– A troca de emprego

Pessoal, há poucos dias conversávamos em sala de aula sobre a situação abordada abaixo, por Max Gehringer.O renomado colunista fala sobre a troca de emprego: empresas que cobrem ofertas e o que fazer se é evitável a mudança. Texto interessantíssimo, que compartilho a seguir:
(Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI14514-15230,00-QUANDO+A+EMPRESA+COBRE+A+SUA+OFERTA.html)

 

Quando a empresa cobre a sua oferta

PALAVRA DA SEMANA: TREMA. Do grego trêma, “buraco”, usado também para se referir aos pontos de um dado. Com a aprovação do novo acordo ortográfico, o trema fez jus a seu sentido milenar, e foi para o buraco. É o réquiem dos pingos gêmeos em uma palavra que sonoramente parece onomatopaica, mas que visualmente é de uma beleza nórdica – qüinqüênio.
Depois de passar quatro anos na mesma função – analista –, recebi uma proposta de uma grande empresa para ganhar 35% a mais. Imediatamente, minha empresa cobriu a proposta. Estou em dúvida. – F.C.

Deixe que o quesito “oportunidades futuras” decida por você. Sua empresa atual precisou tomar o susto de perdê-la para reconhecer que você merecia ganhar mais. Se você ficar, é bem provável que a situação se repita. Porque, na visão de empresas que só concedem reajustes quando são forçadas a fazê-lo, um aumento de 35% será mais que suficiente para deixá-la feliz por outros quatro anos. Se a grande empresa possui um plano de carreira para curto e médio prazo, a opção de mudar seria melhor.

Tenho um currículo excelente, tanto que sou chamado para muitas entrevistas. Mas nunca consigo chegar à fase final dos processos. Nos últimos dez meses, acumulei cerca de 30 frustrações. O que está me faltando? – E.J.

De fato, tecnicamente falando, seu currículo é diferenciado. É possível que você esteja derrapando num pormenor vital: a habilidade para convencer os entrevistadores de que você será tão bom como colega de trabalho quanto é como técnico. Por exemplo, você pode ter um tom de voz agressivo. Ou não consegue ser tão claro ao falar. Ou talvez seja inibido. Minha sugestão – não só para você, como para qualquer profissional, de qualquer idade – é um curso de expressão verbal. Mesmo para quem imagina que se comunica bem, o curso será útil como aperfeiçoamento, devido a sua curta duração – normalmente, 12 horas – e ao conteúdo prático das aulas.

Qual é sua avaliação sobre uma carreira em Biblioteconomia? – S.M.

Pelas informações disponíveis – e que são bem poucas –, o maior número de vagas está sendo oferecido através de concursos públicos. Mas eu sugiro que você faça, paralelamente, um curso de Ciência da Computação. A internet é a maior biblioteca do mundo, e só vai aumentar de tamanho e de importância nos próximos anos.

Se a empresa só concedeu reajuste porque foi forçada,
é provável que o próximo aumento demore
Sou formado em Relações Internacionais (R.I.) há dois anos e não consigo emprego em minha área… – S.P.R.

Mesmo correndo o risco de ser corrigido pelas instituições que oferecem o curso, R.I. provê uma formação genérica (com uma grade curricular que inclui Direito, Economia, Estatística, Sociologia, História e Política). Enfatizo que “genérico” significa “não-especializado”, ou seja, permite ao candidato se capacitar a vagas em qualquer setor administrativo da empresa. Em função disso, a competição acaba se dando com formandos em Administração, também um curso genérico. A diferença é que, por exemplo, uma vaga de assistente de crédito e cobrança é vista por um administrador como compatível com sua formação, enquanto quem se forma em R.I. não enxerga essa eqüidade funcional. Esse é o problema: ao buscar vagas específicas para bacharéis em R.I., os jovens descobrem que elas inexistem na maioria das empresas privadas. Por isso, a opção preferida por eles tem sido os concursos públicos.

