– E que olhadela para o lado…

Pra terminar o dia: uma selfie de quem sempre está de bem com a vida…

Pudera: sombra, água-fresca e ração. Até eu!

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🤳 🐶 #dog #pet #dog

– Salazar vs Arrascaeta em Olímpia x Flamengo: como interpretar?

Que jogo cheio de “casos” no Paraguai, não? Como só vi o lance discutido de Arrascaeta x Salazar, vamos a ele: era para Cartão Amarelo ou Vermelho? Intencional ou não?

Quando Salazar se aproxima, ao invés de Arrascaeta tirar o braço para evitar o contato (há tempo para isso), ele vai de encontro ao rosto do paraguaio.

Se até 2020 discutiria-se agressão ou não, hoje, pela orientação, é Vermelho Direto. A FIFA quer evitar a todo custo lances de braços e mãos no rosto do adversário, fazendo com que tapas e braçadas, voluntárias e/ou imprudentes, sejam contidos (igualmente quando acabou com os carrinhos frontais e/ou por trás).

Aliás, compartilho neste link o item 10 (aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/07/15/fique-atento-as-mudancas-das-regras-do-futebol-e-as-orientacoes-aos-arbitros-para-o-campeonato-brasileiro-2020/) justificando a necessária expulsão que não ocorreu. Ou seja: se for um tapa / golpe / braço certeiro no rosto (com ou sem intenção, mas que era evitável por quem desferiu), deve-se mostrar Cartão Vermelho.

Sobre a confusão do Cartão Vermelho de Felipe retirado, se eu conseguir assistir, atualizo.

22h10: atualizando:

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Olimpia x Flamengo: prováveis times, desfalques, onde assistir e palpites

– A Barbie Biomédica do Brasil!

Responsável pelo sequenciamento genético do Novo Coronavírus, a biomédica brasileira Jaqueline Góes de Jesus foi homenageada (juntamente com outras profissionais relevantes e que ajudaram nessa pandemia) pela Mattel, fabricante de brinquedos. Era virou uma… boneca Barbie!

A simpática honraria está abaixo, na foto. Mas penso: as instituições que deveriam homenageá-la (as autoridades), será que o fizeram?

– Hoje é dia de Ted Lasso!

Ted Lasso está de volta na sua 2ª temporada! É muito boa essa série… E quando chega as 4as feiras, fico atento para um novo episódio – e nesse ano, o treinador inglês de foot-ball que se aventura no soccer, está com uma psicóloga no time!

Não conhece? Republico (e vale a pena assistir…):

TED LASSO

Você já assistiu a série Ted Lasso, no streaming AppleTV+?

É SENSACIONAL!

A história é de um treinador de futebol americano que é contratado, pasmem, para um clube inglês da Premier League! Ele é trazido pela proprietária do clube como uma vingança dela contra o ex-marido, a fim de derrubar o time para a segunda divisão.

Sem conhecer nada do Soccer, Ted Lasso comete inúmeras gafes – mas seu jeito simpático e bondoso acaba conquistando a todos, até mesmo a vilã da série, que se rende a ele.

Eu a maratonei, e o final dela é surpreendente. Gostei demais.

Aliás, duas coisa: não precisa gostar de futebol para assistir e se divertir, e Jason Sudeikis, o protagonista, levou o Globo de Ouro 2021 de “Melhor Ator em Série de Comédia” na semana passada.

CURIOSIDADE: Ted Lasso, antes de ser série, era um personagem da emissora de TV NBC, que criou uma propaganda engraçada com ele a fim de promover os jogos de futebol da Inglaterra transmitidos para os EUA, já que os norte-americanos não era experts no nosso tradicional futebol.

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– Raízes e Novos Lugares para se admirar.

Essa foto (abaixo) tem dois anos, e foi tirada exatamente numa quarta-feira, nesta mesma hora (17h30) em Jundiaí. Eu estava na casa do meu pai.

Eu tenho raízes, mas quando crio asas, quero me enturmar nos novos lugares (desde que sejam bons). Ou seja: me faz falta o contato diário com meus parentes e amigos jundiaienses, desses momentos maravilhosos e de admirar a paisagem de beleza generosa. Afinal, me enraizei e lá me sustento emocionalmente.

