– (Mais) Um dia para o Paulista esquecer.

O Paulista FC, Campeão da Copa do Brasil (única equipe a eliminar numa edição TODOS os adversários pertencentes à Série A do Brasileirão), e que venceu o River Plate – ARG pela Libertadores da América, passa por dias vergonhosos. 

Eu imaginava que o maior vexame do Galo tivesse sido o rebaixamento para a 4a divisão estadual (a última possível). Mas não: respeitosamente, ter perdido hoje para o Colorado Caieiras, uma equipe que saiu do amadorismo e que disputa pela primeira vez um torneio profissional, “é dose”.

Aliás, estar nessa divisão é complicado. Acostumado a transitar na A1 e na A2 do Paulistão (eventualmente na A3 e equivalentes de outros nomes em anos anteriores), não dá para aceitar essa nova realidade sem se entristecer:

  • Perdeu pontos em casa para o Flamengo, mas não era o Mengão que o Galo enfrentou e encarou muito bem no Rio-SP em pleno Maracanã, e sim o de Guarulhos.
  • Perdeu o jogo para o Colorado, mas não o Internacional que ele bateu com muita fibra pela Copa do Brasil, mas o de Caieiras, recém saído da várzea.
  • Jogará contra o Barcelona, mas não o da Catalunha tampouco o de Guayaquil, e sim o da Capela do Socorro.

Tenha dó… no papel, pela grandeza e/ou pela história, seriam 9 pontos. E aqui, escrevo com dor no coração: quando se faz análises e críticas, existe a possibilidade de fazê-las de maneira honesta, sem interesse de cargos ou benesses. E criticar não quer dizer “ter a fórmula mágica” para resolver problemas. É simplesmente tecer comentários com elogios ou críticas, sem passionalidade. Se tiver paixão no texto, vira torcedor e torcedor tem a “permissão de achar seu time o melhor do mundo” ou de tripudiar adversários. Porém, se as críticas forem com o intuito de assumir a posição de oposição, sabe-se o risco de “virar vidraça e não ser mais pedra”.

As diretorias anteriores foram elogiadas e criticadas quando pertinentes (sempre com educação e respeito, sem acusações). Idem à atual (já escrevi da minha torcida pelo sucesso do presidente Rodrigo Alves e do ótimo trabalho de Marketing do Alexandre Costacurta – assim como torci pelo sucesso dos outros mandatários que ali passaram, até o ponto de que os erros praticados serem aqui questionados).

Diante dos resultados (eu sei, foram apenas dois jogos, mas perdeu-se 5 de 6 pontos num campeonato de tiro curto e de adversários vencíveis), fica a pergunta: os treinos de nada valeram? Toda a preparação, os esforços para colocar o time em campo, estão sendo “jogados fora”? 

Se subir para a A3 (e todos torcemos por isso), o mérito será da diretoria. Assim como os resultados negativos também – pois há de se ter coerência. Afinal, há algum tempo os novos nomes estão nos seus cargos. E eu imagino que o trabalho seja árduo, dentro e fora do campo, pois levantar os sumiços de dinheiro que sempre questionaram, acertar o caixa e revelar os podres que diziam existir, devem ser esclarecidos para toda a comunidade. Se não for assim, vira “promessa de político”.

Torçamos para que o Galo se recupere, que o treinador Chuva consiga fazer o mesmo trabalho dos treinos e que a diretoria acerte nas contratações futuras. Aguardemos, torçamos e que possamos sempre dar um voto de confiança.

Aprovada mudança no estatuto do Paulista. Contribuição mínima será de 12 meses - Esporte Jundiaí

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