– Empreendedorismo: o sucesso do ex-caseiro gaúcho

Compartilho um case interessante, onde um ex-caseiro gaúcho tornou-se um empresário de sucesso, através de práticas empreendedoras.

Extraído do “Blog das Pequenas e Médias Empresas”

(http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0018/ele-esta-sempre-alerta-451505.html)

Ele está sempre alerta

O ex-caseiro Cesar Folle enxergou espaço para crescer com uma empresa de serviços para condomínios, a Top Service. Ele vendeu o negócio – e já montou um novo, que tem a própria Top Service como cliente

Por Arlete Lorini – Portal EXAME  

Grande parte do patrimônio inicial da Top Service, empresa gaúcha de manutenção predial, se esvaiu apenas dez dias após sua inauguração, em dezembro de 1995. O fundador, Cesar Folle, hoje com 35 anos, estava fora quando dois ladrões entraram na sede da empresa – que era também sua casa. Eles trancaram seu irmão e seu sócio no banheiro e levaram um computador, um fax e um telefone. Pode parecer pouco para muitas empresas, mesmo as pequenas. Mas não para a Top Service. Folle havia deixado um emprego de auxiliar administrativo e os bicos de caseiro e apostado todas as economias – 2 500 reais – na criação do negócio com um amigo de infância. “Meu sócio quase desistiu”, diz Folle. “Eu insisti para continuarmos. Já tinha pedido demissão, era tudo ou nada.”

Aos poucos, a persistência deu resultado. Em 2007, a Top Service faturava 60 milhões de reais ao ano, empregava 2 700 pessoas e atendia grandes clientes, como GM e Gerdau. O negócio despertou o interesse do fundo de investimento GP, ao qual Folle e seu sócio acabaram vendendo a empresa.

Ao deixar o comando da Top Service, Folle ouviu mãe, tios e amigos dizerem que devia se aposentar. “Eles falavam que era hora de relaxar e curtir a vida”, diz. Folle ignorou as recomendações e continuou a empreender. Ainda em 2007, pegou parte do dinheiro da venda da Top Service e começou outro negócio – a BR Supply, que fornece suprimentos a empresas, como computadores, material de escritório e produtos de limpeza.

Empreender é um impulso antigo para Folle. “Meu sonho de infância era ter uma empresa com 100 funcionários”, diz. Nascido em Iraí, no interior gaúcho, filho de uma auxiliar de limpeza e de um vigilante bancário, Folle começou a trabalhar cedo, comprando maçãs na praça central e revendendo-as pelo dobro do preço de porta em porta. Também fazia cobranças para lojas e farmácias.

Aos 18 anos, foi para Porto Alegre prestar serviço militar. Ganhava dois salários mínimos, quatro vezes o que tirava antes. Com a morte do pai, abandonou o Exército e voltou para perto da família. Meses depois, conseguiu trabalho de auxiliar administrativo numa empresa de São Leopoldo, na região metropolitana da capital. Achou que era a hora, novamente, de deixar a casa da mãe.


Outros números, mesmos clientes

Nos fins de semana, fazia bicos de caseiro. Folle reparou que os proprietários se descuidavam de seus quintais e que, embora às vezes até contratassem jardineiros, não tinham quem fizesse uma manutenção regular. A partir daí, a Top Service foi tomando forma. “Achei que poderia dar um jeito naquelas plantas e ganhar um bom dinheiro com isso”, diz Folle. Para ele, a ideia tinha a vantagem de ser muito simples – não exigia estudo acadêmico, conhecimentos aprofundados nem grandes investimentos. Para criar a empresa, convidou um amigo, Eduardo Fleischhauer, hoje com 34 anos.

O começo foi difícil. “Às vezes, minha mãe me mandava dinheiro para comprar comida”, diz. A situação só melhorou seis meses depois, quando a Top Service foi contratada para fazer a limpeza de um grande condomínio. Mas a chance de crescer para valer apareceu em 1997. Um dia, o telefone tocou. Era um funcionário da filial gaúcha da GM, que precisava de alguém para aparar a grama dos arredores da fábrica e servir cafezinho nas reuniões. Embora a Top Service nunca tivesse servido cafezinho na vida, Folle topou na hora a proposta. Ele soube depois que a GM havia chegado à Top Service pela lista telefônica. “Publiquei o maior anúncio possível para parecer que éramos grandes”, diz.

Três anos depois, a GM abriu uma licitação para limpeza fabril. “Não sabia nem que tipo de limpeza era aquela, mas queria fazer”, diz Folle, que contratou um executivo de uma multinacional que prestava serviços para grandes empresas. Ele ensinou a Folle os métodos usados naquele tipo de tarefa e o ajudou a montar uma proposta. A Top Service venceu a concorrência. Trabalhar para a GM atraiu outros clientes grandes. Naquele ano, as receitas cresceram 300%. 

Em 2007, quando a Top Service faturava 60 milhões de reais ao ano, o GP fez a proposta de compra. Segundo Folle, a empresa estava bem financeiramente, mas enfrentava um dilema – os sócios tinham estilos diferentes. “Folle sempre gostou de correr mais riscos que eu”, diz Fleischhauer, que achava que a Top Service não tinha fôlego para deixar de ser uma empresa regional. Já Folle queria acelerar a expansão para outros estados. “Ou crescíamos e acompanhávamos as necessidades dos clientes ou no médio prazo não conseguiríamos nem sobreviver”, diz Folle. Os dois concluíram que era melhor vender.

A negociação com o GP levou oito meses. Folle vacilou em alguns momentos. Ele e seu sócio chegaram a precisar de orientação de um coaching, que os ajudou a se desprender psicologicamente da empresa. O negócio foi fechado em 38,5 milhões de reais, bem mais que a proposta inicial. Folle ficou com os imóveis, que foram alugados à própria Top Service. Ficou ainda com a estrutura do departamento de vendas de produtos da empresa, que daria origem à BR Supply.

A partir de então, os amigos tomaram rumos diferentes. Fleischhauer adquiriu franquias da lavanderia 5àSec, da rede de enxoval MMartan e da operadora de celular TIM. Folle guardou parte do dinheiro e investiu um terço dele na criação da BR Supply.

O modelo de negócios da BR Supply consiste em fornecer o maior número possível de suprimentos às empresas – são 4 000 itens, que vão de material de escritório e produtos de limpeza a notebooks, automóveis e lanches. A companhia também monta lojas nas instalações de alguns clientes, que pagam apenas pelo consumo. Como a BR Supply nasceu do departamento de vendas de produtos da Top Service, ela partiu de uma carteira de 40 clientes. Por isso, em 2008, a empresa já faturou 15 milhões de reais. Hoje a lista tem, além da Top Service, outros velhos conhecidos, como Gerdau e Marcopolo.

Na nova empreitada, Folle tem desafios pela frente. Um dos mais importantes é a concorrência. “O setor de suprimentos está saturado”, diz Ernani Araujo, sócio da AnFreixo, de São Paulo, que fornece adesivos, ferramentas e equipamentos de segurança a grandes empresas. Folle acredita que a chave para superar esse obstáculo é sua ampla oferta de produtos e serviços. “Poupamos o cliente do trabalho de lidar com muitos fornecedores”, diz. “Se alguém precisar de um trator, eu compro um e alugo para ele.” Ocorre que essa aposta na variedade também pode trazer problemas. “O grande risco é perder o foco”, diz Marcus Regueira, do fundo de investimento Fir Capital. Folle acha que vai dar tudo certo, e prevê faturamento de 150 milhões de reais em cinco anos. Para alcançar essa meta, está negociando um aporte de capital com dois fundos.