Entretanto, como estou morando em terras bragantinas, busquei conhecer a cidade e seu povo tão acolhedor. É apaixonante a simpatia e o convívio – embora, tudo seja ainda muito novo pra mim. Lógico, me fiz inteiramente numa rotina diferente.

O importante é: vivamos dia-após-dia, enfrentando os desafios sem colocar fantasmas. É assim que se vive.

– Um atleta pode ser maior do que o seu clube?

Eu sempre disse que um jogador de futebol nunca seria maior do que a agremiação que ele jogasse. Mas, sem dúvida, eu estava errado.

O Paris Saint-Germain tinha 50 milhões de seguidores nas Redes Sociais. Lionel Messi, que é uma pessoa, tem sozinho 250 mi…

Portanto, reconheçamos: temos torcedores de times de futebol e torcedores de atletas. Alguns fora-de-série são realmente maiores que as equipes.

Assim, existem marcas: SPFC, Corinthians, Flamengo, Zico, Rivelino, Gabigol, Daniel Alves, Dudu, CBF… (para citar algumas nacionais). “Quem” é maior do que “quem”(ou qual marca é maior do que outra) é outra história!

Trio de diamantes: veja quanto o PSG gastará por temporada apenas com o  salário de Messi, Neymar e Mbappé - Jornal O Globo

– O Jacu.

Ontem estive na casa do meu sogro, e ele, pasmem, “domesticou sem querer” um Jacu. Por cuidar carinhosamente dos bichos, o “Ditão” consegue fazê-lo comer na sua mão!

Quem é caipira como eu, sabe: essa ave é arisca, não se deixa ficar próximo e difícil de fotografar.

Caprichei no clique:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Tem algo mais gostoso do que um sorriso sincero?

Não é dia de #tbt, mas deu vontade de postar!

Uma garotinha fica feliz ao saber que o papai vai tomar banho. Não é uma graça?

Festejando seu 4o mês de vida, minha pequenina dá uma risadona contagiosa. Ô pai coruja…

Assista essa doçura: https://www.youtube.com/watch?v=sP2qYZu5_fE

– Dia de Santa Clara de Assis!

Hoje é dia de Santa Clara de Assis, “a irmã lua do irmão sol Francisco”, que devotou a vida ao serviço dos mais necessitados. 

Compartilho a bela história dessa santa, abaixo, com a referida citação:

HISTÓRIA DE SANTA CLARA

Século XII, Assis, na Itália. Nasce Clara Favorone, filha de Hortolona e Favarone, uma família considerada nobre na sociedade local. Acredita-se que a data mais precisa de seu nascimento é 1194 (embora há historiadores que apontem o ano de 1193), em plena Idade Média, marcada pelo desmoronamento do sistema feudal e o crescimento do comércio.

Como filha primogênita, natural que sua mãe Hortolona temesse pela gravidez e, principalmente, pelo parto. Extremamente religiosa, ela sempre pedia um bom parto em suas orações, quando, um dia, ouviu uma voz que lhe dizia: “Não temas, mulher, porque terás um parto normal e a luz daquela que vai nascer resplandecerá com mais claridade que um dia de sol”. Por esse motivo, no Batismo, deu o nome de Clara.

A menina Clara cresceu num ambiente de nobreza e fartura, pois segundo o biógrafo Tomás de Celano, o pai era militar e a família, dos dois lados, de cavaleiros. Seu pai, Favarone, filho de Ofredúcio e neto de Bernardino, morava com os irmãos em uma bela e grandiosa casa, que a família possuía junto à Catedral de Assis havia mais de cinqüenta anos, embora eles também eram proprietários rurais, com castelos nas redondezas. Mas Clara também teve o suporte da fé. Sua mãe não se descuidou de educá-la para ações mais nobres ainda, principalmente fazendo piedade e caridade com o mais necessitados.

É Celano quem fala: “Estendia a mão com prazer para os pobres e, da abundância de sua casa, supria a indigência de muitos”. Nesse período da Idade Média, o dinheiro foi se tornando um novo rei. Os pobres e os doentes, aqueles que não podiam subir na escala social, eram marginalizados. Celano lembra bem que, mesmo vivendo em um ambiente de riqueza e ostentação, Clara compreendia que as aparências e os adornos mundanos podiam ser enganosos. “Foi compreendendo que as coisas da terra, por mais belas que fossem, não podiam prender seu coração”.

