– Inteligência Voltada para o lado Ruim das Coisas

Sabemos que o Nazismo é uma mancha negra da história da humanidade. Hitler investia numa sociedade exclusiva e preconceituosa. E para alcançar a perfeição da raça ariana, confinava, matava e gastava muito dinheiro com pesquisas avançadas em diversos setores, inclusive na medicina.

Faz barulho um livro recente sobre esse fato, do argentino Carlo di Nápoli, intitulado “A Fórmula da Eterna Juventude e Outros Experimentos Nazistas”.

Uma das obsessões do ditador era encontrar a Fórmula da Juventude, e além do montante financeiro gasto, milhares de prisioneiros de guerra eram usados como cobaias. Na publicação, há relatos dos judeus que recebiam drogas a força para testes da loucura do ditador. Desses experimentos, outros resultados de pesquisas científicas surgiram.

É inegável que havia pessoas inteligentes sob seu comando. E se elas agissem em prol de um mundo melhor? Que bom seria, não?

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– A Primeira Vez da Tecnologia no Futebol será Amanhã. Ou não?

A partida entre Auckland City (NZE) X Sanfrecce Hiroshima (JPN) será histórica! Pela primeira vez, um jogo profissional oficialmente terá o recurso eletrônico.

Porém…

Jérome Valcke, secretário-geral da FIFA, explicou que 90 minutos antes de cada jogo o árbitro deverá entrar em campo e testar os sistemas eletrônicos (lembrando que são duas opções: o Wawk-Eye e o GoalfRef – sensor/câmeras na linha ou chip na bola). Se não sentir confiança, ou por opção pessoal desejar apitar o jogo sem tais aparatos tecnológicos, a decisão será dele!

Será que o árbitro da partida (que vem da Argélia!), sr Djamel Haimoudi, abdicará de ser o primeiro a usar a tecnologia?

Extraído de: http://sports.ndtv.com/football/news/item/200265-referee-has-final-word-on-goal-line-technology

REFEREE HAS ‘FINAL WORD’ ON GOAL-LINE TECHNOLOGY

Referees can reject the use of goal-line technology or even overrule it in the Club World Cup, which starts this week in Japan, a senior FIFA official said Wednesday.

Referees can reject the use of goal-line technology or even overrule it in the Club World Cup, which starts this week in Japan, a senior FIFA official said Wednesday.

Two different GLT systems, Hawk-Eye and GoalRef, are to be used in the eight-game competition from Thursday, when continental kings of club football, including Chelsea and Brazil’s Corinthians, will battle for world supremacy.

”The referee has the final word when it’s about the goal-line technology system,” FIFA secretary general Jerome Valcke told a news conference in Tokyo.

In July, the International Football Association Board (IFAB) — custodians of the game’s laws — decided to use goal-line technology at the Club World Cup, next year’s Confederation Cup and the World Cup finals in Brazil in 2014.

Valcke said referees at these competitions will test the system 90 minutes before each game to see if it is working to his satisfaction.

”If he has any doubt and if this doubt cannot be corrected by the provider who is on the site, then he has the right to say, ‘Sorry, guys. I don’t think I can rely on the system’,” he said.

”Again, the referee is the most important person. He’s the one who’s making the final decision and he has to keep this right for the final decision,” Valcke said.

Fans have called for years for the football world to embrace technology aimed at eliminating human error, citing its use in other sports including tennis and cricket.

”It’s a big day because it’s the first time that the technology will be used officially in a game or games. Up to now, it was just experiment.”

Individual associations still have the right to decide whether to they use the technology in their competitions. That means UEFA, for example, could opt not to implement the system.

FIFA, football’s world governing body, has given GLT licences to Britain-based but Sony-owned Hawk-Eye and Germany’s GoalRef, from a shortlist of some 10 different companies.

The Hawk-Eye system uses seven cameras while GoalRef utilises magnetic fields to determine whether a ball has crossed the line. Both systems transmit their findings to devices that can be worn on officials’ wrists.

Both are in the running for installation in stadiums for the Confederations Cup in Brazil next June, but other companies can still apply for the chance to have their technology used, said Valcke.

He said FIFA would have to decide the contractor “by the end of March at the latest”.

The Club World Cup kicks off on Thursday in Yokohama, with New Zealand’s Auckland City FC taking on Japan’s Sanfrecce Hiroshima.

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– A Tupperware volta ao velho método: venda de porta em porta nas reuniões entre mulheres

A marca de potes de plástico Tupperware sempre foi muito conhecida. Mulheres revendiam às amigas em reuniões caseiras, no mais prático conceito de venda direta. Entretanto, ao abandonar tal prática, a empresa quase sumiu do país. Agora, a aposta é a retomada do velho método.

