– Gravidez de Kate Middleton e os gastos da população inglesa com a Monarquia

Os tablóides sensacionalistas da Inglaterra estão fazendo a festa com a gravidez da princesa Kate.

Respeito a cultura do Reino Unido mas… o dinheiro gasto para sustentar a Realeza não poderia ir para causas mais nobres? Hospitais a pobres, escolas públicas e programas de solidariedade mundo afora são mais importantes, para mim, do que a vaidade de reis e rainhas que ostentam suas riquezas e só tem papel figurativo na Inglaterra, já que quem manda é o Primeiro Ministro.

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– Fala do Ditador João Batista Figueiredo e Lula

Me recordo do General Figueiredo, último presidente militar do Brasil. É dele a frase de que preferiria o cheiro dos seus cavalos ao do povo.

Porém, a Revista Época desta semana resgatou uma sábia declaração dele sobre tráfico de influências. Ele se referia a sua amante “oficial”, Myrian Abicair:

Se souberem que você tem um caso com o presidente da República, os políticos e meus próprios amigos começarão a te bajular para que você, na cama, consiga comigo as coisas que eles não conseguem no meu gabinete nem nas minhas churrascadas”.

Se Rose Noronha, já entendida como namorada de Lula segundo algumas matérias, agiu de acordo com os interesses de outrem, fica a dúvida: Luis Inácio foi traído por Dirceu, Delúbio, Genoíno e até por Rose, ou sabia tim-tim por tim-tim?

É muita gente o apunhalando pelas costas para acreditar que de tudo, nada sabia…

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– Gasolina a R$ 0,20 e revendida a R$ 2,90

Algo fora da realidade: Moradores da Roraima contrabandeiam Gasolina da Venezuela, onde o preço final na bomba ao consumidor custa R$ 0,20!

Imaginou que centre R$ 9,00 e R$ 25,00 você enche o tanque de um carro popular?

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,na-fronteira-com-a-venezuela-a-farra-da-gasolina-barata–,971183,0.htm

NA FRONTEIRA COM A VENEZUELA, A FARRA DA GASOLINA BARATA

Por Sérgio Torres

O transporte clandestino da gasolina barata da Venezuela para o Brasil, pela fronteira com Roraima, criou no extremo norte do Brasil uma imensa área sem postos de combustíveis. Ao longo dos 230 quilômetros da estrada entre a capital Boa Vista e Pacaraima, última cidade do Estado antes do território venezuelano, não há um só posto. Também não há revendedores oficiais de combustíveis em nenhum outro ponto em trechos a pelo menos 200 quilômetros da fronteira.

A razão desse vazio é porque, com um máximo de R$ 25, o brasileiro enche o tanque de um carro de passeio logo ao entrar na Venezuela, sem precisar passar pela aduana de lá. País produtor de petróleo, a Venezuela vende o litro da gasolina a preços que variam de R$ 0,20 a R$ 0,50. Em Boa Vista, a capital de Roraima, o litro da gasolina custa R$ 2,90. O tanque cheio, dependendo da marca do carro, pode valer até R$ 180.

A enorme disparidade de valores fez surgir em Roraima um mercado negro de venda de gasolina que causa prejuízos mensais de pelo menos R$ 5,8 milhões ao empresariado do setor, de acordo com avaliação do Sindicato dos Postos de Combustíveis de Roraima (Sindipostos-RR).

Traficantes de combustíveis vão à Venezuela, enchem o tanque, descarregam a carga do lado brasileiro em galões, retornam ao país vizinho e abastecem novamente. Repetem a operação dezenas de vezes ao longo do dia. À noite e de madrugada, a fim de fugir de um eventual patrulhamento, voltam à capital roraimense para abastecer depósitos ilegais, onde o litro é vendido por R$ 2.

