– Família: há algo mais perfeito?

Não titubeio em afirmar: ter pais, primos, tios, avós, sogro (a) esposa, filhos, demais parentes e até animal de estimação no seu convívio diário, é o que faz a vida ser bela!

Família: porto seguro da vida.

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– Teremos Peru neste Natal com amigos e família?

Visitando um sítio com este belo peru, veio a brincadeira – que tem um pouco de verdade: conseguiremos saborear uma ave como esse exemplar, reunidos em grande alegria, sem nos preocupar mais com o Novo Coronavírus em 25 de dezembro?

Tomara que sim…

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– Baby Fusion versão kids!

Pessoal, a Maria Estela mandou avisar que vai “dar uma mamazinho para a sua bebê e arrumar seu sling”. Daqui a pouco ela volta para brincar de dançar Baby Fusion!

Brincadeiras à parte, é muito bom ver as crianças com brincadeiras puras e longe dos tablets. E sobre “sling” e o termo “Baby Fusion”, você sabe o que é?

Olhe que legal esses conceitos aqui sobre eles: https://professorrafaelporcari.com/2020/05/25/baby-fusion-sling-e-exterogestao/

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– Explodiram o Escritório do Diálogo?

Existe na cidade de Kaesong, na Coreia do Norte, um escritório de relacionamento e diálogo de norte-coreanos com a Coreia do Sul. Lá, em tese, é o “ponto X” da tolerância entre as duas nações.

Hoje, porém, a mando de Kim Yo-jong, a “irmã que nunca sorri” do ditador Kim Jong-Un, um míssil destruiu o prédio.

Cá entre nós: quem explode uma instalação como essa, não quer diálogo, né?

Ô mundo de guerra…

– Que pisada na bola, Homem Elástico. Tuítes racistas?

Triste. Hartley Sawyer, o ator da série THE FLASH, da DC Comics, e que interpreta Ralf Dibny (o herói desajustado Homem Elástico), foi demitido da série pela descoberta de publicações antigas de cunho racista e sexista

Diante de tudo isso, Sawyer disse que eram apenas piadas…

Lamentável. Algumas delas:

A matéria completa em: https://observatoriodocinema.uol.com.br/series-e-tv/2020/06/estes-são-os-tuites-nojentos-que-fizeram-ator-de-the-flash-ser-demitido

 

– Um circo chamado “Cariocão”!

Que vergonha a forçada de barra para reiniciar o Campeonato Carioca! Comparem: a Espanha, cujo epicentro do Coronavírus foi há dois meses aproximadamente, voltou a ter uma partida profissional na 5a feira. No Rio de Janeiro, que nem no pico de contágio chegou, quer voltar na marra a jogar depois de amanhã!

Se os números fossem frios, a lógica mandaria retornar daqui há 60 dias com as atividades profissionais. Mas considere: sem leitos sobrando, com hospitais de campanha envolvidos em corrupção, tendo as autoridades sanitárias feito tamanha confusão, qual o prazo ideal para se pensar na volta? No mínimo, no final de Agosto.

Analise: alguns clubes do Rio de Janeiro não tem 11 jogadores profissionais inscritos (como acontece também com a segunda e terceira divisão de SP). Como contratar e treinar atletas nesse prazo absurdo?

Aguardemos se concretizará a “volta do futebol ou não”. Impossível que pessoas sérias não tomem providências.

Campeonato Carioca 2020: informações sobre regulamento ...

– Gustavo Cabral, o pesquisador de Oxford, e a pesquisa da vacina para Covid-19

Gustavo Cabral: já ouviu falar dele?

Um baiano que levantava às 3h da manhã, trabalhava num açougue e… dormia na aula de tanto cansaço. Reprovou 3 vezes a 8a série, não desistiu e ingressou na faculdade. Formado, depois de muito esforço, se tornou um renomado pesquisador. É ele um dos integrantes do grupo de trabalho que estuda uma vacina contra o Covid-19 em Oxford.

Ele deu uma entrevista muito interessante falando sobre o Novo Coronavírus, vacina, ensino e pesquisa; também elogiou no Brasil a FAPESP e tratou de outras coisas, como:

“Se há troca de informações para desenvolver vacina entre laboratórios? Esquece. Somente pesquisadores de universidades públicas fazem isso”.

“Malária não tem vacina. Lembram da promessa de uma vacina para o Zika Vírus. Cadê?”