É bom lembrar que a cultura cavalheiresca foi a primeira da Idade Média a ser elaborada por leigos e não por clérigos e tinha uma proposta de como deviam ser educadas as mulheres para serem agradáveis, discretas, piedosas, vindo a ser gentis esposas e mães de família. Tinham, enfim, que cuidar da boa fama e, as nobres, tinham uma vida bastante reclusa, enquanto as outras participavam dos negócios dos maridos, da luta diária para manter a família e para construir a civilização da cidade.
A menina Clara, mesmo vivendo em um ambiente de riqueza e ostentação, aos poucos foi cultivando a vida piedosa e simples, uma característica que mais tarde ficaria evidente como mulher consagrada a Deus.

Quando estava próxima de completar 18 anos, os pais já começaram a pensar no seu casamento. Clara não concordava com a idéia de se casar tão jovem e estava sempre adiando a decisão. Na realidade, ela começava a se interessar pelo projeto de vida de um jovem de Assis: Francisco. Tomás de Celano explica assim: “Quando ouviu falar do então famoso Francisco que, como homem novo, renovava com novas virtudes o caminho da perfeição, tão apagado no mundo, quis logo vê-lo e ouvi-lo, movida pelo Pai dos espíritos, de quem, embora de modo diferente, tinham recebido os primeiros impulsos”.
Clara sempre esteve bem informada sobre os passos de Francisco em Assis, isso porque Frei Rufino e Frei Silvestre eram seus parentes. Não poucas vezes ela escutou as pregações de Francisco, que costumava falar na Igreja de São Rufino ou na Catedral de São Jorge.

A pregação de Francisco impressionava porque era diferente dos “sermões”. Em suas palavras e em seu modo de ser havia alguma coisa nova. Era certamente a força do Evangelho que transparecia. Francisco se apresentava vestido com muita simplicidade, sem aparato nem ostentação. Suas palavras são inflamadas de amor a Deus. Clara fica sabendo que a vida dos irmãos é extremamente pobre.

Segundo Celano, Francisco a visitou, e ela o fez mais vezes ainda, moderando a freqüência dos encontros para evitar que aquela busca divina fosse notada pelas pessoas e mal interpretada por boatos.

“A moça saía de casa levando uma só companheira e freqüentava os encontros secretos com o homem de Deus. Suas palavras pareciam flamejantes e considerava suas ações sobre-humanas”. A companheira de Clara nos encontros com Francisco foi Bona de Guelfúcio, testemunha em seu Processo e irmã de Pacífica de Guelfúcio, uma das primeiras religiosas de São Damião. Já com 18 anos, Clara tinha consciência de que não seria compreendida por seus pais quando desse passo decisivo. Havia confiado a Francisco como desejava realizar sua vocação e ele a guiaria para cumprir os desígnios de Deus. “Então se submeteu toda ao conselho de Francisco, tomando-o como condutor de seu caminho, depois de Deus. Por isso, sua alma ficou pendente de suas santas exortações, e a acolhia num coração caloroso tudo que ele lhe ensinava sobre o bom Jesus. Já tinha dificuldade para suportar a elegância dos enfeites mundanos, e desprezava como lixo tudo que aplaudem lá fora, para poder ganhar a Cristo”, completa o seu biógrafo.

Em pouco tempo, Clara chegou à Porciúncula. Francisco a acolheu e lhe deu as boas-vindas. Comovida, ela entrou na igreja, ajoelhou-se diante do altar e, por alguns instantes, deteve-se em oração. Depois, levantou-se com decisão; tirou o calçado, despiu-se do vestido de brocado e o trocou por uma túnica grosseira, retirou seu rico cinto e o substituiu por uma corda áspera.

Em seguida, ajoelhou-se ainda; soltou de uma vez os cabelos que deslizaram sobre os ombros; depois, permaneceu com a cabeça inclinada, à espera do último sacrifício.
Francisco recolheu com delicadeza a loura cabeleira e, bem devagarzinho, a cortou. A cerimônia estava acabada.

