nossas competências.

A correta gestão dos nossos conhecimentos certamente contribui muito para que todos nós, colaboradores, que prestamos atividades profissionais, remuneradas ou não, possamos buscar a excelência e o atendimento de nossos objetivos.

No entanto, é de entendimento comum que os conhecimentos que possuímos hoje não irão garantir o nosso sucesso futuro.

Sempre haverá a necessidade de algo mais.

A grande surpresa que fundamenta este fato não está associada com a efetiva necessidade de capacitação constante, mas sim com a predisposição em buscá-la.

Há diferença nisso?

Sim, claro que existe, sutil, mas evidente.

Anos atrás não era incomum que as pessoas buscassem oportunidades em organizações que possuíssem planos de carreira bem estruturados e possibilidades de capacitação aos seus colaboradores.

Hoje, as coisas mudaram, então?

Claro que não.

Todos tendemos a valorizar oportunidades profissionais em empresas que não somente ofereçam bons salários e condições de crescimento, mas, principalmente, reais possibilidades de aprimoramento de nossas competências.

No entanto, algo está diferente.

Ainda que haja esta valorização, é temeroso o profissional sinalizar esta preocupação voltada a capacitação como se fosse um diferencial a ser oferecido por uma empresa.

E a resposta é simples.

Buscar isto junto a um terceiro, no caso qualquer organização que seja, é um lamentável equívoco.

Qualquer capacitação que nos é ofertada, não terá uma ínfima relevância quando comparada com aquela que é conquistada pelo profissional que se preocupa em alinhar seus intentos e metas com os treinamentos dos quais ele próprio busca fazer parte.

Poucas vezes, o que não é injusto, os treinamentos ofertados nas empresas possui alguma associação com as reais expectativas de seus profissionais.

Isto ocorre, pois, as organizações priorizam o atendimento de seus próprios objetivos, e eventualmente apenas eles são comuns aos dos colaboradores.

Não há qualquer, digamos “maldade” por parte das empresas, ainda, mas, pelo fato das relações em vigência serem profissionais.

A partir do momento que tenhamos certeza desta real diferença entre os nossos interesses e os das organizações onde atuamos, creio que caiba responder a seguinte pergunta:

– O que estamos fazendo para nos manter competitivos?

Certamente é nossa responsabilidade.

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– As aulas virtuais, enfim, serão consideradas oficialmente como carga horária (exceto provas).

Com a pandemia, a Rede Pública de Ensino virou um caos! Professores tendo que se desdobrar, alunos tentando aprender (alguns com muito esforço, outros sem interesse algum) e as mídias sendo o canal condutor entre mestres aprendizes.

Pais queixando-se da qualidade de ensino, já que Prefeituras e Estado tiveram muita dificuldade nessa adaptação (melhor sucedida nas escolas particulares, devido a rapazes de readequação).

Agora, o MEC “bate o martelo” e autoriza: as horas remotas serão consideradas “aulas dadas”.

Extraído de: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2020/06/02/mec-autoriza-que-atividades-remotas-passem-a-valer-como-carga-horaria.ghtml

MEC AUTORIZA QUE ATIVIDADES REMOTAS PASSEM A VALER COMO CARGA HORÁRIA

Aulas estão suspensas em todo o Brasil desde março; MEC homologou parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE) com a supressão de um trecho: o que trata de avaliações e exames.

O Ministério da Educação (MEC) homologou parcialmente o parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE) com regras sobre a educação na pandemia, suspendendo o trecho que falava sobre avaliações e exames, e mantendo a autorização para que as atividades remotas passem a valer como carga horária.

Com isso, as escolas têm mais um recurso para cumprir o mínimo de horas letivas exigidos por lei. Em 1º de abril, uma medida provisória estipulou que em 2020 as escolas deverão cumprir o mínimo da carga horária, mas não o de dias letivos.

Desde março, as aulas estão suspensas em todo o Brasil. Um levantamento do G1 apontou que 16 estados planejam considerar atividades remotas como carga horária do ano letivo – equivalendo-as às aulas presenciais: AC, AP, AM, CE, GO, MA, MG, MS, PB, PR, PI, RN, RS, RR, SP e SC. A medida é criticada por especialistas, que avaliam que a qualidade do ensino remoto organizado às pressas não é a mesma do ensino presencial (leia mais abaixo).

O documento do CNE havia sido aprovado em 28 de abril, mas a validação ocorreu mais de um mês depois. O despacho está no “Diário Oficial da União” de segunda-feira (1º).

O documento homologado pede que as escolas levem em consideração a situação de cada estudante e da família, para evitar o aumento da desigualdade e da evasão escolar. Mas com a suspensão do trecho de avaliações e exames, as redes de ensino seguem sem definição sobre como vão mensurar a aprendizagem dos alunos durante e depois da quarentena. O trecho suspenso foi submetido a nova avaliação do CNE.

Para repor a carga horária no retorno às aulas, o documento homologado pelo MEC sugere o uso de períodos como férias, sábados e também o aumento do horário de atividade escolar. Para a educação infantil, são recomendadas atividades educativas para que as famílias e as crianças não percam o contato com a escola. Já nos primeiros anos do ensino fundamental, foi recomendado o acompanhamento da família, e atividades que não pressuponham a substituição dos professores pelos responsáveis pelo estudante.

