– As críticas ao Futebol Carioca e o modelo Nortecoreano de administrar o Esporte

O valor começa a partir de R$ 50.000,00! E não é de premiação, ao contrário, de punição!

É isso o que propõe a Federação de Futebol do Rio de Janeiro: em seu regulamento geral das competições, determinou que, se existir alguma declaração considerada contrária, depreciativa ou ofensiva aos interesses do campeonato carioca, o clube ou o dirigente será punido. Mas se a equipe pedir desculpas em até 48 horas e publicá-las em seu site, a multa cai para 50%.

A ideia do presidente Rubens Lopes é prestigiar o Cariocão durante as comemorações dos 450 anos do RJ.

Gozado: eu pensava que campeonato forte não seria baseado em elogios forçosos ou críticas veladas, mas sim com grandes equipes, jogadores de boa qualidade, gramados em ótimas competições e organização inquestionável. Parece que os dirigentes cariocas pensam diferente…

Se censura a crítica fosse sinônimo de prestígio e de bom torneio, teríamos os campeonatos norte-coreano, cubano e chinês à frente do inglês, alemão, italiano…

Claro, não podemos fazer muita coisa. Afinal, se está difícil renovar jogador de futebol, quiçá dirigente!

#GERMANY7x1#BRAZIL. E a vexatória hastag continua bombando (e se justificando) nas federações de futebol.

Rubens Lopes ou Kim Jong Un?

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– Problemas Educacionais do Brasil

Recebi do meu querido ex-aluno e hoje Mestre em Administração Airton Bressan de Oliveira um relatório sobre “Problemas Observados na Docência”. Me parece que o cerne da crise educacional do Brasil se encontra realmente nessas questões.

Abaixo:

PRINCIPAIS PROBLEMAS DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

– Muitas faculdades e universidades não preparam o professor para a realidade da sala de aula.

– Baixa remuneração paga aos professores de Ensino Básico, principalmente da educação pública. Falta de um sistema que beneficie os profissionais mais eficientes.

– Carência em sistemas eficientes de aperfeiçoamento, capacitação e educação continuada para professores;

– Currículo pouco interessante para os alunos ou desconectados da realidade;

– Baixa participação dos pais na vida escolar dos filhos e nos assuntos da escola;

– Burocracia em excesso na administração escolar;

– Investimentos públicos insuficientes para atender com qualidades as necessidades educacionais;

– Elevados índices de repetência, principalmente em regiões mais carentes;

– Baixa permanência dos alunos nas escolas (média de 4 horas diárias);

– Existência de professores lecionando sem formação específica para a área (principalmente em regiões mais carentes do Brasil);

– Uso em excesso de métodos de ensino ultrapassados (questionários, cópias de lição na lousa, muitas aulas teóricas sem participação dos alunos, etc.);

– Falta de conexão entre os níveis de ensino (infantil, fundamental e médio);  

– Altas taxas de abandono de alunos devido ao fracasso escolar ou problemas financeiros;

– Carência de condições materiais em escolas de regiões pobres.

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– Os 4 Tipos de Chefes Mais Odiados pelos Jovens

Veja que interessante: pesquisa aponta os defeitos mais odiados dos jovens em relação aos seus chefes.

Será que o do seu superior está nesta lista?

1– Chefes ausentes da sua equipe

2- Chefes que não elogiam

3- Chefes conservadores

4- Chefes parciais no tratamento

Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-4-tipos-de-chefes-que-os-jovens-mais-odeiam

OS 4 TIPOS MAIS ODIADOS PELOS JOVENS

A receita para ser rejeitado pela equipe é esquecê-la. Chefes ausentes e indiferentes são adeptos do “estilo de liderança” mais reprovado por jovens entrevistados pelo Nube, entre novembro e dezembro.

Para 57% dos 7.451 participantes da pesquisa, o pior perfil é do chefe distante e quase nunca presente. Segundo Yolanda Brandão, coordenadora de treinamentos externos do Nube, o resultado da pesquisa é sinal de que os jovens prezam, e muito, pela criação de relacionamentos com colegas e líderes no ambiente de trabalho.

Um chefe que não reconhece as conquistas da equipe aparece logo em seguida na escala de rejeição. Com, 20,52% dos votos, este tipo de comportamento também é altamente criticado pelos jovens, acostumados a ouvir elogios de pais e professores.

Perfis que pendem para uma atuação tradicionalista e proibitiva também recebem cartão vermelho da Geração Y. Segundo a pesquisa, 17,32% dos entrevistados rejeitam chefes que adotem este estilo mais antiquado.

A parcialidade no tratamento da equipe fecha a lista de gestão, co]m 5,14% dos entrevistados, de acordo com o Nube.