A reação dos parentes

Como era de se prever, a reação dos parentes de Clara não se fez esperar. Pela manhã, apenas descobriram sua fuga, puseram-se em pé de guerra e rapidamente chegaram ao mosteiro de São Paulo para reconduzi-la à casa. Ameaçaram arrombar a porta. Querem Clara, viva ou morta. Com o aparato exterior e as ameaças, esperam assustá-la, mas iludem-se! Clara é irremovível. Visto que era vã toda a ameaça, recorrem às boas maneiras, às lisonjas e às promessas; fazem apelo aos sentimentos, à dor da mãe, das irmãs, de toda a família, mas Clara é inflexível; sabe que está mais em segurança entre aquelas paredes do que se estivesse num castelo.

Agarra-se ao altar

Quando se dá conta de que estão a ponto de perder o controle e recorrer à violência, Clara, com um gesto, fez desmoronar todas as ilusões deles: foge para a igreja e corre para junto ao altar; com uma das mãos segura a toalha e com a outra retira o véu da cabeça, fazendo-a aparecer sem os cabelos que haviam sido cortados. Demonstrava, assim, ser agora consagrada a Deus e que ninguém podia tocá-la. Diante de tanta firmeza, aos familiares outra coisa não restou senão abandonarem a igreja e o mosteiro e partirem confusos.

Transferida para o mosteiro de Santo Ângelo

Em São Paulo, Clara pôde permanecer só poucos dias. Foram talvez as próprias monjas a solicitar o afastamento dela depois da confusão provocada por sua presença. Francisco interessou-se pela transferência dela. Mais uma vez, dirigiu-se aos Padres Beneditinos e obteve a transferência de Clara para o mosteiro de Santo Ângelo de Panzo.

Finalmente um pouco de paz!

Na quietude e no silencio do mosteiro de Santo Ângelo, Clara pôde revigorar o seu ideal de vida. Apegava-se cuidadosamente às prescrições da Regra de São Bento, que possui como fundamento: “Ora et Labora”! Com isso, Clara não pretendia, certamente, abraçar a Regra de São Bento. Não teria tido sentido sua fuga para a Porciúncula, durante a noite, seu total abandono a Deus para além de qualquer estrutura, a exemplo de Francisco.No mosteiro de Santo Ângelo, Clara viveu por algumas semanas. Foram para ela dias de serenidade e de alegria indescritíveis.

A alegria de Clara estava toda no sentir-se amada e protegida pelo Senhor, como mesmo amor com que uma mãe protege sua filhinha. A fuga de casa lhe havia fechado o mundo às costas para abrir-lhe um umbral do mistério de Deus. Sua vida, agora, havia se transformado em um arco-íris de oração e contemplação: em um agradecimento alegre e infantil. Fugira de casa em uma noite de primavera, para abraçar o ideal de total pobreza, e encontrara a verdadeira liberdade, a perfeita alegria. Havia atingido o seu sonho.

Encontra-se com sua irmã Inês

Clara sentia a necessidade de externar sua ardente experiência mística. Quase todos os dias, sua irmã Inês ia visitá-la: era uma jovem belíssima, de somente quinze anos, de grande sensibilidade para com o sobrenatural. Depois da fuga de Clara, os familiares haviam depositado nela sua esperança.

“Cara Inês — confiava-lhe a irmã — lembra-te: é preferível viver um só dia na casa do Senhor, que mil dias fora dela. A juventude é vento que passa. A beleza se desvanece como a fumaça. A vida termina e aqui não fica nada. Clara e Inês, que se julgavam portadoras de nova Ordem, não podiam certamente permanecer em Santo Angelo de Panzo.

Francisco obteve para elas o pequeno convento anexo a São Damião, juntamente com a igrejinha na qual haviam ido rezar tantas vezes.

São Damião se tomará, assim, cenáculo de mulheres apaixonadas pelo Senhor, uma semente destinada a germinar uma fileira de almas belas, sequazes intransigentes dos ensinamentos do Poverello.

Afinal, Francisco o havia predito, como conta Clara, em seu testamento.”Tendo subido no muro da dita igreja, assim gritava então, com voz elevada e em língua francesa: ‘Venham e ajudem-me nesta obra do mosteiro de São Damião, porque, dentro em breve, virão habitá-lo mulheres e, por sua fama e pela santidade de sua vida, dar-se-á glória ao Pai nosso celeste, em toda a sua Santa Igreja”.

