– A Frase de Felipão, o Futebol como Ciência e Estrangeiros na Seleção

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Semanas atrás, surgiu a idéia do treinador Dunga trocar conhecimentos com ex-treinadores da Seleção Brasileira. Dos quais conversou, destaque para Ernesto Paulo (apenas 1 jogo) ou Zagallo (campeoníssimo, mas de idade avançada e que discursou ufanisticamente).

Agora, sugere-se que Dunga converse com treinadores estrangeiros, como Jorge Sampaoli, campeão da Copa América com o Chile.

Por quê não contratamos alguém de fora para ser o treinador de fato da Seleção Brasileira, ao invés de convites para bate-papos?

Dunga e Felipão, o recente e o último treinadores, demonstram ranso, mágoa, raiva e incômodo a cada entrevista. Parecem ser inimigos dos jornalistas, do povo e de quem não concorda com eles. Aliás, Felipão declarou na China que “os alemães o respeitam mais do que muitos dos brasileiros”.

Ora, será que eternamente Scolari e Dunga não saberão lidar com as críticas? Vencedores e milionários, deveriam entender todo esse momento crítico da Seleção Brasileira. E o interessante é que o anti-carisma de ambos contagia seus comandados.

Alguém ouviu falar de trabalho psicológico na Seleção Brasileira? Nada, neca de pitibiriba. Apenas se ouve falar em “palestras de psicólogos”, vez ou outra. Ora, tal trabalho deveria ser feito continuamente aos jogadores e claramente aos treinadores! Sim, visivelmente Dunga, Felipão e tantos outros precisam desse tipo de ajuda pessoal e profissional.

A propósito, alguns torcedores brasileiros precisam não só de psicologia, mas de reeducação esportiva. Precisamos parar de ter aversão ao estudo científico no futebol, ao medo de intercâmbio e à repulsa do aceite de treinadores estrangeiros. Ressaltando: aos bons de fora, pois não é a nacionalidade que define a competência.

Vide a invasão de treinadores de outros países que melhoraram o esporte nacional, com conquistas e avanços em importantes competições: na Seleção de Basquetebol Masculino, temos o argentino Rubens Magnano; na de Handebol Masculino, o espanhol Jordi Ribeira; na de Handebol Feminino, o dinamarquês Morten Soubak; na de Luta Olímpica, o cubano Angel Torres; na de Judô, a japonesa Yuko Fujii; na de Tiro Esportivo, o italiano Eros Fauni; na de Canoagem, o espanhol Jesús Mórlan; na de Atletismo, o ucraniano Vitaly Petrov; na de Esgrima, o russo Alkhas Lakerbai; na de Ginástica Artística Feminina, a bielorrussa Margarita Vatkin; na de Hipismo, o francês Maurice Bonneau; na de Ciclismo, o neozelandês Thimoty Carswell, na de Levantamento de Peso, o romeno Dragos Stanica; e por aí vai…

Por quê tanta autossuficiência demonstramos? Cremos piamente que Dunga é melhor que Guardiola, José Mourinho, Jürgen Klopp?

Qual é o grande problema: a vaidade tupiniquim ou a necessidade de dar independência a esses estrangeiros que aqui chegarem?

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– Mundo Global, Mas Regional

Em tempos de Globalização, há coisas que ainda impressionam. Povos isolados mundo afora que cada vez mais carecem de interação são exemplo disso.

Digo isso pois leio “Onde Moram os Vampiros”, capítulo do livro “Dignidade”, publicado por 9 escritores baseados nos relatos de “Médicos Sem Fronteiras”. Nele, há o relato de mulheres que convivem com o Barbeiro, vitimadas pela doença de Chagas, num povoado no interior da Bolívia e que não falam castelhano, mas quéchua. Os insetos vivem nas casas como formigas ou pernilongos, infestando o ambiente. O convívio é diário, e a população resiste em se cuidar ou ir à uma cidade próxima se tratar, aceitando passivamente a doença.

Que mundo/ costume é esse, não?

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– Nosso Amanhecer Caipira

Com tantos temas e infinitas possibilidades de discussão, precisamos arejar a mente com a Natureza.

O que dizer do Cooper Diário com o privilégio da nossa paisagem caipira jundiaiense?

Viva a Natureza. Que não acabe essa qualidade de vida (ou que tudo isso demore a virar prédio…)

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