– O Imbróglio da Coleta de Lixo nos Municípios: Jundiaí também tem problemas!

Nessa semana que comemoramos o Natal, o horário de trabalho de muita gente foi alterado ou compensado. Porém, serviços essenciais não podem parar. Quer um exemplo, que foi o polêmico nessa semana: a coleta de lixo.

Em Várzea Paulista/SP, os moradores viram os coletores entrarem em greve. A população, revoltada, levou os sacos de lixo em frente a Prefeitura local, obstruindo o acesso ao Paço Municipal.

Aqui em Jundiaí, muitos bairros também foram afetados pela Tejofran, a concessionária do serviço. Mas a justificativa foi inusitada: segundo a empresa, a falta de coleta se deu porque a mão-de-obra é escassa nessa época do ano- os garis vêm de lugares distantes e simplesmente faltam no emprego para viajar à Terra Natal, sem avisar seus superiores.

Se verdade, falta de profissionalismo dos empregados e falta de planejamento dos empregadores. E quem paga o preço disso é a população!

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– Estádio de 1 bilhão! Vale a pena?

Leio que o Estádio Nacional de Brasília, oficialmente, ultrapassará a quantia de R$ 1 bilhão de reais. Os valores foram aumentando durante as obras, modificações orçamentárias ocorreram e hoje o estádio custa quase o dobro do projeto inicial (sendo que ele não está concluído).

Nessas horas não tem como deixar de lembrar do que Ricardo Teixeira (o presidente da CBF na época) disse logo após o Brasil ser escolhido para a sede da Copa de 14:

Não haverá dinheiro público na Copa do Mundo”.

Nunca esqueci dessa afirmação. E falamos só do Estádio de Brasília! Ainda temos Vivaldão, Arena das Dunas, Estádio do Pantanal… Logicamente serão caríssimos elefantes brancos, onde o processo de construção/reforma se mostrou custoso e de teor duvidoso.

Aposto que, assim como eu, você deve ter como primeira impressão a existência de corrupção e desvio de verbas nas obras da Copa do Mundo.

E o que dizermos do Maracanã? Gastou-se uma fortuna para as reformas visando o Pan-Americano, e delas nada se aproveitou. Poderíamos falar ainda do Itaquerão, mas esse é outro caso nebuloso…

A Copa do Mundo de 2014 não deveria ser realizada no Brasil. Por vários motivos: temos outras urgências; o dinheiro público é mal gerido; as pessoas envolvidas na Copa do Mundo não são bem quistas da população, tampouco admiradas pelos seus atos de honestidade; e, por fim, a falta de legado.

As tão faladas obras de mobilidade pública estão ocorrendo?

Onde estão os VLTs?

Quantos novos hospitais foram construídos para o evento?

E os aeroportos?

Vivemos uma crise energética e algo foi feito?

Eu nunca quis Copa no Brasil… E olha que gosto de futebol! E você?

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– Os Tiozinhos da Universidade

O Site IG Educação, em 20/02/2010, publicou por Milena Prado Neves uma bem humorada matéria sobre os “tiozinhos da faculdade”. São aqueles que destoam um pouco da idade em relação a molecada que saiu do segundo grau e entra direto na universidade. Tema bacana, já que temos muitos “tiozinhos e tiozinhas” que nos enchem de orgulho nas nossas classes:

OS TIOZINHOS DA FACULDADE

Com o lema antes tarde do que nunca e muita disposição, os mais “maduros” tomam as carteiras universitárias em busca de realização profissional e pessoal

Há algumas décadas, cursar universidade era coisa para poucos. Não havia grande diversidade de cursos, oportunidade e acessibilidade a todos. Os profissionais, na grande maioria das carreiras, eram formados no dia-a-dia de trabalho, e os que eram diplomados se destacavam num mercado de trabalho em que não havia pós-graduação.

Com o passar dos anos, muitas universidades foram abertas, cursos novos formados e programas de bolsas oferecidos para que o ensino superior se tornasse algo tão fundamental para a educação como o ensino médio.

De acordo com o Censo da Educação Superior de 2008, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), 1,9 milhão de novos alunos ingressou em faculdades naquele ano – um grande salto, se comparados aos 426 mil ingressantes em 1991. (….)

Bixo aos 68 anos

Aos 71 anos Apólo Natalli recebeu seu diploma de jornalista, após trabalhar a vida inteira nesta profissão que desde cedo escolheu. Estudou em uma sala em que seus colegas tinham, em média, 50 anos a menos que ele. No começo, tamanha diferença foi sentida na bagunça dos jovens, que tanto o incomodava. “Nos primeiros anos eu era um pouco impaciente e intolerante com a turma, mas no final do curso falava mais do que eles e era eu quem levava a bronca”, relembra o jornalista que, atualmente, aos 73 anos, dedica-se à produção de livros e cartas a jornais com reclamações sobre problemas da sociedade.

A faculdade trouxe grandes desafios a Apólo, como aprender a lidar com computador e com os novos paradigmas da profissão. “Para compensar a minha dificuldade em algumas matérias, estudava bastante sozinho após as aulas”, comenta.

Foi lá também que Natalli teve a oportunidade de promover uma grande troca de experiências entre jovem e idoso, mestre e aluno, onde os papéis constantemente se confundiam. “A faculdade me ressuscitou. Ganhei muito com a convivência com os jovens”, diz o jornalista, que acredita ter freqüentado a universidade na melhor hora possível, com a maturidade suficiente para aproveitar todo o conhecimento ofertado. “Aconselho todas as pessoas com mais idade a irem para as carteiras universitárias, pois mesmo que tardiamente vale a pena”, diz.

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– Pato no Coringão. Vai dar certo?

Parece que está realmente tudo certo entre Alexandre Pato, Milan e Corinthians. O atacante deverá jogar pelo time brasileiro e aí temos duas considerações:

1 – Emerson Sheik e Paolo Guerrero são titulares. Um deles vai para o banco ou se jogará com 3 atacantes? Pato não custou 40 milhões de reais (50% do passe) para ser reserva. E quem sair, vai aceitar numa boa?

2 – Pode ser até que dê certo, mas… o Pato não tem cara / jeito / panca / estilo / nem pinta de jogador corinthiano. Vai conquistar os torcedores?

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