Clara e Inês não ficaram por muito tempo sozinhas, porque muitas jovens de Assis foram atraídas por seu exemplo.

Destas primeiras companheiras, ficam-nos, além do nome, também documentação que testemunha a santidade de sua vida e sua fidelidade, sem compromisso algum, em seguir o exemplo de Clara.

Pouco depois da entrada em São Damião, pediu para unir-se às irmãs Offreducci uma amiga de infância de Clara, Pacífica; e de Perúgia, chegou Benvenuta, conhecida nos anos da fuga de Assis, juntamente com toda a sua família . Depois, juntou-se Balvina de Martino; no ano seguinte, Filipa, filha de Leonardo de Gisleno.

Todas prometeram obediência a São Francisco, que não deixará de seguir a pequena comunidade, com extrema diligencia e com o amor que merecia a mais bela flor do jardim espiritual.

Para as irmãs, que começaram a ser chamadas “Damianitas”, depois de terem provado sua coragem, a própria Clara prescreveu, com evangélica simplicidade, uma regra a ser observada. Em 1215, ela havia impetrado à Sé Apostólica a aprovação do Privilégio da Pobreza, documento singular, único, com o qual a Santa queria, aprovada pelo Papa, a escolha, para ela e suas sequazes, de não aceitar nenhuma posse.

E, na Regra Selada, aprovada pela forma de vida da nova comunidade, está escrito: “O bem aventurado pai, considerando que não temíamos nenhuma pobreza, fadiga, tribulação, humilhação e nenhum desprezo do mundo, que, antes, os tínhamos em conta de grande delícia, movido de paterno afeto, escreveu para nós a forma de vida deste modo:

“Como, por divina inspiração, vos fizestes filhas e servas do altíssimo Sumo Rei, o Pai celeste, e desposastes o Espírito Santo, escolhendo viver segundo a perfeição do Santo Evangelho, quero e prometo, de minha parte e por meus frades, ter sempre de vós e deles atento cuidado e especial solicitude’. O que ele, com toda a fidelidade, cumpriu enquanto viveu e quis que fosse sempre cumprido pelos frades”.

Depois de três anos de vida monástica, Francisco julgou oportuno dar à comunidade de São Damião um esboço de organização: pensou em nomear uma abadessa. Esta não podia ser senão Clara, a primogênita da Ordem.

Mas Clara refutou: “Não, não eu, Francisco! Fugi de todas as honras e da vaidade do mundo, não posso me colocar no comando das minhas irmãs. Quero só servir e obedecer!”. “Bem!” – disse-lhe Francisco em resposta – “se tu queres obedecer, então eu te peço que o faças por obediência!”.

Desejosa da palavra de Deus
Clara, apenas eleita abadessa, sentia necessidade de uma ajuda segura: temia, sobretudo, não ir pelo caminho da perfeita pobreza. Por isso, teria desejado encontrar-se mais vezes com Francisco. Mas o “Poverello” estava muitas vezes longe de Assis e evitava dirigir-se freqüentemente a São Damião para não suscitar “admiração e suspeita” entre as pessoas.

Havia recomendado aos seus frades para não terem muita “familiaridade” com as monjas e não entrarem nos seus mosteiros. E nisto, ele queria ser o exemplo. Em São Damião, Clara se encontrou, finalmente, à vontade.

Transpondo aquelas paredes em ruínas, compreendeu ter chegado para onde Deus, havia tanto tempo, a conduzia. Isso lhe diziam a nudez das paredes, a desolação dos locais, os muros sem reboco, as rústicas tábuas nem mesmo esquadradas do assim chamado “pequeno coro”, a escada íngreme e desconexa que levava ao dormitório, um grande quarto nu e frio.

Sem dúvida, era o convento mais pobre jamais visto: a verdadeira cidadela da Santa Pobreza.

Francisco havia predito a Clara que outras senhoras a haveriam de seguir e abraçariam o seu ideal de vida. Depois de Inês, a primeira a acorrer a São Damião foi Pacífica de Guelfuceio, aquela que a ajudou na fuga noturna.

