– Aprendendo com nosso Presidente e Mestre-Guia Luiz Inácio

Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’

É muito fácil se eximir de responsabilidades e jogar a culpa nos outros, não?

Essa confissão de Lula ocorreu por via indireta, hoje, quando o primeiro ministro da Inglaterra Gordon Brown, reunido com o presidente americano Barak Obama, após reunião preparatória para o G20, davam uma coletiva para os jornalistas.

Abaixo, extraído de Época Negócios (clique no link para a íntegra):

Brown cita críticas de Lula e arranca risos de Obama

Em coletiva, primeiro-ministro britânico afirma que brasileiro disse a ele que, quando era sindicalista e oposição, culpava o governo. Agora, Lula teria assumido que mudou de estratégia e tem culpado os países desenvolvidos

por Época NEGÓCIOS Online

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, citou uma crítica feita por Lula, nesta quarta-feira (01/04), em entrevista coletiva ao lado do presidente americano, Barack Obama. Os dois líderes mundiais se encontraram um dia antes da cúpula do G20, sediada em Londres, para tratar da crise internacional.

Segundo informações da BBC, Obama falava sobre a necessidade de procurar soluções ao invés de apontar culpados pela crise. Ao comentar o tema, Brown citou uma crítica que ouviu do presidente brasileiro.“Estive na semana passado no Brasil e acho que o presidente Lula vai me perdoar por citá-lo. Ele me disse ‘Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’”, contou Brown, arrancando risos de Obama.

“Lula reconhece, como nós, que este é um problema global. É um problema global que exige uma solução global. O que aconteceu essencialmente é que a mobilidade do capital financeiro internacional superou os mecanismos nacionais de regulação. E se nós não aceitarmos isso como o problema, nós não vamos ajudar a resolver a crise esta semana”, disse o premiê britânico.

– Aprendendo com nosso Presidente e Mestre-Guia Luiz Inácio

Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’

É muito fácil se eximir de responsabilidades e jogar a culpa nos outros, não?

Essa confissão de Lula ocorreu por via indireta, hoje, quando o primeiro ministro da Inglaterra Gordon Brown, reunido com o presidente americano Barak Obama, após reunião preparatória para o G20, davam uma coletiva para os jornalistas.

Abaixo, extraído de Época Negócios (clique no link para a íntegra):

Brown cita críticas de Lula e arranca risos de Obama

Em coletiva, primeiro-ministro britânico afirma que brasileiro disse a ele que, quando era sindicalista e oposição, culpava o governo. Agora, Lula teria assumido que mudou de estratégia e tem culpado os países desenvolvidos

por Época NEGÓCIOS Online

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, citou uma crítica feita por Lula, nesta quarta-feira (01/04), em entrevista coletiva ao lado do presidente americano, Barack Obama. Os dois líderes mundiais se encontraram um dia antes da cúpula do G20, sediada em Londres, para tratar da crise internacional.

Segundo informações da BBC, Obama falava sobre a necessidade de procurar soluções ao invés de apontar culpados pela crise. Ao comentar o tema, Brown citou uma crítica que ouviu do presidente brasileiro.“Estive na semana passado no Brasil e acho que o presidente Lula vai me perdoar por citá-lo. Ele me disse ‘Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’”, contou Brown, arrancando risos de Obama.

“Lula reconhece, como nós, que este é um problema global. É um problema global que exige uma solução global. O que aconteceu essencialmente é que a mobilidade do capital financeiro internacional superou os mecanismos nacionais de regulação. E se nós não aceitarmos isso como o problema, nós não vamos ajudar a resolver a crise esta semana”, disse o premiê britânico.

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Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’

É muito fácil se eximir de responsabilidades e jogar a culpa nos outros, não?

Essa confissão de Lula ocorreu por via indireta, hoje, quando o primeiro ministro da Inglaterra Gordon Brown, reunido com o presidente americano Barak Obama, após reunião preparatória para o G20, davam uma coletiva para os jornalistas.

