– Tiradentes e a Mandioca. Dilma fora de si?

Talvez a pressão dos últimos dias com a delação premiada de Ricardo Pessoa apontando irregularidades na campanha da presidente Dilma, além das críticas do próprio ex-presidente Lula, tenham tirado o foco da mandatária do Brasil.

Quando Dilma Rousseff fala de improviso, a coisa complica. Na semana passada, fez um “louvor a criação da mandioca”! Disse ela:

Nenhuma civilização nasceu sem ter acesso a uma forma básica de alimentação. E aqui nós temos uma, como também os índios e indígenas americanos têm a deles, nós temos a mandioca. Aqui, hoje, eu estou saudando a mandioca, uma das maiores conquistas do Brasil.”

Sobre uma bola de folha de bananeira, criada na Nova Zelândia, inspirada pelos Jogos Indígenas, evento no qual discursou, ela falou:

Quando nós criamos uma bola dessa, nós nos transformamos em Homo Sapiens ou Mulheres Sapiens”.

Meu Deus! Dilma está descontrolada. Um verdadeiro samba-do-crioulo-doido. E imaginar que ontem, em Washington, sobre as perguntas sobre corrupção, declarou uma das grandes asneiras dos últimos tempos citando o inconfidente mineiro Tiradentes!

Disse que:

Tem uma coisa que me acompanhou ao longo da vida. Em Minas, na escola, quando você aprende sobre a Inconfidência Mineira, tem um personagem que a gente não gosta porque as professoras nos ensinam a não gostar dele. Ele se chama Joaquim Silvério dos Reis, o delator. Eu não respeito delator.”

Caracoles! Joaquim Silvério entregou Tiradentes, herói nacional. Ela quis comparar Joaquim Silvério com Ricardo Pessoa e ela própria com Tiradentes?
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– Wagner Ribeiro em defesa da Imoralidade

O polêmico empresário de diversas estrelas do futebol brasileiro, Wagner Ribeiro, “causou” no programa Bate Bola 3a edição da ESPN. Ele admitiu artimanhas dentro da lei para mascarar o valor da venda de Neymar ao Barcelona e pagar menos ao sócio DIS. Até aí, nada foge da legalidade, mas mostra demonstração de esperteza e malandragem. O problema foi a defesa da corrupção no futebol. Quanto aos esquemas da CBF, ao ser questionado, disse:

Você tem a Nike, e a CBF quer a Nike, tenho uma comissão de 20%, mas o presidente da CBF quer um pedaço desses 20%, você faria? Eu faria. Pode ser amoral, mas eu seria hipócrita de dizer que não faria“,

Que retrato de credibilidade esses senhores passam, não?
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– A Grécia e o temor da “Era Collor”

E a Grécia quebrou! O Governo faliu, não consegue pagar as contas e a população sofre. Com medo de uma retirada grande de dinheiro do sistema financeiro, o país se vê em meio a um feriado bancário de 1 semana, onde as pessoas só podem retirar € 60,00 por dia.

Arrepiou?

Lembram que a Ministra da Economia do Governo Collor, Zélia Cardoso de Melo, disse que ninguém mexeria nos bancos, tampouco na poupança, e no dia seguinte fez um “rapa” nas nossas contas fechando os bancos?

Tempos para serem esquecidos…
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– Paulista de Jundiaí: quem vive o Galo e quem especula fatos!

Na semana passada, uma polêmica desnecessária criada por via indireta pelo jornalista Milton Neves. Na abertura de uma das jornadas esportivas da Rádio Bandeirantes, Milton acreditou na bravata do presidente bugrino Horley Senna, que declarou estar fechando o Guarani FC no último dia 27. Não fechou, e o time campineiro ainda venceu a Tombense fora de casa pela série C. A reboque, divulgou a “notícia-lamento” de que o “Paulista de Jundiaí, Paulista Campeão da Copa do Brasil de Vágner Mancini, centenário time da Terra da Uva” estava fechando a porta pois os investidores não aguentavam mais colocar dinheiro na equipe da rica cidade que não ajuda.

De onde ele tirou tal fato?

Claro, torcedores do Galo da Serra do Japi se revoltaram, e depois de críticas nas redes sociais do próprio Milton, ele se manifestou dizendo que “o Paulista poderia sim fechar” e citou uma matéria do Jornal Jundiaí Notícias.

Ora, “poder fechar” é diferente de “vai fechar”. E aí a gente percebe o sensacionalismo barato versus o bom jornalismo.

O “Jundiaí Notícias” nada fez de errado: entrevistou o Pitico, Luiz Roberto Raimundo, um dos vice-presidentes do Paulista, que fez um fiel e transparente relato da pindaíba que o clube se encontrava e as dificuldades atuais que o time tem.