Depois, veio Benvinda de Perusa, sua caríssima amiga. Em seguida, ajuntaram-se Balvina de Offreduccio, Cecília de Gualtiero, Angelúcia de Angeleio, Filipa de Ghislerio, Francisca de messer Capitâneo, Amata de Martino e tantas outras. Beatriz, irmã menor de Clara, e a mamãe Hortolana completaram o grupo.

Nasceu, assim, em São Damião, a segunda Ordem franciscana, o ramo feminino, ao qual Francisco gostava de chamar o das “Senhoras Pobres”.

Um oásis de paz

Em pouco tempo, a comunidade de São Damião tornou-se um autêntico oásis de paz, onde tudo era calor e intimidade.

A própria desolação do local, das paredes, dos utensílios, transmitiam serenidade e alegria. Lamento nenhum se levantava de São Damião: a pobreza da casa, incômodos, os leitos, o frio, a fome, não atormentavam. As Irmãs, quanto mais pobres, mais se sentiam contentes.

Clara, cada recanto do convento era um recanto do paraíso, cheio de calor e de intimidade: um perene convite à festa, à alegria.

As mais pobres do mundo

Nada era de sua propriedade, mas tudo era aceito como empréstimo; julgavam-se “peregrinas e forasteiras neste mundo”. Andavam de pés descalços em todas as estações, com vestimentas grosseiras e uma corda à cintura, a cabeça raspada e coberta com um pano branco e preto.

Seu alimento era “moderado e austero”; haviam-se proposto “jejuar durante todo o ano”. Por leito, tinha uma esteira estendida sobre o pavimento nu e, por travesseiro, um pedaço de madeira. O dormitório era um grande quarto frio e miserável, onde os pobres catres eram alinhados junto à parede.

Segundo Tomás de Celano, Clara estava muito doente depois de quarenta anos vivendo em extrema pobreza. “O vigor de corpo, castigado nos primeiros anos pela austeridade da penitência, foi vencido no final por dura enfermidade, para enriquecê-la, doente, com o mérito das obras. A virtude aperfeiçoa-se na enfermidade”, diz o biógrafo.
Quando a enfermidade começa a se agravar, Clara recebe a visita do Cardeal de Óstia, padroeiro e protetor da família franciscana. Tratava-se do Cardeal Reinaldo de Segni, que mais tarde seria o Papa Alexandre IV. Foi ele que obteve do Papa a confirmação do Privilégio da Pobreza.

Sabendo do estado de Clara, o Papa Inocêncio IV,que residira com a Cúria em Perúsia no período de 1251 a 1253, foi logo visitar a serva de Cristo com os cardeais, como conta a Legenda: “Entrou no mosteiro, foi ao leito, chegou a mão à boca da doente para que a beijasse. Ela a tomou agradecida e pediu com maior reverência para beijar o pé do Apostólico. Depois pediu com rosto angelical ao Sumo Pontífice a remissão de todos os pecados. Ele exclamou: “Oxalá precisasse eu de tão pouco perdão!” A irmã Inês veio de Monticelli, onde era abadessa, para visitar a Irmã Clara. Ao ver o estado dela, chorou muito. E foi consolada pela irmã: “Irmã caríssima, apraz a Deus que eu me vá; tu, porém, deixa de lado o pranto, porque chegarás junto do Senhor logo depois de mim, e Ele te concederá um grande consolo antes que eu me aparte de ti”. Na realidade, Inês morreu logo depois.

Tomás de Celano relata que no final pareceu debater-se em agonia durante muitos dias, nos quais foi crescendo a fé das pessoas e a devoção do povo. Também foi honrada diariamente como verdadeira santa por visitas freqüentes de cardeais e prelados. O admirável é que, não podendo tomar alimento algum durante dezessete dias, revigorava-se o Senhor com tanta fortaleza, que ela confortava no serviço de Cristo todos que a visitavam.

No leito de Clara, a presença dos frades: Frei Junípero, Frei Ângelo e Frei Leão.
O biógrafo diz que, no momento da partida, Clara conversava com sua alma nestes termos: “Vai segura, porque tens um bom companheiro de viagem. Vai, porque aquele que te criou, também te santificou e cuidando de ti, como uma mãe cuida de seu filho, te amou com terno amor. Senhor, sede bendito porque me criaste”.