A decisão de suspender as aulas presenciais foi tomada pelas redes de ensino entre 11 e 23 de março. Desde então, cada estado e município tem se organizado para oferecer atividades remotas aos estudantes, mas sem que haja uma coordenação nacional que garanta isonomia de aprendizagem.

Alguns estados e municípios adquiriram conteúdo de empresas privadas que fornecem educação a distância, seja por meio de plataformas online, ou até televisão e via rádio. Em outros casos os próprios professores viraram youtubers e passaram a produzir aulas online, sem que antes recebessem treinamento.

Um levantamento nacional feito pelo G1 e publicado em 21 de maio aponta o cenário da educação do Brasil durante a pandemia. Apesar dos esforços das redes e dos docentes para manter o ensino e a aprendizagem, estudantes relatam falta de acesso a computadores, internet, falta de espaço adequado para estudar em casa e, mesmo quando há toda a estrutura, eles dizem ter dificuldade de acompanhar as aulas. Graciela Fell, que tem uma filha matriculada na rede estadual de Santa Catarina, relatou à reportagem que “está sendo uma educação de faz de conta.” Já a professora Tassiane Barreto, de Sergipe, avalia: “A rede pública parou”.

Em meio ao cenário de incertezas, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) segue sem data para ser aplicado – a prova é usada como critério de seleção em diversas universidades públicas e particulares. O cronograma deverá ser definido em uma enquete com os candidatos inscritos através da página do participante.

Cursos de graduação podem ofertar até 40% de aulas a distância ...

 

– Quando a Medicina se une com a Fé!

Há dois anos…

Achei muito interessante a entrevista do Dr Cláudio Lottenberg, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein às Páginas Amarelas da Revista Veja dias atrás. Questionado sobre o judaísmo estar intrisecamente ligado à filosofia do importante e famoso hospital (que é mantido pela comunidade judaica), declarou:

Tenho aqui as melhores ferramentas da lógica e da ciência para comandar esse hospital, mas uso a fé como instrumento fundamental de gestão. É acreditar em coisas não tangíveis, e isso é fundamental para buscar a qualidade no Albert Einstein”.

Muito bom! Tal declaração serve para qualquer religião e mostra como Fé e Ciência devem andar de mãos dadas.

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– Não é grana demais para o português?

Ô louco! Quatro milhões de euros por ano (no câmbio de hoje, quase 2 milhões de reais por mês), sem congelar o valor da moeda (variação livre), para Jorge Jesus continuar a ser o treinador do Flamengo (renovação até junho/2021).

Cá entre nós: não é muito dinheiro para o futebol brasileiro pagar, ainda mais nestes tempos tão difíceis?

Depois, se a conta não fechar, não vale reclamar.

Jorge Jesus completa 1 ano de Flamengo com mais taças do que ...

– Indignidade Humana: critica-se doação, ajuda solidária, etc, etc, etc…

Caramba, o mundo está pilhado, louco, desconexo…

Leio uma crítica (e não vale o crédito pela tristeza da situação) sobre uma campanha solidária de ajuda a uma pessoa. O autor expõe os valores doados pelos contribuintes, e questiona se são significativos pelo que ganham.

Quanto ele, autor, doou? Não consta na lista. Independente disso, em tempos de dificuldades de todos, doar ou não é algo íntimo de cada pessoa. Não se pode cobrar ajudar em dinheiro vivo num momento em que todos estão em pandemia e o mundo praticamente parado. 

Se a pessoa não doou muito dinheiro, ela não é obrigada, pois é uma questão de foro íntimo. Poderia ela ter ajudado de outras formas, como, por exemplo, divulgar uma campanha solidária!

A melhor coisa que se pode fazer – SEMPREé ajudar sem se vangloriar. O que a mão esquerda faz, a direita não deve saber. Doar para promoção pessoal é hipocrisia. Doar porquê alguém cobrou, idem. Doar por compaixão, é humanitário – e esse valor da doação (em espécie ou em atos) é sempre particular.

A questão fica sendo: expor ao constrangimento uma causa dessa, é demais. É insensibilidade. Teremos que apresentar holerit para dar satisfação do quanto pode-se ajudar o próximo?

Repito: a democracia não obriga isso, mas sim a consciência. Pior que doar pouco, é reclamar dos outros e não doar.

Para não surgir polêmicas: refiro-me ao caso de Ney Santos e Hugo Prado, Prefeito e Vereador de Embu das Artes, que vive um inferno na política local. Que rolo! Viram que situação?

A solidariedade verdadeira é aquela descompromissada em esperar o “Obrigado de Volta”. Quem explora o assunto difamando outrem ou quer promoção sobre valores vultuosos doados como marketing, não sabe o que é isso (a ação solidária).

Aqui: https://www.verboonline.com.br/2020/03/31/em-meio-a-pandemia-morador-questiona-doacao-de-hugo-e-ney-o-xinga-de-burro/

Debate 88: solidariedade e empatia - Notícias - Rádio 88 FM

– Uma história canina versus a história humana no ambiente de trabalho: um caso de família.

Gosto de cachorros. São fiéis, carinhosos e companheiros. Não distinguem ricos e pobres. Bichos incríveis.

Gosto de gente. Me relacionar com pessoas é necessário para uma sociedade mais humanitária. Mas ao contrário dos cachorros (em especial os “toys”) que só fazem diferença das pessoas que as tratam bem das que lhe tratam mal, alguns humanos distinguem raça, condição social, origem étnica, religião, sexo e, pasmem, até quem zela pela família!

Presenciei e me entristeci ao ver um caso de preconceito de “fraternidade laboral”. Ora, sou Mestre em Administração e sei bem o quanto algumas empresas discriminam parentes no ambiente de trabalho. Mas em decorrência da conduta de patrões e empregados, essa relação pode ir do negativismo ao positivismo extremo! O que mais me pesa é: a rejeição sem argumentos de algo que dá certo, a busca de problemas inexistentes, a tentativa de ilação a dificuldades futuras e o medo inaceitável da boa relação. Pior ainda: de gente que está de fora!

Administradores são gestores de pessoas; políticos; relativistas; e, acima de tudo, humanos com uma pitada de autoridade por conta da função.

Cá entre nós: diante dessas situações, respire – acalme-se – segure-se e… perdoe-os! O desprezo e a demonstração de irrelevância às críticas se faz necessário.

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– Você sabe quais são as piores faculdades do Brasil?

De 2109 instituições de ensino superior avaliadas pelo MEC, mais de 300 foram consideradas insatisfatórias.

Sabe quais são elas?

O link está em: https://exame-abril-com-br.cdn.ampproject.org/c/exame.abril.com.br/carreira/as-piores-faculdades-do-brasil-segundo-avaliacao-do-mec/amp/

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– Recordar é Viver!

Aparecendo essa foto na minha Timeline do Facebook, dando aquela coceira de rememorar: um jogo num domingo à tarde qualquer pelo Campeonato Paulista – no “antigo” Estádio Palestra Itália, na partida entre Palmeiras x Guaratinguetá.

Árbitro: Élcio Pascoal Borborema
Bandeira 1: Luis Henrique
Bandeira 2: Márcia Simionato
Quarto Árbitro: Rafael Porcari

O treinador palmeirense era Caio Jr, o do Guará era Toninho Cecílio. Destaques do jogo eram Edmundo, Valdívia e o paraguaio Florentin (salvo engano, faleceu em acidente de carro).

– A Genética da Mulher do Circo

Não costumo postar tal assunto, mas esse é muito curioso. Lembra daquelas propagandas de circo: “Hoje a mulher barbada é a atração!”?

Pois bem: cientistas chineses conseguiram descobrir porque existem mulheres barbadas.

Extraído de: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gArSJzUFTYn738Rhw6pczB4OfQ2g

WASHINGTON, EUA (AFP) CIENTISTAS DESVENDAM O MISTÉRIO DA MULHER BARBUDA

Cientistas chineses identificaram o problema genético que está na origem da síndrome da “mulher barbuda”, cujas vítimas foram consideradas monstros e chegaram, um dia, a ser expostas em feiras.

O caso mais famoso da história da medicina remonta ao século XIX: Julia Pastrana tinha esta doença e foi explorada por um produtor de espetáculos que a levou para o mundo inteiro, lembrou um estudo publicado nesta quinta-feira na revista American Journal of Human Genetics, por uma equipe da Academia de Ciências Médicas de Pequim.

Pastrana sofria de “hipertricosis universal congênita terminal” (CGHT), um desequilíbrio hormonal caracterizado por um grande desenvolvimento do cabelo e do pelo do corpo, acompanhado por uma deformação do rosto e das gengivas.

“A mutação genética na origem da CGHT (…) ainda não havia sido descoberta”, disse um dos autores do estudo, o doutor Zhang Xue.

Os pesquisadores conseguiram determinar as anomalias genéticas do cromossomo 17q24.2-q24.3 responsável por esta doença.

Para realizar o estudo, difícil de concretizar pela raridade de casos, Zhang e sua equipe efetuaram análises em membros de três famílias chinesas que sofrem da doença.

Alguns apresentavam diferentes tipos de alterações de cromossomos gerando má-formações, outros tinham problemas de duplicação de genes, também fator de má-formações.

“Nosso trabalho determina claramente que a CGHT é uma desordem genética”, explicou Zhang, dizendo que “são necessários outros estudos para compreender os mecanismos moleculares exatos” desta doença.

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Acima, foto de Júlia Pastrana (1934-1960), durante apresentação em Londres. Um dos casos mais comuns de “mulher Barbada”, ou melhor, portadora da hiperticose generalizada congênita.

 

– 4a feira em 4 cliques:

👊🏻 Bom dia!
Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de #saúde.
Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #NossaSenhoraDeFátima, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #Fátima #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅 Desperte, #Jundiaí!
Que a #QuartaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

Ótima jornada para todos.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby