– Árbitros FPF / CBF / FIFA em Jundiaí

Nesta 4a e 5a feira, os árbitros de futebol do quadro paulista estarão realizando os testes físicos para a temporada 2013. Na relação, nomes conhecidos da CBF e FIFA. Realizarão a bateria de testes aqui em Jundiaí, na Pista de Atletismo do Bolão, devido a proximidade com a Capital e as ótimas qualidades do piso.

Boa sorte aos juízes e bandeirinhas, e aproveitem o teste no Bolão. No meu tempo de árbitro, não tínhamos a oportunidade de tão boa pista!

– Descaso ao Pobre Cidadão…

Em período que precede Eleições, tal situação abaixo não aconteceria…

VAZAMENTO DE ESGOTO INFERNIZA ITUPEVA

por Reinaldo Oliveira

Um vazamento de esgoto, de um bueiro da viela sanitária, que margeia a Área de Proteção Permanente (APP), existente entre os bairros Vila Independência, Portal Santa Fé e Jardim Ana Luiza, em Itupeva, com início na tarde do dia 5 de dezembro está infernizando a vida dos moradores destes bairros. No dia 6 um morador próximo do local ligou para o 0800.055.0195 e recebeu a informação de que o reparo seria feito dentro de 24h. O tempo passou. O reparo não foi feito. Correndo para as partes baixas da APP, o esgoto atingiu o córrego existente na APP, contaminando suas águas, bem como formou uma grande lagoa negra, que com o forte calor exala mau cheiro atingindo um grande número de residências próximas do local. Ontem, dia 10, novamente foi contatado o 0800.055.0195 e mais uma vez o morador foi informado de que o reparo será feito em breve. Também o morador ligou para o telefone 156 da prefeitura de Itupeva, cobrando que a prefeitura acione a concessionária responsável para que faça o reparo. Indignado o morador desabafou dizendo que paga um valor alto para este serviço de coleta de esgoto, porém, não tem um atendimento satisfatório quando necessita. Lembra que nesta viela sanitária existem vários bueiros, que neste ano já apresentaram problemas de vazamento e quando solicitado o reparo tem que esperar muito tempo.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de São Paulo X Tigre

Osses, ao contrário, tem muita experiência e tem feito uma excepcional temporada. O chileno talvez seja o melhor árbitro sulamericano em atividade, destacando-se pelo controle disciplinar do jogo e excelente condição técnica.

Recentemente, Enrique Osses apitou Boca Jrs X Corinthians na Argentina (final da Libertadores). Na ocasião, acertadamente advertiu Riquelme com Cartão Amarelo por reclamações (o argentino queria “apitar o jogo”…); não entrou na simulação de Emerson, que após dividir com Roncaglia fingiu ter sido agredido; e, por fim, acertou ao não marcar pênalti de Chicão após a tentativa de evitar o gol do Boca Jrs com as mãos, onde corajosamente o árbitro deu vantagem no lance, que resultou em gol (acertando na aplicação correta da regra, amarelando Chicão por tentar e não conseguir evitar um tento).

Fica o recado para o São Paulo FC: a Conmebol escalou um árbitro que não permitirá revides de agressões. Jogadas violentas sem bola ou entradas duras em disputa de bola, aqui no Morumbi, deverão ser punidas.

Para quem esperava “vingança” ou “compensação” no jogo de volta, se decepcionou. Para quem quer assistir a uma partida onde a aplicação correta da Regra do Jogo será zelada, ótima escolha.

Bom jogo nesta quarta-feira, e que a catimba e violência tenham ficado lá em Buenos Aires.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de São Paulo X Tigre

Para o decisivo jogo de volta entre São Paulo X Tigre, valendo o título da Copa Sulamericana, a Conmebol escalou o chileno Enrique Osses.

Ótima escala. Nas últimas rodadas, os times brasileiros têm sofrido com arbitragens ruins fora de casa. Contra a Universidade Católica, em Santiago, o mediano árbitro do Equador Omar Ponce apitou o Tricolor. No Morumbi, na volta, o ótimo venezuelano Juan Soto. O Grêmio também sofreu nas quartas-de-finais, com o péssimo equatoriano Carlos Vera no seu jogo em Bogotá contra o Millonarios.

Claro que a arbitragem da final é assunto de destaque, devido a desastrosa atuação do árbitro paraguaio Antonio Arias na última semana. Na primeira partida da finalíssima, Arias sentiu a pressão do estádio La Bombonera (mesmo não estando lotado), ignorando faltas claras dos argentinos e apitando todos os lances faltosos duvidosos dos brasileiros. Em particular, deixou Rafael Toloi ser agredido por duas vezes e não puniu Echeverria, Paparatto e Maggiolo, que pelo número e violência das infrações cometidas, mereciam ser expulsos (seu único mérito foi a expulsão de Luís Fabiano e Donatti).

Osses, ao contrário, tem muita experiência e tem feito uma excepcional temporada. O chileno talvez seja o melhor árbitro sulamericano em atividade, destacando-se pelo controle disciplinar do jogo e excelente condição técnica.

Recentemente, Enrique Osses apitou Boca Jrs X Corinthians na Argentina (final da Libertadores). Na ocasião, acertadamente advertiu Riquelme com Cartão Amarelo por reclamações (o argentino queria “apitar o jogo”…); não entrou na simulação de Emerson, que após dividir com Roncaglia fingiu ter sido agredido; e, por fim, acertou ao não marcar pênalti de Chicão após a tentativa de evitar o gol do Boca Jrs com as mãos, onde corajosamente o árbitro deu vantagem no lance, que resultou em gol (acertando na aplicação correta da regra, amarelando Chicão por tentar e não conseguir evitar um tento).

Fica o recado para o São Paulo FC: a Conmebol escalou um árbitro que não permitirá revides de agressões. Jogadas violentas sem bola ou entradas duras em disputa de bola, aqui no Morumbi, deverão ser punidas.

Para quem esperava “vingança” ou “compensação” no jogo de volta, se decepcionou. Para quem quer assistir a uma partida onde a aplicação correta da Regra do Jogo será zelada, ótima escolha.

Bom jogo nesta quarta-feira, e que a catimba e violência tenham ficado lá em Buenos Aires.

– Gravidez de Kate Middleton e os gastos da população inglesa com a Monarquia

Os tablóides sensacionalistas da Inglaterra estão fazendo a festa com a gravidez da princesa Kate.

Respeito a cultura do Reino Unido mas… o dinheiro gasto para sustentar a Realeza não poderia ir para causas mais nobres? Hospitais a pobres, escolas públicas e programas de solidariedade mundo afora são mais importantes, para mim, do que a vaidade de reis e rainhas que ostentam suas riquezas e só tem papel figurativo na Inglaterra, já que quem manda é o Primeiro Ministro.

– Fala do Ditador João Batista Figueiredo e Lula

Me recordo do General Figueiredo, último presidente militar do Brasil. É dele a frase de que preferiria o cheiro dos seus cavalos ao do povo.

Porém, a Revista Época desta semana resgatou uma sábia declaração dele sobre tráfico de influências. Ele se referia a sua amante “oficial”, Myrian Abicair:

Se souberem que você tem um caso com o presidente da República, os políticos e meus próprios amigos começarão a te bajular para que você, na cama, consiga comigo as coisas que eles não conseguem no meu gabinete nem nas minhas churrascadas”.

Cont em: http://

– Do tempo de Jundiahy…

Devido ao Comércio, 14 de Dezembro, aniversário da nossa Jundiaí, é um dia comum para a cidade. Não é feriado para se evitar que consumidores façam compras em São Paulo ou Campinas.

Ora, sou comerciante e sou contra o excesso de feriados. Mas o dia municipal mais representativo deveria ser respeitado. Além disso, tudo o que tem nas grandes cidades, já tem aqui em Jundiaí!

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– Precisa Ratificar Decisão do STF?

Se deputados do Mensalão foram condenados como corruptos pelo STF, por quê o Congresso deveria decidir se perdem ou não os mandatos, como alguns políticos querem?

Há corporativismo para salvá-los? Deve ter gente com tanto medo de outros podres aparecerem…

– Prazer de um pai!

Ver a filha aprendendo a andar de Bicicleta sem ajuda do papai não é mostra de independência?

Ai meu Deus… tô descobrindo que minha filhotinha está crescendo!

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– A Inocência no Mundial de Clubes: até com o Árbitro?

Times do Egito e da Nova Zelândia, Árbitros da Argélia e de outros confins… O Mundial de Clubes da FIFA é uma Copa das Confederações versão “Clubes”, já que, evidentemente, não leva em conta os melhores do mundo.

Para ser Mundial de Clubes, precisaríamos ter Barcelona, Real Madrid, Manchester, Juventus e mais duas ou três equipes sul-americanas. Claro que o calendário e os interesses da FIFA impediriam.

Porém, o desnível técnico se faz na arbitragem também. Na partida entre Sunfrecce Hiroshima X Al Ahly, tivemos a arbitragem de Carlos Vera, equatoriano. Por diversas vezes o citamos aqui como um árbitro indigno de ostentar o escudo FIFA. Está longe de ser um dos principais árbitros da América do Sul, mas foi o escolhido para representar a Conmebol no Mundial – 2012.

Critério para a escolha?

Ninguém sabe… mas certamente teríamos outros melhores do que ele. Provavelmente, a sua indicação foi por algum critério político, pois meritocrático, não. Para refrescar a memória, foi ele quem apitou a partida de volta entre Millonarios X Grêmio pela Sulamericana, numa atuação desastrosa.

Pois bem, uma mostra da inocência das equipes e má condição do árbitro: no segundo tempo, falta comum de jogo do volante do Al Ahly sobre o atacante do Hiroshima. O jogador do time japonês pega a bola e tenta a cobrança rápida, chutando-a no atleta egípcio, que estava de costas para a jogada, tentando sair do local para se posicionar.

Visivelmente o jogador japonês tentou tocar a bola para seu companheiro e não conseguiu por deficiência técnica, errando o passe que bateu no adversário. Já o jogador egípcio só estava ali por falta de tempo em manter a distância regulamentar. Ele nem percebeu que a bola seria cobrada rapidamente, sem má fé em retardar a jogada.

Porém…

O lance custou um cartão amarelo de Carlos Vera sobre o atleta do Al Ahly injustamente, por culpa da má condição do árbitro em interpretar corretamente a jogada. Lance simples, jogo fácil e juiz enrolado…

Times inocentes e árbitro ruim fazem parte do histórico desta partida que representou uma 4a-de-final do Mundial de Clubes! Pela FIFA, quer dizer que os 4 melhores do mundo, seguindo a lógica da entidade, seriam Corinthians, Chelsea, Al Ahly e Monterrey?

Em tempo: um jogador pode abdicar do seu direito em exigir que o adversário mantenha a distância de 9m15cm na cobrança de falta, em troca da agilidade na cobrança. Se a bola bater neste atleta, deve seguir o jogo, pois foi uma opção do jogador. É diferente de um lance onde um jogador adversário se mantém em distância menor exclusivamente para atrapalhar a cobrança, situação na qual deverá receber o cartão amarelo.

– A Inocência no Mundial de Clubes: até com o Árbitro?

Times do Egito e da Nova Zelândia, Árbitros da Argélia e de outros confins… O Mundial de Clubes da FIFA é uma Copa das Confederações versão “Clubes”, já que, evidentemente, não leva em conta os melhores do mundo.

Para ser Mundial de Clubes, precisaríamos ter Barcelona, Real Madrid, Manchester, Juventus e mais duas ou três equipes sul-americanas. Claro que o calendário e os interesses da FIFA impediriam.

Porém, o desnível técnico se faz na arbitragem também. Na partida entre Sunfrecce Hiroshima X Al Ahly, tivemos a arbitragem de Carlos Vera, equatoriano. Por diversas vezes o citamos aqui como um árbitro indigno de ostentar o escudo FIFA. Está longe de ser um dos principais árbitros da América do Sul, mas foi o escolhido para representar a Conmebol no Mundial – 2012.

Critério para a escolha?

Ninguém sabe… mas certamente teríamos outros melhores do que ele. Provavelmente, a sua indicação foi por algum critério político, pois meritocrático, não. Para refrescar a memória, foi ele quem apitou a partida de volta entre Millonarios X Grêmio pela Sulamericana, numa atuação desastrosa.

Pois bem, uma mostra da inocência das equipes e má condição do árbitro: no segundo tempo, falta comum de jogo do volante do Al Ahly sobre o atacante do Hiroshima. O jogador do time japonês pega a bola e tenta a cobrança rápida, chutando-a no atleta egípcio, que estava de costas para a jogada, tentando sair do local para se posicionar.

Visivelmente o jogador japonês tentou tocar a bola para seu companheiro e não conseguiu por deficiência técnica, errando o passe que bateu no adversário. Já o jogador egípcio só estava ali por falta de tempo em manter a distância regulamentar. Ele nem percebeu que a bola seria cobrada rapidamente, sem má fé em retardar a jogada.

Porém…

O lance custou um cartão amarelo de Carlos Vera sobre o atleta do Al Ahly injustamente, por culpa da má condição do árbitro em interpretar corretamente a jogada. Lance simples, jogo fácil e juiz enrolado…

Times inocentes e árbitro ruim fazem parte do histórico desta partida que representou uma 4a-de-final do Mundial de Clubes! Pela FIFA, quer dizer que os 4 melhores do mundo, seguindo a lógica da entidade, seriam Corinthians, Chelsea, Al Ahly e Monterrey?

Em tempo: um jogador pode abdicar do seu direito em exigir que o adversário mantenha a distância de 9m15cm na cobrança de falta, em troca da agilidade na cobrança. Se a bola bater neste atleta, deve seguir o jogo, pois foi uma opção do jogador. É diferente de um lance onde um jogador adversário se mantém em distância menor exclusivamente para atrapalhar a cobrança, situação na qual deverá receber o cartão amarelo.

– A Importância de Atender Bem ao Consumidor

Muitos devem ter ouvido falar do vídeo “Não é uma Brastemp”. Afinal, foram quase meio milhão de visitas no YouTube, cujo vídeo mostra a insatisfação de um comprador de geladeira descontente com a qualidade da Brastemp. O nome vem a partir de uma ironia às tradicionais propagandas da marca.

Abaixo, uma interessante matéria sobre como as empresas devem cuidar da sua imagem e a repercussão veloz sobre desrespeitos ao cliente, graças às mídias sociais.

Abaixo, extraído de Época Negócios, Ed Março/2011, pg 139-140 (por Flávia Yuri, Débora Fortes e Viviane Maia)

O MARKETING BOM DE PAPO

O procurador público Oswaldo Luiz Borelli, 58 anos, não é exatamente um fã de tecnologia. Em pouco mais de um ano depois da criação da sua página no Twitter, tinha 16 seguidores e nenhum post. Isso não impediu que ele protagonizasse um dos episódios de maior repercussão na rede social em janeiro deste ano. Borelli fez um vídeo contando sua saga para trocar uma geladeira Brastemp. Depois de três meses de uso, ela estava com um vazamento de gás que as autorizadas não conseguiam consertar. Foram três meses de contato com o atendimento da Brastemp até conseguir um acordo. Ele deveria entregar a geladeira quebrada e pagar uma diferença por um modelo novo. Mas a empresa não entregou o produto na data combinada. “Depois de 90 dias sem geladeira, estourei”, afirma. Com o vídeo Não é uma Brastemp, Borelli angariou 3,2 mil seguidores no Twitter e teve mais de 470 mil visualizações. No dia 21 de janeiro, o vídeo colocou a marca Brastemp entre os quatro assuntos mais comentados no Twitter no mundo. Cinco dias depois de postá-lo no Twitter e no Facebook, o problema foi resolvido.