A soma dos prejuízos aos cofres estadual e federal decorrentes da sonegação de tributos obrigatórios alcança R$ 1,68 milhão por mês, especialmente quanto ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), ao Programa de Integração Social (PIS) e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

O presidente do Sindipostos-RR, Abel Mesquita Júnior, avalia que os postos de Roraima deixam de vender, por causa da concorrência da gasolina venezuelana, algo entre 1,8 milhão e 2 milhões de litros mensais de combustíveis. E não só gasolina, mas também óleo diesel.

“Acontece em Roraima um quadro inédito no País. Aumenta a frota de carros e diminui a venda de combustível. Todos os postos do interior, ao norte da capital, fecharam. Vendemos de 7 milhões a 8 milhões de litros por mês. Esse número poderia ser 25% maior, não fosse a evasão”, diz o sindicalista.

POUCA FISCALIZAÇÃO. O efetivo pequeno da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Estado de Roraima torna a situação de difícil resolução a curto prazo. Há 48 servidores na PRF local, dos quais 20 dedicados a atividades administrativas.

Os demais são divididos em equipes de plantão diário, incumbidas de patrulhar vastas áreas desertas cortadas por seis rodovias federais e dezenas de vicinais. A fronteira de Roraima com Venezuela e Guiana se estende por 1,9 mil quilômetros.

Há dias em que a equipe é formada por apenas dois patrulheiros, por causa da falta de pessoal. E há dias em que as equipes, pela precariedade do efetivo, nem vão para a estrada.

Mesmo assim, as apreensões da PRF têm crescido em Roraima. Em 2011, foram recolhidos 13.890 litros de combustível no trecho da BR-174 entre Boa Vista e a fronteira com a Venezuela. Este ano, até o início de dezembro, a soma das apreensões de gasolina já alcança os 23.568 litros.

Para o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom), Alísio Vaz, a situação de Roraima “é tão absurda que fica difícil tentar enquadrar os formiguinhas (os traficantes que circulam de um lado para o outro da fronteira)”.

“Roraima é como se fosse uma área fora do mapa do comércio nacional de combustíveis. O preço da gasolina na Venezuela é irreal, talvez seja o mais barato do mundo. Já procuramos as autoridades brasileiras, mas nada de efetivo aconteceu. Fizemos nosso papel. Esse quadro inviabiliza o comércio legal”, afirma Vaz.

Caroteiros e tanqueiros. Há dois tipos de contrabandistas de combustíveis em Roraima. Os chamados caroteiros trazem a gasolina em recipientes plásticos de até 60 litros, galões conhecidos na região como carotes. Costumam usar carros de passeio e caminhonetes para transportar a maior quantidade possível de carotes. Chegam a tirar todos os bancos do veículo a fim de trazer o máximo possível de gasolina.

Os carros usados pelos caroteiros são, geralmente, de marcas antigas, velozes e espaçosos, como Santana e Monza, por exemplo. Têm vidros negros, para impedir a visualização da carga. Os caroteiros preferem não entrar com os recipientes na Venezuela. Optam por deixá-los em esconderijos na Reserva Indígena São Marcos, atravessada pela BR-174 e próxima à fronteira. Daí a necessidade de ir e voltar à Venezuela até ter gasolina suficiente para encher todos os carotes disponíveis.

Já os tanqueiros, segundo tipo de contrabandistas, acondicionam a gasolina em tanques adicionais de caminhões e carros maiores adaptados. Como os caroteiros, retiram os bancos dos veículos, especialmente os traseiros, a fim de abrir espaço para os tanques adicionais.

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– Do tempo de Jundiahy…

Devido ao Comércio, 14 de Dezembro, aniversário da nossa Jundiaí, é um dia comum para a cidade. Não é feriado para se evitar que consumidores façam compras em São Paulo ou Campinas.

Ora, sou comerciante e sou contra o excesso de feriados. Mas o dia municipal mais representativo deveria ser respeitado. Além disso, tudo o que tem nas grandes cidades, já tem aqui em Jundiaí!

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– Precisa Ratificar Decisão do STF?

