– Um App bacana para as crianças!

A tecnologia é algo muito legal mesmo, se bem usada com os pequenos!

Não repare nos erros de português na gravação abaixo (é uma linguagem infantil, vai..), mas minha pequena adora esse App (Sago Mini).

Assista: https://youtu.be/YggFnGAtUoo

– Quando a Rede Vira um Vício

Parabenizo a responsável e oportuna matéria da Revista Veja, publicada dias atrás (citação abaixo), sobre o grande mal do “vício da Internet“. Há pessoas que não tem a clara noção da dependência dessa ferramenta. Compartilho abaixo:

Extraído de: http://veja.abril.com.br/240310/quando-rede-vira-vicio-p-110.shtml

QUANDO A REDE VIRA UM VÍCIO

por Sílvia Rogar e João Figueiredo

É difícil perceber o momento em que alguém deixa de fazer uso saudável e produtivo da internet para estabelecer com ela uma relação de dependência — como já se vê em parcela preocupante dos jovens.

“O mundo paralelo é melhor”
“Com 14 anos, ganhei meu primeiro computador e fui, pouco a pouco, me tornando dependente dele, sem me dar conta da gravidade disso. Há seis meses, desde que concluí a escola e fiquei ociosa, ainda sem saber qual faculdade seguir, passo em média oito horas por dia navegando — e sempre me parece insuficiente. Na internet me refugio da timidez. Tenho um blog e frequento as redes sociais, onde já conto com 300 amigos e arranjei até namorado. Só me sobrou uma amiga dos tempos pré-internet, e as refeições eu faço apenas em frente à tela. Vivo num mundo tão à parte que, confesso, saio à rua e acho tudo estranho. Sou uma pessoa improdutiva, e o mais assombroso é que tenho total consciência disso. Ainda não procurei tratamento, mas talvez seja o caso.”
Marilia Dalabeneta, 18 anos

Com o título “Preciso de ajuda”, Carolina G. fez um desabafo aos integrantes da comunidade Viciados em Internet Anônimos, a que pertence no Orkut: “Estou muito dependente da web. Não consigo mais viver normalmente. Isso é muito sério”. Logo obteve resposta de um colega de rede. “Estou na mesma situação. Hoje, praticamente vivo em frente ao computador. Preciso de ajuda.” O diálogo dá a dimensão do tormento provocado pela dependência da internet, um mal que começa a ganhar relevo estatístico, à medida que o uso da própria rede se dissemina. Segundo pesquisas recém-conduzidas pelo Centro de Recuperação para Dependência de Internet, nos Estados Unidos, a parcela de viciados representa, nos vários países estudados, de 5% (como no Brasil) a 10% dos que usam a web — com concentração na faixa dos 15 aos 29 anos. Os estragos são enormes. Como ocorre com um viciado em álcool ou em drogas, o doente desenvolve uma tolerância que, nesse caso, o faz ficar on-line por uma eternidade sem se dar conta do exagero. Ele também sofre de constantes crises de abstinência quando está desconectado, e seu desempenho nas tarefas de natureza intelectual despenca. Diante da tela do computador, vive, aí sim, momentos de rara euforia. Conclui a psicóloga americana Kimberly Young, à frente das atuais pesquisas: “O viciado em internet vai, aos poucos, perdendo os elos com o mundo real até desembocar num universo paralelo — e completamente virtual”.

Não é fácil detectar o momento em que alguém deixa de fazer uso saudável e produtivo da rede para estabelecer com ela uma relação doentia, como a que se revela nas histórias relatadas ao longo desta reportagem. Em todos os casos, a internet era apenas “útil” ou “divertida” e foi ganhando um espaço central, a ponto de a vida longe da rede ser descrita agora como sem sentido. Mudança tão drástica se deu sem que os pais atentassem para a gravidade do que ocorria. “Como a internet faz parte do dia a dia dos adolescentes e o isolamento é um comportamento típico dessa fase da vida, a família raramente detecta o problema antes de ele ter fugido ao controle”, diz o psiquiatra Daniel Spritzer, do Grupo de Estudos sobre Adições Tecnológicas, sediado no Rio Grande do Sul. A ciência, por sua vez, já tem bem mapeados os primeiros sintomas da doença. De saída, o tempo na internet aumenta — até culminar, pasme-se, numa rotina de catorze horas diárias, de acordo com o estudo americano. As situações vividas na rede passam, então, a habitar mais e mais as conversas. É típico o aparecimento de olheiras profundas e ainda um ganho de peso relevante, resultado da frequente troca de refeições por sanduíches — que prescindem de talheres e liberam uma das mãos para o teclado. Gradativamente, a vida social vai se extinguindo. Alerta a psicóloga Ceres Araujo: “Se a pessoa começa a ter mais amigos na rede do que fora dela, é um sinal claro de que as coisas não vão bem”.