Um MBA é indicado para quem deseja subir de cargo ou para quem já exerce uma função gerencial? – H.L.

As duas coisas. Só não é indicado para quem acaba de terminar a faculdade e ainda não adquiriu suficiente experiência profissional. Nesse caso, o jovem teria o título, mas não conseguiria absorver o que o MBA oferece de melhor, o enfoque prático e a troca de informações.

Tenho 33 anos, trabalho em vendas e ganho bem. Mas penso em ser psiquiatra… – M.D.

Deve haver alguma razão por trás dessa idéia. O curso o ajudará a descobri-la.

 

 

– Aspectos Comportamentais da Adolescência

Cada vez mais, vemos o termo “aborrescentes” ou “anjolescentes” sendo utilizados pelos pais, a fim de distinguir os jovens mais rebeldes dos mais afáveis.

Assim, lendo um interessante material da psicóloga Elaine Ribeiro, a respeito das características dessa fase e a abordagem do tema “rebeldia”. Muito didático, e compartilho com os amigos:

Aspectos comportamentais da adolescência

A rebeldia surge pela evolução do pensamento

Adolescência significa “fazer–se homem/mulher, crescer na maturidade”. Etapa de vida marcada por desequilíbrios e instabilidades extremas: de momentos de euforia, de reclusão, audácia e timidez, passividade ou urgência, mudanças rápidas de interesse por um assunto, seguidas ou ao mesmo tempo de conflitos afetivos, crises religiosas (não ter religião ou ser fervoroso em sua crença), dúvidas, contradições e revoltas intelectuais, sociais e filosóficas, ou condutas sexuais adequadas ou não à sua idade.

 

O exagero em intensidade ou a persistência desses fenômenos é que, ao longo do tempo, configuram um comportamento normal ou não.

 

É notório que os traços físicos são mais marcantes e evidentes nas mulheres e até mesmo mais rápidos do que nos homens. As diferenças de reação para cada uma dessas situações na adolescência é praticamente única para cada jovem, inclusive entre irmãs na mesma família.

 

Imagine um corpo de mulher que muitas vezes não é maduro o suficiente do ponto de vista psicológico; assim, acontece com muitas jovens. Socialmente, exigem-se posturas de mulher, padrões de beleza, de sexualidade precoce.

 

Vivendo essa crise de identidade, a jovem pouco preparada ou acolhida em suas relações sociais é facilmente induzida a comportamentos e escolhas erradas quando falamos em namoro, atitudes agressivas ou rebeldes.

A rebeldia surge pela evolução do pensamento: ser crítica, analisar, saber os porquês, sair à frente, faz com que a jovem questione a autoridade presente (pais, professores, o grupo ao qual pertence). Um ‘não’ como resposta já não é suficiente. Por outro lado, a timidez ou a baixa estima de si leva-a a buscar soluções extremas: aderir a grupos radicais, usar drogas, adotar atitudes agressivas, ter posturas induzidas (pela TV, pelo grupinho, pelo modismo) para que “seja aceita” socialmente. A urgência das jovens, muitas vezes, levam-nas a querer viver tudo rápida e intensivamente, sem espaço para a espera ou julgamento.

 

Namorar ou “ficar” pode vir simplesmente pela carência encontrada na família. Muitas ações são feitas muito mais pela imitação do que pela adaptação e pela avaliação crítica e consequente das ações que ela toma: um namoro mal escolhido, uma relação sexual precoce, uma revolta contra os pais, dentre outras. O afeto familiar é importante para que adolescentes sejam mais adaptáveis e menos agressivas, assim como os grupos dos quais participam na sociedade. A religiosidade é importante tanto como grupo quanto como direção das condutas de uma jovem. A evolução da infância para a vida adulta é importante e deve ser vista com respeito: reconhecer, acolher e apoiar seus medos, ajudá-la no discernimento, fazer com que pense no coletivo e não apenas de forma egoísta e individual.

