– Apagão parcial do Speedy, e mesmo assim a Telefonica nega

Se você é usuário de banda larga pelo Speedy da Telefonica, percebeu que apagões parciais no sistema ocorreram nesses dias. Particularmente, fiquei a tarde toda sem o Speedy no meu local de trabalho, e os telefones de suportes todos congestionados. Quando consegui um atendente, ouvi a informação de que era uma falha momentânea, devido a manutenção na linha. Pois bem: era mais um apagão como o ocorrido no ano passado. Para variar, a Telefonica mente… 

E os prejuízos de quem é obrigado a ter Speedy para se conectar, como ficam?

Extraído de: http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2009/04/07/imprensa27294.shtml

Speedy apresenta problemas de conexão e navegação; Telefónica nega

Redação Portal IMPRENSA

O serviço de Internet de banda larga Speedy, da Telefónica, apresenta problema de conexão e navegação na capital e diversas regiões do estado de São Paulo desde a noite da última segunda-feira (6). Cerca de 170 mil usuários do serviço foram afetados, de acordo com dados da àrea de relacionamento de empresas da Telefónica.

Segundo informa o Portal UOL, que entrou em contato com o serviço de atendimento ao assinante Speedy, a assessoria de imprensa da Telefónica informou através de nota que não existe problema generalizado para o acesso ao serviço. “Existe a possibilidade da ocorrência de anormalidades pontuais, que podem ser consideradas normais no dia-a-dia do serviço de banda larga da Telefônica”, diz o comunicado.

No último dia 5 do mês março, o serviço sofreu uma falha técnica e tanto a navegação, quanto o acesso foram afetados. Diante dos protestos, a Telefónica informou que faria os reparos necessários para sanar o problema.

O portal UOL informa que usuários ainda registram queixas de dificuldade de acesso.

E até o nosso vizinho itupevense, o Izzo do Jornal, está sofrendo com o Speedy. Olha o desabafo:

Telefonica deixa cliente 6 dias sem Speedy

por Helio Lunardi

O jornalista Luiz Carlos Izzo registrou, nesta segunda-feira, queixa da empresa Telefonica pelo fato de estar, há 6 dias, sem conexão Speedy. A reclamação foi feita no site reclame aqui (www.reclameaqui.com.br) e segundo relato vem causando inúmeros problemas, principalmente na questão de atualização de endereço eletrônico.Segundo histórico, devidamente apresentado por meio de ‘protocolos’ o profissional explana sua total indignação com a empresa, por estar sem o serviço Speedy já há 6 dias, sem que haja solução por parte da Telefonica. Acompanhe sua reclamação.

‘Há 6 dias fiquei sem conexão speedy (Telefonica) e fiz uma solicitação de reparo, por parte da empresa responsável. Após todos os testes possíveis, realizados pelo suporte técnico deles, a resposta do atendente foi que o problema era externo e que eu teria que aguardar até 72 horas para que um técnico comparecesse ao local para reparo.

Fato é que hoje, passados 6 dias, esse tal de técnico ainda não chegou. Nesse período, muito descaso, horas e horas de espera na linha para falar com muitos atendentes: João, Luiz, Marcelo, Andréia, Cristina, Rafael, etc, etc, etc… Muitos foram os atendentes que me atenderam, porém, meu problema até o momento não foi solucionado. A promessa foi que ontem (domingo) o técnico chegaria. Ficamos no local, perdemos o domingo e o tal técnico não veio. Um absurdo.

Percebendo que o técnico, mais uma vez, não viria, solicitei ao atendente que me encaminhasse à Supervisão. Falei com Cristina que me atendeu muito bem. Mais uma vez, promessas!! “O tal técnico viria na segunda (HOJE)… e mais uma vez ele não apareceu!! Um absurdo!

Só promessas!!! Tenho vários números de protocolos de atendimento e, segundo a própria empresa, toda ligação é gravada. Então, basta dar um replay para ver que essa minha reclamação procede! é mesmo um absurdo,… descaso com o cliente!!! O que será que vou precisar fazer para que a Telefonica resolva meu problema???? Acorda Telefonica!!! Estou esperando contatos e, principalmente, SOLUÇÃO para meu problema! Vou reclamar em todos os sites que eu encontrar, e também meios de comunicação, pois não podemos nos calar frente a tamanha falta de respeito para com o consumidor!!! Estou aguardando!!!!’

 

– Hábitos Saudáveis para Professores

Compartilho com os colegas este importante material sobre a saúde dos professores, publicado na Folha de São Paulo.

Extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/classificados/empregos/ult1671u437179.shtml

 

Rouquidão afeta a maior parte das professoras

 
por IGOR GIANNASI (colaboração para a Folha de S.Paulo)

Chega sexta-feira e a professora de inglês Sônia Ferreira, que dá aula há 15 anos, percebe que a sua voz não é mais a mesma. A sensação de falar “mais grosso” é comum após uma semana dividida entre um colégio e uma escola de idiomas.
As alterações vocais são rotina para boa parte das professoras, indica um estudo realizado em conjunto pela UFBA (Universidade Federal da Bahia) e pela UEFS (Universidade Estadual de Feira de Santana), publicado em junho.
Das 747 professoras da rede municipal de ensino de Vitória da Conquista (BA) entrevistadas, 59,2% sentiram rouquidão nos seis meses anteriores.

Foi constatado ainda que 12,9% das professoras já haviam desenvolvido nódulos (popularmente chamados de calos) nas cordas vocais.

As complicações de voz encontradas no estudo são representativas do que acontece entre as docentes no país, segundo Eduardo Reis, professor do Departamento de Medicina Preventiva da UFBA.

Para ele, isso prejudica não só a saúde mas também o desempenho do profissional. “Se o instrumento de trabalho está ruim, o trabalho também está.”

Classes lotadas e barulhos externos contribuem para que o profissional exceda o uso da voz. “É comum o professor competir com o ruído da escola”, diz a fonoaudióloga Carolina Fanaro Damato, presidente da comissão de divulgação do Conselho Regional de Fonoaudiologia de São Paulo.

Novos hábitos

A professora de inglês Sônia Ferreira começou recentemente um tratamento fonoaudiológico. “Agora presto atenção no que estou fazendo com a minha voz”, diz ela, que tenta não falar alto e bebe líquidos na aula.

Essa consciência, porém, não é comum entre os docentes, aponta Leslie Piccolotto Ferreira, professora do Departamento de Fundamentos da Fonoaudiologia da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

“O professor é um dos profissionais que mais demoram a procurar tratamento. Acha que é natural estar daquele jeito”, observa a fonoaudióloga.