Há, no episódio vivido pelo procurador, pelo menos seis lições sobre a relação entre consumidores, marcas e empresas nos dias de hoje:

1) As companhias estão a um clique do consumidor;

2) As redes sociais amplificaram a voz do cliente;

3) Mesmo organizações detentoras de supermarcas não estão preparadas para responder na velocidade que a internet exige;

4) As empresas não conseguem mais se esconder atrás da velha e burocrática forma de atendimento ao consumidor;

5) As marcas precisam de monitoramento constante;

6) O novo consumidor, que alcança a empresa pelos novos canais da internet, não é só o jovem antenado. Cada vez mais, essas lições passam pelas redes sociais.

O que fazer para proteger uma marca de campanhas negativas que se espalham em nanossegundos? Assimilar os ensinamentos acima é dar o primeiro passo no que especialistas chamam de marketing do futuro ou novo marketing. Mas, mais do que isso, entender quais serão as estratégias capazes de alcançar o consumidor do futuro passa, necessariamente, por entender de que forma esse novo consumidor pesquisa, escolhe, compra e se relaciona com marcas e empresas.

EU OPINO, TU OPINAS, ELE COMPRA

O consumidor do futuro já existe. Ele quer opinar, escolher, criticar e sentir que é ouvido com interesse. “Os consumidores querem conversar com as marcas, e isso não é banal. Poucas empresas estão prontas para esse diálogo”, diz Pedro Porto, diretor de convergência da agência Fischer+Fala!.

Como se cria esse relacionamento? No futuro, a construção de uma marca será muito parecida com a construção de relações pessoais. “Você não pede abruptamente para que alguém seja seu melhor amigo ou se case com você. É preciso se comunicar sem ferir a privacidade, a inteligência e sem desrespeitar o tempo que ele tem para te ouvir”, diz a americana Charlene Li, fundadora do Altimeter Group e ex-pesquisadora da Forrester Research. “O objetivo é conquistar a confiança do consumidor.”

Para Charlene, a tônica do relacionamento entre marcas e consumidores no futuro será o compartilhamento. “A principal dificuldade das empresas nessa abordagem é que, ao compartilhar, ela perde o controle da mensagem. Não diz apenas o que quer e ponto”, afirma a pesquisadora. “A mensagem é construída e desconstruída na interação com o interlocutor. É um processo que requer muito mais habilidade.”

O vazamento de uma foto do novo Uno duas semanas antes de sua divulgação ilustra a diferença de abordagem de quem está disposto a aprender a conversar. “Em outros tempos, a empresa poderia negar, mas pegamos o caminho da transparência e ficamos acompanhando a discussão sobre o produto na rede”, diz João Batista Ciaco, diretor de publicidade e marketing de relacionamento da Fiat. “As redes sociais funcionam como uma grande festa. Você não pode querer furar a fila do banheiro ou trocar a música quando todos estão dançando na pista”, afirma Ciaco. “É preciso se enturmar e entender as regras de convivência.”

As redes de amigos assumem um papel cada vez mais importante nas escolhas de compra. No futuro, o poder da recomendação boca a boca será potencializado por ferramentas de busca em redes sociais, capazes de trazer instantaneamente a avaliação de amigos sobre produtos e serviços. Será comum o consumidor checar pelo smartphone ou pelo tablet o que seus amigos pensam de um determinado produto. Essa pesquisa instantânea em frente à gôndola será determinante na escolha de marcas e serviços. Em 2010, 86% dos usuários de internet no Brasil participavam de redes sociais e gastavam mais de cinco horas por mês nesses sites, de acordo com estudo da consultoria Nielsen. “Estima-se que em 2020 teremos 5 bilhões de usuários de internet em todo o mundo. Desse total, 70% estará em redes sociais, interagindo ainda mais com amigos, marcas e produtos”, afirma Ethan Zuckerman, pesquisador de mídias sociais do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

– Ufa, ufa, ufa!

Dia de descanso. Nada a escrever hoje, ok?

Bom domingo.

– As Comunidades do Google Plus: Já temos a nossa!

Amigos, o Google Plus (G+) agora possui a ferramenta “Comunidades“.
Venha integrar a nossa – Comunidade Arbitragem de Futebol, para boleiros, futebolistas e árbitros!
Acesse em: https://plus.google.com/communities/102634926533187703572
Um espaço diferente e bacana para discussão sadia do futebol!

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– E a Culpa da Corrupção Política é da Imprensa?

Leio na Folha de SP deste sábado que o Diretório Nacional do PT pede regulamentação da Lei da Imprensa, visando controlar e dificultar o trabalho dos jornalistas. Segundo a matéria, a culpa de tantas ações policiais e pressão da opinião pública se deve a influência da mídia!

Parece piada, não? A culpa não é do Genoíno, Dirceu, Delúbio, Rosy Noronha, entre tantos outros corruptos, mas sim dos órgãos de imprensa que divulgam.

Durma-se com um barulho desse… Tão querendo imitar a Argentina, a Venezuela…

– A Temporada de Ilusões

Ouvi numa rádio que Corinthians, Santos e Flamengo queriam Kaká. Em outra, que Montillo é disputado por Santos e São Paulo e que o Cruzeiro pede R$ 20 mi por 60% do passe. Leio que Dorival Jr foi questionado no Flamengo como montaria um ataque com Robinho e Kaká.

Peraí: será que não tem especulação demais e pouco jogador disponível?

O Flamengo está em frangalhos; como bancaria Kaká e Robinho?

O Santos deu exemplo ao Brasil segurando Neymar. E ficou só nele?

Já o Palmeiras… esquece. Como montar dois times – um para a série B e outro para a Libertadores – se ninguém quer jogar por lá?

Parece que Fluminense e Corinthians realmente são a bola da vez.

– Dia de Nossa Senhora da Conceição

Valei-me Virgem Maria!

Hoje é dia da Imaculada Conceição (que significa: concebida sem mancha), título de Nossa Senhora por ser gerada pelo Pai Celestial sem pecado, a fim de receber o Menino Jesus em seu ventre.

Nossa Senhora da Conceição, rogai por nós!

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– Especulação Imobiliária em Jundiaí e Região

Durante muito tempo, se pregou que Jundiaí possuía ótima qualidade de vida, com escolas, natureza, empregos, fácil acesso logístico, entre tantas coisas.

Ok, a cidade é boa para se morar. Mas e o crescimento desordenado que vivemos?

Na Ponte São João, há trânsito congestionado a qualquer hora do dia. Prédios enormes surgem em locais inadequados. A Lei de Zoneamento é, no mínimo, estranha: vide Parque Industrial FazGran, onde de um lado há residenciais populares dividindo espaço com grandes empresas.

E os condomínios que surgem, por exemplo, aqui no Medeiros? Alguém está contestando o desmatamento de muitos lugarejos? Temos escolas para todos? Posto de saúde que atenda a real necessidade?

E os prédios no pé-da-Serra do Japi?

Para quem mora nessa região da cidade, sair de casa e chegar a Jundiaí se tornou uma aventura. A Hermenegildo Tonoli e a Dom Gabriel se tornarão rodovias inviáveis, verdadeiros tormentos para quem deseja ir ao Centro e ainda sofre com os gargalos das poucas entradas e acessos à cidade.

Parece que quem vendeu a idéia de “Qualidade de Vida”, se esqueceu de preparar a infraestrutura… Aliás, quem são os grandes mega-empresários da construção desses empreendimentos locais?

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– Exigências Documentais para os Árbitros. Justas?

A Federação Paulista de Futebol anunciou uma série de documentos que os candidatos a ingressarem na carreira de árbitro de futebol deverão apresentar, a fim de iniciar seus estudos na Escola de Formação.