Se deputados do Mensalão foram condenados como corruptos pelo STF, por quê o Congresso deveria decidir se perdem ou não os mandatos, como alguns políticos querem?

Há corporativismo para salvá-los? Deve ter gente com tanto medo de outros podres aparecerem…

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– A Inocência no Mundial de Clubes: até com o Árbitro?

Times do Egito e da Nova Zelândia, Árbitros da Argélia e de outros confins… O Mundial de Clubes da FIFA é uma Copa das Confederações versão “Clubes”, já que, evidentemente, não leva em conta os melhores do mundo.

Para ser Mundial de Clubes, precisaríamos ter Barcelona, Real Madrid, Manchester, Juventus e mais duas ou três equipes sul-americanas. Claro que o calendário e os interesses da FIFA impediriam.

Porém, o desnível técnico se faz na arbitragem também. Na partida entre Sunfrecce Hiroshima X Al Ahly, tivemos a arbitragem de Carlos Vera, equatoriano. Por diversas vezes o citamos aqui como um árbitro indigno de ostentar o escudo FIFA. Está longe de ser um dos principais árbitros da América do Sul, mas foi o escolhido para representar a Conmebol no Mundial – 2012.

Critério para a escolha?

Ninguém sabe… mas certamente teríamos outros melhores do que ele. Provavelmente, a sua indicação foi por algum critério político, pois meritocrático, não. Para refrescar a memória, foi ele quem apitou a partida de volta entre Millonarios X Grêmio pela Sulamericana, numa atuação desastrosa.

Pois bem, uma mostra da inocência das equipes e má condição do árbitro: no segundo tempo, falta comum de jogo do volante do Al Ahly sobre o atacante do Hiroshima. O jogador do time japonês pega a bola e tenta a cobrança rápida, chutando-a no atleta egípcio, que estava de costas para a jogada, tentando sair do local para se posicionar.

Visivelmente o jogador japonês tentou tocar a bola para seu companheiro e não conseguiu por deficiência técnica, errando o passe que bateu no adversário. Já o jogador egípcio só estava ali por falta de tempo em manter a distância regulamentar. Ele nem percebeu que a bola seria cobrada rapidamente, sem má fé em retardar a jogada.

Porém…

O lance custou um cartão amarelo de Carlos Vera sobre o atleta do Al Ahly injustamente, por culpa da má condição do árbitro em interpretar corretamente a jogada. Lance simples, jogo fácil e juiz enrolado…

Times inocentes e árbitro ruim fazem parte do histórico desta partida que representou uma 4a-de-final do Mundial de Clubes! Pela FIFA, quer dizer que os 4 melhores do mundo, seguindo a lógica da entidade, seriam Corinthians, Chelsea, Al Ahly e Monterrey?

Em tempo: um jogador pode abdicar do seu direito em exigir que o adversário mantenha a distância de 9m15cm na cobrança de falta, em troca da agilidade na cobrança. Se a bola bater neste atleta, deve seguir o jogo, pois foi uma opção do jogador. É diferente de um lance onde um jogador adversário se mantém em distância menor exclusivamente para atrapalhar a cobrança, situação na qual deverá receber o cartão amarelo.

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– A Inocência no Mundial de Clubes: até com o Árbitro?

Times do Egito e da Nova Zelândia, Árbitros da Argélia e de outros confins… O Mundial de Clubes da FIFA é uma Copa das Confederações versão “Clubes”, já que, evidentemente, não leva em conta os melhores do mundo.

Para ser Mundial de Clubes, precisaríamos ter Barcelona, Real Madrid, Manchester, Juventus e mais duas ou três equipes sul-americanas. Claro que o calendário e os interesses da FIFA impediriam.

Porém, o desnível técnico se faz na arbitragem também. Na partida entre Sunfrecce Hiroshima X Al Ahly, tivemos a arbitragem de Carlos Vera, equatoriano. Por diversas vezes o citamos aqui como um árbitro indigno de ostentar o escudo FIFA. Está longe de ser um dos principais árbitros da América do Sul, mas foi o escolhido para representar a Conmebol no Mundial – 2012.