Abaixo, extraído de Época Negócios (clique no link para a íntegra):

Brown cita críticas de Lula e arranca risos de Obama

Em coletiva, primeiro-ministro britânico afirma que brasileiro disse a ele que, quando era sindicalista e oposição, culpava o governo. Agora, Lula teria assumido que mudou de estratégia e tem culpado os países desenvolvidos

por Época NEGÓCIOS Online

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, citou uma crítica feita por Lula, nesta quarta-feira (01/04), em entrevista coletiva ao lado do presidente americano, Barack Obama. Os dois líderes mundiais se encontraram um dia antes da cúpula do G20, sediada em Londres, para tratar da crise internacional.

Segundo informações da BBC, Obama falava sobre a necessidade de procurar soluções ao invés de apontar culpados pela crise. Ao comentar o tema, Brown citou uma crítica que ouviu do presidente brasileiro.“Estive na semana passado no Brasil e acho que o presidente Lula vai me perdoar por citá-lo. Ele me disse ‘Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’”, contou Brown, arrancando risos de Obama.

“Lula reconhece, como nós, que este é um problema global. É um problema global que exige uma solução global. O que aconteceu essencialmente é que a mobilidade do capital financeiro internacional superou os mecanismos nacionais de regulação. E se nós não aceitarmos isso como o problema, nós não vamos ajudar a resolver a crise esta semana”, disse o premiê britânico.

– Aprendendo com nosso Presidente e Mestre-Guia Luiz Inácio

Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’

É muito fácil se eximir de responsabilidades e jogar a culpa nos outros, não?

Essa confissão de Lula ocorreu por via indireta, hoje, quando o primeiro ministro da Inglaterra Gordon Brown, reunido com o presidente americano Barak Obama, após reunião preparatória para o G20, davam uma coletiva para os jornalistas.

Abaixo, extraído de Época Negócios (clique no link para a íntegra):

Brown cita críticas de Lula e arranca risos de Obama

Em coletiva, primeiro-ministro britânico afirma que brasileiro disse a ele que, quando era sindicalista e oposição, culpava o governo. Agora, Lula teria assumido que mudou de estratégia e tem culpado os países desenvolvidos

por Época NEGÓCIOS Online

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, citou uma crítica feita por Lula, nesta quarta-feira (01/04), em entrevista coletiva ao lado do presidente americano, Barack Obama. Os dois líderes mundiais se encontraram um dia antes da cúpula do G20, sediada em Londres, para tratar da crise internacional.

Segundo informações da BBC, Obama falava sobre a necessidade de procurar soluções ao invés de apontar culpados pela crise. Ao comentar o tema, Brown citou uma crítica que ouviu do presidente brasileiro.“Estive na semana passado no Brasil e acho que o presidente Lula vai me perdoar por citá-lo. Ele me disse ‘Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’”, contou Brown, arrancando risos de Obama.

“Lula reconhece, como nós, que este é um problema global. É um problema global que exige uma solução global. O que aconteceu essencialmente é que a mobilidade do capital financeiro internacional superou os mecanismos nacionais de regulação. E se nós não aceitarmos isso como o problema, nós não vamos ajudar a resolver a crise esta semana”, disse o premiê britânico.

– Aprendendo com nosso Presidente e Mestre-Guia Luiz Inácio

Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’

É muito fácil se eximir de responsabilidades e jogar a culpa nos outros, não?

Essa confissão de Lula ocorreu por via indireta, hoje, quando o primeiro ministro da Inglaterra Gordon Brown, reunido com o presidente americano Barak Obama, após reunião preparatória para o G20, davam uma coletiva para os jornalistas.

Abaixo, extraído de Época Negócios (clique no link para a íntegra):

Brown cita críticas de Lula e arranca risos de Obama

Em coletiva, primeiro-ministro britânico afirma que brasileiro disse a ele que, quando era sindicalista e oposição, culpava o governo. Agora, Lula teria assumido que mudou de estratégia e tem culpado os países desenvolvidos

por Época NEGÓCIOS Online

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, citou uma crítica feita por Lula, nesta quarta-feira (01/04), em entrevista coletiva ao lado do presidente americano, Barack Obama. Os dois líderes mundiais se encontraram um dia antes da cúpula do G20, sediada em Londres, para tratar da crise internacional.

