– A Declaração de Pobreza do Damião

Leandro Damião ficou com os salários atrasados e entrou na Justiça para sair do Santos FC. Entretanto, junto ao processo, fez uma (pasmem) Declaração de Pobreza! Alegou que ganha pouco (aproximadamente R$ 500 mil) e não dá para pagar nem o advogado.

O problema é que o Santos ameaça denunciá-lo às autoridades por falsidade ideológica, financeira, imposto de renda, sei lá o quê, já que de fato não é pobre e mentiu!

Claro que o Damião foi “cara de pau”; mas o Santos, em querer melar a liberação, idem! Afinal, quem não paga salário (salário é algo sagrado) não pode reclamar de nada.
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– Mas e os tipos de Protestos?

Alguns manifestantes causaram um verdadeiro fuzuê contra o aumento de ônibus em SP.

Interessante. Mas o curioso é que contra os BILHÕES desviados da Petrobrás, a falta de escolas e péssimas condições de segurança e saúde, ninguém protesta com o mesmo ímpeto.

Hoje a corrupção está bem pior do que no período dos acontecimentos do ano retrasado em que as pessoas saíram às ruas; e não é que a presidente Dilma, mesmo sem ter feito nada significativo, se reelegeu bem como os deputados corruptos de conhecimento público?

Cadê o protesto democrático contra tudo isso?

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– Vivendo. Mas de Verdade!

Dias atrás, escrevi sobre o susto que levei ao conversar 4a feira com um amigo que sofreu um infarto de tanto trabalhar. Jovem como eu, ele sentiu o stress e acabou sofrendo as consequências. Como Deus é bom, se safou (sobre isso, em: http://wp.me/p4RTuC-caC)!

Confesso que deu um arrepio na espinha pensar em estar no lugar dele. E não dormi pensando nisso por umas duas noites. Fiquei com aquilo “martelando” minha consciência.

– Será que eu estou me cuidando?

– Trabalho a troco de quê?

– Vale a pena se enervar no dia a dia?

– As coisas que mais gosto de fazer estão sendo sacrificadas por uma rotina de trabalho perversa?

Trabalho tanto e…

                      … de repente…    

                                              PUF!

Tudo pode acabar?

– E as brincadeiras que farei com minha filha e com os filhos que hão de vir?

– E os beijos que ainda darei em minha esposa?

– E as risadas que compartilharei com meus amigos?

– E os momentos felizes que ainda passarei com meus parentes?

Gente, assustei.

Tremi na base…

Desde este meio de semana, estou contando até 10 antes de reclamar.

– Fico um pouco a mais no chuveiro debaixo da água fresca.

– Saboreio cada bocado de comida.

– Respiro um pouco mais de ar puro.

– Paro com mais frequência meu trabalho para lavar o rosto.

– Faço ainda mais sagrados os minutos com a família.

– Realizo minhas atividades gerenciais com mais prazer.

– Administro com mais garra. Não me preocupo tanto mais com o relógio.

– Escrevo meus textos com mais gosto.

– Discuto futebol com mais gana.

– Olho mais para a imensidão do céu.

– Busco mais o horizonte sem fim.

– Acrescento um “amém” com mais fervor nas minhas orações.

Isso na 5a, na 6a, no sábado… e talvez hoje a amanhã e depois e “mais depois”!

Há ainda algumas pendências, como a melhora dos meus dois joelhos com meniscos em recuperação e o tratamento da labirintite. Também o aceite de voltar a lecionar após meu período sabático fora do mundo acadêmico. Idem à continuação do meu livro sobre “casos e causos” da carreira de árbitro.

Mas, pensando bem, melhor não pensar. MELHOR VIVER! Ou, se preferir, viver melhor!

– Melhor vida com a esposa,

– Melhor vida com a filha,

– Melhor vida com a cachorrinha,

– Melhor vida no esporte,

– Melhor vida com a família,

– Melhor vida com Deus!

Melhor, mais, menos, igual… sei lá. Que seja não quantificável, mas que seja bom. E se não puder ser doce, que eu tenha no meu coração sempre um açucareiro!

Puxa, escrevi rápido esse post. Brotou espontaneamente. Bom sinal.

Foi um aviso lá de cima que esse é o caminho?

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– Fábrica do Samba requer Fábrica de Dinheiro?

A Prefeitura de São Paulo está construindo a “Fábrica do Samba”, um espaço para as escolas de samba paulistanas aos moldes da “Cidade do Samba” no Rio de Janeiro.

O problema é que a obra está em atraso, e hoje custará 15 vezes a mais do que foi orçada e o dobro do que custou a construção carioca.

Por quê todas as outras públicas têm tantos estouros de verbas?
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– Vamos ajudar Dalmo Gaspar?

Dalmo Gaspar, companheiro de Pelé e bicampeão do mundo pelo Santos FC, sofre do “Mal de Alzheimer”. E como todo jogador daquela época, vivia do futebol sem ganhar as cifras milionárias que hoje os boleiros recebem.

De classe média, a família vive em Jundiaí (Dalmo jogou pelo Santos, Guarani e Paulista) e vem tendo dificuldades no tratamento. Sua esposa, dona Rosa Gaspar (com que completa 50 anos de casamento), além da sua filha Ana Paula Gaspar, estão tentando de todas as formas manter o tratamento, hoje custeado em R$ 7.000,00. Entretanto, os médicos pedem para que ele seja internado em uma clínica especializada, já que a doença está progredindo muito e ele nem se lembra mais dos próprios familiares, aumentando os custos em mais R$ 4.000,00.

Ana Paula colocou a leilão a medalha do Bicampeonato Mundial, a um valor de R$ 15.000,00, a fim de ter algum fôlego nos próximos meses devido a essa despesa extra. Sensibilizada, a Associação dos Jogadores Veteranos do Santos Futebol Clube, através do ex-goleiro Lalá, resolveu impedir a venda da lembrança e ajudar com uma campanha de doação, premiando as pessoas com uma camisa autografada pelos atletas contemporâneos daquela época.

Para ajudar, basta depositar qualquer quantia a partir de R$ 10,00 para:

FAVORECIDO: Dalmo Gaspar e/ou Ana Paula Gaspar

CPF: 131.134.968-53

BANCO SANTANDER (033)

AGÊNCIA: 0040

CONTA CORRENTE 01-002507-3

Envie o comprovante para o email santosfc-masters@hotmail.com com Nome, Telefone e RG para concorrer ao sorteio, que ocorrerá no dia 28 de fevereiro.

Tive o prazer de conhecer Dalmo Gaspar há 20 anos, quando ele foi falar graciosamente às crianças pobres assistidas da “Fundação Cidade dos Meninos” a respeito dos valores do esportista – sempre lembrando de: lealdade, amizade, disciplina e a necessidade de fugir das drogas e dos maus elementos.

Quem puder colaborar e repassar, estará fazendo uma grande ação solidária.

Informações extraídas do Bom Dia Jundiaí (Fábio Estevam e Picôco Bárbaro) e Jornal de Jundiaí.

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Dalmo x Garrincha no Pacaembú, 1962, extraído de dnasantastico.com