Critério para a escolha?

Ninguém sabe… mas certamente teríamos outros melhores do que ele. Provavelmente, a sua indicação foi por algum critério político, pois meritocrático, não. Para refrescar a memória, foi ele quem apitou a partida de volta entre Millonarios X Grêmio pela Sulamericana, numa atuação desastrosa.

Pois bem, uma mostra da inocência das equipes e má condição do árbitro: no segundo tempo, falta comum de jogo do volante do Al Ahly sobre o atacante do Hiroshima. O jogador do time japonês pega a bola e tenta a cobrança rápida, chutando-a no atleta egípcio, que estava de costas para a jogada, tentando sair do local para se posicionar.

Visivelmente o jogador japonês tentou tocar a bola para seu companheiro e não conseguiu por deficiência técnica, errando o passe que bateu no adversário. Já o jogador egípcio só estava ali por falta de tempo em manter a distância regulamentar. Ele nem percebeu que a bola seria cobrada rapidamente, sem má fé em retardar a jogada.

Porém…

O lance custou um cartão amarelo de Carlos Vera sobre o atleta do Al Ahly injustamente, por culpa da má condição do árbitro em interpretar corretamente a jogada. Lance simples, jogo fácil e juiz enrolado…

Times inocentes e árbitro ruim fazem parte do histórico desta partida que representou uma 4a-de-final do Mundial de Clubes! Pela FIFA, quer dizer que os 4 melhores do mundo, seguindo a lógica da entidade, seriam Corinthians, Chelsea, Al Ahly e Monterrey?

Em tempo: um jogador pode abdicar do seu direito em exigir que o adversário mantenha a distância de 9m15cm na cobrança de falta, em troca da agilidade na cobrança. Se a bola bater neste atleta, deve seguir o jogo, pois foi uma opção do jogador. É diferente de um lance onde um jogador adversário se mantém em distância menor exclusivamente para atrapalhar a cobrança, situação na qual deverá receber o cartão amarelo.

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– A Importância de Atender Bem ao Consumidor

Muitos devem ter ouvido falar do vídeo “Não é uma Brastemp”. Afinal, foram quase meio milhão de visitas no YouTube, cujo vídeo mostra a insatisfação de um comprador de geladeira descontente com a qualidade da Brastemp. O nome vem a partir de uma ironia às tradicionais propagandas da marca.

Abaixo, uma interessante matéria sobre como as empresas devem cuidar da sua imagem e a repercussão veloz sobre desrespeitos ao cliente, graças às mídias sociais.

Abaixo, extraído de Época Negócios, Ed Março/2011, pg 139-140 (por Flávia Yuri, Débora Fortes e Viviane Maia)

O MARKETING BOM DE PAPO

O procurador público Oswaldo Luiz Borelli, 58 anos, não é exatamente um fã de tecnologia. Em pouco mais de um ano depois da criação da sua página no Twitter, tinha 16 seguidores e nenhum post. Isso não impediu que ele protagonizasse um dos episódios de maior repercussão na rede social em janeiro deste ano. Borelli fez um vídeo contando sua saga para trocar uma geladeira Brastemp. Depois de três meses de uso, ela estava com um vazamento de gás que as autorizadas não conseguiam consertar. Foram três meses de contato com o atendimento da Brastemp até conseguir um acordo. Ele deveria entregar a geladeira quebrada e pagar uma diferença por um modelo novo. Mas a empresa não entregou o produto na data combinada. “Depois de 90 dias sem geladeira, estourei”, afirma. Com o vídeo Não é uma Brastemp, Borelli angariou 3,2 mil seguidores no Twitter e teve mais de 470 mil visualizações. No dia 21 de janeiro, o vídeo colocou a marca Brastemp entre os quatro assuntos mais comentados no Twitter no mundo. Cinco dias depois de postá-lo no Twitter e no Facebook, o problema foi resolvido.

Há, no episódio vivido pelo procurador, pelo menos seis lições sobre a relação entre consumidores, marcas e empresas nos dias de hoje:

1) As companhias estão a um clique do consumidor;

2) As redes sociais amplificaram a voz do cliente;

3) Mesmo organizações detentoras de supermarcas não estão preparadas para responder na velocidade que a internet exige;

4) As empresas não conseguem mais se esconder atrás da velha e burocrática forma de atendimento ao consumidor;

5) As marcas precisam de monitoramento constante;

6) O novo consumidor, que alcança a empresa pelos novos canais da internet, não é só o jovem antenado. Cada vez mais, essas lições passam pelas redes sociais.

O que fazer para proteger uma marca de campanhas negativas que se espalham em nanossegundos? Assimilar os ensinamentos acima é dar o primeiro passo no que especialistas chamam de marketing do futuro ou novo marketing. Mas, mais do que isso, entender quais serão as estratégias capazes de alcançar o consumidor do futuro passa, necessariamente, por entender de que forma esse novo consumidor pesquisa, escolhe, compra e se relaciona com marcas e empresas.

EU OPINO, TU OPINAS, ELE COMPRA

O consumidor do futuro já existe. Ele quer opinar, escolher, criticar e sentir que é ouvido com interesse. “Os consumidores querem conversar com as marcas, e isso não é banal. Poucas empresas estão prontas para esse diálogo”, diz Pedro Porto, diretor de convergência da agência Fischer+Fala!.

Como se cria esse relacionamento? No futuro, a construção de uma marca será muito parecida com a construção de relações pessoais. “Você não pede abruptamente para que alguém seja seu melhor amigo ou se case com você. É preciso se comunicar sem ferir a privacidade, a inteligência e sem desrespeitar o tempo que ele tem para te ouvir”, diz a americana Charlene Li, fundadora do Altimeter Group e ex-pesquisadora da Forrester Research. “O objetivo é conquistar a confiança do consumidor.”

Para Charlene, a tônica do relacionamento entre marcas e consumidores no futuro será o compartilhamento. “A principal dificuldade das empresas nessa abordagem é que, ao compartilhar, ela perde o controle da mensagem. Não diz apenas o que quer e ponto”, afirma a pesquisadora. “A mensagem é construída e desconstruída na interação com o interlocutor. É um processo que requer muito mais habilidade.”

O vazamento de uma foto do novo Uno duas semanas antes de sua divulgação ilustra a diferença de abordagem de quem está disposto a aprender a conversar. “Em outros tempos, a empresa poderia negar, mas pegamos o caminho da transparência e ficamos acompanhando a discussão sobre o produto na rede”, diz João Batista Ciaco, diretor de publicidade e marketing de relacionamento da Fiat. “As redes sociais funcionam como uma grande festa. Você não pode querer furar a fila do banheiro ou trocar a música quando todos estão dançando na pista”, afirma Ciaco. “É preciso se enturmar e entender as regras de convivência.”

As redes de amigos assumem um papel cada vez mais importante nas escolhas de compra. No futuro, o poder da recomendação boca a boca será potencializado por ferramentas de busca em redes sociais, capazes de trazer instantaneamente a avaliação de amigos sobre produtos e serviços. Será comum o consumidor checar pelo smartphone ou pelo tablet o que seus amigos pensam de um determinado produto. Essa pesquisa instantânea em frente à gôndola será determinante na escolha de marcas e serviços. Em 2010, 86% dos usuários de internet no Brasil participavam de redes sociais e gastavam mais de cinco horas por mês nesses sites, de acordo com estudo da consultoria Nielsen. “Estima-se que em 2020 teremos 5 bilhões de usuários de internet em todo o mundo. Desse total, 70% estará em redes sociais, interagindo ainda mais com amigos, marcas e produtos”, afirma Ethan Zuckerman, pesquisador de mídias sociais do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

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