Segundo informações da BBC, Obama falava sobre a necessidade de procurar soluções ao invés de apontar culpados pela crise. Ao comentar o tema, Brown citou uma crítica que ouviu do presidente brasileiro.“Estive na semana passado no Brasil e acho que o presidente Lula vai me perdoar por citá-lo. Ele me disse ‘Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’”, contou Brown, arrancando risos de Obama.

“Lula reconhece, como nós, que este é um problema global. É um problema global que exige uma solução global. O que aconteceu essencialmente é que a mobilidade do capital financeiro internacional superou os mecanismos nacionais de regulação. E se nós não aceitarmos isso como o problema, nós não vamos ajudar a resolver a crise esta semana”, disse o premiê britânico.

– Aprendendo com nosso Presidente e Mestre-Guia Luiz Inácio

Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’

É muito fácil se eximir de responsabilidades e jogar a culpa nos outros, não?

Essa confissão de Lula ocorreu por via indireta, hoje, quando o primeiro ministro da Inglaterra Gordon Brown, reunido com o presidente americano Barak Obama, após reunião preparatória para o G20, davam uma coletiva para os jornalistas.

Abaixo, extraído de Época Negócios (clique no link para a íntegra):

Brown cita críticas de Lula e arranca risos de Obama

Em coletiva, primeiro-ministro britânico afirma que brasileiro disse a ele que, quando era sindicalista e oposição, culpava o governo. Agora, Lula teria assumido que mudou de estratégia e tem culpado os países desenvolvidos

por Época NEGÓCIOS Online

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, citou uma crítica feita por Lula, nesta quarta-feira (01/04), em entrevista coletiva ao lado do presidente americano, Barack Obama. Os dois líderes mundiais se encontraram um dia antes da cúpula do G20, sediada em Londres, para tratar da crise internacional.

Segundo informações da BBC, Obama falava sobre a necessidade de procurar soluções ao invés de apontar culpados pela crise. Ao comentar o tema, Brown citou uma crítica que ouviu do presidente brasileiro.“Estive na semana passado no Brasil e acho que o presidente Lula vai me perdoar por citá-lo. Ele me disse ‘Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’”, contou Brown, arrancando risos de Obama.

“Lula reconhece, como nós, que este é um problema global. É um problema global que exige uma solução global. O que aconteceu essencialmente é que a mobilidade do capital financeiro internacional superou os mecanismos nacionais de regulação. E se nós não aceitarmos isso como o problema, nós não vamos ajudar a resolver a crise esta semana”, disse o premiê britânico.

– Universidade desenvolve Energia Elétrica gerada por Madeira

Cada vez mais o uso de fontes alternativas e renováveis (diga-se: ecologicamente corretas) estão sendo utilizadas. Seja a cana para o álcool, as plantas para o biodiesel, ou os recursos hídricos e solares, a tendência é o esgotamento da produção de petróleo e carvão, substituindo-as por esses recursos da natureza.

Nos EUA, pesquisadores criaram uma usina de geração de energia limpa, através da utilização de madeira. A iniciativa foi aplaudida por muitos, mas… se é para ser ecologicamente correto ao extremo, o que falar sobre o esgotamento da terra durante a utilização do solo para essa extração vegetal? E para os mais radicais: troca-se energia por alimentos? É claro que o assunto é polêmico, mas é importante discuti-lo, pois, afinal, somos convidados a fazer história nesse momento de substituição de matrizes energéticas em defesa do palneta.

Extraído de: National Geografic

Madeira produz energia com alta tecnologia e baixa poluição

Queimar árvores para obter energia pode parecer atrasado, poluente e hostil ao meio ambiente. Mas uma nova maneira altamente tecnológica de queimar madeira tem grande potencial para economizar energia, reduzir custos e até mesmo combater o aquecimento global, segundo novo estudo.

Por exemplo, nos EUA a madeira poderia fornecer, de maneira sustentável, “quantidades enormes de energia, comparáveis à produção de hidroelétricas”, diz o estudo, publicado no periódico Science.

A “combustão avançada de madeira” já está abastecendo uma faculdade americana e algumas cidades da Europa, como Joensuu, na Finlândia. “A qualidade do ar melhorou muito em Joensuu”, disse Antti Asikainen, morador da cidade e especialista florestal do Instituto de Pesquisa de Florestas Finlandês. “É uma tecnologia realmente limpa.”

