– O Erro Insistente de Longos Contratos no Futebol

A história se repete: clube de futebol fazendo longos contratos de trabalho com seus treinadores, para após pouco tempo os demitirem.

Esse filme é velho, não? Já vimos clubes pagando 3 treinadores simultaneamente por culpa de contratos mal feitos. E agora o Santos fechou com o bom (mas não excepcional) treinador Dorival Junior por dois anos e meio de contrato.

Respeitosamente, quem negocia um tempo assim está ciente de que o prazo tem risco altíssimo de não ser cumprido. E mesmo assim, o faz por quê?

A resposta não parece nos levar a um entendimento ético ou a uma conclusão honesta, não é verdade?
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– Tatto e a Redução da Velocidade do Trânsito nas Marginais

Jilmar Tatto, Secretário dos Transportes de São Paulo, deu uma entrevista completamente desconexa sobre a redução da velocidade nas Marginais na Capital.

Declarou que: “reduzir as velocidades das Marginais ajudará o motorista a chegar mais rápido ao seu destino, ajudará na fluidez do trânsito e as pessoas poderão dialogar mais“.

É o desafio das leis da Física!

– Se a velocidade é menor, como se chegará mais rápido?

– Se o número de carros continuará o mesmo, como melhorará a fluidez?

– O que a velocidade tem a ver com o “diálogo das pessoas”? O que isso é útil ao motorista?

A única justificativa seria a maior segurança no trânsito, mas isso não foi citado por Tato. Um verdadeiro samba-do-crioulo-doido.
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– Novos treinadores do Brasileirão em destaque!

Ufa, parece que está chegando ao fim o círculo vicioso de treinadores contratados pelo “nome forte”. Eram sempre Muricy, ou Luxemburgo, ou Mano…

Para mim, percebo 5 equipes em que se vê o “dedo do treinador”: a Ponte Preta de Guto Ferreira (que é experiente mas ainda não teve chance em um dos grandes), o Sport de Eduardo Baptista (para mim, há a afirmação de seu ótimo trabalho nesse torneio), o Atlético Paranaense de Milton Mendes (a revelação do campeonato), o Palmeiras de Marcelo Oliveira (que mudou a postura do time) e o Atlético Mineiro de Levir Culpi (rodado treinador que se reciclou).

Vejo em um ritmo descendente Vanderlei Luxemburgo no Cruzeiro (que não consegue mais emplacar um bom trabalho), uma decepção Cristóvão Borges no Flamengo (que não mantém regularidade nos times em que trabalha), uma incógnita Osório no São Paulo (pois sem um tempo médio de trabalho não dá para avaliá-lo), uma mesmice Tite no Corinthians (que teve um ano sabático para aprimorar seus conhecimentos) e uma esperança em Dorival Júnior no Santos (que buscou estudar no exterior). E o que dizer do Felipão no Grêmio, que ao sair do clube as vitórias voltaram com Roger (um destaque até agora)?

O certo é que poucos terão o reconhecimento ao final do Brasileirão: aqueles que se classificarem para a Libertadores e os que conseguirem salvar suas equipes do rebaixamento nas derradeiras rodadas com arrancadas surpreendentes.

E hoje? Quem é o melhor treinador de futebol do Brasil?

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