Aí veio o site Futebol Interior (que tem sido acusado de cobrar dinheiro de treinadores e clubes para falar bem) com uma matéria apocalíptica do Galo. Antes de qualquer manifestação de protesto, o jornalista Heitor Freddo escreveu sabiamente as correções e verdades sobre algumas bobagens escritas pelo FI (visite o blog do Heitor Freddo e esse ótimo texto em: http://heitorfreddo.wordpress.com/2015/06/26/bomba-paulista-de-jundiai-esta-vivo/).

Enfim: mesmo capengando, o Paulista luta, vive e sobrevive. E não é fácil um time de 106 anos se manter! A própria riqueza de Jundiaí e suas indústrias fortes não colaboram. Sim, você NÃO leu errado: Jundiaí possui outros lazeres, parques, shoppings, cidades vizinhas, recantos de veraneios e atrações diversas que tiram público do estádio Jayme Cintra. A falta de uma equipe competitiva idem, já que no Brasil, quando o time está bem, a torcida vai; quando agoniza, o torcedor foge.

Sem bom time, pouco valeu reduzir o preço do ingresso, promover a entrada grátis de mulheres e crianças ou ainda a realização de preliminares com as equipes sub 11 e sub 13. É um caminho, mas muito pouco!

Dificilmente, nos dias atuais, haverá investidores para equipes que disputam torneios de 3 meses como o Paulistão. A série D (na qual o Paulista não está) também é de pouca duração. A Copa Paulista, promovida pela FPF, não é atrativa e composta de apenas 19 equipes, que jogam a competição com times de reservas, juniores ou de empresários que as arrendam.

Mais do que tudo isso: o produto “futebol” tem sido ruim de se vender no Brasil! A CBF está desacreditada e envolta nos escândalos de corrupção; a Seleção Brasileira decepciona; os grandes times de futebol do Brasil perdem mercado para os estrangeiros – é só observar o sem-número de crianças com camisas do Barcelona, Chelsea, PSG…

Como nem toda torcida do planeta Terra tem a “sorte” de um bilionário tailandês comprá-lo (como o Milan, vendido a Bee Taechaubol), ou por endinheirados árabes do petróleo (como o Manchester City ou o PSG), ou ainda por mafiosos russos (como o Chelsea de Abramovich), a torcida do Paulista (que no estádio e nas redes sociais são quase sempre os mesmos apaixonados e abnegados que lutam pela sua sobrevivência) espera ansiosamente que a comunidade jundiaiense abrace o time. O projeto “Novo Paulista” tem feito isso, com muita dedicação e esforço, buscando destacar a identidade do time com a cidade, instigando as forças vivas de Jundiaí a ajudarem na reconstrução do time.

Dará certo?

Tomara que sim, e se não der, reforço o temor do Pitico, relatado no Jundiaí Notícias: “será a hora de passar o cadeado”, como ele mesmo disse! Embora, sejamos justos: o trabalho tem sido forte e a esperança não morre: vejam a ótima matéria do Estadão (“A Penúria do Futebol do Interior de São Paulo”), onde o Diretor de Marketing do Paulista, Jurandir Segli Jr, mostrou que com trabalho e criatividade pode se ter uma luz!

Que os clubes do interior consigam reverter a triste situação em que se encontram!
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– Democracia com censura não vale!

Paulo Okamatto, presidente do Instituto Lula, disse esses dias quanto a regulamentação da mídia:

As redes sociais complicam a democracia”!

Caramba! Lula, FHC, Serra e a própria Dilma foram combatentes da Ditadura e críticos da censura. Agora, vem este senhor e quer controlar quem fala mal do Governo? Sim, ou qual seria o propósito de Brasília em querer filtrar o que é publicado pela imprensa – e até nas redes sociais?

São pessoas assim, amantes da Venezuela e de Cuba, que se acham donas da verdade. Para elas, viva o Granma, o jornal de Fidel Castro!

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– Juan Carlos Osório e Marcelo Oliveira: as duas linhas de trabalho

Não me esqueço: às vésperas do Choque-Rei dos estreantes Marcelo Oliveira e Juan Carlos Osorio, ouvi o pronunciamento de ambos sobre como “montar a equipe”. Basicamente:

Oliveira: disse que procura treinar sua equipe enfocando os pontos fortes do seu time.

Osório: disse que monta sua equipe observando pontos fortes e fracos do adversário.

Duas linhas aceitáveis na discussão! Mas na prática, domingo, deu Verdão sobre o Tricolor.

Me recordo que, quando treinador do Vitória-BA, ao ser vice-campeão brasileiro na década de 90, Mário Sérgio Pontes de Paiva declarou que era burrice ter 11 jogadores permanentes, já que havia tantos adversários de características diferentes.

Quem está com a razão na metodologia de treino da sua equipe?
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– Aumento de 71,46% na Energia Elétrica em 7 meses!