 

Com esse apoio a jovem terá mais segurança para tomadas de decisão, obterá melhores resultados nas suas investidas, sofrerá menos frustrações e passará pela transição à vida adulta com muito mais equilíbrio comportamental.

 

É o ensinamento que pais, educadores e todos aqueles que convivem com jovens podem dar: o uso da liberdade vinculado à responsabilidade.

 

 

 

Elaine Ribeiro – Psicológa
elaineribeiro@hotmail.com

– Time reembolsa torcida por derrota em campo

Se a moda pega, muitas equipes vão falir no nosso Brasil. No Campeonato Alemão, o tradicional Energie Cottbus sofreu uma goleada do Shalke 04. Envergonhada, a diretoria do time anunciou que vai reembolsar os torcedores, devido ao mau futebol apresentado pelo time:

E não é mentira, leia abaixo:

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,time-alemao-devolvera-valor-do-ingresso-para-torcida,357402,0.htm

Time alemão devolverá valor do ingresso para torcida

Diretoria do Energie Cottbus ainda pede desculpas após equipe ser goleada pelo Schalke, do brasileiro Rafinha

COTTBUS – A diretoria do Energie Cottbus adotou uma medida pouco comum para reconhecer o desempenho ruim da equipe na derrota por 4 a 0 para o Schalke, sexta-feira, pelo Campeonato Alemão. O clube pediu desculpas e ofereceu reembolso aos seus torcedores que viajaram para Gelsenkirchen, local da goleada.

O Energie Cottbus colocou uma mensagem de desculpas em seu site oficial: “Lamentamos!”. E também indicou que os 600 torcedores que assistiram a partida podem solicitar a devolução do dinheiro.

“Podia perder para o Schalke, mas oferecemos muita pouca resistência”, declarou o diretor esportivo Steffen Heidrich. Faltando seis rodadas, o Energie Cottbus luta contra o rebaixamento no Campeonato Alemão. O time está em penúltimo lugar e enfrentará na próxima rodada o líder Wolfsburg.

– Combatendo a Violência, do ponto de vista Cristão

Compartilho com os amigos um interessante texto do professor Felipe de Aquino, a respeito da violência urbana, através de uma reflexão cristã:

Extraído de: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11421

Como vencer a violência?

Quando Deus é retirado de cena, o homem ocupa o lugar d’Ele

Neste ano, a Campanha da Fraternidade enfoca o problema da violência, suas causas e os meios para superá-la. O documento da Conferência Nacional dos Bispos da Brasil (CNBB) traz subsídios para essa reflexão: promover a cultura da paz, ampliar ações educativas, melhorar o sistema penal e judiciário, denunciar a gravidade dos crimes contra a ética, economia e gestões públicas, cuidar de quem sai das prisões, entre outros.

 

A Igreja ensina as razões profundas da violência; acima de tudo está num coração sem Deus, sem amor ao irmão, que não é visto como “imagem e semelhança de Deus”. E quando Deus é retirado de cena, o homem ocupa o lugar d’Ele e a dignidade humana já não é mais respeitada. O “não” dito a Deus acaba se transformando em um “não” dito ao homem, por isso vemos hoje a pior de todas as violências, o aborto e a eutanásia, o sacrifício da vida humana; além dos assaltos, sequestros, roubos, corrupções de toda ordem, pedofilia, estupros, incestos, violência nos lares contra as crianças, etc.

 

Não basta encher as nossas ruas de policiais armados e bem equipados para acabar com a violência – embora isso seja necessário para lhe dar combate imediato –, é preciso mais. É preciso a “educação para a paz”. Essa educação exige que se ensine às crianças e aos jovens, nos lares e nas escolas, a dignidade de todo e qualquer ser humano. A moral cristã tem como base essa dignidade. Tudo aquilo que a Igreja condena como imoral é porque fere a dignidade da pessoa. A base da violência está na falta da vivência moral e na relativização do que seja o bem; o mal tem gerado muitas formas de violência.

