– A FÉ faz o impossível tornar-se possível

Diante de tão bela e inspiradora mensagem, não há como não compartilhá-la:

A fé faz o impossível tornar-se possível

Assim como é preciso aplicar nossos sentidos e inteligência, é preciso aplicar a fé. Temos esse dom e precisamos aplicá-lo. Há pessoas com “preguiça mental”: não usam a inteligência. Na verdade, a maioria das pessoas não usa nem 10% de sua inteligência e de sua capacidade intelectual. O mesmo acontece com seus sentidos pouco explorados. Existem pessoas até com os sentidos preguiçosos. Não atingem os 100% da visão e da audição porque não os aplicam.

Os deficientes visuais têm o tato e a audição muito aguçados, por isso são excelentes músicos e cantores, captam com o ouvido o que em geral não captamos. E por quê? Simplesmente porque os aplicam com afinco. Tive oportunidade de perceber isso numa de minhas melhores gravações musicais, quando trabalhei com os Titulares do Ritmo, um grupo de músicos deficientes visuais. Eles me impressionaram com a sensibilidade na interpretação de cada ritmo gravado.

Você também tem essa capacidade. Uma pessoa, ao perder a visão, praticamente é obrigada a aplicar melhor sua audição e, se aplicar o tato, é capaz de ler por meio do maravilhoso método braile, constituído por pontos salientes. Nós também temos esse tato e porque vemos e ouvimos não o aplicamos. O mesmo aconteceu com nossa fé. Infelizmente, nós somos preguiçosos. Não aplicamos nem 10% da nossa capacidade intelectual, nem 1% da nossa fé. Gostaria de dar uma porcentagem diferente, mas, infelizmente, nós não aplicamos nem 1% da fé. Repito: você infelizmente não tem aplicado nem 1% da sua fé.

“Se tiverdes fé, como um grão de mostarda, direis a esta montanha: Transporta-te daqui para lá, e ela irá; e nada vos será impossível” (Mateus, 17, 20).

A fé faz o impossível tornar-se possível. Mas é preciso aplicá-la. Se você não aplica seu tato, sua audição, eles não vão se desenvolver, mas se aplicá-los eles podem chegar aos 100%. Você precisa crescer na fé. Você precisa aplicar-se na fé.
Se você não desenvolvê-la, não verá o que só quem tem fé confiante e viva pode viver e experimentar. E a vitória não acontecerá.

Por isso, rezemos: Quero ser vencedor. Creio que a fé é a vitória que vence o mundo e é capaz de vencer todas as situações do mundo. Renova minha fé, Senhor, desperta-me, Senhor, quero crer, de todo o meu coração e, assim, ser realmente feliz.

O poder de Deus é maior do que qualquer resistência, mas Ele respeita a liberdade e não a viola. Pelo contrário, deseja que aconteça um encontro pessoal e único entre você e Ele, o Senhor. Se você ainda não teve esse encontro, precisa tê-lo. Só assim sua vida terá sentido.

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib

– A Ressureição de uma Marca

A Topper mudou sua logomarca e estratégia. Assim, a Revista Exame montou um case interessantíssimo sobre as novas ações da marca, e a felicidade do seu executivo Fernando Beer, ao ver o centroavante Kléber Pereira, do Santos FC, agarrado a bola na primeira página de todos os jornais, na segunda-feira após a vitória histórica da equipe contra a Ponte Preta. A publicidade nessas mídias foi sensacional

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0941/marketing/ressurreicao-marca-449169.html

A ressurreição de uma marca

Uma das marcas mais conhecidas de artigos esportivos do país, a Topper envelheceu frente à agressividade dos concorrentes. Agora tenta se reinventar para recuperar o terreno perdido

 

Por Daniel Hessel Teich

 

Apaixonado por futebol, o executivo Fernando Beer, diretor da área de artigos esportivos da São Paulo Alpargatas, é um corintiano fanático. Mas no último dia 6 de abril, uma segunda-feira, Beer acordou santista. A súbita mudança se deveu às espetaculares fotos do jogo Santos e Ponte Preta que estamparam as primeiras páginas dos principais jornais de São Paulo. Nelas, o artilheiro santista Kleber Pereira aparecia comemorando seu primeiro gol na sofrida partida, marcado aos 39 minutos do primeiro tempo, levantando a bola para o céu. A bola em questão, da Topper, é uma das peças-chave na estratégia de marketing que Beer está desenvolvendo para trazer de volta o brilho da marca. “Eu literalmente estou me sentindo o dono da bola”, diz Beer. Pertencente à Alpargatas e antiga patrocinadora da Seleção Brasileira de Futebol em duas copas do mundo, a Topper nos últimos anos se transformou numa marca de pouca expressão, ofuscada pelas grandes grifes esportivas globais e mesmo pelas rivais brasileiras mais agressivas. De janeiro para cá, a Topper tem passado pelo mais radical processo de reformulação de sua história, desde que foi lançada no país, em 1975. A marca foi redesenhada e novos produtos foram lançados – entre eles a bola de futebol exibida pelo jogador do Santos. E, no início de maio, a empresa se prepara para lançar uma campanha publicitária – a maior desde 2003, quando a marca contratou Pelé como garoto-propaganda.