Folle está tendo de conciliar toda essa rotina empresarial com compromissos pessoais também intensos. Nos últimos tempos, tem alimentado a expectativa de como vai ser a vida com sua primeira filha, Julia. Também continua próximo dos amigos do interior – já pagou até a faculdade de um deles. Para a mãe, comprou um apartamento no único edifício com elevador da cidade de Iraí. Para ele próprio, comprou uma cobertura que enfeitou com algumas plantas – nada que lembre os jardins que a Top Service cuidava. “Nunca gostei de cortar gramas”

– A Gripe a a Bola

Uma inocente pergunta: se as equipes mexicanas que disputam a Taça Libertadores da América passarem para as Oitavas de Final, onde elas jogarão, já que a recomendação é para não viajar ao México?

O mais simplista poderá dizer que é fácil: muda-se o mando, e os times jogam na Costa Rica ou Guatemala.

O problema não é tão simples. E o isolamento dos residentes em área de contagio, como fica? Daqui a pouco, os jogadores terão que jogar de máscara e não poderão encostar nos adversários, já que o contato físico é uma das formas de transmissão dessa gripe mexicana que assusta o mundo.

Creio que nesse momento os dirigentes da Conmebol estão torcendo para a não-classificação de mexicanos… Seria um problema a menos para se discutir!

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,gripe-suina-cancela-partidas-de-futebol-no-mexico,361398,0.htm

Gripe suína cancela partidas de futebol no México

CIDADE DO MÉXICO – Os temores sobre a gripe suína no México atingiram o futebol. Nesta segunda-feira, a Confederação de Futebol da América Central, América do Norte e Caribe (Concacaf) anunciou o cancelamento de seu campeonato sub-17 de seleções.
A competição, disputada na cidade de Tijuana, estava na semifinal. Os confrontos entre Costa Rica, Honduras, México e Estados Unidos estavam marcados para quarta-feira.
A Concacaf também anunciou que a partida de volta da final de sua Liga dos Campeões, entre os mexicanos Cruz Azul e Atlante, foi adiada por duas semanas, para o dia 12 de maio.
Segundo a entidade, as atitudes visam a assegurar a saúde de jogadores, funcionários e torcedores. O governo mexicano já anunciou o fechamento de escolas em todo o país.

– O Ranking das Escolas, segundo o Enem

E saiu o resultado do Enem. Para a surpresa de muitos, os melhores colégios do país não estão em SP. Em contrapartida, já era esperado que as escolas particulares estivessem na ponta.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u557685.shtml

Veja, abaixo, o ranking das escolas e em que posição a sua instituição se encontra:

Para ter acesso ao ranking, clique em:

 http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/04/28/enem-ranking.pdf

Quase 90% das escolas públicas têm nota abaixo da média no Enem

Das 26 mil escolas que foram avaliadas pelo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), 74% obteve nota abaixo da média nacional que foi de 50,52 pontos. Na rede pública, o índice de estabelecimentos com resultado inferior à média chega a 89%. O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) divulgou nesta terça-feira os resultados por estabelecimento de ensino em 2008.

Mais uma vez, foram as particulares que conquistaram os melhores resultados no exame. Das 20 melhores escolas, 15 são particulares e a maioria se concentra na Região Sudeste. Outras 6 mil escolas ficaram sem conceito porque tiveram número insuficiente de alunos participantes.

Pelo segundo ano consecutivo, o campeão do Enem foi o Colégio São Bento, do Rio de Janeiro. A média total obtida pela escola – incluindo a prova objetiva e a redação com correção de participação – foi de 80,58 pontos, em uma escala que vai de 0 a 100. São 30 pontos a mais do que a média nacional divulgada em novembro pelo Inep. Administrado por padres beneditinos, o colégio só recebe alunos do sexo masculino. A mensalidade para o ensino médio varia de R$ 1.616 a R$ 1.752.

Entre as escolas públicas, o melhor resultado ficou com o Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais. A média obtida pelos alunos foi de 76,66 pontos, o terceiro melhor resultado no ranking geral.

– Lei da Mamografia: ótima, mas não será cumprida.