 

Um fator de importância máxima na questão da violência é a família, pois ela é a “escola de todas as virtudes”, e é nela que a criança deve aprender com os pais e os irmãos a respeitar e a ser respeitada. Mas como vai a família? Infelizmente mal; a imoralidade tem destruído a família e seus valores cristãos. Muitas estão destruídas e muitos filhos sem a presença imprescindível dos pais para educá-las. Milhares de adolescentes e jovens ficam grávidas sem ao menos terem um lar para receber seus filhos. Como disse o saudoso Papa João Paulo II, no Brasil há milhares de crianças “órfãs de pais vivos”. Que futuro terão essas crianças? Muitas delas acabarão na rua e no mundo do crime e da violência. Sabemos que quase a totalidade dos nossos presos são jovens.

 

E por que tantos jovens acabam no mundo do crime? Porque lhes faltam um pai e uma mãe que lhes ensinem o caminho da honradez, da virtude, da escola e do trabalho. O trabalho é a sentinela da virtude.

 

Hoje quase não faltam escolas para as crianças, nem mesmo catequese nas paróquias, mas faltam os pais que as conduzam à escola e à igreja. Portanto, sem a reestruturação da família, segundo o coração de Deus, na qual não existam o divórcio, a traição, o incesto, as brigas, o vício, o estupro, a pedofilia, etc., não se poderá acabar com a violência na sociedade.

 

Sem Jesus, sem o Evangelho, sem a vivência moral ensinada pela Igreja de Cristo, não haverá paz verdadeira e duradoura. Sem isso será inócuo lutar pela paz. Diz o salmista que “se não é Deus quem guarda a cidade, em vão vigiam os seus sentinelas” (Sl 126, 1).

– A Soneca do Juizão

No Campeonato Argentino, veja só, o árbitro deu um WO na partida! Mas, ao ler a matéria, questione: quem errou: o árbitro, a AFA, ou os dois?

Extraído de: http://esportes.terra.com.br/interna/0,,OI3714001-EI2036,00-Arbitro+dorme+em+casa+e+jogo+na+Argentina+e+cancelado.html

Árbitro dorme em casa e jogo na Argentina é cancelado

O Alumni de Villa Maria entrou em campo às 11h de domingo para enfrentar o rival local Racing de Córdoba, pela terceira divisão do Campeonato Argentino. Cerca de mil torcedores das duas equipes também estavam no estádio para acompanhar o jogo. Mas todos os atletas envolvidos tiveram que retornar ao vestiário pouco tempo depois. Tudo porque o árbitro escalado para a partida não apareceu: estava dormindo, em casa na cidade de Tucumán, a 600 km do local do confronto.

O acontecimento que marcou o final de semana da terceira divisão do país vizinho se deu por conta de uma falha lastimável da Associação do Futebol Argentino (AFA).

Inicialmente, César Walker fora escalado para apitar a partida, mas a entidade recuou ao se lembrar de que um árbitro não pode dirigir dois jogos seguidos entre dois clubes. Ariel Montero, então, foi designado. Só não foi avisado.

“O bandeirinhas estavam no hotel às 9h e começaram a se preocupar porque o Montero não chegava. Então, ligaram para ele, que não sabia de nada. Estava dormindo e acordou quando o telefone tocou”, explicou Guillermo Morelatto, presidente do Alumni. A casa de Montero é em Tucumán, cidade no norte da Argentina, a cerca de 600 km da região cordobense, no centro do país.

Para não evitar um papelão tão grande, o Alumni propôs que o primeiro auxiliar Carlos Boccolini fosse “promovido” a juiz e o quarto árbitro assumisse a bandeira na lateral do campo. Por hora, chegou-se até a pensar que o renomado Hector Baldassi, que estava nas proximidades, fosse convidado. Mas a ousadia não saiu do papel. O Racing, por fim, se recusou a jogar a partida.