– Escolha o Árbitro para a Final entre Corinthians X Chelsea

Para a final do Mundial de Clubes da FIFA entre Corinthians X Chelsea, a FIFA tem 4 possibilidades, sendo uma delas a mais lógica. Mas se você pudesse escolher, quem seria escalado?

Vamos aos árbitros presentes no Mundial. São 7 apitadores, mas 4 disponíveis:

  • Nawaf Shukralla (Bahrein)
  • Djamel Haimoudi (Argélia)
  • Alireza Faghani (Irã)
  • Cuneyt Cakir (Turquia)
  • Marco Rodriguez (México)
  • Peter O’Leary (Nova Zelândia)
  • Carlos Vera (Equador).

Vê-se claramente que não são os melhores árbitros das suas confederações, exceto Marco Rodriguez, que é o número 1 da CONCACAF. Observe que a Confederação Asiática emplacou 2 árbitros (um iraniano e outro bareinita). Já a CONMEBOL e a UEFA, apenas 1.

O equatoriano e o mexicano estão fora, por apitarem as semifinais (além de que, seria estranho um time jogar o Mundial com 100% dos jogos apitados pelo mesmo árbitro). O iraniano não tem chances, pois a própria FIFA já avisou que ele está em stand by para uma substituição eventual (poderá ser o provável quarto-árbitro). Já o representante da Oceania pode ser um excelente nome para Monterrey X Al-Alhy, brigando com outros concorrentes do mesmo nível: o árbitro da Argélia e o do Bahrein).

Pela lógica, sobra o árbitro “preservado dos jogos entre os grandes” e que vem de um centro desenvolvido do futebol: o representante da Europa, o jovem turco Cakir, de 36 anos, tido como uma revelação da UEFA.

Portanto (se por competência) Cuneyt Cakir, da Turquia, apita o jogo final. Mas como nem sempre a FIFA usa critérios técnicos… sobram 3 opções políticas: Shukralla (para agradar os sheiks do Bahrein), Haimoudi (justificando que o árbitro da África vem de uma confederação neutra) ou ainda O’Leary (simplesmente para justificar a presença da Oceania e dizer que é um evento mundial…).

Assim como no Mundial de Clubes não estão os melhores clubes, também na composição dos árbitros do torneio não são os mais capacitados. Qualquer árbitro escalado que não seja o europeu, será puramente por decisão política, e, certamente, o jogo será maior do que o próprio árbitro. Poderá ter boa atuação, mas haverá riscos.

Já imaginaram Jorge Henrique ou Emerson aprontando para cima de um neozelandês?

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– Por quê Osses errou na partida São Paulo X Tigre?

Ontem, na partida entre São Paulo x Tigre, uma sequência de práticas antidesportivas condenáveis.

O Tricolor Paulista, antes da partida, magoado pela truculência sofrida em Buenos Aires, revidou fora de campo proibindo o reconhecimento do gramado e o aquecimento do adversário.

Dentro de campo, os argentinos do Tigre foram duros, viris ao extremo. Os jogadores do São Paulo procuraram, dentro do limite, se controlarem.

O árbitro Enrique Osses não fugiu das suas características: deixou o jogo correr, não apitou faltinhas bobas e esteve bem posicionado. Porém, seu grande pecado foi errar por um preconceito dos árbitros da América Espanhola: sabedores que jogadores brasileiros abdicam da continuidade da jogada para pedir falta, muitas vezes tentando enganar a arbitragem, entendeu como simulação o golpe de Orban sobre Lucas. Ora, Lucas tem excelente comportamento disciplinar, é o atleta que todo árbitro quer em campo. Quando apanha, não cai a toa e busca a vantagem. Bem orientado, procura jogar só futebol. Mas pagou pela fama dos demais boleiros daqui.. Osses foi induzido ao erro pelo histórico negativo de outros atletas. Ali era agressão e cartão vermelho, errou o arbitro.

Entendo que em dúvida, Enrique Osses se preocupou em não decidir a favor do time da casa, já que tem fama de não ser caseiro e, caso errasse a favor do São Paulo, seria taxado como compensador.Ouso dizer que, se o paraguaio Arias (árbitro da primeira partida) não tivesse atuado tão mal, Osses não teria a preocupação de, na partida decisiva, demostrar preocupação com rótulos.

Enfim, o importante é que o resultado foi legitimado em campo, com a bola rolando, mesmo que com apenas 45 minutos. O que aconteceu no intervalo e depois, já é assunto para páginas policiais.

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– Por quê Osses errou na agressão sofrida por Lucas?

Ontem, na partida entre São Paulo x Tigre, uma sequência de práticas antidesportivas condenáveis.

O Tricolor Paulista, antes da partida, magoado pela truculência sofrida em Buenos Aires, revidou fora de campo proibindo o reconhecimento do gramado e o aquecimento do adversário.

Dentro de campo, os argentinos do Tigre foram duros, viris ao extremo. Os jogadores do São Paulo procuraram, dentro do limite, se controlarem.

O árbitro Enrique Osses não fugiu das suas características: deixou o jogo correr, não apitou faltinhas bobas e esteve bem posicionado. Porém, seu grande pecado foi errar por um preconceito dos árbitros da América Espanhola: sabedores que jogadores brasileiros abdicam da continuidade da jogada para pedir falta, muitas vezes tentando enganar a arbitragem, entendeu como simulação o golpe de Orban sobre Lucas. Ora, Lucas tem excelente comportamento disciplinar, é o atleta que todo árbitro quer em campo. Quando apanha, não cai a toa e busca a vantagem. Bem orientado, procura jogar só futebol. Mas pagou pela fama dos demais boleiros daqui.. Osses foi induzido ao erro pelo histórico negativo de outros atletas. Ali era agressão e cartão vermelho, errou o arbitro.

Entendo que em dúvida, Enrique Osses se preocupou em não decidir a favor do time da casa, já que tem fama de não ser caseiro e, caso errasse a favor do São Paulo, seria taxado como compensador. Ouso dizer que, se o paraguaio Arias (árbitro da primeira partida) não tivesse atuado tão mal, Osses não teria a preocupação de, na partida decisiva, demostrar preocupação com rótulos.

Enfim, o importante é que o resultado foi legitimado em campo, com a bola rolando, mesmo que com apenas 45 minutos. O que aconteceu no intervalo e depois, já é assunto para páginas policiais.

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