– Manifestações do dia 16: “Eu vou” ou “Eu não vou”?

Li muitos depoimentos de quem é a favor e de quem é contra o impeachment da Presidente Dilma. E neste domingo acontecerão movimentos de protesto Brasil afora.

De fato, os níveis aparentes de corrupção e de desgoverno são insuportáveis. E dentro de uma democracia, vale a manifestação popular.

Só me preocupa uma coisa: os fanáticos radicais (de ambos os lados)!

Me recordo que em certo período, víamos esquerdistas de olhos odiosos usando discursos demagógicos. Que os direitistas não caiam no mesmo erro… Não deve ser PT x PSDB, nem Corinthians x Palmeiras. E outra coisa que temo: xiitas políticos se aproveitarão desse momento; afinal, são nessas ocasiões que demagogos surgem!

E a culpa é de quem?

Nossa mesmo! Se na Presidência, no Senado e no Congresso as coisas não funcionam bem, é por única e exclusivamente RESPONSABILIDADE DO VOTO.

Será que todos nós votamos buscando candidatos com virtudes de honestidade e cidadania, ou buscamos interesses particulares? Ou ainda benesses escusas? Ou pior: votando no “mal menor”?

Faço minhas as palavras do Bispo Dom Vicente Costa, que escreveu no “Bom Dia Jundiaí”, sobre “as pequenas corrupções do dia-a-dia”:

Só poderemos combater esse nosso velho jeito de querer levar vantagem em tudo quando cobrarmos e assumirmos as responsabilidades enquanto cidadãos e cidadãs. Assim cada um e cada uma de nós, fazendo com competência e honestidade a parte que lhe cabe, pode transformar a nossa sociedade. Esta é a sociedade que almejamos: uma sociedade mais justa e solidária, feita por todos e para o bem de todos”.

As manifestações – se pacíficas, cidadãs e democráticas – podem ser um dos instrumentos de transformação dessa sociedade. Mas a principal ação transformadora deve ser a educação do eleitor: mais esclarecido e blindado dos anúncios emocionais criados pelos marqueteiros que induzem o menos instruído à ilusão e a crença de falsas promessas.

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Um comentário sobre “– Manifestações do dia 16: “Eu vou” ou “Eu não vou”?

  1. O binômio “honestidade e cidadania” deve ser um bom exemplo a vir de cima, quero dizer, do Planalto.
    Aliás, lá, o voto não tem, como deveria, o significado do teste desse binômio. Os nossos representantes
    do Planalto precisam aprender muito sobre isso e, em especial, a administrar em comunhão para o bem
    da sociedade. A propósito de comunhão, muitos de lá estão precisando prestar mais atenção à frase/
    oração: -“Concedei-nos o convívio dos eleitos” e colaborar mais, pois, para isso foram eleitos.
    Campinas/SP, 16/08/2015.
    Oliveira.

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