Somos um país acomodado. Enquanto os políticos vivem nas mordomias de Brasília, há um novo aumento no preço da energia elétrica. Assim, em 2015, já tivemos um reajuste acumulado de mais de 70%!

Viva o Brasil… E a Dilma, às vésperas da Eleição, demagogicamente baixou o preço. Lembram?
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– Corinthians x Figueirense: Faixa com crítica à beira do Campo pode?

Já faz algum tempo que a FIFA se pronunciou sobre manifestações e protestos em jogos de futebol. E, sucintamente, a entidade proibiu críticas a organizadores de torneios, árbitros, jogadores e dirigentes; também não quer manifestações religiosas, apologia ou louvação política, sejam elas em faixas de torcedores, bandeiras, camisas embaixo do uniforme de jogadores (no uniforme propriamente dito sempre foi proibido) e em qualquer periferia do gramado.

Na prática, se o jogador comemorar um gol levantando a camisa e por debaixo dela existir a frase “Jesus é o Senhor” ou “Alá é grande”, o árbitro deverá relatar e o atleta será julgado (sem a aplicação de cartões). Se antes do jogo o árbitro observar que existe uma bandeira com os dizeres: “Obrigado, Deputado Fulano, pela reforma do Vestiário”, esta deverá ser retirada e o jogo não poderá ser iniciado (e, claro, o fato relatado). Se houver coro racista de torcedores, o jogo deve ser paralisado até que este termine. Se o placar eletrônico estampar: “Fora Del Nero”, idem. E, logicamente, uma faixa como: “Amarilla – vergonha do futebol”, não fugirá à Regra.

O procedimento da equipe da arbitragem foi correto devido a regra no último sábado, ao constatar a manifestação durante o jogo entre Corinthians x Figueirense. Se é antidemocrático, aí é outra história. Mas escrevo isso para dizer que achei fantástico o depoimento do treinador Tite depois do jogo sobre tal faixa:

Eu conheço as regras, e se não pode, que se retire a faixa e o torcedor. Mas aqui, no vestiário, o Adenor pode dizer: ‘Amarilla, vergonha do futebol.”.

Quem é “de bem” no futebol, aplaudiu. E fica o registro: Carlos Amarilla apitava quase todos os jogos da Seleção Brasileira, um brasiguaio de vida e coração! O que me chama a atenção é que, apesar do “Caso Grondona”, revelado na última semana, Marin e Marco Polo nada fizeram em defesa do Corinthians, justo à época em que Andrés Sanches estava brigado com a entidade…

Em tempo: o Alarcon, “chefe-mor” dos árbitros da Conmebol, continua forte em Assunção…
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– Cuidado com os pesares… A infelicidade de Flausino!

Rogério Flausino, vocalista da banda Jota Quest, deveria estar muito emocionado com o falecimento do seu colega de ofício, Cristiano Araújo. Afinal, deu uma declaração um pouco questionável sobre sua morte em um acidente:

Ele ganhou um prêmio e está num lugar muito melhor do que o nosso. Tirou férias merecidas e antecipadas”.

Condolências dessa forma são dispensáveis. A forma de se expressar não deveria ser um pouco menos irreverente?

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– Ricci apitará Argentina x Paraguai. E a barrigada da punição?

A normalidade voltou com a escalação de Sandro Meira Ricci para a semifinal entre argentinos e paraguaios pela Copa América. Explico:

Depois da atuação criticada por muitos no jogo entre Uruguai 0 x 1 Chile (vide nossa análise no site do Bom Dia / Diário de São Paulo, em: http://is.gd/CHIxURU), alguns sites e blogs passaram a dizer que Sandro estava suspenso.

Confesso que não li nada oficial da Conmebol a este respeito, e como as fontes às quais confio nada me disseram, fiquei com a pulga atrás da orelha. Surgiu a informação, posteriormente, de que os árbitros que estavam escalados para as quartas-de-final não iriam para as semi-finais e final.

Aqui duas considerações:

1- Outras má atuações de árbitros aconteceram e a Conmebol não suspendeu ninguém. Por quê o Sandro seria o único?

2- Ora, se a geografia da Conmebol tem poucos países, quem sobraria para esses jogos tão difíceis? O mexicano da Concacaf e algum nome do Suriname?

Dessa forma, a normalidade (ou seja, a escala de árbitros experientes) voltou. Apenas lamento que Ricci apitará pressionado o próximo jogo, já que Sérgio Correa da Silva, presidente da Comissão de Árbitros da CBF, deu uma entrevista alegando que o árbitro brasileiro estava passando por problemas pessoais, e revelou que sua filha de 15 anos, que faz intercâmbio na Nova Zelândia, estaria doente e internada por lá, sozinha.

No Brasil, diz-se à boca pequena que Sandro e Sérgio não se dão; e que Ricci é muito forte politicamente e dessa forma Sérgio tem que engoli-lo. Se é verdade, não sei, pois não gosto de politicagem e prefiro sempre a meritocracia. Mas seria “fogo-amigo”?

Sandro, quando aspirante à FIFA e quando recém promovido, foi disparado o melhor árbitro do Brasil. Às vésperas da Copa caiu de produção, voltando ao bom rendimento e com grandes atuações no Mundial. No pós-Copa, foi péssimo e a má fase está durando mais do que o devido.

Boa sorte ao trio brasileiro no importante jogo que trabalhará!
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– Você expulsaria Juan Carlos Osorio no Choque-Rei?

Neste domingo, o treinador são-paulino Osorio foi expulso no jogo Palmeiras 4×0 São Paulo.

Avalie pelo relato do árbitro gaúcho Anderson Daronco:

Expulsei no intervalo da partida o técnico do São Paulo F.C. o sr. Juan Carlos Osorio Arbelaez, pois o mesmo aguardou a passagem da equipe de arbitragem na área mista (saída do campo), vindo em minha direção reclamando com o dedo em riste, dizendo: ‘a advertência do meu jogador (número 22, Bruno) foi injusta, você errou, você está equivocado’. Neste momento, comuniquei o mesmo que ele estava expulso da partida.

E aí?

Aparentemente, não houve tanto excesso. Reclamação normal e corriqueira, sem nenhum palavrão. Uma conversa ríspida. Então foi exagero do juizão?

Por outro lado, o dedo em riste é uma afronta para a arbitragem, que precisa preservar a autoridade. Assim, acertou o árbitro?

Se você estivesse apitando o jogo, o que faria?
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– Starbucks conhecendo a realidade?

A rede de cafeterias Starbucks, global marca de luxo, parece que sente a dificuldade econômica do Brasil. Depois do modismo na sua chegada, começou a fechar unidades!

A primeira a encerrar as atividades será a da Rua Amauri, ponto nobre de SP. Motivo: não dá lucro!

A crise chegou para todos os setores mesmo…
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– Cada esquadrão… E hoje…

É covardia: assisto neste domingo de manhã, pela ESPN, Milton Leite narrando um VT antigo pela Liga dos Campeões da Europa: Manchester United x Real Madrid.

Em campo estão Veron, Figo, Van Nistelrooy, Zidane, Roberto Carlos, Ronaldo… Beckham está no banco! O jogo é arbitrado pelo Pierluigi Colina. Aos 5m do 2o tempo, MUnit 1×2 MAD com 2 gols (golaços) do Fenômeno.

Que coisa, como esses caras jogavam bola… E hoje, o TOP do futebol brasileiro (que é a Seleção) é formado por Everton Ribeiro e Douglas Costa…
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– O Pênalti infantil de Thiago Silva (De Novo) e o Vexame da Seleção Brasileira (De Novo Também).

Outra eliminação. Outro jogo feio. Outra vergonha. Outro pênalti bobo…

Thiago Silva já havia na Champions League (Chelsea x PSG) pulado com o adversário para disputar uma bola que vinha pelo alto e a tocado com a mão, intencionalmente. É o lance de movimento antinatural, de pular com o braço erguido. Não é a chamada imprudência (pois não se marca mão na bola por imprudência) mas sim de intencionalidade subjetiva. Hoje, isso é pênalti.

Na Copa América, jogando contra o Paraguai, o zagueiro da Seleção Brasileira repetiu o mesmo erro, ocasionando o pênalti que gerou o empate para o adversário, levando para a disputa de tiros penais, eliminando o Brasil. Pior de tudo é, após o jogo, dizer que “não se lembrava do lance mas o lance é diferente”, alegando “estar confuso”.

A Seleção jogou como time pequeno, cobrou pessimamente os pênaltis e é novamente eliminada em uma competição. Virará rotina?

Já falamos das mudanças necessárias em outra oportunidade, como a safra fraca de jogadores, das viciadas negociatas das categorias de base, dos treinadores acomodados (4 argentinos treinam as 4 seleções semifinalistas da Copa América) e dos dirigentes corruptos. 

A culpa é desse conjunto de fatores. E como mudar?

O choque de gestão começa com grandes, radicais e boas atitudes do presidente da CBF. Mas Marco Polo Del Nero, o CEO esportivo que temos, as fará?

Curiosamente, se ele sair do país pode ser preso por corrupção. Os seus vices são tão malquistos, questionáveis e suspeitos quanto o próprio titular. 

E aí, como resolver o problema da péssima qualidade do futebol brasileiro, dentro e fora de campo?

Sinceramente, penso que só voltaremos a ganhar títulos a longuíssimo prazo…
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