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/38957_RECEITA+CASEIRA

RECEITA CASEIRA

Por Crislaine Coscarelli

A americana Tupperware deixou de investir nas famosas reuniões domésticas para venda de potinhos de plástico. Resultado: perdeu mercado. Ao resgatar a velha fórmula, seu faturamento voltou a crescer

A americana Tupper-ware, fabricante de embalagens plásticas e que obteve faturamento global de US$ 2,1 bilhões em 2009, conseguiu o que toda empresa almeja: fazer com que sua marca se torne sinônimo da categoria.

E isso foi construído graças ao seu estilo de negócio. As vendas são feitas durante reuniões na casa de clientes, envolvendo, às vezes, uma dezena de mulheres. A empresa cresceu muito com essa fórmula em seus 64 anos de vida.

Na década de 1990, contudo, ela tentou ingressar na onda da internet e passou a apostar em sua loja virtual, praticamente, deixando de fora o sistema de reuniões. Resultado. As vendas desabaram cerca de 50%, entre 1998 e 2008.

Inclusive no Brasil. “Nós erramos e pagamos um alto preço por isso”, diz à DINHEIRO Rick Goings, 65 anos, CEO mundial da Tupperware. Dono de um estilo showman típico dos americanos, ele esteve no Brasil na sexta-feira 22, onde comandou a convenção anual da companhia, realizada em um hotel na orla de Trancoso (BA).

O executivo aproveitou a estada para inspecionar a fábrica da empresa, localizada no Rio de Janeiro. A escolha do local se deveu à força que o País possui entre os 100 mercados nos quais a companhia atua. Enquanto as vendas globais cresceram 16% no ano passado, por aqui elas avançaram em 40%.

Para este ano, a aposta é ainda mais agressiva: ampliar a receita em 50%. Tamanho otimismo se deve a algumas peculiaridades do Brasil. É aqui que vive a maior distribuidora global da marca Tupperware, a paulista Andréa Reis.

Radicada em Belém (PA), ela abriu sua própria empresa, a Estratégia, para liderar outras revendedoras e acabou conquistando o título no ano passado. Hoje, a cada 1,8 segundo acontece uma reunião de demonstração dos produtos da companhia em algum canto do planeta.

“Deixei o trabalho no escritório da própria Tupperware para me dedicar à venda direta. Hoje sou empresária e o negócio, assim como minha renda, não para de crescer”, diz. Andréa integra um exército formado por 2,5 milhões de revendedoras espalhadas pelos cinco continentes.

“Sou o homem mais sortudo do mundo por trabalhar em meio a tantas mulheres”, brinca Goings. A Tupperware é, de fato, um caso de sucesso. Cada pote pode custar algo entre R$ 15 e R$ 60.

O modelo genérico sai por módicos R$ 10. Apesar do preço elevado, ela segue como uma referência no setor.  “A qualidade de nosso produto é superior. E o segredo é o sistema de vedação”, explica o executivo.

“A marca conseguiu conquistar a fidelidade do consumidor, graças a atributos como qualidade”, opina o consultor especializado em marcas Eduardo Tomiya, sócio-diretor da BrandAnalytics.

“As reuniões residenciais são essenciais para a Tupperware, pois a demonstração de uso é a única forma de fazer a consumidora perceber que o custo pode valer a pena”, completa Marcelo Pinheiro, consultor da DirectBiz Consultants.

Agora, a nova batalha comandada por Goings é voltar a se impor no mercado criado pela companhia em 1946. No Brasil, o segmento de venda direta, incluindo cosméticos e cuidados para o lar, movimentam aproximadamente R$ 21,8 bilhões. Desse total, os potes de plásticos, de grife ou não, respondem por uma fatia de cerca de 20%.

“Queremos estar presentes na casa de cada brasileiro”, afirma o principal executivo da Tupperware. Para chegar lá, além de fortalecer o foco nas reuniões, por meio de treinamento das revendedoras, ele aposta na ampliação da linha de produtos.

O principal item é o Eco Tupper, uma garrafa plástica com capacidade para armazenar um litro de água. A ideia é que a nova embalagem acompanhe as consumidoras à academia e ao trabalho. E, claro, ela será vendida apenas em reuniões.

– E se seu Clube de Futebol devolvesse o valor do ingresso quando jogasse mal?