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– Os Municípios que não promoverão Carnaval de Rua por Economia

Gostei do que li!

Em Ribeirão Preto, as autoridades municipais cancelaram a promoção pública do Carnaval de Rua (pelo segundo ano consecutivo), devido as dificuldades econômicas e necessidade de investimentos em áreas prioritárias, como Saúde e Educação.

Ótimo pensar assim, é o contrário da política do “pão e circo” que ilude tanto o cidadão.

O Carnaval é uma bela festa popular, mas nem todos gostam. E gastar dinheiro para 3 dias de farra não deveria ser tão necessário do que melhorar as escolas e hospitais, que seriam mais úteis e perenes.

Outros municípios estão agindo dessa forma. Tomara que a “moda” continue!

Festa com dinheiro privado, tudo bem. Mas com o dinheiro dos nossos impostos, aí é questionável.

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– Como Contratar Jogador sem Cash?

Só mesmo por magia. Ou por cara de pau. Talvez por malandragem.

Sabe aquele picareta que compra já sabendo que não vai pagar e não se constrange com calote?

Pois bem: os clube brasileiros estão afundados em dívidas, todos sabemos. Os impostos nunca são pagos, e se prega anistia. As bilheterias nunca são suficientes, mas nada fazem para melhorá-las. E o saldo no banco nunca sai do vermelho.

Aí que vem a dúvida: publicamente, o Corinthians diz que não tem dinheiro para pagar a parcela que deve do seu estádio por culpa da falta de jogos em janeiro; também deve aos jogadores os direitos de imagem de novembro e dezembro, férias e 13o salário (segundo a ESPN.com, link em: http://is.gd/C9AHXS). Somente para o jogador Ralf, existe a cobrança de quase 2 milhões referentes a luvas ainda não pagas.

Ainda assim, assina por valores irreais com Cristian, jogador mediano. Faz leilão por Dudu e sinaliza por Conca.

Qual é o segredo para trabalhar sem grana?

E depois vai pedir refinanciamento dos débitos ao Governo?

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– Operação Lava Jato se aproximando da Friboi?

Está no Estadão: a Friboi teria sido citada por Paulo Roberto Costa (o diretor corrupto da Petrobrás) durante a delação premiada.

Em boataria, sempre se ouviu falar que a Friboi teria como acionistas ocultos o ex-presidente Lula e seu filho Lulinha. Claro, boato não é verdade até que seja provado e pode prejudicar as pessoas, se calunioso.

Será que onde há fumaça realmente existe fogo?

Aguardemos.
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– Que nota você daria para os árbitros em 2014? Acredite: a Arbitragem do Brasileirão (oficialmente) foi a melhor dos últimos 7 anos!

No judaísmo, o 7 era o número que representava o infinito: Perdoai 70 X 7, disse Jesus ao ser questionado. Aos supersticiosos, o 7 é um número cabalístico de sorte. Além disso, um antigo dito popular diz que “7 é conta de mentiroso”…

Talvez seja por esse emotivo que é difícil acreditar que, justo no ano em que tivemos as marcações polêmicas de bola na mão transformadas em mão na bola, a arbitragem do Campeonato Brasileiro tenha sido, aos olhos dos dirigentes do apito da CBF, a melhor dos últimos 7 anos, através das notas avaliadas.

Cá entre nós: crer que dos 380 jogos do Campeonato Brasileiro, pela primeira vez nenhum árbitro tirou nota abaixo de 6.00, é ingenuidade (embora as notas oficiais recebidas justifiquem). Pela primeira vez nos últimos 7 anos, nenhum árbitro levou nota “ruim” e tivemos o melhor percentual de notas “ótimo” nos mesmos 7 anos.

A média geral das notas dadas pelos observadores de árbitros da CBF foi de 8.44, sendo que 98,6% foram consideradas boas, ótimas e excelentes; só 1,4% foram notas consideradas de atuações “aceitáveis”.

Repito: são notas registradas e oficiais. Mas na prática, foram justas?

Nem mesmo o maior entusiasta do apito acreditaria nesse número, tampouco os próprios árbitros.

O problema é que a “maquiagem” dessas avaliações se dá não pela cartolagem, mas por observadores ultrapassados, medrosos ou que não queiram ser taxados de rigorosos e sejam vetados. Esses senhores acabam dando notas pela amizade, pelo comodismo ou até por incompetência do julgamento ou imparcialidade. E que ganham R$ 500,00 só para fazerem isso!

Os dados foram apurados pelos jornalistas Raphael Zarko e Vicente Seda pelo GloboEsporte.com (link da matéria em: http://is.gd/339UhZ). O gráfico está abaixo:

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