Wilson Witzel, governador do RJ, liberou a volta do futebol no Rio de Janeiro (sem público, após a péssima repercussão da fala do prefeito carioca Marcelo Crivella – anteriormente desejando com 50% de torcedores presentes e posteriormente mudando de fala para 30%).
Com a alta dos casos de Covid-19 no RJ e estando no pico (ou chegando nele), parece uma medida completamente sem sentido. Lamento. Poderia-se esperar mais um pouco, já que se existe um “momento exato” na pandemia de se fazer resguardo, seria justamente agora.
Entretanto, para maior surpresa, a FERJ proibiu em comunicado a volta dos trabalhos dos clubes de futebol de todos as categorias e divisões, EXCETO DA SÉRIE A!
Deu para entender? Eu não entendi. Compare com o Paulistão: na lógica, Palmeiras, Novorizontino ou Santo André estão mais imunes da contaminação do que Francana, Paulista ou Juventus?
Qual o estudo? Se for geográfico, é incoerente. Se financeiro, idem. Totalmente incompreensível…
Pobre futebol brasileiro, vítima novamente da despreparada cartolagem. A motivação seria o dinheiro, exclusivamente?
Aliás, teremos a mesma divisão sobre os árbitros? Juiz e bandeira da série A trabalham, da série B não?

