– O Estupro Legalizado no Afeganistão

Certa vez, o primeiro ministro italiano Sílvio Berlusconi se referiu a alguns povos como “civilização inferior”. Pois bem: o termo é impróprio, lógico. Mas o que falar de um governo que obriga as mulheres a se submeterem a humilhações de seus maridos? No Afeganistão, a nova-lei “conjugal” obriga as mulheres a serem posse dos seus esposos, e inclui o que se tem chamado de “estupro legalizado”. Olha que absurdo:

Extraído de: http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3704253-EI8143,00-Afegas+protestam+contra+lei+do+estupro+legalizado.html

Cerca de 200 afegãs realizaram nesta quarta-feira um protesto do lado de fora da mesquita Khatam Al Nabi contra a lei que organizações de direitos humanos estão chamando de “estupro legalizado”, informou o jornal britânico The Guardian. O alvo da manifestação é Mohammad Asif Mohseni, o clérigo radical que apóia fortemente a proposta que também proíbe as mulheres de saírem de casa sem a permissão do marido.

Além de não poderem negar a relação sexual com o parceiro (por isso estupro legalizado), a lei também diz que as mulheres só podem procurar trabalho, buscar educação ou visitar médicos com a autorização dos maridos. Durante o protesto, alguns homens reagiram atirando pedras contra as mullheres. Eles afirmam que a manifestação é uma pressão para imposição de valores ocidentais no Afeganistão.

A lei, que vale apenas para uma minoria xiita, causou constrangimento para o presidente afegão, Hamid Karzai. Em março, ele foi acusado de tentar ganhar votos para as próximas eleições ao apoiar a legislação. A ONU, líderes mundiais e do próprio Afeganistão repudiaram a iniciativa. “Isso é pior do que o regime talibã. E qualquer pessoa que se levantou contra a lei foi acusado de ser contra o Islã”, disse o senador Humaira Namati.

No entanto, as manifestações de hoje mostram que pelo menos algumas mulheres afegãs não estão aceitando tal submissão. Um comunicado elaborado pelas organizações responsáveis pela marcha classificou a lei “como um insulto à dignidade das mulheres enquanto seres humanos, além de contribuir para a desigualdade e o etnocentrismo”, segundo o Guardian.

– A Primeira Empresa Brasileira Patrocinadora da FIFA

Ser gigante no mundo dos negócios não é para qualquer um. Depois da megafusão Itaú-Unibanco, o conglomerado financeiro anuncia uma ação mercadológica inédita: será, pela primeira vez, uma empresa legitimamente brasileira a patrocinar uma Copa do Mundo. A parceria coma FIFA visa a tornar o banco uma instituição mundial!

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/negocios/itau-fecha-patrocinio-oficial-copa-mundo-2014-450202.html

Itaú fecha patrocínio oficial da Copa do Mundo de 2014

 

Banco é o primeiro grupo nacional a assinar contrato com a Fifa para a Copa no Brasil

O banco Itaú assinou o contrato com a Fifa (Federação Internacional de Futebol) para patrocinar oficialmente a Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil. Este é o primeiro grupo nacional a formalizar seu apoio ao evento. O valor do contrato não foi divulgado.

Em comunicado, o Itaú destacou o potencial de investimentos que o torneio trará para o país. Para que o evento se realize, serão necessários importantes investimentos em infraestrutura. Participamos dessa parceria porque entendemos que somos parte desse compromisso com o país, afirmou Fernando Chacon, diretor executivo de Marketing do Itaú.

O acordo pemitirá ao banco ações promocionais específicas durante a competição, inclusive dentro dos estádios. Além disso, a instituição vai poder vincular todos os seus serviços ao mascote, logomarca e emblemas oficiais do torneio.

O Itaú já havia assinado contrato com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol), em setembro de 2007, de apoio à candidatura do Brasil como sede da Copa. Entre os eventos que já patrocina, estão a Copa de 2010 juntamente com a Visa, e as transmissões televisivas dos jogos do Campeonato Brasileiro, Libertadores, e das Eliminatórias da Copa.

A seleção canarinho conta com o patrocínio do banco desde outubro do ano passado, cuja marca é estampada em todas as categorias masculinas e femininas da seleção. Esse contrato tem duração de seis anos, incluindo o período da Copa do Mundo no Brasil.

Para o presidente da Fifa, Ricardo Teixeira, a parceria confirma a importância da participação privada num evento deste porte, impulsionada, ainda mais, por ser realizada entre um dos maiores bancos do mundo e pela seleção que mais venceu a Copa na história.