É uma pena. A Lei que permite às mulheres com mais de 40 anos ter acesso gratuíto aos exames para a detecção do Câncer de Mama entra em vigor hoje. Entretanto, segundo o Instituto Nacional do Câncer, “houve erro na elaboração e interpretação da lei e sua praticabilidade irá demorar mais um pouco”.

É por essas coisas que se critica não a burocracia, mas o burocratismo… A lei vigora a partir desta quarta, mas não funcionará, devido a redação do texto.

Extraído (embora vencido) de: http://correio24horas.globo.com/noticias/noticia.asp?codigo=24782&mdl=27

Ministério anuncia investimento de R$ 94 milhões para a saúde da mulher

O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (28) que irá investir R$ 94 milhões na realização de exames papanicolau e mamografias nos próximos três anos. A estimativa é que o número de exames papanicolau aumente em média 6,6% e as mamografias aumentem 24,6%, em relação a 2008.

Os recursos serão coordenados pelo Programa Nacional de Controle do Câncer do Colo do Útero e de Mama que irá destinar R$ 85 milhões para procedimentos contra o câncer de mama e R$ 9 milhões no combate ao câncer no colo do útero.

Com o valor, o ministério estima que sejam realizados, até o ano de 2011, 1,3 milhão de exames papanicolau e 1,8 milhão de mamografias a mais do que no ano passado.

Outra medida anunciada foi a criação do Sistema de Informação do Controle do Câncer de Mama (Sismama) que poderá ser acessado a partir de junho desse ano. Com a nova ferramenta, o ministério terá acesso ao nome e à idade de pacientes, local de realização do exame e o tempo de espera e estágio do tumor.

O objetivo do banco de dados é gerenciar as ações de rastreamento de câncer e o monitoramento dos procedimentos em relação à doença em todo o país para que possam ser planejados o uso de recursos e a oferta de serviços. As Secretarias Estaduais de Saúde deverão informar os dados referentes aos pacientes até o 15º dia de cada mês, na página eletrônica do ministério.

Segundo o ministério, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) já realizou o treinamento de profissionais de todo o país para o uso do novo sistema.

– Quando a Arbitragem é a atração na Rodada (mesmo não sendo)

O Futebol é o esporte mais popular do planeta devido, talvez, ao fator POLÊMICA. A boa e a má fase de equipes dá audiência, e se diga ao mesmo para a arbitragem. Assim como um jogador praticamente ganha um jogo sozinho em alguma atuação memorável, na rodada seguinte ele pode ser eleito o “pereba” do jogo. Árbitro também! Pode arrebentar em um jogo e na partida seguinte “ser arrebentado”. A questão é: justa ou injustamente.

Na final entre Ceará X Fortaleza, Carlos Eugênio Simon deu um pênalty reclamado por todos como inexistente. O zagueiro depois diz que “tocou sim no jogador, mas que foi sem intenção”… Ora, então foi imprudência, cara-pálida, aprenda a regra!

Entre Santos X Corinthians, houve reclamações de impedimentos inexistentes do lado do amigo e bom assistente Everson Luchessi, contra o Santos. Ora, o Kleber Pereira ficou o jogo inteiro impedido, e nos lances duvidosos, em distâncias de poucos centímetros, em lances de extrema dificuldade, os comentaristas dizem: “Errou! Estava em condição e o bandeira errou!” E afirmam estufando o peito… Ora, lá dentro de campo é outra coisa…

No Cruzeiro X Atlético, ouvindo um programa esportivo, houve o comentário de que Paulo César de Oliveira errou ao não advertir o atacante Kléber Gladiador, pois o cruzeirense houvera provocado o Atlético comemorando o seu gol imitando um galo… Tenha dó! Criticar a arbitragem por esse fato é covardia ou má vontade!