Coisa inimaginável para os costumes do futebol brasileiro: na NBA, a equipe do Phoenix Suns vem realizando uma temporada ruim. Porém, nesta quinta-feira (06), contra o Dallas Mavericks, para incentivar a presença de público, uma promoção curiosa se realizará: o torcedor que considerar insatisfatória a atuação da equipe poderá pedir a devolução do dinheiro do seu ingresso!

Já imaginaram tal ação promocional aqui no Brasil? Teríamos clubes que, literalmente, reembolsariam seus torcedores por uma temporada…

Extraído de: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27775/Suns-devolvera-dinheiro-a-torcedor-insatisfeito/index.php

SUNS DEVOLVERÁ DINHEIRO A TORCEDOR INSATISFEITO

O Phoenix Suns, motivado pela má campanha da equipe na atual temporada do basquete norte-americano (NBA), decidiu criar uma campanha inovadora para garantir o apoio de sua torcida na próxima partida.

Para o jogo contra o Dallas Mavericks, na próxima quinta-feira, dia 6, a equipe do estado de Arizona lançou a seguinte promoção: caso o torcedor que vá à US Airways Center, casa do time, assistir à partida contra os Mavericks não se sinta satisfeito com a experiência no estádio, ele pode pedir ao clube o seu dinheiro de volta.

O procedimento é simples. Caso o torcedor queira o reembolso, ele terá de enviar o seu ingresso, carimbado na entrada da partida, para o escritório administrativo dos Suns, que mandará de volta o valor gasto nos ingressos.

Nesta temporada, o Phoenix vem de um retrospecto de cinco vitórias e três derrotas em casa. Considerando toda as partidas, dentro e fora do US Airways Center, o time apresenta uma campanha ruim, com apenas sete vitórias contra nove derrotas no decorrer da atual temporada.

A média de público da equipe neste ano é de 15.063 espectadores por partida, cerca de 500 torcedores a menos que no ano passado. Um dos grandes motivos para a baixa de rendimento e de público do Suns é a venda do armador canadense Steve Nash, eleito duas vezes Jogador Mais Valioso (MVP) da liga, favorito do público de Phoenix, que foi para o time do Los Angeles Lakers no começo da atual temporada.

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– Reforma Política Já!

Por Reinaldo Oliveira*

O sistema político em vigor requer reforma urgente que o coloque com mais clareza e transparência para a população brasileira. Porém, esta reforma do sistema deve partir do próprio povo, visto que os atuais agentes públicos – presidente, governador, senador, deputado federal, estadual, prefeito e vereador, ou seja, nas três esferas – federal, estadual e municipal, não têm interesse em promover tal reforma, visto que como o sistema se encontra atualmente, lhes é plenamente favorável. E para eles vigora o ditado de que em time que está ganhando, não se mexe. Quando é dito que a reforma deve partir do próprio povo e da sociedade civil organizada, é porque hoje existem entidades – Amarribo, Transparência Brasil, Voto Consciente, Pastoral Fé e Política, Movimento Contra a Corrupção Eleitoral, e outras que já demonstraram a capacidade para liderarem movimentos nacionais neste sentido. Exemplos de mobilização já realizados e que foram de grande relevância como a aprovação das Leis 9840, contra a compra de voto e da Ficha Limpa, contra os políticos com pendência na Justiça, demonstram que existe sim, entidades e material humano capacitados para isso. Clama já há muito tempo, correção de distorções legais, mas que imorais, dos agentes públicos eleitos legalmente. Claro; é importante lembrar que estas distorções que leva ao estágio de corrupção é bastante antigo, cabe rever a legislação atual, modificá-la tirando as chicanas que favorecem a legalidade de erros que têm acontecido. Num passado não muito distante – quando da gestão de Fernando Collor de Melo, os desvios do dinheiro publico foram tantos e tão fragrantes que levou à cassação do seu mandato. Veio o outro, o Fernando Henrique Cardoso e aí também escancarou de vez, quando da votação de emenda na legislação que permitisse a reeleição para presidente. Neste período ficou famosa a frase: “É dando que se recebe”, de autoria de um eminente político já falecido e que traduziu como, através de distorção da legalidade, foi praticada a malversação do dinheiro público. Atualmente a população acompanhou estarrecida os grandes escândalos praticados pelos agentes públicos, legalmente eleitos, tais como o denominado “mensalão” e este mais recente envolvendo pessoas do alto escalão do governo federal. Também recente o fato de senadores receberem o 14º e 15º subsídios, não recolherem o Imposto de Renda e, agora que foram cobrados, foi autorizado pagamento com dinheiro do erário público.  E o pior. Enquanto vários Estados passam por situações degradantes no atendimento à população menos favorecida, a derrama de dinheiro público envolvida nestes escândalos é enorme, mas a população não vê o rigor da lei sendo aplicado a estes corruptos e corruptores. Ainda falando das chicanas que tornam legais a malversação do dinheiro público, é importante um olhar sobre como a classe de agentes públicos têm “direitos” para o reajuste dos seus “subsídios”. Eles não gostam que falem que o que recebem é salário; é subsídio. De modo particular tratemos aqui dos agentes públicos que estão mais próximos: prefeito, vice-prefeito, secretários e vereadores. Soa politicamente correto, estes agentes públicos dizerem que são empregados seu, empregados a serviço do seu bem-estar. E assim deveria ser. Porém, baseado na legalidade, mas imoral pela realidade dos municípios; estes empregados do povo têm para si, o reajuste de subsídio, valorados em 50% do subsídio de um deputado estadual. E aqui começa uma enorme distorção. Para a gestão a partir de 2013, baseado nesta chicana de paridade deputado estadual/agente público municipal, os subsídios de vereadores, prefeito, vice-prefeito, secretários e outros agentes públicos municipais, pode ser reajustado num índice acima de 60%, o que elevará estes subsídios entre R$ 10.000 e R$ 20.000. Logo, se o povão como um todo, tivesse esta chicana a seu favor, poderia chegar para o patrão e também reivindicar aumento no “salário” de acordo com um percentual que regulasse o seu salário acima de 60% do salário do patrão?. Pense nisto. O que aconteceria? Entretanto, para os agentes públicos, isto é normal. Enfim, muito pode ser dito, refletido e colocado sobre o assunto, mas pelo momento fica esta reflexão. Voltaremos a falar sobre isto. É necessário que a sociedade civil organizada, se manifeste, se organize, proponha debates, vá para as ruas, utilize os espaços democráticos de associações, ONGs, segmentos da sociedade civil organizada, jornais, rádios, TVs, sites, blogs e todos os meios de comunicação para a mobilização da sociedade em torno da idéia de … ….Reforma Política Já!

(* É editor do Portal Comunicação Popular)

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– Os Mandos de Jogos para o Brasileirão 2013, 2014, 2015…

Surgem especulações que a CBF, tentando evitar a provável ociosidade dos estádios construídos para a Copa do Mundo, faria com que alguns jogos do Brasileirão fossem transferidos para Manaus, Cuiabá, Brasília…

Ora, a CBF já manda em tudo; agora, até nos mandos de campos? Não deveria ouvir as críticas populares quando ganhou a Copa? Estádios em centros que tem futebol de ponta, ok. Mas nos locais onde os clubes jogam a 4a divisão (e as vezes nem jogam), não dá!

Que traria público, concordo. Mas que não seria justo, é verdade! Já imaginaram fazer o São Paulo sair do seu confortável Morumbi e jogar na Arena Pantanal? E o desgaste da viagem, a logística e o prejuízo técnico de não estar no seu próprio campo de jogo? Ou o Santos sair da Vila Belmiro e atravessar o Brasil para otimizar público na Arena da Amazônia?

E você, o que acha da ideia? Para mim, é uma proposta indecente.

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– Consumo de Cocaína Mensurado Através do Esgoto

Uma dissertação de Mestrado revoluciona o estudo sobre os usuários de cocaína: trabalho mostra quanto cada casa consome de cocaína a partir do esgoto despejado na rede pública.

Infelizmente, em Brasília, o consumo grama/habitantes é o segundo maior do mundo, por esse método.

Extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI319659-18537,00-ESTUDO+USA+ESGOTO+PARA+MEDIR+USO+DE+COCAINA+EM+BRASILIA+A+CADA+DIA+DA+SEMAN.html

O CHEIRO DO RALO

As autoridades não precisam mais da urina para detectar o consumo de drogas: agora eles analisam o seu esgoto. Calma, não é nenhuma invasão de privacidade. O objetivo não é achar usuários, mas medir o consumo de drogas nas cidades brasileiras. A ideia começou a ser testada em 2010, quando se calculou que o consumo de cocaína de Brasília é de 0,4 grama por habitante por ano. Agora, o químico Rafael Feitosa descobriu que na região norte da capital federal se usa uma quantidade da droga duas vezes maior no fim de semana do que nos outros dias.

O trabalho é a tese de mestrado de Rafael e faz parte de uma parceria entre pesquisadores da Polícia Federal e da Universidade de Brasília para medir o consumo de drogas objetivamente, ou seja, calculando de fato o quanto de droga sai da população para o esgoto, em vez de simplesmente fazer estimativas baseadas no percentual de usuários. Mas como se faz essa conta?

“Sabe-se que 45% da cocaína que entra no organismo é convertida em benzoilecgonina. Nossa análise mede a concentração dessa substância, como os testes de urina”, explica Fernando Sodré, orientador de Feitosa. A diferença é que, nesse caso, as amostras têm concentrações muito menores do rastro de cocaína e muito maiores de, digamos, matéria orgânica. “Fazendo a dosagem da água que chega em cada estação de tratamento da cidade, temos um retrato fiel de cada região.”
O consumo de cocaína em Brasília é alto, comparado com o dos outros países em que a técnica foi empregada (ver quadro ao lado). Mas agora os pesquisadores querem fazer o mesmo em outras cidades. Outra parte do mestrado de Feitosa tratou de investigar a conservação das amostras de esgoto, para que elas possam ser enviadas de qualquer lugar do país para análise dos peritos. E o próximo passo da parceria é usar a técnica para medir também o consumo de anfetaminas e maconha.

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– E o Vandalismo no Aeroporto?

Caramba! O número de torcedores do Corinthians que foi ao Aeroporto se despedir do time impressionou. Se ganhar, imagine na volta!

Porém, os atos de vandalismo mostram que no meio de torcedores sempre tem bandido. A Polícia não pode prender? Simplesmente se permite o vandalismo e as autoridades entendem que por ser torcida organizada, tudo bem?

Se fossemos um país sério, alguém teria que ser responsabilizado por isso.

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– Presidente do Conselho Gestor da Serra do Japi contesta aprovação feita pelo COMDEMA

por Reinaldo Oliveira

Antonio Luiz Mendes Pereira – Presidente do Conselho Gestor da Serra do Japi, contesta a aprovação feita pelo COMDEMA, em reunião ordinária realizada no dia 03 de dezembro. Ele tomou a decisão pelo fato de constar em ATA que no dia 29 de maio durante a realização da primeira reunião das Câmaras Técnicas Conjuntas, a Minuta do Projeto de Lei de revisão da LC 417 de Gestão do Território da Serra do Japi, não foi aprovada devido não contemplar os interesses preservacionistas do território da Serra do Japi. As reuniões das Câmaras Técnicas continuaram sendo realizadas ordinariamente, conforme programadas. De modo estranho, no dia 29 de outubro, foi protocolado um comunicado do Sr. Nivaldo Calegari – Presidente da Comissão do Plano Diretor e Vice-presidente do COMDEMA, suspendendo temporariamente as reuniões das Câmaras Técnicas Conjuntas, a partir daquela data, ou seja, paralisação dos trabalhos realizados desde 29 de maio até 29 de outubro. Isso inviabilizou a emissão do Parecer Conjunto dos três Conselhos – COMDEMA, PLANO DIRETOR E GESTOR DA SERRA DO JAPI, conforme consenso entre os Conselhos. Para surpresa de Antonio Luiz, o COMDEMA votou na reunião ordinária realizada no dia 03 de dezembro, parecer sobre a Minuta do Projeto da LC417, não aprovada em maio e de forma unilateral, não levando em consideração a falta do Parecer Conjunto, dos três Conselhos, que não o emitiram devido a suspensão das reuniões pedidas e protocoladas pelo Sr. Nivaldo Calegari. Antonio Luiz também acha estranho que para um assunto de real importância para Jundiaí e região, a Fundação Cintra Gordinho, é membro do COMDEMA, mas tem interesses imobiliários na face norte da Fazenda Ermida, Hotel e Loteamento no topo da Serra, além de manter vegetação rasteira na área de amortecimento da Serra, nas laterais do Portal instalado pela Prefeitura Municipal de Jundiaí, na Avenida Luiz Jose Sereno; pois tal procedimento de roçada é tido como crime ambiental pois não há utilização do local ha mais de 20 anos. Esta decisão de manter vegetação rasteira é considerada como especulação imobiliária. Também faz parte do COMDEMA, o Sr. Marcelo Bisacoti, engenheiro, membro do Conselho, mas que teve obra de sua responsabilidade embargada em área tombada, contigua a Reserva Biológica, de onde existe distância a ser respeitada, mas que essa área a empresa dele utilizou como área de manobra para veículos pesados. Diante dos fatos acima expostos, Antonio Luiz contesta a decisão tomada pelo COMDEMA, e vai através dos meios legais solicitar explicações coerentes com os princípios que norteiam o COMDEMA, ou seja, de estar em defesa e proteção ao meio ambiente.

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– Minhas Tribunas

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