A agonia durou uma noite inteira. Na manhã de 11 de agosto de 1253, Clara entrava na glória e ia encontrar-se com o Amado Esposo de sua alma. Nas portas do paraíso seria recebida pelo Pai Francisco.

Extraído de:
http://www.ofmsantoantonio.org/historiaSantos/santaClara.html

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– Flores para embelezar nosso dia, parte 3.

Tudo o que eu disse há pouco sobre as flores (em 2 posts anteriores), repito agora (mudando apenas a cor do botão):

Como a 4a feira está bonita, vamos deixá-la ainda mais florida!

Que tal um pouco das moréias brancas?

Aqui, a natureza fez uma “obra de arte”...

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– O arrogante árbitro de Vasco x Vila Nova.

Assim como um jogador precisa ser preparado para grandes saltos na carreira, faça-se o mesmo ao juiz do futebol. Cuidados para que a sensação de “estrelato”, mesmo ainda não existindo ou que seja pseudo, suba à sua cabeça (crendo que já é um sucesso sem nunca ter sido) são importantes em qualquer seara profissional.

Digo isso pois Felipe Fernandes de Lima (MG), um jovem árbitro que está sendo testado (apitou Flamengo x São Paulo recentemente, que foi sua grande oportunidade dada por Leonardo Gaciba), foi flagrado pela Sportv durante Vasco 1×0 Vila Nova pelo Campeonato Brasileiro da Série B com fala prepotente à divisão que estava apitando.

Segundo a emissora:

A transmissão do Premiere registrou alguns desses momentos. Em um deles, o árbitro, ao falar com os jogadores, ironizou os colegas: ‘Eles estão acostumados com árbitro de Série B’. Em outro momento, Zeca pediu esclarecimento sobre uma marcação, Felipe respondeu: ‘Explicação eu dou para minha esposa’..

O Felipe “quem mesmo?” apitou quantos clássicos nacionais e internacionais para assim “se achar”? E mesmo que se fosse árbitro importante, o respeito e a educação são fundamentais na vida, não só no esporte.

Ele disse que “só dá explicação para a esposa dele”, mas acho que dará à CA-CBF de maneira bem mais humilde…

É por comportamento assim que tanto se vê com rancor a arbitragem de futebol. Ao invés de bons exemplos, só aparecem os ruins, infelizmente. O árbitro em si, que é visado por natureza, precisa ser mais respeitoso como elemento coadjuvante do futebol, não protagonista.

O lance em: https://ge.globo.com/google/amp/futebol/times/vasco/noticia/em-vasco-x-vila-nova-felipe-fernandes-de-lima-diz-a-jogadores-acostumados-com-arbitros-de-serie-b.ghtml

– Flores para embelezar nosso dia, parte 2.

Tudo o que eu disse há pouco sobre as flores, repito agora (mudando apenas a cor do botão):

Como a 4a feira está bonita, vamos deixá-la ainda mais florida!

Que tal um pouco das roseiras lilás?

Aqui, a natureza fez uma “obra de arte”...

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Flores para embelezar nosso dia!

Como a 4a feira está bonita, vamos deixá-la ainda mais florida!

Que tal um pouco das roseiras champagne?

Aqui, a natureza fez uma “obra de arte”...

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Bom dia, 4ª feira (post 4 de 4). 🌅

🌅 Desperte, Bragança Paulista, com a simetria dourada no horizonte.

Que a quarta-feira  possa valer a pena!

Aliás: com esse céu tão bonito, como duvidar que não será?

🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #photo #nature #morning #alvorada #natureza #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

– Bom dia, 4ª feira (post 3 de 4). 🌺

🌺 Fim de cooper! Meu treino foi bom. Você seguiu minha dica e correu também agora cedo?

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza.

Hoje, com essas delicadas cravinas vermelhas.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento #red

– Bom dia, 4ª feira (post 2 de 4). ⛪️

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma humilde prece:

Ó Nossa Senhora da Piedade, rogai por nós que recorremos a vós. Amém.

Peça à Mãe que o Filho atende!

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #Piedade #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade