– Chega por hoje, dia de luta!

Repost de 4 anos (e serve para o dia e o horário):

Em meio ao trabalho, receber uma foto-poster da filhotinha falando sobre nós não tem preço.

Hora de encerrar a labuta de domingo para curtir ela.

#Fui. Boa noite a todos!

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– Reflexão de felicidade:

Olhe só que simpática reflexão entre “ser feliz”, “ter dinheiro” e… “comer algo que se gosta“:

“Dinheiro não compra felicidade, mas compra TORRESMO. Já viu alguém triste comendo torresmo?”

Tem sua lógica (e eu amo torresmo também, apesar de ser um “veneno” para a engorda…)!

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– Entardecer tão belo na estrada…

Sem filtros o entardecer muito bonito no bairro da Moenda, em Itatiba.

Viva a natureza e sua beleza!

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#sol  #sun #sky #céu #nature #nogilter #horizonte #fotografia #paisagem #inspiração #mobgrafia #XôStress

– Dependentes da Informática para tudo?

Compartilho interessante material sobre a tecnologia e o seu uso no dia-a-dia. E veja que curioso: o texto não é antigo e o assunto é atual, datado de 2012, mas como o propósito é falar das facilidades e transformações do mundo digital, parece que já é de muito mais tempo! O tema nos convida à seguinte reflexão: Somos escravos do computador?

É claro que falamos da tecnologia moderna. Todos nós nos tornamos dependentes dela, e muitas vezes queremos fugir totalmente dessa servidão ocasionada pelas máquinas. Mas isso é possível? Quanto tempo conseguimos ficar longe dos equipamentos com tecnologia de ponta?

O grau de dependência varia para cada indivíduo. E o seu, qual é?

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI79096-15224,00-ESTAMOS+FICANDO+ESCRAVOS+DAS+MAQUINAS.html

ESTAMOS FICANDO ESCRAVOS DAS MÁQUINAS?

Os aparelhos modernos facilitam tanto nossa vida que rapidamente se tornam indispensáveis. Como o avanço tecnológico está alterando nosso comportamento e nosso modo de raciocinar

A mente humana possui uma capacidade prodigiosa de memorização. Dizia-se que Matteo Ricci, um jesuíta italiano que viveu na China no século XVI, sabia de cor o texto de 150 livros. Dois milênios antes, os bardos gregos se valiam da memória para transmitir de pai a filho os 15.693 versos da Ilíada, poema posto no pergaminho 400 anos após a morte de seu lendário autor, Homero. A educação dos cidadãos incluía o exercício de decorar os textos homéricos. Hoje, isso parece uma capacidade tão prodigiosa quanto inútil. Afinal, os livros estão aí, nas bibliotecas (ou na internet). Basta consultá-los. No mundo atual, prezamos mais o raciocínio que a decoreba – um termo pejorativo que não à toa é aplicado ao processo de memorização.

Transformações similares a essa estão acontecendo agora, no século XXI: a tecnologia, mais uma vez, está mudando nossa forma de pensar. Um exemplo é o GPS, o sistema de localização por satélite. Tóquio, a maior cidade do mundo, tem dezenas de milhares de ruas e avenidas, a maioria delas sem nome. As casas e os edifícios têm numeração, mas ela é aleatória, ou melhor, histórica: a casa mais antiga da rua em geral é a número 1, não importa em que altura esteja. A habilidade de localizar-se na cidade assombra os estrangeiros – e concede status especial a carteiros e taxistas.

Os candidatos a taxista, assim como em Londres, devem passar por um teste dificílimo para provar que sabem de cor o mapa da cidade. Isso exige anos de treinamento e memorização. Há alguns anos, depois do advento do GPS, a prova passou a aferir também se o candidato sabe usar o aparelho. O GPS tornou-se um equipamento-padrão nas frotas de táxi. Mas os motoristas mais velhos pouco o usam. Eles mantêm a malha viária viva na memória.