Apesar de o futebol continuar sendo um pilar essencial dos negócios da Topper – líder na venda de tênis e chuteiras para o esporte, com 20% de participação de mercado -, o objetivo é expandir a marca para outros segmentos. O motivo é simples: os tênis para futebol significam apenas 5% das vendas do mercado de calçados esportivos no Brasil, que movimentou 2,2 bilhões de reais em 2008. Ao mesmo tempo, o segmento de corrida, o que mais cresce no país, responde por 35%. “Não podíamos ficar restritos a um nicho de mercado, precisávamos crescer em direção a outros esportes”, diz Beer. Para avançar, era necessário desconstruir a velha marca, calcada num logotipo com um T estilizado, desenhado na década de 80. “A Topper era uma marca antiga, com pé no passado e que não passava a ideia de inovação, atributo fundamental para o esporte”, diz Ana Couto, designer responsável pelo novo desenho do logo e pela tipologia do nome. A marca passou a investir também em produtos mais tecnológicos, como a chuteira One Professional, feita de couro de canguru, usada pelo goleiro Marcos, do Palmeiras, e o tênis Royal, do tenista Thomaz Belucci, primeiro colocado no ranking brasileiro. Em sua primeira loja em São Paulo, inaugurada recentemente, a Topper vende também roupas para ginástica e tênis femininos.

Reformular uma marca com décadas de tradição é um movimento que exige certos cuidados – um dos maiores riscos, por exemplo, é perder os antigos consumidores sem conquistar os novos. Na década de 90, a marca alemã Puma, espremida por uma dívida de 100 milhões de dólares, quase dez anos de prejuízos e contínuas perdas de participação de mercado, estabeleceu uma espécie de modelo para outras empresas que tentavam se aventurar nesse caminho. A marca adotou uma estratégia que misturava esporte com moda. Ao mesmo tempo que encomendava suas coleções a estilistas de vanguarda, como os britânicos Alexander McQueen e Hussei Chalayan, a Puma estreitou laços com equipes de futebol, atletismo e outros esportes, como automobilismo, desenvolvendo produtos exclusivos e de alto desempenho – entre os patrocinados pela Puma estão a Seleção Italiana de Futebol e a equipe Ferrari de Fórmula 1. A bem-sucedida fórmula rendeu à Puma a terceira colocação entre as maiores marcas globais de artigos esportivos, atrás apenas de Nike e Adidas. “Uma mudança de posicionamento radical leva tempo e inclui variações de percepção e imagem, que devem ser acompanhadas de uma série de ações muito coerentes”, diz Alejandro Pinedo, diretor do escritório brasileiro da consultoria internacional de avaliação de marcas Interbrand.

Assim como a Puma fez no passado, a Topper tenta realizar as mudanças sem, no entanto, abrir mão de suas qualidades e dos consumidores tradicionais. O que não significa que o novo posicionamento da marca esteja sendo bem-aceito por todos. Logo que foi anunciada, no início do ano, a mudança de seu logotipo provocou uma chuva de protestos na internet – um deles, postado em um blog de colecionadores de camisas de times de futebol, diz que a nova marca “é boa para uma loja de sungas”. Especialistas em reestruturação de marcas, porém, alegam que esse tipo de reação é natural e que mudanças como as adotadas pela Alpargatas demoram pelo menos cinco anos para se consolidar e render resultados. No caso da Topper, a experiência faz parte de um movimento abrangente, que tem como objetivo criar uma marca internacional com atuação na América Latina, gerida a partir do Brasil. O projeto de reformulação da marca surgiu em meio ao processo de fusão entre as operações da Alpargatas no Brasil e na Argentina, em 2007. As duas empresas, que tiveram um passado remoto comum, cresceram e se desenvolveram isoladamente em seus mercados e, ao atuar juntas, apresentavam perfis distintos. Ambas tinham, por exemplo, a marca Topper. No entanto, enquanto no Brasil a marca era focada basicamente em futebol, na Argentina tinha uma vasta linha de calçados destinados a vários esportes (há até modelos para rúgbi, por exemplo). Líder em seu país, a Topper argentina tem hoje 32% de participação de mercado e forte presença no Chile. “Decidimos aproveitar essa vantagem e unificar as operações em torno de uma única marca, modernizada e com apelo regional para a América Latina”, diz Beer.

Em sua nova encarnação no mercado brasileiro, a Topper enfrentará um duplo confronto. Por um lado, terá de crescer em segmentos dominados por grandes marcas globais. Por outro, precisará enfrentar um concorrente nacional robusto, a Olympikus, que tem contrato de patrocínio com o Comitê Olímpico Brasileiro. A estratégia da Alpargatas – dona também das marcas esportivas Mizuno, Timberland e Rainha – é posicionar a marca um degrau abaixo das marcas de alta performance, com preços agressivos. Com isso, sua chuteira mais sofisticada, a de couro de canguru, custa 299 reais, de 200 a 300 reais menos do que as concorrentes. Os tênis de corrida, por sua vez, estão numa faixa de 150 a 170 reais, cerca de 100 reais menos do que os similares de outras marcas. Para atrair novos consumidores, a empresa está investindo numa agressiva campanha viral com blogueiros na internet e nas academias de ginástica das principais capitais brasileiras. “Mais do que apostar em patrocínios caros e contratação de celebridades, queremos atrair a atenção dos consumidores nos lugares onde eles estão”, diz José Eustachio, sócio da agência Talent, responsável pela campanha. A sorte também tem dado sua contribuição – basta conferir a foto de Kleber Pereira com a bola. 

– Contra a Pepsico, lojas da Pringles!

A Procter & Gamble anunciou que quer dobrar sua participação no mercado de batatas fritas no Brasil. Hoje ela detem 8,7%, através da batata em lata Pringles, contra 72% da Rufles + batata em lata da Elma Chips. Para isso, ela abrirá lojas temáticas Pringles Shop, onde haverá games, brincadeiras, espaço de degustação e uma gama muito grande de produtos.

Para os “gulosos”, essa loja deve ser um perigo!