Os documentos podem ser acessados em: http://futebolpaulista.com.br/arquivos/competicao/EDITAL_CURSO_DE_ARBITROS_2013.pdf

Ao ler a lista, principalmente no seu capítulo VI, o torcedor pode perceber que o árbitro de futebol não pode ter processos judiciais, nenhum histórico criminal e nem problemas financeiros, dentre outras exigências. Corretamente, deseja-se um elemento acima de qualquer suspeita ética, moral e social.

Porém…

Será que os dirigentes das federações, as pessoas que escalam os árbitros e os representantes das suas associações de classe também deveriam estar submetidos à mesma exigência?

Sem duvidar da idoneidade deles, pois são pessoas conhecidas e de boa reputação. Mas não seria interessante como exemplo para a categoria que todos os “Nada Consta” apresentados pelos árbitros também fossem mostrados pelos seus superiores?

O que você pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Apocalipse de São João

Continuando nossos encontros semanais da Catequese do Crisma, discutiremos hoje o Apocalipse. Compartilho:

O APOCALIPSE DE SÃO JOÃO

Com a morte de Jesus Cristo e sua ressurreição, os judeus convertidos (cristãos) receberam a missão de continuar a pregação do amor, e anunciar a boa nova (Evangelho). Os discípulos se reuniam para cultuar a Deus nas reuniões cristãs (missas); porém, os romanos, que dominavam a região da Palestina, acreditavam que essa ‘seita’ era um movimento de fanáticos e de políticos revolucionários contra o poder do imperador.

As idéias de amar, perdoar, viver em comunhão, eram vista com maus olhos pelas autoridades de Roma. Por isso, a ordem era de perseguir essas pessoas chamadas de cristãos.

São João Evangelhista, apóstolo de Jesus, durante essas perseguições, tentava escrever para as comunidades cristãs, dando-lhes explicações do que estava acontecendo e do que poderia acontecer futuramente com aquelas comunidades. Mas, por estar impossibilitado de lhes falar às claras (ou seja, objetivamente) devido ao seu exílio (estava preso na ilha de Patmos), ele achou por bem escrever em metáforas e em comparações para que os romanos não entendessem.

Reflexão 1: Quando você ouve falar de “Apocalipse”, do que você lembra?

Portanto, diante da missão de continuar a evangelização, de levar o testemunho do amor de Cristo e de encorajar os cristãos a lutar e perseverar na fé, João escreve através de uma linguagem simbólica suas orientações sobre a fé. Temos que nos lembrar sempre que o livro do Apocalipse não é o anúncio do fim do mundo, mas um retrato do desfecho das perseguições cristãs naquela época.

Diante desse simbolismo que São João utiliza para escrever, é importante entender alguns trechos principais do Apocalipse para que não haja erros de interpretação devido a desconhecimentos do panorama da época. A leitura ao pé da letra do Apocalipse, sem o cuidado de entender os sinais e costumes judaicos, nem ao menos entender a situação de como esse livro foi escrito, nos possibilita uma interpretação errada, o que acaba fazendo com que muitos irmãos vejam no Apocalipse um anúncio de tragédias futuras e devastação, o que não é verdade.

Reflexão 2: quantas vezes você já leu trechos soltos de textos e interpretou errado, sem levar o contexto?

Algumas considerações sobre passagens apocalípticas:

Em Ap 1, 4-6 = Nós vemos a utilização do número sete, e a citação de Sete Espíritos diante do trono de Deus.

Temos que entender que 7 é o número judaico que representa a plenitude, a perfeição, a imensidão. Lembremo-nos que Cristo nos mandou perdoar setenta vezes sete (ou seja, infinitamente). Sete Espíritos de Deus quer dizer o Espírito perfeito, ou seja, o Espírito Santo ao lado do Pai e do Filho na Trindade, como a própria leitura nos mostra.

Na verdade, João saúda todas as comunidades cristãs da Ásia, e se refere com uma benção em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Em Ap 1, 12-20, vemos João dizendo que vê um homem com sete estrelas e sete candelabros que pede para escrever para as comunidades asiáticas.

Na verdade, João mostra a cobrança dele mesmo em levar em nome de Deus orientações e pregações de fé às sete comunidades gregas que estão sendo ameaçadas pelos imperadores romanos. (Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia). A cada comunidade ele dá uma orientação para coibir a decadência da fé.

Em Ap 4, 1-11, nós vemos o relato do Reino dos Céus e do poder de Deus. É claro que João está escrevendo por símbolos, pois ao lerem essas cartas, os romanos não entendiam o que queriam dizer e achavam que era loucura de João. (por exemplo, João fala dos relâmpagos e trovões constantes do trono em que alguém em um trono coberto pelo arco-íris sentava, rodeado por 24 anciãos).

Na verdade, João fala da providência e ação de Deus imediata aos homens (trovões e raios). A expressão ‘alguém sentado no trono’ é a própria majestade de Deus. O arco-íris representa a misericórdia e o amor citado em Gênese 9,13, e os 24 anciãos representam as 12 tribos de Israel, ou seja, o povo; porém, o povo terrestre é reunido com os anjos no Céu, e lá louvam sem cessar a Deus (2X12=24).

Reflexão 3: será que os romanos entendiam todas essas coisas? É claro que não. Mas os cristãos entendiam porque eram simbologias da religião.

Em Ap 5, 6-8 , vemos o relato da visão de um cordeiro (carneiro) com sete chifres e sete olhos recebendo o livro da mão direita de quem está no trono.

Na verdade, Cristo é o Cordeiro de Deus (o cordeiro era o animal utilizado em sacrifícios) que se sacrificou por nós, e cheio do Espírito Santo, Onipotente e Onipresente ( 7 ch e 7 olh) está, com toda a sua autoridade,  na glória do Céu à direita do Pai.

Em Ap, 12, vemos a analogia da mulher revestida de Sol com uma coroa de 12 estrelas frente ao Dragão.

Na verdade, a mulher/ ora é Maria e as 12 tribos de Israel, ou seja, o povo/ ora é a Igreja formada pelos 12 apóstolos. O Dragão é o mal. Não é uma profecia do final dos tempos, mas um alerta para o povo perseverar diante das perseguições do imperador Nero. É muito interessante ler todo o cap 12 e as notas de rodapé da Bíblia edição Pastoral, pois temos muita simbologia explicada.

Em Ap 13 – a besta sobre o número 666; quem sucumbir à besta verá que também adorará a segunda besta que virá, e os homens se marcarão pelo pecado. Na verdade, a besta é a representação do imperador romano Nero. Vespersiano, que iria assumir o lugar de Nero como imperador, é a representação da segunda besta.

Nero era maldoso e cruel, e queria ser adorado como Deus; quando morre, Vespersiano institui como religião o culto a imperador mortos, sendo que eles deveriam ser idolatrados desde sua vida.

O número 666 representa 3 X a trilogia da matéria. Mas o que é isso?

Para os judeus:

2 = matéria

3 = perfeição do relacionamento ou Trindade.         2X3=6

6= perfeição da matéria, o puro materialismo, o egoísmo, o mal.

666 = 6-6-6 (três seis seguidos) = perfeição da maldade.

O Apocalipse, nada mais é, do que o livro do grande exemplo de perseverar na fé e enfrentar as perseguições que os nossos antepassados mostraram em nome de Cristo Jesus.

Reflexão 4: Quantas pessoas você conhece que enxergam no Apocalipse um livro de esperança, ao invés de um livro de “fim trágico”? Que tal mudar a compreensão das pessoas que assim entendem?

– Economia em Pequenas Coisas faz com que Lucro das Empresas Aéreas se Maximize

Veja que conta interessante (antiga, mas atual): segundo a Revista Veja (Ed 28/07/2010, pg 98), 1 quilo a menos transportado por um avião faz com exista uma economia de 11.500 galões de combustíveis por ano, ou US$ 23,000.00. Numa empresa com 100 aviões, isso representa 2,3 milhões de dólares.

Conta rápida: um forno de avião pesa cerca de 100 quilos. Assim, apenas no equipamento de uma única aeronave, uma empresa economiza 2 milhões. Se tiver 100 aviões, deixa-se de gastar US$ 200,000,000.00.

Dá para entender por que não se serve mais comida quente mas lanche frio em avião?

– Entidades da sociedade civil lançam o Observatório Cidadão de Piracicaba

por Reinaldo Oliveira

Em solenidade realizada no dia 5 de dezembro, na sede da OAB em Piracicaba, entidades da sociedade civil apresentaram ao público o Observatório Cidadão. Ele é um instrumento que vai contribuir e incentivar o cidadão no acompanhamento das políticas públicas do município, e vem somar esforços para a construção de uma sociedade mais justa, sustentável e democrática.

A Pastoral do Serviço da Caridade (PASCA), é uma das entidades que fazem parte do Observatório. Em seu momento de fala ao público presente, o presidente da PASCA e coordenador diocesano do Conselho Nacional do Laicato do Brasil – Regional Sul 1, da Diocese de Piracicaba, Antonio Osvaldo Storel, assim se manifestou:

“Sou o representante da PASCA, neste projeto. A PASCA é uma entidade de fins filantrópicos da Igreja Católica, criada pela Diocese de Piracicaba que engloba 15 municípios, criada no ano de 1988 e que tem como objetivo dar cobertura jurídica e articular os trabalhos sociais desenvolvidos pela Diocese. Ela representa, a nível diocesano, a Cáritas Brasileira, instituição ligada à CNBB e de âmbito internacional. Ela participa deste projeto, porque nós da Igreja Católica temos consciência de que a prática da caridade evangélica se dá em três dimensões: a assistencial, a da promoção humana e a libertadora. Esta última  nada mais é do que a dimensão sócio transformadora das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja do Brasil, definidas pela CNBB. O Observatório será um instrumento valiosíssimo para que a Igreja de Piracicaba, com suas 28 comunidades paroquiais, possa ajudar seus fiéis a se emanciparem na consciência da cidadania e do controle social, para alcançarem, a longo prazo, a tão almejada transformação política. O projeto Observatório não é um projeto pronto. Ele deve continuar a ser construído ao longo do tempo, com sua utilização tornando-se cotidiana. Vamos precisar de um bom tempo para motivar as pessoas e capacitá-las para o eficaz uso deste instrumento. Portanto, esta cerimônia de lançamento é apenas um marco da longa caminhada que marcará um diferencial importante na história da cidadania e da democracia de Piracicaba”, disse Storel. Da Diocese de Jundiaí estiveram presentes o coordenador diocesano da Pastoral Fé e Política – Claudio Nascimento e o Reinaldo Oliveira – da Comissão de Comunicação do CNLB-Sul 1, e também do Informativo Comunicação Popular. Após o lançamento foi servido um coquetel aos participantes, onde possibilitou conhecer um pouco mais sobre o projeto. Você pode conhecê-lo acessando o http://www.observatoriopiracicaba.org.br

– O Poderoso Nuzman

Carlos Nuzman, presidente do COB, defende o eterno continuísmo dos dirigentes nas instituições esportivas. À Revista Veja (Páginas Amarelas, ed 05/12/2012), declarou que:

Não concordo com o projeto apoiado pelo governo que limita o mandato dos dirigentes esportivos. Certas batalhas levam tempo e demandam experiência para serem vencidas. Não sou insubstituível, mas meu perfil é único”.

Para mim, blábláblá para enrolar. Cartola que se eterniza no cargo só o faz por dois motivos: sede de poder ou “boquinha financeira” muito boa…

Em tempo: Nuzman declarou que pelo seu cargo não ser remunerado, vive de alugueis de imóveis e de seu escritório de advocacia…

Me parece que se “sacrifica por amor a causa esportiva…”. Ou não?

– Inteligência Voltada para o lado Ruim das Coisas

Sabemos que o Nazismo é uma mancha negra da história da humanidade. Hitler investia numa sociedade exclusiva e preconceituosa. E para alcançar a perfeição da raça ariana, confinava, matava e gastava muito dinheiro com pesquisas avançadas em diversos setores, inclusive na medicina.

Faz barulho um livro recente sobre esse fato, do argentino Carlo di Nápoli, intitulado “A Fórmula da Eterna Juventude e Outros Experimentos Nazistas”.

Uma das obsessões do ditador era encontrar a Fórmula da Juventude, e além do montante financeiro gasto, milhares de prisioneiros de guerra eram usados como cobaias. Na publicação, há relatos dos judeus que recebiam drogas a força para testes da loucura do ditador. Desses experimentos, outros resultados de pesquisas científicas surgiram.

É inegável que havia pessoas inteligentes sob seu comando. E se elas agissem em prol de um mundo melhor? Que bom seria, não?

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– A Primeira Vez da Tecnologia no Futebol será Amanhã. Ou não?

A partida entre Auckland City (NZE) X Sanfrecce Hiroshima (JPN) será histórica! Pela primeira vez, um jogo profissional oficialmente terá o recurso eletrônico.

Porém…

Jérome Valcke, secretário-geral da FIFA, explicou que 90 minutos antes de cada jogo o árbitro deverá entrar em campo e testar os sistemas eletrônicos (lembrando que são duas opções: o Wawk-Eye e o GoalfRef – sensor/câmeras na linha ou chip na bola). Se não sentir confiança, ou por opção pessoal desejar apitar o jogo sem tais aparatos tecnológicos, a decisão será dele!

Será que o árbitro da partida (que vem da Argélia!), sr Djamel Haimoudi, abdicará de ser o primeiro a usar a tecnologia?

Extraído de: http://sports.ndtv.com/football/news/item/200265-referee-has-final-word-on-goal-line-technology

REFEREE HAS ‘FINAL WORD’ ON GOAL-LINE TECHNOLOGY

Referees can reject the use of goal-line technology or even overrule it in the Club World Cup, which starts this week in Japan, a senior FIFA official said Wednesday.

Referees can reject the use of goal-line technology or even overrule it in the Club World Cup, which starts this week in Japan, a senior FIFA official said Wednesday.

Two different GLT systems, Hawk-Eye and GoalRef, are to be used in the eight-game competition from Thursday, when continental kings of club football, including Chelsea and Brazil’s Corinthians, will battle for world supremacy.

”The referee has the final word when it’s about the goal-line technology system,” FIFA secretary general Jerome Valcke told a news conference in Tokyo.

In July, the International Football Association Board (IFAB) — custodians of the game’s laws — decided to use goal-line technology at the Club World Cup, next year’s Confederation Cup and the World Cup finals in Brazil in 2014.

Valcke said referees at these competitions will test the system 90 minutes before each game to see if it is working to his satisfaction.

”If he has any doubt and if this doubt cannot be corrected by the provider who is on the site, then he has the right to say, ‘Sorry, guys. I don’t think I can rely on the system’,” he said.

”Again, the referee is the most important person. He’s the one who’s making the final decision and he has to keep this right for the final decision,” Valcke said.

Fans have called for years for the football world to embrace technology aimed at eliminating human error, citing its use in other sports including tennis and cricket.

”It’s a big day because it’s the first time that the technology will be used officially in a game or games. Up to now, it was just experiment.”

Individual associations still have the right to decide whether to they use the technology in their competitions. That means UEFA, for example, could opt not to implement the system.

FIFA, football’s world governing body, has given GLT licences to Britain-based but Sony-owned Hawk-Eye and Germany’s GoalRef, from a shortlist of some 10 different companies.

The Hawk-Eye system uses seven cameras while GoalRef utilises magnetic fields to determine whether a ball has crossed the line. Both systems transmit their findings to devices that can be worn on officials’ wrists.

Both are in the running for installation in stadiums for the Confederations Cup in Brazil next June, but other companies can still apply for the chance to have their technology used, said Valcke.

He said FIFA would have to decide the contractor “by the end of March at the latest”.

The Club World Cup kicks off on Thursday in Yokohama, with New Zealand’s Auckland City FC taking on Japan’s Sanfrecce Hiroshima.

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– A Tupperware volta ao velho método: venda de porta em porta nas reuniões entre mulheres

A marca de potes de plástico Tupperware sempre foi muito conhecida. Mulheres revendiam às amigas em reuniões caseiras, no mais prático conceito de venda direta. Entretanto, ao abandonar tal prática, a empresa quase sumiu do país. Agora, a aposta é a retomada do velho método.

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/38957_RECEITA+CASEIRA

RECEITA CASEIRA

Por Crislaine Coscarelli

A americana Tupperware deixou de investir nas famosas reuniões domésticas para venda de potinhos de plástico. Resultado: perdeu mercado. Ao resgatar a velha fórmula, seu faturamento voltou a crescer

A americana Tupper-ware, fabricante de embalagens plásticas e que obteve faturamento global de US$ 2,1 bilhões em 2009, conseguiu o que toda empresa almeja: fazer com que sua marca se torne sinônimo da categoria.

E isso foi construído graças ao seu estilo de negócio. As vendas são feitas durante reuniões na casa de clientes, envolvendo, às vezes, uma dezena de mulheres. A empresa cresceu muito com essa fórmula em seus 64 anos de vida.

Na década de 1990, contudo, ela tentou ingressar na onda da internet e passou a apostar em sua loja virtual, praticamente, deixando de fora o sistema de reuniões. Resultado. As vendas desabaram cerca de 50%, entre 1998 e 2008.

Inclusive no Brasil. “Nós erramos e pagamos um alto preço por isso”, diz à DINHEIRO Rick Goings, 65 anos, CEO mundial da Tupperware. Dono de um estilo showman típico dos americanos, ele esteve no Brasil na sexta-feira 22, onde comandou a convenção anual da companhia, realizada em um hotel na orla de Trancoso (BA).

O executivo aproveitou a estada para inspecionar a fábrica da empresa, localizada no Rio de Janeiro. A escolha do local se deveu à força que o País possui entre os 100 mercados nos quais a companhia atua. Enquanto as vendas globais cresceram 16% no ano passado, por aqui elas avançaram em 40%.

Para este ano, a aposta é ainda mais agressiva: ampliar a receita em 50%. Tamanho otimismo se deve a algumas peculiaridades do Brasil. É aqui que vive a maior distribuidora global da marca Tupperware, a paulista Andréa Reis.

Radicada em Belém (PA), ela abriu sua própria empresa, a Estratégia, para liderar outras revendedoras e acabou conquistando o título no ano passado. Hoje, a cada 1,8 segundo acontece uma reunião de demonstração dos produtos da companhia em algum canto do planeta.

“Deixei o trabalho no escritório da própria Tupperware para me dedicar à venda direta. Hoje sou empresária e o negócio, assim como minha renda, não para de crescer”, diz. Andréa integra um exército formado por 2,5 milhões de revendedoras espalhadas pelos cinco continentes.

“Sou o homem mais sortudo do mundo por trabalhar em meio a tantas mulheres”, brinca Goings. A Tupperware é, de fato, um caso de sucesso. Cada pote pode custar algo entre R$ 15 e R$ 60.

O modelo genérico sai por módicos R$ 10. Apesar do preço elevado, ela segue como uma referência no setor.  “A qualidade de nosso produto é superior. E o segredo é o sistema de vedação”, explica o executivo.

“A marca conseguiu conquistar a fidelidade do consumidor, graças a atributos como qualidade”, opina o consultor especializado em marcas Eduardo Tomiya, sócio-diretor da BrandAnalytics.

“As reuniões residenciais são essenciais para a Tupperware, pois a demonstração de uso é a única forma de fazer a consumidora perceber que o custo pode valer a pena”, completa Marcelo Pinheiro, consultor da DirectBiz Consultants.

Agora, a nova batalha comandada por Goings é voltar a se impor no mercado criado pela companhia em 1946. No Brasil, o segmento de venda direta, incluindo cosméticos e cuidados para o lar, movimentam aproximadamente R$ 21,8 bilhões. Desse total, os potes de plásticos, de grife ou não, respondem por uma fatia de cerca de 20%.

“Queremos estar presentes na casa de cada brasileiro”, afirma o principal executivo da Tupperware. Para chegar lá, além de fortalecer o foco nas reuniões, por meio de treinamento das revendedoras, ele aposta na ampliação da linha de produtos.

O principal item é o Eco Tupper, uma garrafa plástica com capacidade para armazenar um litro de água. A ideia é que a nova embalagem acompanhe as consumidoras à academia e ao trabalho. E, claro, ela será vendida apenas em reuniões.

– E se seu Clube de Futebol devolvesse o valor do ingresso quando jogasse mal?

Coisa inimaginável para os costumes do futebol brasileiro: na NBA, a equipe do Phoenix Suns vem realizando uma temporada ruim. Porém, nesta quinta-feira (06), contra o Dallas Mavericks, para incentivar a presença de público, uma promoção curiosa se realizará: o torcedor que considerar insatisfatória a atuação da equipe poderá pedir a devolução do dinheiro do seu ingresso!

Já imaginaram tal ação promocional aqui no Brasil? Teríamos clubes que, literalmente, reembolsariam seus torcedores por uma temporada…

Extraído de: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27775/Suns-devolvera-dinheiro-a-torcedor-insatisfeito/index.php

SUNS DEVOLVERÁ DINHEIRO A TORCEDOR INSATISFEITO

O Phoenix Suns, motivado pela má campanha da equipe na atual temporada do basquete norte-americano (NBA), decidiu criar uma campanha inovadora para garantir o apoio de sua torcida na próxima partida.

Para o jogo contra o Dallas Mavericks, na próxima quinta-feira, dia 6, a equipe do estado de Arizona lançou a seguinte promoção: caso o torcedor que vá à US Airways Center, casa do time, assistir à partida contra os Mavericks não se sinta satisfeito com a experiência no estádio, ele pode pedir ao clube o seu dinheiro de volta.

O procedimento é simples. Caso o torcedor queira o reembolso, ele terá de enviar o seu ingresso, carimbado na entrada da partida, para o escritório administrativo dos Suns, que mandará de volta o valor gasto nos ingressos.

Nesta temporada, o Phoenix vem de um retrospecto de cinco vitórias e três derrotas em casa. Considerando toda as partidas, dentro e fora do US Airways Center, o time apresenta uma campanha ruim, com apenas sete vitórias contra nove derrotas no decorrer da atual temporada.

A média de público da equipe neste ano é de 15.063 espectadores por partida, cerca de 500 torcedores a menos que no ano passado. Um dos grandes motivos para a baixa de rendimento e de público do Suns é a venda do armador canadense Steve Nash, eleito duas vezes Jogador Mais Valioso (MVP) da liga, favorito do público de Phoenix, que foi para o time do Los Angeles Lakers no começo da atual temporada.

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– Reforma Política Já!

Por Reinaldo Oliveira*

O sistema político em vigor requer reforma urgente que o coloque com mais clareza e transparência para a população brasileira. Porém, esta reforma do sistema deve partir do próprio povo, visto que os atuais agentes públicos – presidente, governador, senador, deputado federal, estadual, prefeito e vereador, ou seja, nas três esferas – federal, estadual e municipal, não têm interesse em promover tal reforma, visto que como o sistema se encontra atualmente, lhes é plenamente favorável. E para eles vigora o ditado de que em time que está ganhando, não se mexe. Quando é dito que a reforma deve partir do próprio povo e da sociedade civil organizada, é porque hoje existem entidades – Amarribo, Transparência Brasil, Voto Consciente, Pastoral Fé e Política, Movimento Contra a Corrupção Eleitoral, e outras que já demonstraram a capacidade para liderarem movimentos nacionais neste sentido. Exemplos de mobilização já realizados e que foram de grande relevância como a aprovação das Leis 9840, contra a compra de voto e da Ficha Limpa, contra os políticos com pendência na Justiça, demonstram que existe sim, entidades e material humano capacitados para isso. Clama já há muito tempo, correção de distorções legais, mas que imorais, dos agentes públicos eleitos legalmente. Claro; é importante lembrar que estas distorções que leva ao estágio de corrupção é bastante antigo, cabe rever a legislação atual, modificá-la tirando as chicanas que favorecem a legalidade de erros que têm acontecido. Num passado não muito distante – quando da gestão de Fernando Collor de Melo, os desvios do dinheiro publico foram tantos e tão fragrantes que levou à cassação do seu mandato. Veio o outro, o Fernando Henrique Cardoso e aí também escancarou de vez, quando da votação de emenda na legislação que permitisse a reeleição para presidente. Neste período ficou famosa a frase: “É dando que se recebe”, de autoria de um eminente político já falecido e que traduziu como, através de distorção da legalidade, foi praticada a malversação do dinheiro público. Atualmente a população acompanhou estarrecida os grandes escândalos praticados pelos agentes públicos, legalmente eleitos, tais como o denominado “mensalão” e este mais recente envolvendo pessoas do alto escalão do governo federal. Também recente o fato de senadores receberem o 14º e 15º subsídios, não recolherem o Imposto de Renda e, agora que foram cobrados, foi autorizado pagamento com dinheiro do erário público.  E o pior. Enquanto vários Estados passam por situações degradantes no atendimento à população menos favorecida, a derrama de dinheiro público envolvida nestes escândalos é enorme, mas a população não vê o rigor da lei sendo aplicado a estes corruptos e corruptores. Ainda falando das chicanas que tornam legais a malversação do dinheiro público, é importante um olhar sobre como a classe de agentes públicos têm “direitos” para o reajuste dos seus “subsídios”. Eles não gostam que falem que o que recebem é salário; é subsídio. De modo particular tratemos aqui dos agentes públicos que estão mais próximos: prefeito, vice-prefeito, secretários e vereadores. Soa politicamente correto, estes agentes públicos dizerem que são empregados seu, empregados a serviço do seu bem-estar. E assim deveria ser. Porém, baseado na legalidade, mas imoral pela realidade dos municípios; estes empregados do povo têm para si, o reajuste de subsídio, valorados em 50% do subsídio de um deputado estadual. E aqui começa uma enorme distorção. Para a gestão a partir de 2013, baseado nesta chicana de paridade deputado estadual/agente público municipal, os subsídios de vereadores, prefeito, vice-prefeito, secretários e outros agentes públicos municipais, pode ser reajustado num índice acima de 60%, o que elevará estes subsídios entre R$ 10.000 e R$ 20.000. Logo, se o povão como um todo, tivesse esta chicana a seu favor, poderia chegar para o patrão e também reivindicar aumento no “salário” de acordo com um percentual que regulasse o seu salário acima de 60% do salário do patrão?. Pense nisto. O que aconteceria? Entretanto, para os agentes públicos, isto é normal. Enfim, muito pode ser dito, refletido e colocado sobre o assunto, mas pelo momento fica esta reflexão. Voltaremos a falar sobre isto. É necessário que a sociedade civil organizada, se manifeste, se organize, proponha debates, vá para as ruas, utilize os espaços democráticos de associações, ONGs, segmentos da sociedade civil organizada, jornais, rádios, TVs, sites, blogs e todos os meios de comunicação para a mobilização da sociedade em torno da idéia de … ….Reforma Política Já!

(* É editor do Portal Comunicação Popular)

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– Os Mandos de Jogos para o Brasileirão 2013, 2014, 2015…

Surgem especulações que a CBF, tentando evitar a provável ociosidade dos estádios construídos para a Copa do Mundo, faria com que alguns jogos do Brasileirão fossem transferidos para Manaus, Cuiabá, Brasília…

Ora, a CBF já manda em tudo; agora, até nos mandos de campos? Não deveria ouvir as críticas populares quando ganhou a Copa? Estádios em centros que tem futebol de ponta, ok. Mas nos locais onde os clubes jogam a 4a divisão (e as vezes nem jogam), não dá!

Que traria público, concordo. Mas que não seria justo, é verdade! Já imaginaram fazer o São Paulo sair do seu confortável Morumbi e jogar na Arena Pantanal? E o desgaste da viagem, a logística e o prejuízo técnico de não estar no seu próprio campo de jogo? Ou o Santos sair da Vila Belmiro e atravessar o Brasil para otimizar público na Arena da Amazônia?

E você, o que acha da ideia? Para mim, é uma proposta indecente.

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– Consumo de Cocaína Mensurado Através do Esgoto

Uma dissertação de Mestrado revoluciona o estudo sobre os usuários de cocaína: trabalho mostra quanto cada casa consome de cocaína a partir do esgoto despejado na rede pública.

Infelizmente, em Brasília, o consumo grama/habitantes é o segundo maior do mundo, por esse método.

Extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI319659-18537,00-ESTUDO+USA+ESGOTO+PARA+MEDIR+USO+DE+COCAINA+EM+BRASILIA+A+CADA+DIA+DA+SEMAN.html

O CHEIRO DO RALO

As autoridades não precisam mais da urina para detectar o consumo de drogas: agora eles analisam o seu esgoto. Calma, não é nenhuma invasão de privacidade. O objetivo não é achar usuários, mas medir o consumo de drogas nas cidades brasileiras. A ideia começou a ser testada em 2010, quando se calculou que o consumo de cocaína de Brasília é de 0,4 grama por habitante por ano. Agora, o químico Rafael Feitosa descobriu que na região norte da capital federal se usa uma quantidade da droga duas vezes maior no fim de semana do que nos outros dias.

O trabalho é a tese de mestrado de Rafael e faz parte de uma parceria entre pesquisadores da Polícia Federal e da Universidade de Brasília para medir o consumo de drogas objetivamente, ou seja, calculando de fato o quanto de droga sai da população para o esgoto, em vez de simplesmente fazer estimativas baseadas no percentual de usuários. Mas como se faz essa conta?

“Sabe-se que 45% da cocaína que entra no organismo é convertida em benzoilecgonina. Nossa análise mede a concentração dessa substância, como os testes de urina”, explica Fernando Sodré, orientador de Feitosa. A diferença é que, nesse caso, as amostras têm concentrações muito menores do rastro de cocaína e muito maiores de, digamos, matéria orgânica. “Fazendo a dosagem da água que chega em cada estação de tratamento da cidade, temos um retrato fiel de cada região.”
O consumo de cocaína em Brasília é alto, comparado com o dos outros países em que a técnica foi empregada (ver quadro ao lado). Mas agora os pesquisadores querem fazer o mesmo em outras cidades. Outra parte do mestrado de Feitosa tratou de investigar a conservação das amostras de esgoto, para que elas possam ser enviadas de qualquer lugar do país para análise dos peritos. E o próximo passo da parceria é usar a técnica para medir também o consumo de anfetaminas e maconha.

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– E o Vandalismo no Aeroporto?

Caramba! O número de torcedores do Corinthians que foi ao Aeroporto se despedir do time impressionou. Se ganhar, imagine na volta!

Porém, os atos de vandalismo mostram que no meio de torcedores sempre tem bandido. A Polícia não pode prender? Simplesmente se permite o vandalismo e as autoridades entendem que por ser torcida organizada, tudo bem?

Se fossemos um país sério, alguém teria que ser responsabilizado por isso.

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– Presidente do Conselho Gestor da Serra do Japi contesta aprovação feita pelo COMDEMA

por Reinaldo Oliveira

Antonio Luiz Mendes Pereira – Presidente do Conselho Gestor da Serra do Japi, contesta a aprovação feita pelo COMDEMA, em reunião ordinária realizada no dia 03 de dezembro. Ele tomou a decisão pelo fato de constar em ATA que no dia 29 de maio durante a realização da primeira reunião das Câmaras Técnicas Conjuntas, a Minuta do Projeto de Lei de revisão da LC 417 de Gestão do Território da Serra do Japi, não foi aprovada devido não contemplar os interesses preservacionistas do território da Serra do Japi. As reuniões das Câmaras Técnicas continuaram sendo realizadas ordinariamente, conforme programadas. De modo estranho, no dia 29 de outubro, foi protocolado um comunicado do Sr. Nivaldo Calegari – Presidente da Comissão do Plano Diretor e Vice-presidente do COMDEMA, suspendendo temporariamente as reuniões das Câmaras Técnicas Conjuntas, a partir daquela data, ou seja, paralisação dos trabalhos realizados desde 29 de maio até 29 de outubro. Isso inviabilizou a emissão do Parecer Conjunto dos três Conselhos – COMDEMA, PLANO DIRETOR E GESTOR DA SERRA DO JAPI, conforme consenso entre os Conselhos. Para surpresa de Antonio Luiz, o COMDEMA votou na reunião ordinária realizada no dia 03 de dezembro, parecer sobre a Minuta do Projeto da LC417, não aprovada em maio e de forma unilateral, não levando em consideração a falta do Parecer Conjunto, dos três Conselhos, que não o emitiram devido a suspensão das reuniões pedidas e protocoladas pelo Sr. Nivaldo Calegari. Antonio Luiz também acha estranho que para um assunto de real importância para Jundiaí e região, a Fundação Cintra Gordinho, é membro do COMDEMA, mas tem interesses imobiliários na face norte da Fazenda Ermida, Hotel e Loteamento no topo da Serra, além de manter vegetação rasteira na área de amortecimento da Serra, nas laterais do Portal instalado pela Prefeitura Municipal de Jundiaí, na Avenida Luiz Jose Sereno; pois tal procedimento de roçada é tido como crime ambiental pois não há utilização do local ha mais de 20 anos. Esta decisão de manter vegetação rasteira é considerada como especulação imobiliária. Também faz parte do COMDEMA, o Sr. Marcelo Bisacoti, engenheiro, membro do Conselho, mas que teve obra de sua responsabilidade embargada em área tombada, contigua a Reserva Biológica, de onde existe distância a ser respeitada, mas que essa área a empresa dele utilizou como área de manobra para veículos pesados. Diante dos fatos acima expostos, Antonio Luiz contesta a decisão tomada pelo COMDEMA, e vai através dos meios legais solicitar explicações coerentes com os princípios que norteiam o COMDEMA, ou seja, de estar em defesa e proteção ao meio ambiente.

– Minhas Tribunas

Amigos, convido aos leitores do blog para acesso às minhas colunas:

Obrigado pelas visitas!

– O Vai-Vem do Mercado de… Árbitros de Futebol!

Parece manchete de jornal esportivo sobre o mercado de transferências de jogadores de futebol. Mas é o retrato de uma situação vivenciada com frequência cada vez maior pelos árbitros: a mudança de locação.

Recentemente, o árbitro FIFA Heber Roberto Lopez trocou a Federação Paranaense pela Federação Catarinense. Em outros tempos, Oscar Roberto Godoi, Márcio Rezende de Freitas e outros tantos migraram de estado.

O que eles ganham com isso e no que as federações podem se beneficiar?

Basicamente, os árbitros trocam de Federação motivados por ofertas financeiras. Um ou outro poderia alegar desconforto em apitar no estado X e maior facilidade em atuar pelo Y, mas, em geral, a troca se dá pelo oferecimento de maiores valores de taxas nos campeonatos estaduais, o acréscimo de salário fixo mensal (já que a atividade não é profissional e a remuneração é por jogo – ou seja, se não entrar em campo no mês, nada recebe) e ainda o pagamento de luvas na contratação. Um outro fator relevante seria o de maior apoio político na carreira, mas esse é superado pela questão financeira.

Já as Federações, ganham… nada! Apenas prestígio e satisfação do ego de seus dirigentes. O que acrescenta um árbitro renomado e formado em outro estado atuando no campeonato local, para a arbitragem? Para o torneio, ele será uma atração. Mas será que isso fará com que os árbitros daquela Federação melhorem tecnicamente?

Na verdade, é um tiro no pé a contratação de árbitros famosos por outros estados. Nos principais jogos regionais, ele estará atuando e um árbitro local não será escalado, enciumando o quadro. Esse árbitro tirará o espaço para revelações; e, ainda, terá remuneração diferente dos seus semelhantes.

Para o árbitro que muda de federação, não há problema algum. Ganhará mais (legalmente), fará seu trabalho com status de estrela e não estará infringindo nenhuma norma. A questão é: não seria mais racional as Federações contratarem PROFESSORES DE ARBITRAGEM, instrutores didáticos e capacitados para fomentar o desenvolvimento da arbitragem local?

Por fim: em 2012, Heber não poderia apitar a final da Copa do Brasil entre Coritiba X Corinthians por ser paranaense. Em 2013, pode por ser catarinense!

A competência e liberação de uma escala não deveria ser rotulada pela origem do árbitro, mas sim pelo seu desempenho.

– Rodovia Hermenegildo Tonoli: por quê está esquecida pelas autoridades?

É triste ver a estrada que liga Jundiaí a Itupeva deteriorando-se dia-a-dia, mesmo com o grande desenvolvimento residencial e industrial às suas margens. Para os jundiaienses que desejam ultrapassar a rodovia para acessarem os pontos de ônibus à Itupeva, virou maratona!

Sem passarelas, com pista mal sinalizada e com obras realizadas sem o bom senso de otimizar o fluxo: essa é a atual Rodovia Vice-prefeito Hermegildo Tonoli.

OBRAS ABANDONADAS. PERIGO NA ESTRADA

Por Reinaldo Oliveira

A Rodovia Hermenegildo Tonolli, que faz a ligação da cidade de Itupeva com Jundiaí, em seus pouco mais de 9 km, apresenta sérios e graves problemas. Em 2005 ao custo de R$ 11,5 milhões ela recebeu obras de duplicação. Sem divisória no canteiro central, foi palco de muitos acidentes graves com muitas mortes e muitos atropelamentos. Há 18 meses, ao custo de R$ 18,5 milhões tiveram início as obras de instalação de divisória tipo New Jersey. Com as divisórias instaladas, surgiram outros problemas. Com um fluxo diário de 30 mil veículos leves e pesados, mais de 6 km de suas margens abriga vários distritos industriais e bairros densamente povoados. Logo houve a necessidade de construção de passarelas para travessia de pedestres. Apesar de 6 km que pertencem ao perímetro de Jundiaí e necessita de pelo menos a instalação de três ou mais passarelas, só duas delas tiveram início de construção nos 3 km pertencentes ao perímetro de Itupeva. Porém, há 4 meses a construtora abandonou a obra que agora oferece graves riscos aos pedestres e veículos. Atendendo reclamação da população, há 10 dias uma equipe de uma emissora de TV registrou o abandono da obra e questionando o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), responsável pela obra, recebeu a informação de que a construtora foi multada e seu contrato rescindido. Não há prazo para outra construtora dar continuidade à obra, enquanto isto resta o desrespeito para com a população que corre sérios e graves riscos, e o dinheiro público sendo desperdiçado com o desgaste dos materiais da obra abandonada.

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foto de itupevaonline.com.br