No fundo, quando está tudo sobre controle, haverá um espírito de porco querendo polemizar. Arranjar “pêlo em ovo”, ou motivos para contrariar o trabalho de outrém. Dos pontos positivos ninguém se lembra. Dos acertos do jogo, esqueça-se. Afinal, tudo isso é obrigação. Mas ter tolerância com os erros (quando eles existem), é importante. Não é só respeito, mas profissionalismo por parte de quem está na mídia.

E já que este post é “arbitragem como atração”, nesta quarta e quinta-feira o futebol terá muitas: destaque para o interessantíssimo Colo-Colo X Palmeiras com Carlo Torres, que está em ótima fase, e o nosso amigo Seneme na Bombonera, no Boca Jrs X Tachira. Além do Paulo césar, ostentando a boa arbitragem brasileira na Libertadores.

A torcida para a boa arbitragem é constante e sincera. Boa sorte aos amigos que atuarão nesta rodada, pois divulgam nossa nobre e difícil carreira.

– Mudanças no Comércio Local

Mudanças a vista: segundo Ricardo Diniz, presidente da Associação Comercial de Jundiaí, o horário do comércio da cidade mudará. Durante a semana, das 09:00 às 18:00h, e aos sábados, das 09:00 às 16:00h. Nos sábados posteriores ao dia 05, o horário se estenderá até as 18:00h.

São mudanças que visam uma melhora no comércio para aumento de vendas. Mas… será que é o horário que assusta muitas vezes o consumidor do Centro, ou outras causas? A primeira: falta de vagas para estacionar em ruas estreitas e estacionamentos pagos caros; a segunda: roubo de veículos. Se assalta todo dia, em diversos (e conhecidos) trechos, e ninguém faz nada!

De repente, o problema não é o horário: é a insegurança.

– Dando o braço a torcer

Erros e Acertos são comuns a todos os seres mortais. Ninguém é perfeitamente certo, nem perfeitamente errado. Então vamos lá: Dentro do governo Lula, e essa é a minha impressão de eleitor que não votou nele, em meio a esse pico de popularidade do nosso mestre-guia, apenas uma simplória análise:

ERROS

– Crise do Mensalão: Lula estava no meio da crise junto com o PT; nada fez de concreto para apuração e sua popularidade se manteve;

– Crise do José Dirceu: idem;

– Crise do Waldomiro Diniz e José Genuíno: idem;

– Queda do Palocci e o caseiro Francileudo: idem;

– Defesa do Fumo, onde acendeu em público uma cigarrilha: idem.

– Insistir no bolsa-família ao invés de programa de sustentabilidade (chega de assistencialismo demagogo, o que vale é emprego e perenidade): idem.

ACERTOS:

– Redução do IPI para carros, material de construção e linha branca: muito bem quista por todos;

– Fim do radicalismo demonstrado nos anos 80.

Se for ser contra o governo, poderia-se dizer que esses acertos também seriam erros, pois demorou-se para reduzir os juros, além de que essa queda do IPI é provisória; outros, ainda, citarão que Lula tornou-se contraditório, pois quem batia no FMI agora empresta dinheiro a ele.

Sinceramente, acredito que o presidente está colhendo os louros de uma preparação anterior ao seu governo, pois enquanto o segundo mandato de FHC sofreu em meio a crises, a economia se preparava para o período posterior, colhido pelo próprio Lula.

Mas tenho que dar braço a torcer: a frase do presidente imortalizada pela banda Paralamas do Sucesso (nos anos 90), nestes tempos de crise de imagem do Congresso Nacional, se fazem cada vez mais verdadeiras e atuais: Luiz Inácio falou, Luiz Inácio avisou: há 300 picaretas com anel de doutor”…

Tenho curiosidade sobre o legado dos presidentes FHC e LULA a ser lembrado pelas gerações futuras: O primeiro responsável pela globalização do termo desenvolvimento sustentável e pai do Plano Real; o segundo pelo assistencialismo aos pobres e reafirmação da política econômica anterior. De repente, poderão ser imortalizados como 2 grandes presidentes da história, mesmo de ideologias diferentes mas de sucesso complementar.