‘Tomar hidroxicloroquina é um perigo! Se você tem um coração que funciona bem, toma isso para ver o que acontece. Ela tem muitos efeitos colaterais.”

“Pedi um reagente em Oxford às 11h e tive ele às 15h. No Brasil, quando fiz a mesma coisa, pedi no meio do mês de Abril e chegou em Maio!”

“Reinfecção do Novo Coronavírus? Se existe? Lembre que o vírus da gripe muda. Os vírus são mutáveis. E se fizer a vacina e o vírus mudar, tem que mudar a vacina.”

Em tom bem descontraído, vale assistir o inteligente, esforçado e espirituoso pesquisador. Um exemplo de persistência na vida!

Está em: https://www.youtube.com/watch?v=a7IK1pgYftc

– Brasil será pioneiro na nova função de pagamentos do WhatsApp

Anote aí: clientes do Banco do Brasil, Sicredi e Nubank terão a oportunidade de pagar as contas pelo WhatsApp!

Entenda: https://www.cnnbrasil.com.br/business/2020/06/15/com-funcao-de-pagamentos-whatsapp-deve-se-tornar-super-app-como-wechat

COM FUNÇÃO PAGAMENTO, WHATSAPP DEVE SE TORNAR SUPER APP COMO WECHAT

Responsáveis por uma base de mais de 120 milhões de usuários ativos no WhatsApp, os brasileiros serão os primeiros a pagarem contas e receberem transferências pelo aplicativo. A nova ferramenta, anunciada nesta segunda (15), deixa a empresa, controlada pelo Facebook, um passo mais próxima de se tornar o ‘super app’ do ocidente — nos moldes em que Alibaba e WeChat operam há anos na China.

Na primeira fase da implementação, a plataforma vai disponibilizar o uso da ferramenta para usuários que tenham conta no Banco do Brasil, Nubank e Sicredi ou cartão de débito das bandeiras Visa e MasterCard. De acordo com a assessoria do WhatsApp, a empresa deve incluir outras instituições financeiras futuramente. 

O aplicativo vai funcionar como um intermediário, contando ainda com a Cielo para o processamento dos pagamentos. As transferências não têm custo para o usuário, mas as empresas que quiserem disponibilizar o serviço pagam uma taxa de 3,99% — tanto para pequenos negócios quanto para as gigantes. As transações são limitadas a 20 por dia, com valor máximo de R$ 1 mil por operação e de R$ 5 mil por mês.

Com a medida, o Facebook está mais próximo de se transformar num “ecossistema”, como descrevem especialistas. A operação, nesses casos, consiste em fidelizar os usuários (ou clientes) e, ao perceber as demandas, oferecer diversos serviços nos mais variados segmentos — neste caso, mídia, entretenimento e produtos financeiros. 

“Essas empresas dominam o que a gente chama de ‘jornada do cliente’. Você cria um relacionamento com o usuário e depois leva isso para uma transação. O Facebook já ganhava dinheiro com propaganda, mas agora atinge um novo patamar. É um divisor de águas”, avalia Marcelo Nakagawa, professor de empreendedorismo e inovação no Insper.

Há anos, o modelo é dominante na Ásia. Entre as companhias que lideram esse modelo de operação no mundo estão Alibaba e Tencent, controladora do WeChat, na China. Para se ter uma ideia da fatia de mercado que as duas gigantes ocupam, o Alibaba já é o maior provedor de nuvem do continente asiático e o terceiro maior do mundo, de acordo com uma pesquisa da Gartner.

Para o consultor e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo Alberto Serrentino, ainda falta bastante para o WhatsApp atingir o mesmo status. “Quando olhamos os ecossistemas chineses, vemos que eles ‘desbancarizaram’ tudo: o app cobra, recebe, faz a gestão, faz tudo. O que o WhatsApp está fazendo agora no Brasil está mais parecido com o Apple Pay, que funciona como um intermediário.” 

O WhatsApp, entretanto, garante que não é esse o plano. Por meio de sua assessoria, a empresa diz que, apesar da nova ferramenta, a principal preocupação permanece sendo o serviço de chat. “Não é o objetivo [virar um ‘super app’]. O WhatsApp está focado em oferecer às pessoas um espaço de conversa simples, valioso e que as ajude no seu dia a dia, e os pagamentos são parte disso.”

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