Os jovens são, de longe, os mais propensos a extrapolar o uso da internet. Há uma razão estatística para isso — eles respondem por até 90% dos que navegam na rede, a maior fatia —, mas pesa também uma explicação de fundo mais psicológico, à qual uma recente pesquisa da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, lança luz. Algo como 10% dos entrevistados (viciados ou não) chegam a atribuir à internet uma maneira de “aliviar os sentimentos negativos”, tão típicos de uma etapa em que afloram tantas angústias e conflitos. Na rede, os adolescentes sentem-se ainda mais à vontade para expor suas ideias. Diz o psiquiatra Rafael Karam: “Num momento em que a própria personalidade está por se definir, a internet proporciona um ambiente favorável para que eles se expressem livremente”. No perfil daquela minoria que, mais tarde, resvala no vício se vê, em geral, uma combinação de baixa autoestima com intolerância à frustração. Cerca de 50% deles, inclusive, sofrem de depressão, fobia social ou algum transtorno de ansiedade. É nesse cenário que os múltiplos usos da rede ganham um valor distorcido. Entre os que já têm o vício, a maior adoração é pelas redes de relacionamento e pelos jogos on-line, sobretudo por aqueles em que não existe noção de começo, meio ou fim. “Hoje eu me identifico mais com Furyoangel, meu apelido na web, do que com meu próprio nome”, reconhece Marcelo Mello, 29 anos, ex-estudante de direito e gerente de uma lan house no Rio de Janeiro.

Desde 1996, quando se consolidou o primeiro estudo de relevo sobre o tema, nos Estados Unidos, a dependência da internet é reconhecida — e tratada — como uma doença. Surgiram grupos especializados por toda parte, inclusive no Brasil, como o da Santa Casa de Misericórdia, no Rio de Janeiro, e o do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, na Universidade de São Paulo. “Muita gente que procura ajuda aqui ainda resiste à ideia de que essa é uma doença”, conta o psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu. O prognóstico é bom: em dezoito semanas de sessões individuais e em grupo, 80% voltam a níveis aceitáveis de uso da internet. Não seria factível, tampouco desejável, que se mantivessem totalmente distantes dela, como se espera, por exemplo, de um alcoólatra em relação à bebida. Com a rede, afinal, descortina-se uma nova dimensão de acesso às informações, à produção de conhecimento e ao próprio lazer, dos quais, em sociedades modernas, não faz sentido se privar. Toda a questão gira em torno da dose ideal, sobre a qual já existe um consenso acerca do razoável: até duas horas diárias, no caso de crianças e adolescentes. Quanto antes a ideia do limite for sedimentada, melhor. “Os pais não devem temer o computador, mas, sim, orientar os filhos sobre como usá-lo de forma útil e saudável”, avalia a psicóloga Ceres Araujo. Desse modo, reduz-se drasticamente a possibilidade de que, no futuro, eles enfrentem o drama vivido hoje pelos jovens viciados.

Qual a relação entre vício em internet e transtornos do sono? - PEBMED

– A culpa é dos números divulgados pela TV?

Quer dizer que os números de Covid no Brasil, por determinação presidencial, passaram a ser divulgados depois do horário nobre / encerramento dos telejornais?

Que absurdo tal coisa… birra de criança? 

Tenta-se evitar a divulgação no horário costumeiro para não ter impacto negativo, mas aí entram os Plantões dos Telejornais e o estrago à imagem do Governo é pior. “Genial” ao contrário quem teve essa ideia…

Aliás, essa história de se destacar o número de curados e não dos de mortos nos releases é algo irresponsável. Explico: ao invés de mostrar a gravidade da coisa, quer-se dar uma impressão de “grande trabalho feito pelas autoridades públicas”, disfarçada pelo discurso de “esperança”. Nada disso! Deve-se divulgar o que é grave para alertar e prevenir as pessoas!

Essa negação da gravidade vai matar, infelizmente, mais gente no Brasil…

Plantão da Globo com novos dados da Covid-19 dá mais audiência que ...

– Mãe Aparecida, ajudai o Brasil contra o Preconceito!

Como em um país cuja Padroeira é negra (talvez não tenhamos uma invocação da Virgem Maria tão bonita mundo afora como a de Nossa Senhora da Conceição Aparecida), pode existir a ignorância do racismo na sociedade?

É assustador que em pleno século XXI, exista divisão social ou desrespeito ao próximo devido a cor ou raça alheia…

– Mãe do Céu Morena, rogai por nós e pela conversão dos preconceituosos. Amém!

Nossa Senhora Aparecida

– A falta de lógica na liberação do Campeonato Carioca. Série A imune e a B não? Qual o critério?

Wilson Witzel, governador do RJ, liberou a volta do futebol no Rio de Janeiro (sem público, após a péssima repercussão da fala do prefeito carioca Marcelo Crivella – anteriormente desejando com 50% de torcedores presentes e posteriormente mudando de fala para 30%).

Com a alta dos casos de Covid-19 no RJ e estando no pico (ou chegando nele), parece uma medida completamente sem sentido. Lamento. Poderia-se esperar mais um pouco, já que se existe um “momento exato” na pandemia de se fazer resguardo, seria justamente agora.

Entretanto, para maior surpresa, a FERJ proibiu em comunicado a volta dos trabalhos dos clubes de futebol de todos as categorias e divisões, EXCETO DA SÉRIE A!

Deu para entender? Eu não entendi. Compare com o Paulistão: na lógica, Palmeiras, Novorizontino ou Santo André estão mais imunes da contaminação do que Francana, Paulista ou Juventus?

Qual o estudo? Se for geográfico, é incoerente. Se financeiro, idem. Totalmente incompreensível…

Pobre futebol brasileiro, vítima novamente da despreparada cartolagem. A motivação seria o dinheiro, exclusivamente?

Aliás, teremos a mesma divisão sobre os árbitros? Juiz e bandeira da série A trabalham, da série B não? 

– Por quê se chama Lua de Morango?

Que espetáculo o fenômeno da Lua “avermelhada” que tivemos, não? A natureza sempre é generosa com a sua beleza…

Mas você sabe porquê ela tem esse nome?

Extraído de: https://www.opovo.com.br/amp/noticias/brasil/2020/06/05/lua-de-morango–ocorre-nesta-sexta-e-sera-visivel-no-brasil.html

LUA DE MORANGO

Conhecido como “Lua de Morango”, o eclipse lunar penumbral, considerado um fenômeno raro, ocorre nesta sexta-feira, 5. Segundo a National Aeronautics and Space Administration (Nasa), apesar de ser mais visível na Ásia, Europa, Austrália e outros lugares da América do Sul, ela também poderá ser vista no Brasil.

De acordo com as informações divulgadas pelo site Olhar Digital, durante o evento, o satélite mergulhará quase metade da face na penumbra ou sombra externa da Terra. Fenômeno começa às 14h45min, abaixo do horizonte. Com duração de três horas, 18 minutos e 13 segundos, o eclipse será testemunhado na costa leste da América do Sul somente ao fim do evento: ao nascer da lua.

Por que “Lua de Morango”?

A primeira Lua Cheia do mês de junho marca o início da temporada de colheita de morangos no Hemisfério Norte. O nome dado pelos nativos norte-americanos, “Strawberry Moon”, que significa Lua de Morango, se refere a essa época. Nesse período, a lua recebe um tom avermelhado.

Fenômeno foi registrado pela primeira vez em 1930, no Almanaque do Fazendeiro do Maine, que apresenta uma lista de denominações que tribos dos Estados Unidos deram às luas existentes do ano.

– Shopping das Antigas: O Jumbo Eletro!

Quando eu era garoto, não existia Carrefour ou Shopping. E o Jumbo era “o” lugar!

Eu adorava comer na lanchonete de lá um X-Burger…

Veja que relíquia, extraída do Facebook de Marco Costa, com a ilustração retirada do Sebo do Prof Maurício Ferreira: um cartão de crédito do Jumbo Eletro (no tempo em que ter cartão era uma raridade).

JUMBO ELETRO

Bom dia!! Ir ao Jumbo ou a Eletro não era só uma questão de fazer compras, mas também íamos para passear. Cada loja era um verdadeiro “shopping center” da época!! Quem já comprou no Jumbo ou na Eletro? Eu me lembro que a padaria do Jumbo fazia pães deliciosos !!

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– Um sábado para suar a camisa!

👊🏻Bom dia! Cadê o frio prometido para hoje?
Se vier, sem problemas. Mas a carência agora é: correr!
S’imbora para o cooper matutino?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #corrida #sport #esporte #running #adidas

🙏🏻Correndo e Meditando:
Peca o homem que exige do seu semelhante mais do que ele mesmo daria de si ao Senhor, seu Deus”.
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺Fim de cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores.
🏁 #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento #nofilter

🌅Desperte, Jundiaí.
E como nosso amanhecer está lusco-fusco na Terra da Uva, eis a lembrança da alvorada há 4 anos, enquanto passeávamos em Fortaleza.
Que diferença deste dia e de hoje…
🏖 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #praia #natureza #horizonte #fotografia

Ótimo Sábado para todos nós.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Viva as festas joaninas! Só que esse ano, não, por conta da pandemia…

Do ano passado… que saudade:

Quer diversão mais bacana do que uma festa caipira?

Vale a pena brincar em família, gastar pouco e ser feliz!

Acabei meu sábado com esses sorrisos maravilhosos estampados… Obrigado, vida!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby