– Desafio Parte 2: não estou refugando!

Lembram do meu desafio, intimado pela minha filhota, em só cortar o cabelo quando emagrecesse e melhorasse o joelho?

(Em: https://professorrafaelporcari.com/2014/12/13/desafio/) 

Pois é… a coisa tá tão feia que ela ofereceu a desistência, pois segundo a Marininha estou ficando muito “horroroso”…

Que fase! Mas um buraco da cinta já foi embora! Tomara que os outros também sejam vencidos. Caso contrário, tropeçarei na minha cabeleira! rsrs

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– Ocidentalização até dos Animais na China

A China está se tornando moderninha mesmo, não? Lá, há uma lei que cobra impostos para quem tem mais de um filho, visando evitar a superpopulação (apesar que se arroxou recentemente para dois). Essa mesma lei foi adaptada; além do incentivo ao filho único, haverá a do ‘cachorro único’.

Inusitado, não? Explico: como a carne de cachorro era costumeiramente consumida, e a nova classe média chinesa está tendo hábitos cada vez mais ocidentalizados, o governo local resolveu limitar a posse para 1 cachorro de até 35 cm por família. Antes, havia muitos cachorros, mas não para a criação doméstica, mas sim pelo abate! Com um único bichinho, incentiva-se não matá-lo.

Novos tempos.

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– Análise Pré-Jogo para Independente x Paulista, A2

Paulo Sérgio dos Santos (agente de segurança, natural de Andradina/SP, 10 anos de carreira), apitará a estréia do Paulista contra o Independente de Limeira na Rua Javari, pela Série A2.

Boa ou má escala?

Boa. Pelo que vi do árbitro na Copa SP (ele atuou em 2 jogos), seu estilo de arbitragem é prudente, parando as jogadas mais fortes (lembremo-nos que na Copa Paulista, em Limeira, o Galo Jundiaiense sofreu com as entradas mais fortes do Galo Limeirense). Isso indica que o juizão vai procurar segurar o jogo no quesito violência e estará atento as jogadas de contato físico mais ríspidas. Como a partida é na Rua Javari (de dimensões pequenas), recomendo ao treinador Roberval Davino: treine jogadas aéreas e cobranças de falta, pois certamente teremos muitos tiros livres marcados e a bola chegará mais ao gol pelo alto, já que a tendência de disputa truncada e o estilo do árbitro não permitirão o jogo pelo chão. E um recado: evite reclamações, pois o árbitro não gosta disso e, até pela sua formação rigorosa, deverá punir com cartão amarelo qualquer manifestação.

Para Paulo Sérgio, o jogo é muito importante para alcançar uma chance na série A1. Nos últimos anos, apitou 6 jogos da série A2 e também já atuou no Futsal. Em jogos do Tricolor de Jundiaí, trabalhou como Árbitro Adicional no jogo entre Oeste de Itápolis x Paulista, sendo discreto na partida. Portanto, para 2015 tem que entrar focado, determinado e mostrar serviço para conseguir impressionar a Comissão de Arbitragem.

Boa sorte ao Árbitro. Desejo sucesso a ele nessa oportunidade, sabendo que possui condições de galgar vôos mais altos.

Acompanhe o jogo ao vivo pela Difusora JP Sat AM810, com o time forte do esporte sob o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo, análise da arbitragem de Rafael Porcari. O jogo será às 16h, mas a jornada esportiva começa logo às 15h.

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– 5 candidatos declarados de oposição à presidência da FIFA?

Pois é, nessa semana alcançamos o número de 5 presidenciáveis oposicionistas à sucessão de Blatter como presidente da FIFA (além dele próprio). São eles:

Luiz Figo, português, ex-jogador;

Michael Van Praag, holandês, presidente da Federação Holandesa;

Jerome Champagne, francês , diplomata e ex-dirigente da FIFA;

Ali Bin Al Hussein, jordaniano, príncipe e representante da FIFA para a Ásia;

David Ginola, francês, ex-jogador.

E aí: dá para acreditarmos em boas perspectivas para o futebol com esses nomes?
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A Bilionária Apple!

A Apple divulgou seu balanço: a empresa tem em seu caixa US$ 178 bi!

Dá para comprar a GM + Ford + Tesla, e ainda sobrará 40 bi no caixa.

Uau… o valor da empresa no mercado é de 640.000.000.000,00 de dólares.

Não precisa escrever mais nada depois disso…

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– Abasteçam o seu carro urgentemente!

Hoje divulgou-se que o balanço não auditado da Petrobrás mostrou Lucro Líquido de 3 bilhões. Claro, não está incluído o custo-corrupção, o que “arrebentaria” as contas da empresa.

Como o mercado sabe que só se cobrirá o déficit da verdadeira conta (aquela que contabiliza o roubo bilionário saqueado há anos) com aumento de combustíveis, todos estão ansiosos para saber quando e como ele acontecerá.

A verdade é que: para equilibrar as contas, necessita–se de 13 bilhões de reais. Então, no próximo dia 01 de fevereiro haverá o aumento do PIS e da COFINS na Gasolina e no Diesel. E em até aproximadamente 60 dias, o da CIDE.

Portanto, atenção: SERÃO 2 AUMENTOS! Isso deve impactar, ao final, em R$ 0,25 a R$ 0,28 na Gasolina e R$ 0,15 a R$ 0,18 no Diesel.

Lembrando: nos últimos dias, com o aumento do consumo de Etanol e a baixa produção, o produto JÁ AUMENTOU ENTRE R$ 0,15 a R$ 0,20.

O cenário, infelizmente, é ruim!

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– Chelsea x Liverpool não teve pênalti de queimada!

Semi-Final da Copa da Liga Inglesa: Chelsea x Liverpool fizeram um jogão!

Mas o lance didático da arbitragem que me chamou a atenção- 4 minutos de jogo, Diego Costa toca a bola para Willian, que a chuta dividindo o lance com Lucas Leiva. Espirrada, a bola bate no braço do volante do Liverpool que tentaria um carrinho.

Diego Costa reclama de mão na bola. Os demais companheiros que estavam próximos timidamente se manifestam. Mourinho alega que há um complô contra ele e o Chelsea!

Como os lances de times ingleses não são disponíveis tão facilmente na Internet por culpa dos direitos de exibição, não tenho a imagem. Mas sabem aquela subjetividade do lance, aquela “intenção disfarçada” que no Brasil se tornou por algum tempo “pênalti de queimada” (bateu, marcou)?

Pois é. Foi desse jeito. Sem intenção alguma a bola bateu, mas quem reclamou foi, curiosamente, um brasileiro artilheiro que gosta de marcar gols e um treinador português que reclama da própria sombra.

Para o árbitro inglês e demais jogadores, sem polêmica alguma. Mas se o jogo fosse pelo Brasileirão… pênalti!
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– Bairro que Cresce! Até Cometa aqui?

Olha que notícia bacana a nós, moradores do Bairro Medeiros: desde o começo da semana, a Viação Cometa passou operar a linha Jundiaí (partindo do Bairro Medeiros) a São Paulo (Barra Funda e Tietê).

Estamos crescendo, hein?

Segundo a empresa, o Ponto Inicial é defronte ao Depósito de Materiais de Construção Porcari (no bolsão de e

stacionamento ao lado do Posto Harmonia), passando no Parque Eloy Chaves (vizinho ao Terminal Municipal, próximo ao Coopercica) e de lá direto a São Paulo.

São 3 horários: ida entre 05h50 e 07h00 e a volta entre 16h50 e 18h00 (horários a confirmar pela empresa, escrevo aqui quando os tiver com exatidão).

Valor da passagem: R$ 11,80!

O bairro está crescendo! Mas para chamarmos crescimento de progresso, ainda falta melhorar a segurança daqui, aumentar as vagas na escola, controlar o sem número de empreendimentos…

bomba.jpg ATUALIZAÇÃO: Pessoal, o motorista da Cometa passou esses horários da folha (na figura). Os 5 primeiros horários partem do Medeiros (daqui saem 06h00, 06h15, 06h30, 06h45 e 07h00). Os 5 últimos que saem de SP terminam a linha aqui no bairro também. Os demais horários partem do Aeroporto e passam pelo Eloy Chaves. Os horários grifados são para o Terminal da Barra Funda e os não grifados para o Terminal Tietê. (Ops: tomara que, clicando na figura, dê para visualizar melhor). A partir de março, experimentalmente, sairá um horário as 4h30, que partirá pela Avenida Reynaldo Porcari, Rodovia Hermenegildo Tonoli, Terminal Urbano do Eloy Chaves, Aeroporto e Terminal Tietê – atualmente, eles passam 1o no Aeroporto e depois no Terminal Urbano do Eloy). bomba.jpg

ATUALIZADO EM 27/05 – ACABOU A LINHA DO MEDEIROS : https://professorrafaelporcari.com/2015/05/27/a-cometa-abandonou-o-medeiros/

– Viva São Tomás de Aquino

Hoje é dia de um grande santo e filósofo: São Tomás de Aquino.

É dele a idéia de que:

O homem é corpo e alma inteligente, incorpórea (ou imaterial), e se encontra, no universo, entre os anjos e os animais. Princípio vital, a alma é o ato do corpo organizado que tem a vida em potência.

Extraído do Uol Biografias

ORAÇÃO DE SÃO TOMÁS DE AQUINO

Criador inefável,
Tu que és a fonte verdadeira da luz e da ciência,
derrama sobre as trevas da minha inteligência um raio da tua claridade.

Dá-me inteligência para compreender,
memória para reter,
facilidade para aprender,
subtileza para interpretar,
e graça abundante para falar.

Meu Deus,
semeia em mim a semente da tua bondade.
Faz-me pobre sem ser miserável,
humilde sem fingimento,
alegre sem superficialidade,
sincero sem hipocrisia;
que faça o bem sem presunção,
que corrija o próximo sem arrogância,
que admita a sua correção sem soberba,
que a minha palavra e a minha vida sejam coerentes.

Concede-me, Verdade das verdades,
inteligência para conhecer-te,
diligência para te procurar,
sabedoria para te encontrar,
uma boa conduta para te agradar,
confiança para esperar em ti,
constância para fazer a tua vontade.

Orienta, meu Deus, a minha vida,
concede-me saber o que tu pedes
e ajuda-me a realizá-lo,
para o meu próprio bem
e de todos os meus irmãos.
Amém.

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– Até quando se modificará nome de time?

A Globo não aceita, de jeito algum, o tal de “Marketing de Emboscada”. Ou seja: citar nome ou filmar anúncio de empresa que não é sua parceira.

Exemplos?

Às vésperas da Copa de 1994, a Bhrama patrocinava o futebol da emissora. Em um dos amistosos da Seleção Brasileira, a Kaiser resolveu comprar todas as placas publicitárias em um jogo do Canadá. Lembram-se dessa partida? Foi transmitida grande parte com o lateral esquerdo sendo filmado da cintura para baixo, cortando o atleta para não parecer a marca da cervejaria concorrente nas placas em volta do gramado.

Quando o Paulista de Jundiaí foi arrendado pela Parmalat, a empresa colocou uma das suas marcas no nome do time: Etti Jundiaí! Claro, para a Globo virou Jundiaí FC…

E o Pão de Açúcar? Quando Abílio Diniz resolveu investir no futebol e começou a fazer sucesso, em especial nas categorias de base, qualquer menção ao clube (em especial na Sportv durante a Copa SP de anos atrás), referia-se ao time como PAEC (paéqui).

Neste último domingo, seguindo a lógica da Fórmula 1 onde a equipe Red Bull Racing se transforma em “RBR”, no jogo amistoso entre Palmeiras x Red Bull o time virou “RB Brasil”!

Se não bastasse isso, mudaram o distintivo do time sem o nome da empresa de energéticos que é dona do time. Aí a Globo se superou…

Sem contar que ela não costuma citar estádios com Namings Rights: Arena Itaipava? Allianz Parque? Esqueça!

Será que se a Red Bull comprasse uma cota do Paulistão ela mencionaria o nome?

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– 20 anos para o País Enriquecer de fato?

Olhem que interessante matéria de Exame.com, por Nicholas Vital: o prazo para sermos uma nação desenvolvida seria de 20 anos!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0980/noticias/vinte-anos-para-ficar-rico

20 ANOS PARA O BRASIL FICAR RICO

Está em curso um fenômeno novo para o país: o amadurecimento em massa da população. Mas é preciso correr, pois a janela de oportunidades tem data para fechar

Ronaldos e Giseles à parte, a maioria dos mortais segue um roteiro de vida semelhante. Primeiro experimentamos as delícias da infância e da adolescência. Depois, chega a hora de começar a trabalhar, um momento marcado por muito esforço e pouco dinheiro. Com o tempo, as oportunidades vão surgindo e o desafio é conseguir garantir um descanso tranquilo no período final. E assim passamos de geração em geração. Também os países seguem uma trajetória semelhante, com graus diferentes de sucesso. Numa fase inicial, nações jovens têm uma fatia grande da população abaixo da idade de trabalho. Com o tempo, as crianças crescem e começam a trabalhar. É um período ideal para aproveitar o impulso e crescer. Depois vem a fase do envelhecimento, em que o ímpeto econômico se esvaece. Se tudo der certo nesse caminho, haverá, então, riqueza suficiente para financiar o sossego dos idosos.

O Brasil já foi uma nação jovem. E seremos, no futuro, um país velho. A boa notícia é que estamos — agora — no auge do período produtivo. Encontra-se em curso um fenômeno demográfico e social novo para o país: o amadurecimento em massa da população. O crescimento populacional vertiginoso ficou para trás. Após crescer geometricamente por dois séculos, o número de brasileiros aumenta cada vez menos e não deve ultrapassar a marca de 220 milhões. Ao mesmo tempo, com expectativa de vida de 73 anos, o país tem hoje dois terços da população entre 15 e 64 anos — a faixa etária considerada economicamente mais produtiva. A proporção dos que estão em idade de produzir vai continuar a crescer até 2022, quando atingirá um pico de 71%. A previsão é que nessa data o número de brasileiros em idade ativa passe dos atuais 130 milhões para 147 milhões. As chances de negócios abertas por essa transformação silenciosa são enormes. “Se em dez anos não abrirmos 100 milhões de novas contas, é porque algo deu errado”, diz Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Bradesco. Segundo estimativa da Federação Brasileira de Bancos, o número de agências bancárias no país deve crescer 50% na próxima década, o que significa a criação de cerca de 150 000 postos de trabalho. O crescimento no setor bancário é apenas um exemplo do salto esperado em inúmeros mercados na próxima década.

“Essa é uma chance única na história de qualquer país”, disse a EXAME Ronald Lee, diretor do departamento de demografia e economia da Universidade de Berkeley e membro da Comissão Americana para Estudos do Envelhecimento. A chance a que Lee se refere é batizada pelos especialistas de bônus demográfico — a fase com o máximo possível de gente trabalhando. Uma projeção realizada pelos professores Cássio Turra e Bernardo Queiroz, da Universidade Federal de Minas Gerais, mostra que o Brasil tem um potencial de crescimento de 2,5% ao ano gerado exclusivamente pelo bônus demográfico. Outra conta, feita por Marcelo Neri, pesquisador do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas, sugere um aumento de até 2,7% ao ano na renda média dos brasileiros em função do bônus e do aumento da escolaridade, iniciado nos anos 90. No cenário elaborado por Turra e Queiroz, o Brasil, se crescer apenas à média anual de 2,5% propiciada pelo bônus demográfi co, chegará a 2030 com um produto interno bruto de 3,3 trilhões de dólares, 50% maior que o atual. Mas o país tem crescido mais que isso — e os economistas avaliam que será possível manter um ritmo de 4,5%. Isso elevaria, no mesmo prazo, o PIB para 4,8 trilhões de dólares, o sufi ciente para alcançar um padrão de renda equivalente ao que Portugal tem atualmente. Numa hipótese mais otimista, de o bônus ser aproveitado para impulsionar reformas mais profundas, em duas décadas o Brasil atingiria o nível de renda per capita atual da Espanha e teria um PIB de 7 trilhões de dólares. “Os brasileiros estão diante de uma oportunidade de ouro, mas ela é temporária. Após duas décadas, o envelhecimento da população inverterá a curva e fará a proporção de inativos subir. Por isso, para tirar o máximo proveito até lá, o Brasil deve investir fortemente nas novas gerações, em especial provendo boa educação básica”, diz Lee. O recado é claro: temos mais 20 anos para fazer a lição de casa, modernizando a economia e melhorando a qualidade da educação, e, assim, nos tornar uma nação rica. Caso contrário, estaremos no pior dos mundos. Corremos o risco de envelhecer sem ter conseguido integrar o clube dos desenvolvidos — e aí será muito mais difícil chegar lá.

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– Relembrando quando um grande que caiu para a 2a divisão estadual! Ou não?

Quando se senta em “mesa de bar”, torcedores adoram sacanear uns aos outros. “Cornetar o adversário” é algo divertido para muitos! E com o advento da Internet, ficou mais fácil ampliar o número de debatedores e/ou gozadores. Claro: pela quantidade, cai a qualidade e surgem os “trolls” – os chatos que tumultuam uma boa discussão.

Escrevo isso às vésperas do início da série A2 do Campeonato Paulista, competição que o meu querido time do coração, o Paulista FC da minha Jundiaí, disputará a fim de retornar à elite paulista.

E qual o motivo desse texto?

É que me recordo que, certa feita, quando o Paulista esteve na divisão que antecedia a principal divisão estadual de São Paulo (foi em 1990), Eduardo José Farah remodelou os torneios a fim de modificar as divisões do Futebol Paulista visando a temporada de 1991 (o Galo parou na A3, a duas divisões da elite).

Na época, previa-se que a inchada Primeira Divisão de 90 (com 24 clubes) fosse fundida com a Divisão Especial (que era a de acesso). Assim, DAS DUAS DIVISÕES SURGIRIAM OUTRAS 3 MAIS ENXUTAS PARA 1991: A1, A2 e A3. No discurso, não existiria rebaixamento naquele ano, mas “readequação”, já que até hoje os torneios são chamados de “1a divisão módulo A1, 1a divisão módulo A2 e 1a divisão módulo A3; a série B é chamada de 2a divisão módulo único. Entretanto, na prática, são 4 divisões atualmente.

O São Paulo FC ficou de fora dos 14 melhores colocados que formariam a A1 de 1991 e jogou na A2 (o Paulista de Jundiaí, a uma divisão da elite, foi “reclassificado para a 1a divisão, módulo A3”) mas um adendo ao confuso regulamento previa que, no mesmo ano de 1991, os 5 melhores da A1 e os 3 melhores da A2 se cruzariam e disputariam o título – conquistado pelo próprio São Paulo.

Naquela época, muitos noticiaram que o São Paulo caiu em 1990 para a segunda divisão do estadual. O próprio Telê Santana, em entrevista ao Roda Viva, conta que ”apesar de ter jogado a 2a divisão em 1991 conseguiu ser campeão e reerguer o time” (veja em: http://is.gd/nx5aub). Jornais daquele ano noticiaram o fato (abaixo).

Aí ficaremos com a eterna discussão: o São Paulo caiu para a segunda divisão?

Alguns dirão que SIM, já que disputou a A2 e foi campeão paulista no mesmo ano por um regulamento esdrúxulo. Outros dirão que NÃO caiu pois não havia rebaixamento oficial e a fórmula previa tudo isso.

E você, o que acha? Caiu ou não caiu?

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– O Zero poderá valer mais do que o 45 no Paulistão?

O Campeonato Paulista 2015 começará neste próximo final de semana. Já falamos muitas coisas sobre o torneio, mas há algo a se discutir: quem foi o gênio que criou tal fórmula de disputa?

Reparem o seguinte: como as equipes de um mesmo grupo não se enfrentam, podem “zerar” no torneio. Ou seja: os 5 times poderão encerrar a competição com nenhum ponto dentro da mesma chave. É utópico, mas possível.

A ironia é: o clube com zero pontos que tiver sofrido menos gol desse grupo se classifica para as semifinais, já que o melhor de cada chave assegura classificação. Só que os 4 piores do campeonato (não é o pior de cada grupo) são rebaixados. Portanto, o clube campeão pode ter a mesma pontuação do rebaixado! E um clube com 45 pontos pode ficar de fora da fase 2, de acordo com essa lógica.

Coisa de louco!

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– Conselhos para escrever bem!

Muito bom: Steven Pinker, autor do best seller “A loja do estilo- o guia da pessoa pensante para escrever no século XXI” dá 6 boas dicas para escrever:

1) seja coloquial e visual (imagine que o leitor é tão capaz quanto você, mas não sabe tudo o que você sabe);

2) não confie apenas em si para avaliar a clareza (parece contraditório com a dica anterior, mas pense que nem todos são como você);

3) não esconda o principal (não tente ser inteligente demais, procure ser claro no assunto a ser tratado);

4) não é preciso seguir as regras de correção, mas é bom tentar (licenças criativas são boas, mas avalie quando se deve quebrá-las);

5) leia, leia, leia (simples: leia muito!);

6) revise sempre (releia quantas vezes for necessário para que o leitor tenha tranquilidade de entender).

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– Palmeiras 3 x 2 Red Bull e o Gol Mal Anulado

Estar lutando pelo empate e no último minuto ver o gol legal ser anulado dói, não?

Wilson Júnior deve ter sentido essa dor. Eis que no final da partida amistosa no Allianz Parque, o jogador do time-empresa “caçula da série A1” sofre uma falta do zagueiro do Palmeiras, rapidamente se levanta e fica com a posse de bola, cruzando para Edmilson marcar o gol de empate, 3o do Red Bull no jogo.

Porém… Regildênia Moura, a árbitra da partida, se equivoca e não aplica a lei da vantagem, marcando a falta e anulando o gol.

Lembre-se: posse de bola não significa vantagem; você precisa avaliar uma série de circunstâncias:

1) local da infração (se está na defesa, um zagueiro não prefere vantagem; ou no bico da grande área, se a equipe tiver um bom batedor de faltas, preferirá que se dê a falta);

2) onde ficou a bola (em que posição o jogador que dominará a bola está: entre diversos marcadores ou sozinho?),

3) intensidade da falta (se foi violenta, melhor parar o lance a fim de atendimento médico), e

4) clima do jogo (se o ambiente de disputa estiver ruim…).

Nessa jogada de Wilson Júnior era para dar a vantagem. Lance clássico! Entretanto, a alegação é que a falta foi marcada logo após a infração do palmeirense. Se foi isso mesmo, errou a árbitra em não esperar a jogada se definir; ou seja, precipitou-se. Se apitou depois do domínio de bola, errou ainda mais, pois o jogo fluía favorecendo a quem sofreu a falta.

Regildênia é uma pessoa simpática, ótima árbitra, tem um condicionamento físico espetacular (corre mais do que os homens em testes físicos) fez uma boa partida até os 85 minutos, mas pecou nesse lance.

E você, o que achou da arbitragem?

Deixe seu comentário:

(Assista ao lance aos 2’50” do vídeo, link em: http://www.youtube.com/watch?v=1EXwpwBu-1s)

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– Favores do Governo para a Itaipava e devolução em doação de campanha?

Que história assustadora: a Revista Época desta semana mostra como a Cervejaria Petrópolis (Itaipava) conseguiu favores suspeitos do Governo Dilma em troca de dinheiro para doação de campanha!

Vergonhoso…

Abaixo, extraído da última edição:

UMA TROCA BEM CEVADA

Após ganhar favor milionário do governo, empresário doa R$ 17 milhões para campanha de Dilma

No começo de 2013, o empresário Walter Faria, dono da Cervejaria Itaipava, a segunda maior do país, queria expandir seus negócios ao Nordeste. A primeira parte do plano envolvia a construção de fábricas na região. Ele optou por erguer a primeira em Alagoinhas, na Bahia, em razão de generosos incentivos fiscais. Faltava o dinheiro para a obra, e conseguir crédito não seria uma missão fácil. Faria e seu Grupo Petrópolis, que controla a Itaipava, tinham nome sujo na praça – e uma extensa ficha policial. Deviam R$ 400 milhões à Receita, em impostos atrasados e multas por usar laranjas, além de notas fiscais. Em 2005, Faria fora preso pela Polícia Federal, acusado de sonegação fiscal. Ficou dez dias na carceragem da PF. Três anos depois, em outra operação da PF, Faria acabou denunciado pelo Ministério Público Federal por corrupção ativa, formação de quadrilha e por denúncias caluniosas. Segundo as investigações, Faria armara um esquema para retaliar os fiscais da Receita que haviam autuado sua cervejaria anos antes. Iria difamá-los. Contratara para o serviço ninguém menos que o operador do mensalão, Marcos Valério Fernandes de Souza. A PF encontrou R$ 1 milhão na sede da Itaipava em São Paulo – dinheiro que, segundo a acusação, serviria para pagar chantagistas. Valério foi preso. Mas Faria perseverou.

Diante dessa ficha, qual banco toparia emprestar dinheiro para Faria e suas empresas? O Banco do Nordeste, o BNB, criado no governo de Getúlio Vargas para ajudar no desenvolvimento econômico da região – mas que, desde então, é usado com alarmante frequência para ajudar no desenvolvimento econômico dos políticos que mandam nele. Desde que o PT chegou ao poder, em 2003, o BNB, custeado com R$ 13 bilhões em dinheiro público, vem sendo aparelhado pelo partido. As previsíveis consequências transcorreram com regularidade desde então. Escândalos, escândalos e mais escândalos. O último deles, em 2012, revelado por ÉPOCA, derrubou a cúpula do banco após a PF entrar no caso – e deflagrou uma cascata de investigações dos órgãos oficiais, como a Receita, o Tribunal de Contas da União e o MP. Apesar disso, o aparelhamento petista no BNB perseverou, como Faria perseverara. Ambos perseveraram porque partidos como o PT precisam de empresários como Walter Faria, e empresários como Walter Faria precisam de partidos como o PT.

No segundo mandato de Lula, Faria, segundo fontes do PT e no BNB, tornou-se próximo dos líderes do partido, como o ex-presidente da República e o tesoureiro informal da legenda, João Vaccari. E manteve essas boas relações. Pelas leis da política, a história que se narra a seguir – fundamentada em documentos internos do BNB, relatórios do TCU e entrevistas com os envolvidos – era inevitável. Ainda no começo de 2013, Faria conseguiu obter do BNB um empréstimo de R$ 375 milhões para construir a fábrica na Bahia. Naquele momento, a nova cúpula do BNB, sob o trauma recente do escândalo que derrubara a diretoria anterior, relutava em fazer negócio com Faria. O então presidente do banco, Ary Joel Lanzarin, fez questão de que Faria apresentasse garantias sólidas para o empréstimo. Exigiu uma garantia conhecida como carta-fiança, em que outro banco garante cobrir o valor devido em caso de calote. Para quem empresta, como o BNB, é um ótimo negócio – praticamente zera o risco de calote. Para quem recebe o dinheiro, nem tanto. Uma carta-fiança tem um custo anual, que varia entre 0,5% e 3% do total do empréstimo.

Durante as tratativas, Faria reclamava. Dizia que perderia muito dinheiro com a carta-fiança. Mas capitulou. Ao fim, obteve dois empréstimos, ambos sob as mesmas condições. O de R$ 375 milhões seria destinado à construção da fábrica em Alagoinhas. Outro, fechado depois, em abril de 2014, no valor de R$ 452 milhões, serviria para construir outra fábrica da Itaipava, em Pernambuco. No total, portanto, Faria obteve quase R$ 830 milhões do BNB. Cada empréstimo tinha como principal garantia uma carta-fiança, que cobria integralmente o valor emprestado pelo BNB. Faria teria juros baixos, 11 anos para pagar e dois anos de carência para começar a devolver o dinheiro. Os técnicos do BNB classificaram a operação como segura, em virtude da carta-fiança.

Em conversas com os diretores do BNB, no entanto, Faria não desistia de rever a garantia da carta-fiança. Queria porque queria que o banco abdicasse dela, topando ter como principal garantia as fábricas construídas com o dinheiro emprestado. Faria dizia, nesses encontros, que a exigência da fiança lhe custava o equivalente a 2% do valor dos empréstimos – o equivalente a quase R$ 17 milhões ao ano. Para o BNB, era um pedido aparentemente impossível de atender, como seria para qualquer banco privado. Ainda mais porque, pelo contrato de empréstimo, os juros eram pré-fixados. Ou seja: o BNB não poderia compensar a garantia pior com um aumento nos juros do empréstimo. Segundo as regras do Banco Central e três especialistas de três grandes bancos, se o BNB aceitasse as condições de Faria, teria de rebaixar internamente a classificação de qualidade do empréstimo. Essa medida é obrigatória e forçaria o BNB a reservar dinheiro próprio para pagar ao menos parte da dívida de Faria, caso ele desse calote. No jargão do mercado, isso se chama “provisionamento”. Nenhum banco toparia fazer isso. É um péssimo negócio. “Nunca vi alguém aceitar algo parecido”, diz um economista que trabalha com esse tipo de operação para um grande banco brasileiro.

Mas o impossível é sempre uma possibilidade na política brasileira. Ainda em abril de 2014, Ary Lanzarin, o presidente que tentava moralizar o BNB, deixou o cargo. O PT pressionava para voltar ao comando absoluto do banco. A presidente Dilma Rousseff aceitou. As diretorias do BNB foram entregues novamente a afilhados de políticos petistas, como o ministro da Defesa, Jaques Wagner. Procurado por ÉPOCA, Wagner preferiu não comentar o assunto. O jogo mudara.

Meses depois, no auge da campanha à reeleição de Dilma e dos esforços de arrecadação dos petistas, Faria conseguiu o impossível. No dia 10 de setembro, protocolou o pedido de dispensa da fiança do empréstimo da fábrica na Bahia. Uma semana depois, o pedido foi analisado – numa velocidade espantosa para os padrões de um banco tão lento e burocrático quanto o BNB. Num intervalo de pouco mais de 24 horas, o pedido passou por cinco instâncias do BNB e foi aprovado pelo Conselho de Administração do banco, segundo os documentos obtidos por ÉPOCA. Estava no papel: o BNB aceitara, em tempo recorde, abdicar de uma garantia 100% segura por outras mequetrefes, se comparadas à carta-fiança. De quebra, teve de reservar R$ 3,6 milhões no balanço – o tal “provisionamento” – para cobrir o mau negócio que fechara.

Alguns técnicos do banco não gostaram da solução encontrada. Para demonstrar insatisfação, deixaram claro que a dispensa da fiança não seria inócua para o BNB. Em um documento interno obtido por ÉPOCA, funcionários afirmaram: “O nível de risco atualmente corresponde a 8,75 (AA), quando considerada a fiança bancária. Quando considerada a garantia hipotecária do complexo industrial, passa a ser 6,05 (B)” (leia abaixo). Fica claro que a substituição da fiança só interessava mesmo a Faria. A decisão do BNB também contrariou frontalmente uma das principais cláusulas que permitiram a assinatura do contrato: “Outras instituições financeiras de primeira linha estarão comprometidas com o projeto durante o prazo de 11 anos, visto que a fiança que comporá a garantia da operação terá vigência por todo o período do financiamento”.

No dia 29 de setembro, apenas 12 dias após seu Grupo Petrópolis obter o impossível no BNB, Faria depositou R$ 5 milhões na conta da campanha de Dilma. Até o dia 3 de outubro, a campanha dela receberia outros R$ 12,5 milhões. No total, Faria doou R$ 17,5 milhões. Tornou-se, assim, o quarto maior doador da campanha da presidente. É aproximadamente esse valor que Faria gastaria com as fianças anuais dos dois empréstimos. O pedido para que o segundo empréstimo, o da fábrica em Pernambuco, também seja dispensado da carta-fiança será feito em breve. Segundo fontes na cúpula do BNB, está encaminhado para ser aprovado. 

Procurado por ÉPOCA, o Grupo Petrópolis afirmou, por meio de nota, que a dispensa da fiança gerou economia para a empresa, mas não disse quanto. Afirmou ainda que a fiança foi substituída por outras garantias com “valores até maiores”. Ainda de acordo com a nota, Faria conhece Vaccari, mas negou ter pedido ajuda a ele ou a qualquer pessoa para que a fiança usada no empréstimo do BNB fosse dispensada. Disse, ainda, que todas as doações à campanha da presidente Dilma cumpriram as regras eleitorais. Também por meio de nota, Vaccari disse jamais ter tratado do interesse de qualquer empresa com o BNB. O presidente do BNB, Nelson de Souza, afirmou que a substituição da fiança está prevista nas regras do banco e que nunca esteve com o empresário Walter Faria. Disse, no entanto, que o empresário já esteve com dirigentes do banco para tratar assuntos do interesse dele.

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– Campeonatos Jabuticabas

Daqui alguns dias começarão os Campeonatos Regionais. Tirando os de São Paulo e o do Rio de Janeiro, os demais não dão chances aos pequenos. E esses mesmos pequenos paulistas e cariocas, todos sabemos, estão falidos.

Os pequenos precisam das verbas desses torneios para sobreviverem, e elas existem não por eles, mas pelos grandes.

É sabido que as potências não querem jogar os Campeonatos Estaduais. Mas também não se movem para evitá-los (com exceção, o Atlético Paranaense que tem disputado em seu estado com o Sub 23).

Será que esses torneios não poderiam ser melhor espaçados no calendário? Ou que fossem divisões locais de acesso às nacionais?

Na Inglaterra, existe a Northern Premier League, que congrega times regionais das 7a e 8a divisões e que permitem aos clubes (se tiverem condições financeiras e técnicas) a chegarem à badaladíssima Premiere League (1a divisão). Por quê não podemos ter série E, F, G representando os Regionais? Cravo que um jogo entre Paulista de Jundiaí x Bragantino valendo acesso da 6a divisão para a 5a Nacional levaria mais público do que valendo a queda da 1a divisão para a 2a do Estadual.

Para mim, a resposta para que não se discuta para valer o fim dos regionais (os quais, confesso, sou apaixonado mas entendo a dificuldade financeira do modelo) é clara: a perda de Poder das Federações Estaduais!

No ano passado, Rogério Ceni questionou:

O que vale ganhar o Paulista?

Vencer o Paulistão só vale o status. Mas se perder… o time grande sofre com a pressão!

Algo tem que ser feito. Não dá para abrir um Morumbi para o São Paulo jogar com público de 5.000 pagantes contra o Monte Azul, enquanto o clube gostaria de estar excursionando pela Ásia ganhando dinheiro e treinando. Ao mesmo tempo, não dá também para XV de Piracicaba, Noroeste, América de Rio Preto e tantos outros times tradicionais montarem times para apenas 3 meses e fecharem as portas.

Quem aceitará ceder? Os times grandes continuando com o assistencialismo, clubes pequenos fechando as portas de vez ou as federações estaduais abrindo mão do poder?

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Corinthians x Botafogo/RP, final da Copa São Paulo

Thiago Luís Scarascati, Limeirense, 31 anos, microempresário, apitará a final da Copa SP de Juniors.

Na competição, apitou apenas 2 jogos: Ituano/SP 1 x 0 Internacional/RS e Comercial/PI 0 x 9 Fluminense/RJ.

Em 2014, Scarascati apitou só 1 jogo da 1a fase da competição; além disso, trabalhou como árbitro central em 2 jogos da série A3 e 3 jogos da série A2. Seu destaque maior foi como AAA na série A1 (ou, se preferir, árbitro adicional), onde esteve em quase todas as rodadas.

O curioso é que foi uma quantidade de jogos muito parecida como em 2013: só 1 jogo na Copa SP (Audax x Criciúma), 2 na A2 e 1 na A3, além de inúmeros jogos como AAA na A1.

Tal escala demonstra claramente: a oportunidade ao árbitro está à frente dele! De regular coadjuvante como AAA na primeira divisão, uma boa arbitragem nesse jogo de destaque poderá lhe render mais jogos na série A2 e a tão sonhada estréia como árbitro principal na série A1.

Do pouco que me recordo da sua arbitragem (o árbitro tem 10 anos de carreira), me lembro dele como alguém que deixa o jogo correr e arrisca nas vantagens. Bom sinal para quem gosta de “jogo jogado”.

Enfim: desejo boa sorte ao árbitro e torço para que suporte a pressão de uma final de grande importância.

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– Festa do Santo do Amor e da Paciência: São Francisco de Sales

Hoje se celebra o dia de um grande santo: Francisco de Sales, que tanto escreveu sobre tolerância e amor!

Piedoso e trabalhador, São Francisco de Sales lutou contra o nervosismo (fruto do seu forte temperamento). Conta-se que sua mesa era toda arranhada por baixo, pois preferia arranhá-la do que responder ou praticar algo sem amor!

É dele a frase:

“Tenha paciência com todas as coisas, mas principalmente consigo mesmo. A cada dia, comece de novo”.

Também é sua tal percepção:

“A medida do amor é amar sem medida”.

Seus atos inspiraram outros santos, como Dom Bosco, fundador dos Salesianos.

Francisco de Sales semeou a mansidão de Deus com seu exemplo e zelo, trabalho e serviço.

– São Francisco de Sales, rogai por nós. Amém.

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– O Melhor da Festa da Uva 2015 de Jundiaí

Sem puxar a sardinha para nosso lado, mas… além das deliciosas uvas e dos ótimos shows e eventos da Festa da Uva de Jundiaí, um dos destaques será a dupla de sertanejo universitário Sérgio Luiz & Felipe.

Não é porque são nossos primos, mas a altíssima qualidade da banda torna obrigatório o prestígio à apresentação deles.

Que tal? Domingo próximo, dia 25, às 16h30.

Abaixo a programação:
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– “Dedo do Meio” não rende Vermelho? E as brigas das Organizadas?

No domingo, Corinthians x São Caetano jogaram na Arena Barueri pela Copinha e houve confronto entre torcedores e policiamento. Pedradas, “borrachadas” e muitos pontapés foram flagrados, tudo isso pois houve excesso de público durante a entrada e o jogo já havia se iniciado.

Na 4a feira, Vasco x Flamengo jogaram longe do Rio de Janeiro, lá em Manaus. Mas um simples amistoso de verão foi marcado por brigas entre torcidas organizadas. Cadeiras quebradas, avarias na Arena da Amazônia e prejuízo pago pelo contribuinte.

Nesta 5a feira, São Paulo x Corinthians jogaram em Limeira (no Estádio Major Levy Sobrinho, que estava sem laudo e que apareceu às vésperas da confirmação da partida). Após o jogo, o previsível quebra-pau entre as torcidas.

Esses bandidos (há outro nome para quem depreda patrimônio alheio e usa da violência para qualquer discussão?) não tem espírito esportivo algum. Estão soltos, destilando seu ódio futebolístico simplesmente por culpa do seu próximo vestir outra camisa. Intolerantes e perigosos, deveriam estar na cadeia.

O que leva uma pessoa a sair em bando, teoricamente perdendo dia de serviço, gastando dinheiro e largando em casa a família, apenas pelo bel-prazer de brigar? A maioria nem assiste aos jogos, vai lá só pela confusão.

Essas pessoas vivem de quê? Quem os sustentam? A troco de quê arranjam confusão?

Tudo injustificável… Conheço algumas pessoas que pertencem à torcidas uniformizadas, mas que não se misturam aos bandos organizados de guerra. Essas, vão para assistirem futebol, na folga do trabalho, sem sacrificar mulher, filho ou a saúde. Gostam de esporte!

É incompreensível às pessoas civilizadas em entender a mente de quem quer assassinar seu próximo pelo fato de torcer por um time de futebol diferente do seu. Não sei se é apenas problema educacional ou há a questão da psicose!

Some-se a isso o problema do próprio jogador de futebol despreparado a lidar com tal questão: que tal o gesto de Gabriel Vasconcelos, do Corinthians, após marcar o 3o gol da sua equipe e mostrar o dedo do meio em gesto obsceno à torcida adversária? Mesmo flagrado, disse não estar arrependido e que faria de novo.

Pior é que tal comemoração deveria ser punida com cartão vermelho (por incitar a violência), o que não aconteceu. O garoto será punido pelo TJD e ficará fora da final?

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– O “Salário” dos Árbitros será justo para 2015?

Ser árbitro de futebol tem seus percalços costumeiros na carreira. Mas financeiramente vale a pena?

Você sabia que um árbitro ganha por jogo, não por remuneração mensal?

Pois é: se ele apitar, recebe. Se ficar em casa o mês inteiro (mesmo que tenha treinado 31 dias, ido às enfadonhas reuniões e reciclagens), não recebe nada.

E isso aqui é para discutir: considerem que no Paulistão um árbitro de ponta apite 2 ou 3 jogos por mês. Se for da FIFA, receberá R$ 2.770,00 por partida apitada (valores atuais). Se não for, ganha R$ 2.215,00. Mas o Campeonato Paulista tem somente 3 meses… E aí você tem que pagar INSS, ISS, IRPF e Sindicato dos Árbitros, além da taxa de inscrição anula dos árbitros.

Se você se machucar, vai para o “INPS”… E o custo dos seus treinos é por conta própria (equipamentos, tênis, pomadas, alimentação específica, personal trainer, etc).

Na A2, que dura pouco tempo também, o árbitro apita 2 jogos/mês e olha lá (afinal, tem muita gente no quadro de árbitros) e ganha menos: R$ 1.050,00. Na A3, R$ 775,00. E na Copa Paulista, R$ 390,00!

Considere que um árbitro mediano (fora do restrito quadro nacional da CBF) apite 4 jogos da A1, 4 da A2 e 4 da A3. Faça uns 5 jogos da série B e fique 1 mês na geladeira (pensa que não tem gancho ou veto?). Apite depois alguns jogos do Sub 20 e Sub 17. Este árbitro arrecadará mais ou menos R$ 22.000,00/ano. Se a alíquota do ISS é de 5%, lembrando que a do IRPF também é alta, que o Sindicato desconta alguns trocados (e se for do quadro nacional, paga ANAF)… Se bobear, não sobra líquido R$ 1.400,00 mensais (sem subtrair o custo-treino citado) e sem direito a 13o, Férias ou FGTS (claro, a FPF prefere agir assim do que fazer o correto, que seria ter seus árbitros, em número limitado, como profissionais dedicados e pagar seus direitos trabalhistas). E esses árbitros assinam um documento dizendo que recebem dos times mandantes dos jogos como prestadores de serviços e que são autônomos (para fugir do vínculo empregatício).

Avalie: Jogam Corinthians x São Paulo na final da A1 e o jogo está 0 x 0. Aos 48m do 2o tempo, Rogério Ceni divide com Paolo Guerrero e um suposto pênalti pode decidir o título. Cada um recebe por mês quase R$ 500 mil, e quem decide se foi falta ou não recebe um pouco mais de “1 Barão”, se colocar na ponta do lápis. Irônico?

A estratégia é muito boa: Sindicato nunca têm rugas com a FPF e todos são felizes. Ou já viu greve, manifestação ou algo que o valha?

Isso é… Brasil-sil-sil!

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– O Papa e a Paternidade Responsável

Surpreendente: o Papa Francisco declarou que 3 seria um número ideal de filhos hoje a qualquer casal, a fim de contrabalancear a baixa natalidade dos países europeus, onde a população envelhece e os “casais resistem a engravidar”.

Na mesma declaração, criticou aqueles que tem filhos demais sem se preocupar em como criá-los, tomados pelo desejo, “procriando-se como coelhos” (segundo palavras do Pontífice), sendo paternidade / maternidade irresponsável.

Abaixo, extraído de: http://is.gd/Dvjiqt

PATERNIDADE E MATERNIDADE RESPONSÁVEIS

Ao falar de contracepção, papa defende paternidade responsável

A contracepção foi um dos temas que os jornalistas abordaram com o Papa Francisco na coletiva que aconteceu no voo de Manila para a Roma nesta segunda-feira, 19. A resposta do Santo Padre reiterou o que a Igreja defende: uma paternidade responsável, de forma que os cristãos não precisam ser como coelhos, tendo filhos em série.

O Santo Padre contou que, há alguns meses, repreendeu uma mulher que estava grávida do oitavo filho, após sete cesáreas. “Esta é uma irresponsabilidade. ‘Não, eu confio em Deus’. ‘Mas, veja, Deus te dá os meios, seja responsável’. Alguns acreditam que – desculpem a palavra – para ser bons católicos devemos ser como coelhos. Não. Paternidade Responsável”.

A abordagem feita ao Papa foi ligando a contracepção ao mito de que os cristãos devem ter muitos filhos.  Francisco recordou que a Igreja sempre promoveu o princípio da paternidade e maternidade responsáveis, contido na encíclica Humanae vitae, de Paulo VI.

Ele lembrou que a abertura à vida é condição do Sacramento do matrimônio. Recordou também que Paulo VI estudou essa questão da abertura à vida com uma comissão, como fazer para ajudar tantos casos, tantos problemas. Mas Paulo VI não se deteve apenas aos problemas pessoais.

“Ele olhava para o neo-malthusianismo universal que estava em andamento (…) E como se chama este novo malthusianismo? É o menos de 1% do nível dos nascimentos na Itália, o mesmo na Espanha. Aquele neo-malthusianismo que procurava um controle da humanidade pelas potências. Isso não significa que o cristão deve fazer filhos em série”.

O Santo Padre acredita que três filhos é um número bom para a família a fim de manter a população, pois menos que isso ocasiona o outro extremo, que tem a Itália como exemplo: diz-se que em 2024 não haverá dinheiro para pagar os aposentados do país. Novamente, a palavra-chave é “paternidade responsável”, que se faz com diálogo.

Francisco destacou como curiosidade o outro aspecto dessa questão: o fato de que, para os mais pobres, um filho é um tesouro e Deus sabe como ajudá-los. “Talvez alguns não são prudentes nisso, é verdade. Paternidade responsável. Mas é preciso olhar também para a generosidade daquele pai e daquela mãe que veem em cada filho um tesouro”.

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– Eurico estava sóbrio ao falar do Cariocão?

Enquanto o Brasil rediscute o calendário do futebol e critica cada vez mais os Estaduais (em especial, os grandes clubes que desejam dedicação aos torneios nacionais e internacionais), Eurico Miranda vai na contramão, declarando nessa semana ao jornal Extra que:

O Carioca é muito mais importante que o Brasileiro ou a Libertadores. A sede do Vasco é no Rio de Janeiro, minha maior rivalidade é no Rio de Janeiro. Eu faço questão de prestigiar. O Carioca é a minha prioridade nesse ano.

Que mentalidade dos nossos dirigentes! Vasco da Gama x Duque de Caxias seria mais glamoroso e rentável que Vasco da Gama x Boca Juniors? A Copa do Brasil (criada pelo próprio Eurico nos anos 90 enquanto dirigente da CBF) leva à Libertadores que leva ao Mundial de Clubes. O Campeonato Carioca leva ao quê? Não vale dizer que à Copa do Brasil, pois os clubes grandes já estão previamente classificados para ela…

Discordo totalmente do cartola. E você?

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