Os taxistas mais jovens recorrem bem mais ao aparelho. Ainda decoram o mapa da cidade, mas provavelmente começam a esquecê-lo assim que são aprovados no exame. O GPS representa um óbvio avanço para o cotidiano dos japoneses. O curioso é como um sistema inexistente há poucos anos caminha rapidamente para se tornar imprescindível.

Algo parecido aconteceu nos últimos meses em São Paulo. Acostumados às facilidades da internet para pesquisar serviços, trabalhar, conversar com amigos ou informar-se, centenas de milhares de clientes do serviço Speedy de banda larga da Telefônica sentiram-se frustrados com as constantes quedas do sistema. O mesmo tipo de sentimento nos assalta quando um vírus invade o computador, o celular perde a conexão ou o carro quebra.

Os mais afetados pela súbita privação da tecnologia são, em geral, os mais jovens. Eles nasceram imersos num mundo digital – e são mais dependentes dele. Segundo uma pesquisa feita em 2009, em Hong Kong, com 1.800 jovens de 18 a 25 anos, um em cada sete diz não ver sentido na vida sem a internet.

“Angústia, ansiedade e perda de concentração são sintomas da síndrome de abstinência em qualquer dependência. Não é diferente com a tecnologia”, diz a pesquisadora russa Nada Kakabadse, da Faculdade de Administração de Northampton, na Inglaterra, especializada em dependência tecnológica. “A tecnologia deveria ser uma ferramenta. Virou uma sobrecarga,” diz Kakabadse. “É a dependência da tecnologia portátil, que se leva consigo ao cinema, ao teatro, a um jantar e praticamente para a cama.

Há jovens que passam 16 horas por dia no videogame. Eles não se exercitam, comem mal, estão ficando doentes”, afirma. “A cultura do trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana, também está ligada às novas possibilidades tecnológicas.” Kakabadse acredita que nossa entrega à tecnologia terá consequências. “A capacidade de julgamento é afetada. A tomada de decisões fica comprometida”, diz. “Em 20 anos, haverá leis restringindo o uso abusivo de eletrônicos, como ocorre com o tabaco e as drogas.”

Essa previsão parece exagerada. Mas já há, hoje, gente preocupada com nossa dependência tecnológica. Como sabe qualquer pessoa que tenha celular com agenda eletrônica, a espécie humana está perdendo a capacidade de decorar telefones – até o da própria casa. “Talvez o único meio de evitar os efeitos nocivos da dependência tecnológica seja conservar habilidades que não dependam do computador”, diz o historiador da tecnologia Edward Tenner, da Universidade Princeton, nos Estados Unidos. Ele prega o uso do telefone, de vez em quando, no lugar do e-mail, ou fazer cálculos com lápis e papel, em vez de usar a calculadora.

Há gente mais radical. Em Vauban, um subúrbio de Freiburg, na Alemanha, a maioria dos 5.500 moradores largou o automóvel. O subúrbio não tem vagas para estacionar. Os 30% de moradores que têm carros são obrigados a deixá-los numa garagem perto da estação de trem. Cada vaga custa US$ 40 mil. Para fazer viagens, os moradores alugam carros comunitários. O abandono do mundo sobre quatro rodas nem sempre é fácil. “Algumas pessoas se mudam para cá e desistem rápido – sentem falta do carro”, diz Heidrun Walter, uma moradora. Vauban é a experiência mais avançada de um bairro “car free” na Europa. Trata-se de uma medida contra as emissões de poluentes que provocam o efeito estufa.

O mesmo motivo – tentar salvar o planeta do aquecimento global – inspirou um sacrifício ainda maior: desligar a geladeira. Foi o que fez a canadense Rachel Muston, representante de uma parcela ínfima, porém crescente, da população dos países ricos. “Estamos bem sem a geladeira,” disse Rachel ao jornal The New York Times. “Quando estava ligada, comprávamos muita comida pronta.” Hoje, Rachel vai mais ao mercado, compra quantidades menores e cozinha mais. Em outras palavras, gasta mais gasolina e descarta mais embalagens, o que torna discutível sua contribuição para conter o aquecimento global. Mas isso é outra história. O que chama a atenção, em pessoas como Rachel ou em subúrbios como Vauban, é a resistência à tecnologia, a tentativa de voltar a um estágio em que éramos mais “puros”, talvez mais humanos. O mais célebre desses movimentos foi dos luditas, no início do século XIX. Inconformados com o desemprego trazido pelas máquinas da Revolução Industrial, eles pregavam (muitas vezes com uso da violência) a volta ao sistema artesanal.

“Acho que as pessoas antitecnologia subestimam a capacidade do cérebro de se adaptar a novos desafios”, diz o neurocientista suíço Fred Mast, da Universidade de Lausanne. “Estudos mostram que o uso intensivo da tecnologia pode levar à melhora das habilidades cognitivas, pelo processamento de mais informações ao mesmo tempo.” Talvez percamos algumas habilidades, mas ganharemos outras. E, provavelmente, nossa vida ficará mais fácil. A não ser quando houver uma pane na internet.

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– Sobre o lance do Choque-Rei: respeite-se a opinião alheia.

A respeito do lance envolvendo Patrick de Paula (SEP) e Miranda (SPFC), onde surgiu o gol-contra a favor do São Paulo e posteriormente anulado, ponderei minha opinião baseado no que diz a Regra – e ela é muito interpretativa. Portanto, não se “crave” radicalmente discordância ou concordância.

Lembrando que: se o atleta da equipe que defende resvalar na bola, nessa situação específica, não muda em nada o lance se você não considerar o seguinte: Miranda foi ativo e por isso Patrick tocou, ou Patrick tocou a bola por estar na jogada, não por culpa de uma ação ativa (e não passiva) de Miranda?

O texto que escrevi, didaticamente, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/07/31/124968/

É um lance um pouco diferente de 2012, onde tivemos um gol-contra por impedimento anulado na Arena Barueri em Palmeiras x Internacional (lance envolvendo Índio e Leandro Amaro). Vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2012/08/05/gol-contra-em-lance-de-impedimento-vale-o-curioso-gol-anulado-em-palmeiras-x-internacional/

Independente de você concordar ou não com o impedimento, evite-se as bobagens das Redes Sociais com teorias conspiratórias. Por exemplo, a de corporativismo dos comentaristas (uma coisa ridícula que li: que Sálvio Spínola disse ter sido lance bem anulado só porque trabalha junto com Paulo César de Oliveira, irmão de Luiz Flávio, o árbitro). Quanta imaginação… Sálvio interpretou com racionalidade e da maneira dele, igualmente respeitosa, assim como outros que concordam ou não com o impedimento.

Discordar pode. O que não pode é má-fé.

– Quem consegue ter 16 Salários em um ano?

Ouvi, li e me assustei ao comprovar: o BNDES tem cerca de 5000 funcionários concursados e muitos outros como cargo de confiança. Eles tem até 16o salário como remuneração, e alguns, infelizmente, não aparecem para trabalhar.

E depois querem discutir como faz para cobrir o déficit do Governo? Não está na cara que esse, e muitos outros órgãos, são cabidões de emprego?

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– Te amo, Andréia.

Hoje faz 22 anos que eu e minha querida esposa Andréia começamos a construir nossa história, iniciando nosso namoro.

Não precisa texto algum para dizer o quanto a amo…

Que possamos sempre sorrir e viver em harmonia, nunca deixando a paixão acabar!

  • Te amo pra sempre, Querida!

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– Quem controla o seu trabalho?

Nesta próxima semana, Sílvio Santos comemorará 40 anos da conquista da TVS por concessão do Governo (antes, ele era da Globo e arrendava horário na Record). E ouvi certa vez no antigo programa “Rádio Atividade” da Rádio Jovem Pan seu discurso naquela ocasião.

Preocupado com a carga de atividades, no meio da sua fala, disse à sua mulher:

Íris, fique tranquila, sou eu quem comanda o meu trabalho, não ele quem me rege“.

Fantástico. Gostei e, confesso, desejaria sempre colocar isso em prática (sabemos que muitas vezes não é possível). Aliás, quem não gostaria?

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– Pare um pouco e faça uma prece.

Em meio aos dias corridos, faça uma experiência: realize pausas pequenas, feche os olhos por alguns instantes e… converse com Deus.

Tem dificuldade nas palavras?

Faça o seguinte: reze meditando uma Ave-Maria!

Fará bem ao seu coração, tenha certeza…

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– O “Comum Acordo” dos Treinadores e Clubes de Futebol.

Não está virando um constrangimento, na maior parte das demissões de treinadores, o pronunciamento de que clube e técnico decidiram encerrar o relacionamento por “comum acordo”?

Neste formato, pode-se trocar quantos técnicos for desejável, já que burla a lei que limita as trocas. Se na Série A isso é observado, na B nem se diga!

Provavelmente, tal regra cairá em desuso no ano que vem…

Brasileirão Série A: veja a classificação atualizada da 5ª rodada

– Flores para embelezar o dia.

Domingo é dia de espairecer. E eu curto meus prazeres sempre que posso nesse dia: jardinagem e fotografia são alguns deles!

Quais são os seus hobbies?

Aqui, um exemplo disso: o clique delicado da nossa roseira.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Frio no Termômetro, calor no Ânimo!

E quem disse que a natureza não capricha nos cenários do cotidiano?

Está frio lá na rua? Esquente-se com a paisagem caipira de Jundiaí para esquentar o seu coração!

Olhe só que maravilha:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Salmo 77 do 18º Domingo do Tempo Comum.

Para quem não pode participar da belíssima liturgia desse final de semana, aqui vai o Salmo 77, que nos mostra que Deus sempre providencia a nós o alimento do Corpo e da Alma:

SALMO 77

O Senhor deu a comer o pão do céu.

O Senhor deu a comer o pão do céu.

Tudo aquilo que ouvimos e aprendemos,/ e transmitiram para nós os nossos pais,/ não haveremos de ocultar a nossos filhos,/ mas à nova geração nós contaremos:/ as grandezas do Senhor e seu poder.

Ordenou, então, às nuvens lá dos céus,/ e as comportas das alturas fez abrir;/ fez chover-lhes o maná e alimentou-os,/ e lhes deu para comer o pão do céu.

O homem se nutriu do pão dos anjos,/ e mandou-lhes alimento em abundância;/ conduziu-os para a Terra Prometida, para o Monte que seu braço conquistou.

Em: https://youtu.be/DEmK5fE-Wg8

– Ghostbusters? Os Casa-Fantasmas, versão 2021, vem aí.

Pra quem foi jovem nos anos 80, Ghostbusters 1 e 2 são clássicos inesquecíveis do cinema!

A versão feminina dos Caça-Fantasmas lançada anos atrás ficou a desejar. Agora, o novo filme será com os filhos dos originais, dando continuidade ao filmes anteriores.

Veja que legal o trailer: https://www.youtube.com/watch?v=1uWPurBJtDo

– Bom dia, domingo (4 de 4).

🌅 Desperte, Interior Paulista, c’o sol gigante (porém, com o dia gelado).

Já viram como o horizonte está bonito?

Que o domingo possa valer a pena!

🍃📸🙌🏻 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Bom dia, domingo (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Foi ótimo suar.

Agora estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. É isso é tão bom…

Hoje, ao lado dessa “rosa cor-de-rosa”. Espairecer é preciso!

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– Bom dia, domingo (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo (hoje na esteira) fico meditando:

Ó Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós que recorremos a vós. Amém.

Reze. Reze sempre. Reze com fé! Deus nos escuta de verdade!

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade #Fátima

– Bom dia, domingo (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos!

Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde.

Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Saia da cama. Motive-se!

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