“A cidade de aproximadamente 58 mil habitantes é aquecida com uma mistura de madeira e turfa, que substituiu pequenas lareiras e motores a óleo – que são os piores geradores – de poluição, disse Asikainen.

Para ter os benefícios da queima de madeira, as cidades podem recorrer a fornalhas comuns. Nas usinas de combustão avançada de madeira, o calor intenso e as condições cuidadosamente controladas garantem que praticamente todo o carbono da madeira seja quebrado em gases inflamáveis. Depois, os gases são inflamados, queimando de forma muito mais limpa do que uma típica lareira fumacenta.

O calor da queima do gás pode ser usado diretamente para aquecer ou gerar eletricidade. As usinas também têm filtros que removem muitas das pequenas partículas que vêm da queima da madeira, reduzindo bastante a poluição.

Madeira é ecológica?
Outro adepto pioneiro da combustão avançada de madeira é a Faculdade Middlebury, em Vermont, que inaugurou uma usina de queima de madeira em fevereiro. A faculdade quer neutralizar suas emissões de carbono – eliminando as emissões de dióxido de carbono – até 2016.

As árvores retiram gás carbônico do ar durante seu crescimento e depois liberam praticamente a mesma quantidade de gás carbônico quando são queimadas nas usinas avançadas, explicou Jack Byrne, diretor do Escritório de Integração de Sustentabilidade da faculdade. Por isso, o processo de plantar, colher e queimar madeira é quase neutro, diz Byrne.

Mudando para a energia de madeira avançada, “temos uma redução de 40% nas emissões de carbono”.

E, segundo Asikainen, do Instituto de Pesquisa Florestas Finlandês, a energia da madeira pode ser gerada sem esgotar as florestas. Grandes quantidades de madeira podem ser obtidas de forma sustentável nas florestas, desde que estas sejam manejadas de forma correta, explicou.

Além disso, se as pessoas que colhem madeira deixarem folhas ricas em nutrientes no chão da floresta e devolverem as sobras das cinzas para o solo, “não estaremos colocando em perigo a produtividade da floresta”, acrescentou Asikainen.

Mas nem toda a madeira precisa vir das florestas. As cidades americanas produzem anualmente cerca de 30 milhões de toneladas de madeira a partir de árvores podadas ou removidas, de acordo com o estudo. Esse resíduo poderia alimentar as usinas, em vez de virar adubo ou ser mandado para aterros, dizem os autores. Saint Paul, em Minnesota, por exemplo, já aquece e fornece energia para grande parte de seu centro com a queima de aproximadamente 250 mil toneladas de madeira coletadas anualmente das árvores da cidade.

Economia de Combustível
O aumento do uso de fornalhas de madeira também pode ter benefícios financeiros, disse o co-autor do estudo, Dan Richter, professor de ecologia florestal da Universidade Duke.

“No Nordeste dos EUA isso pode ajudar comunidades a superar sua dependência potencialmente paralisante de petróleo”, cujo preço tem flutuado muito, disse Richter.

Na Middlebury, Byrne espera que a energia da madeira economize US$ 600 mil em 2009 ao cortar o uso de cerca de 1 milhão de barris de óleo combustível.

“Estamos muito confiantes de que irá se pagar” em cerca de 13 anos, disse – “menos da metade da vida útil da usina”.

Tradução: Amy Traduções

National Geographic

– As “mentiras mais mentirosas” do futebol

Amigos, apesar de ser polêmico, o jornalista Milton Neves, em seu blog, (Blog do Milton Neves)publicou uma interessante relação das maiores mentiras e “barrigas” divulgadas pela imprensa nestes últimos anos . Algumas surpreendem. Segue:

01) O estádio do Corinthians.

02) A reforma e a cobertura do Palestra Itália.

03) O Campeonato Mundial do Verdão em 1951.

03) Vai surgir outro Pelé no Santos.

04) Ronaldo no Flamengo.

05) O Palmeiras não é o “Mogi Mirim das Américas”.

06) Rogério Ceni no Arsenal.

07) O Botafogo campeão legítimo do Brasileirão de 1995.

08) O Corinthians campeão legítimo do Brasileirão de 2005.

09) A maior torcida de Minas Gerais é a do Cruzeiro.

10) Vágner Love no Corinthians.

11) Sávio, Romário e Edmundo, melhor ataque do mundo.

12) O São Paulo não caiu no Paulistão de 1990.

13) O goleiro belga Preud’ Home no Fluminense em 1999.

14) O pentacampeonato brasileiro do Flamengo em 1987.

15) A torcida do São Paulo passar a do Corinthians em dez anos.

16) O título “roubado” da Argentina na Copa de 1978.

17) A tese de que o Brasil entregou a Copa de 98 para a França.

18) Maradona é melhor que Pelé.

19) Os mil gols de Romário.

20) O sangramento de Hugo De León na final da Libertadores de 83 contra o Peñarol.

21) A torcida do Flamengo é a maior do mundo.

22) O título mundial de 2000 do Corinthians.

23) A Lei Pelé é uma boa para o futebol.

25) O Grêmio não é “chorão”.

26) Valdívia no São Paulo a partir de 2007. A “barriga” do ano.

27) Política no jornalismo esportivo não dá “traço” de audiência.

28) Zidane no Corinthians (Por Marcelo Peres).

29) Considerar a “super mega suprema Batalha dos Aflitos” como um clássico.

– Tornando-se Sal da Terra e Luz do Mundo numa Terra de Mentiras

Hoje é dia da mentira! Mas como também é começo de mês, buscando um segundo trimestre melhor, compartilho um belíssimo e confortante texto (extraído de CancaoNova.com), a respeito da Verdade em ser diferente no Mundo, baseado em princípios cristãos. Ótimo para nossa reflexão!

Que diferença faz ser cristão?

Você pode se perguntar: “Que diferença faz ser cristão?” O cristão é cheio do Espírito Santo. Por isso é diferente das outras pessoas; e só poderia ser assim. O cristão não é mais deste mundo, não porque o quer, mas porque Jesus não é deste mundo; e, como o Senhor, ele também não o é [deste mundo].Você é destinado a este mundo, enviado como sal, como luz, mas não é do mundo, assim como o sal não é massa, assim como a luz não é treva, você não é deste mundo. E por ser diferente o perseguem – como Jesus e os apóstolos foram perseguidos. Perseguido, mas feliz; feliz justamente porque é perseguido. Por essa razão, muitos deixam o caminho do Senhor por causa das dificuldades e oposições; em razão do que dizem e dos comentários; por causa do que inventam a seu respeito e pelas várias perseguições que suportam.

Não é um simples complexo de perseguição. Não se trata de sentir que você é perseguido, rejeitado. Realmente é o que acontece. Pergunte a si mesmo e ao Senhor: “Mas por que acontece tudo isso?” Sabe qual é a resposta? Porque você é discípulo de Cristo. O próprio Jesus disse: “Felizes os perseguidos por causa da justiça: deles é o Reino dos céus” (Mateus 5, 10ss).

Não existe Cristianismo sem cruz. Sofrimento sem sofrimento não é sofrimento. Dor sem dor não é dor. Por isso, só posso falar: aguente firme! Jesus sabia que tudo isso aconteceria com você: seria incompreendido, caluniado, perseguido, ultrajado. Mas Ele também garantiu: “Bem-aventurados sereis”, isto é, nós seremos felizes! “Bem-aventurado será quando o insultarem, o perseguirem e, mentindo, disserem contra você toda espécie de mal por minha causa” (Mateus 5, 11ss).

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Seu irmão em Cristo,

Monsenhor Jonas Abib

 

– O Instituto Lula

Divulgado pela sua assessoria, o presidente Lula anunciou que estará, ao final do mandato, criando o ILEP – Instituo Lula de Ética na Política, visando desenvolver novos caminhos para a condução de políticas e ações sociais corretas.

A data da fundação, que contará com a volta de José Dirceu e José Genoíno será em…

!!!!! 1º. DE ABRIL !!!!!!

Apenas uma brincadeirinha para não deixar a data em branco.