– Quadro de Medalhas: por Ouro e a Geral?

Quando eu era criança, a classificação das nações que estavam no Quadro de Medalhas Olímpicas era pelo número de ouros conquistados. Independente das conquistas de prata e bronze, valia o número das de 1o lugar. E eu nunca me conformava com isso…

Pense: se eu conquistei 10 medalhas de bronze, por que quem conquistou 1 medalha solitária de ouro é melhor do que eu?

Dentro do próprio espírito olímpico, a verdade de que “o que vale é competir” não deveria prevalecer?

Insisto: pra mim, vale o número de pódios, não o de ouros. E pra você?

– Para se dar bem com o seu “líder”.

O extinto jornal Diário de São Paulo trouxe certa vez em seu Caderno de Empregos uma matéria interessante: como se dar bem com os chefes, sem parecer bajulador (ou puxa-saco, como queiram).

Compartilho, extraído de: http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2011/09/139304-para+se+dar+bem+com+o+chefe.html

PARA SE DAR BEM COM O CHEFE

De carona com o filme “Quero Matar Meu Chefe”, o DIÁRIO lista os dez piores tipos de líder e dá dicas de como domar as feras

No mundo corporativo há todo tipo de chefe, como tirano, acomodado, workaholic (viciado em trabalho), baladeiro, o que só promove os amigos etc. No filme “Quero Matar Meu Chefe” (Horrible Bosses), ainda em cartaz, é possível ver como líderes que não trabalham em equipe e não têm bom relacionamento interpessoal podem criar situações ruins no ambiente de trabalho. Nessa comédia, três empregados insatisfeitos com a chefia decidem recorrer a um ex-presidiário para matar seus gestores e acabar com seus problemas.

No livro “Como Gerenciar seu Chefe”, os autores Armênio Rego, Miguel Pina e Cunha e Thomaz Wood Jr. identificam dez tipos de chefe que podem ser encontrados no mundo corporativo e dão dicas de como domar essas feras. Entre eles há o chefe barata burocrática, que é fixado em normas, regras e procedimentos e baseia todas suas ideias e estratégias nessas premissas. Já o gestor preguiça procrastinador vive cansado e demora a realizar suas tarefas e obrigações.

Exageros à parte, esses líderes comprometem o desempenho e os resultados da equipe e, normalmente, são responsáveis pela alta rotatividade dos colaboradores, que não aguentam a pressão, o assédio moral ou outros problemas. De acordo com pesquisa da Robert Ralf, empresa especializada em seleção e recrutamento, as principais razões para aumentar o estresse no universo corporativo são: pressão desnecessária e insatisfação com a capacidade de gestão.

“A maioria dos profissionais que troca de emprego sai para não ter de trabalhar com aquele gestor. O conceito de chefes que abusam do poder está ultrapassado”, afirma Fabiano Kawano, da Robert Half. Não conhecer o funcionário, não saber dar feedbacks (retornos) negativos, não conversar com o subordinado e subestimar a capacidade do colaborador são os erros mais comuns cometidos pela liderança.

“Os gestores precisam saber onde o profissional quer atuar, devem conhecer seu perfil para conseguir entender como ele quer estruturar a carreira”, ressalta Ricardo Rocha, gerente da Michael Page, especializada em recrutamento. “O que as empresas buscam hoje são bons líderes, um conceito muito mais complexo do que o de chefes. A liderança, por exemplo, de chefes que inspiram seus funcionários”, diz Kawano.

Responsabilidades da chefia:

-Incentivar e motivar a equipe
-Dar exemplo aos funcionários
-Promover a integração do grupo
-Conhecer o perfil dos profissionais
-Apresentar desafios e novos projetos
-Ter bom relacionamento interpessoal
-Dar feedbacks (retornos) sobre tarefas realizadas

Qualificação é essencial para um líder:

Com 22 anos de trabalho na rede de fast food Mc Donald’s, João Célio Oliveira, de 42, passou por vários cargos antes de se tornar diretor de treinamento. “Comecei como gerente de trainee em um restaurante, passei por todos os postos dentro da loja e fui para o escritório, com o objetivo de fazer carreira”, recorda o gestor.

Com a ajuda da empresa, Oliveira fez faculdade de marketing, pós-graduação em gestão de negócios e, agora, se prepara para investir em um master of business administration (MBA). “Formação e conhecimento são fundamentais para que você se mantenha firme e atualizado”, acredita o profissional.

De acordo com ele, os principais aprendizados que adquiriu para se tornar um líder foram saber ouvir e dar feedbacks (retornos) para seus funcionários. Para Oliveira, é preciso ouvir todas as opiniões, inclusive as negativas, para aprimorar os negócios e resolver situações. “O líder tem de estar atento e saber ouvir as verdades. Além de dar feedbacks, o chefe também precisa recebê-los. Pensar coletivamente e se comunicar é importante.”

Despreparo leva ao assédio moral:

Abusar do poder e humilhar os funcionários são atitudes que podem ser consideradas assédio moral. “No geral, a empresa tem chefes despreparados que fazem isso com seus funcionários e a diretoria não sabe. Assim, não há como evitar”, fala Wolnei Tadeu, diretor jurídico da Associação Brasileira de Recursos Humanos Nacional (ABRH Nacional).

Como proceder ao ser humilhado:

Segundo Tadeu, quem sofre assédio deve procurar o RH ou a diretoria da empresa e contar sua experiência. Casos que não são resolvidos podem chegar à Justiça do Trabalho.

Gestores que estão em alta:

Pró-atividade, liderança e bom relacionamento interpessoal são as principais características buscadas em gestores pelo mercado, de acordo com Ricardo Rocha, gerente da Michael Page.

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– Entardecer bem claro.

Agora: 18h00 – um belíssimo e claro entardecer toma conta do horizonte.

Hoje não vai escurecer?

Não importa. O que vale é a inspiradora paisagem.

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– Depressão não é frescura.

Ainda hoje você encontra aqueles que não creem que a depressão é um dos males mais significativos e preocupantes dos nossos tempos. A eles, compartilho a importante matéria abaixo:

(Extraído do Jornal de Jundiaí, link em: http://www.jj.com.br/noticias-48777-depressao-nao-e-frescura-e-precisa-de-tratamento-serio-)

DEPRESSÃO NÃO É FRESCURA E PRECISA DE TRATAMENTO SÉRIO

Por Gustavo Amorim

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 350 milhões de pessoas tenham depressão no planeta. Segundo a entidade, é a patologia que mais causa problemas e incapacidade no mundo atualmente. “Não é frescura”, ressalta o psiquiatra Ivo Pinfildi Neto. Para a psicóloga clínica Patrícia Galante, “ainda é um tabu”.

Afinal, você sabe o que é a depressão? Como reconhecer os sinais em si ou em familiares e amigos? Como é o tratamento? O psiquiatra Ivo Pinfildi destaca que a pessoa consegue observar em si mudanças comportamentais, mas nem sempre associa o quadro à depressão. “Ela pode demorar muito tempo achando que são coisas da sua cabeça, que a tristeza vai passar, que é algo passageiro. Mas o tratamento é necessário”.

Por isso, é fundamental saber quais são os sinais da depressão. “E são muitos”, acrescenta a psicóloga Patrícia Galante (confira os sintomas no quadro). Além disso, Pinfildi destaca que a pessoa fica acuada e tímida, o que dificulta o diagnóstico.

A empresária S. S. passou pelo estado de depressão e confirma que não teve essa percepção inicial. “Comecei a não ter vontade de nada, chorar por tudo, me esconder das pessoas, não dormir à noite. Ficava angustiada, não queria sair. Achava que era só cansaço”.

Ela revela que só descobriu a depressão quando foi ao médico por conta de palpitações que sentia no coração. “O cardiologista sugeriu um psiquiatra e só aí entendi o que estava acontecendo”, afirma a empresária. Pinfildi destaca que “o adulto depressivo sente que alguma coisa está esquisita dentro de si”.

Fatores
Muitos são os fatores que podem desencadear o estado depressivo. Segundo os profissionais ouvidos pela reportagem, um deles pode ser o próprio ambiente em que a pessoa vive. “O trabalho estressante, o desemprego, uma alimentação não saudável, problemas familiares, falsa sensação de felicidade. Tudo isso pode influenciar, mas não são a causa”, afirma Ivo Pinfildi.

A psicóloga Patrícia Galante também segue essa linha, mas alerta: “Não são as causas, mas os gatilhos que levam a pessoa a entrar em depressão. A pessoa pode já ter uma propensão e qualquer aspecto pode ser a gota que faz o copo transbordar. É importante não criar expectativas”.

Tratamento
Por ser um estado tanto físico quanto biológico e psicológico, a depressão deve ser tratada com várias abordagens. Tanto o psiquiatra Ivo Pinfildi quanto a psicóloga Patrícia Galante concordam que os profissionais têm importância fundamental no tratamento – a psiquiatria com o lado químico/biológico e a psicologia com o entendimento do processo. “Um dos fatores mais importantes, entretanto, é a família. É o carinho, é o cuidado com o ser humano. O familiar não pode começar julgando quem está com depressão. Não ajuda em nada e, inclusive, atrapalha e aprofunda o estado. Não pode falar ‘vai passar’ porque quem está sofrendo sabe que não é tão simples. E também não pode cobrar que suma como se fosse mágica. Se colocar à disposição para ouvir e não transformar o assunto num tabu é primordial”, diz Galante.

O psiquiatra Pinfildi ainda conta que utiliza a medicina antroposófica como parte do processo de tratamento. “A antroposofia usa outros tipos de terapia, corporais, artísticas. A medicina antroposófica amplia a ação da medicina tradicional”, conta.

Para ele, inclusive, “é um grande equívoco de quem se fecha no mundo do seu campo profissional. As pessoas esquecem que cada alçada pode ser complementar à outra”, diz o psiquiatra.

Patrícia Galante destaca a atividade física como outro ponto importante no processo de tratamento. “Faz muita diferença, até pela química que ela gera no corpo. Mas a alimentação saudável e lazer também são fundamentais”, complementa.

Jovens e idosos
Mesmo sem dados, o Centro de Valorização à Vida (CVV) de Jundiaí destaca que jovens e idosos são o público que liga com mais frequência para o serviço de prevenção ao suicídio – que tem como principal causa a depressão. “Tanto o idoso quanto o jovem estão em um momento de mudanças no convívio social”, destaca Mônica Quirino, monitora em saúde emocional e uma das voluntárias do projeto.

Ivo Pinfildi destaca que crianças reagem de forma diferente à patologia. “Ela não vai entender pelo que está passando. Mas vai ficar irritadiça, vai ficar chorosa, apática. Muitas vezes pelo que está acontecendo em casa. Muda muito o comportamento”, relata o psiquiatra.

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– Sábado é dia dedicado à devoção de Nossa Senhora.

A Igreja Católica devota o sábado às preces marianas. E você sabe por quê?

Abaixo, extraído de: https://arqbrasilia.com.br/a-devocao-a-nossa-senhora-no-sabado/

A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA NO SÁBADO

por Aloísio Parreiras

A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.

No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.

Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.

Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.

Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.

Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.

O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.

Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.

Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.

Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.

Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!

– O ciclo dos jogadores que vão e que vem do Estrangeiro ao Brasil!`

Repost de 2 anos, mas bem atual…

Mazzola (que virou Altafini) e Julinho Botelho (que recusou a Seleção Brasileira pois era difícil vir da Itália para o Brasil e que dizia que um tal de “Garrincha” poderia servi-la melhor, segundo reza a lenda) foram jogadores pioneiros que deixaram o país e jogaram no melhor campeonato de futebol do mundo da época: a Itália.

Não era comum tal situação. Tornou-se um pouco mais frequente na década de 80, com Zico, Sócrates, Cerezo e Falcão (já consagrados) sendo contratados para o ainda melhor e mais rico campeonato de clubes (respectivamente na Udinese, Fiorentina, Sampdória e Roma). Depois o fluxo aumentou: Aldair, Alemão e Careca, entre tantos.

Nos anos 2000, a Premier League (ING), a La Liga (ESP) e até a Bundesliga (ALE) começaram a tirar o brilho do Calcio italiano, e jogadores consagrados ou não passaram a ser contratados em quantidade maior e cada vez mais jovens. As exceções eram a França e Portugal, onde os atletas medianos se aventuravam, além da J-League no Japão, que queria se firmar e levava a peso de ouro craques como Evair e Cesar Sampaio (Zico foi num momento anterior).

Hoje, com a globalização encurtando as distâncias e aumentando / melhorando as informações, qualquer país do Leste Europeu leva nossos atletas ainda no berço (sendo difícil competir com os magnatas ex-comunistas) e os revendem mais adaptado aos grandões da Europa Ocidental. Ou ainda os chineses e a sede de gastar, árabes e seus petrodólares ou os pequenos times de barriga de aluguel na Mãe-Pátria lusitana.

O certo é que quando a promessa é boa, Real Madrid e Barcelona os levam para “criar lá”, não importando a idade e fazendo com que sejam jogadores mais europeus do que brasileiros. Os “torcedores de Seleção”, claro, às vezes nem se identificam com eles (talvez seja por isso que temos atletas mais táticos e menos driblares – a saída muito cedo do país sem a identificação com o clube nacional ou o aprendizado de algumas coisas daqui).

Mas pense: se você fosse “pai de garoto-promessa”, preferiria jogar (hoje) em que lugar? Morar em Milão, Barcelona, Paris, Berlim… cá entre nós, não é nada mal.

Mas e o fluxo contrário?

Não vemos mais atletas estrangeiros consagrados como Pedro Rocha ou Rodolfo Rodrigues (que já eram raros) aqui chegarem. É um ou outro sem estar no auge da carreira, jogando por aqui por um projeto pessoal (como Juanfran). Vemos sim jovens sulamericanos que chegam a preço baixo, como investimento e tentativa de solução (substituindo a antiga chegada de jogadores dos times do Interior Paulista, tão comum na história do futebol brasileiro). Até aí, se entende a questão mercadológica. O que é incompreensível são os atletas iguais aos nacionais custando caro: Trellez, por exemplo, e tantos outros espalhados pelos clubes brasileiros.

A questão que quero discutir é: até onde os estrangeiros não estarão tirando mercado de trabalho ou inibindo que os clubes brasileiros dêem oportunidades aos seus jovens talentos? Ou, CTs como os de Cotia, Xerem ou Ninho do Urubu se transformarão em meras “fábricas de exportar juniores”?

Talvez, se melhor aplicado o dinheiro fosse na base, não venderíamos atletas ainda tão jovens, pois a economia em se pagar tão caro por um gringo (vide Bryan Ruiz ou Fabian Noguera, que ainda estão não Santos), pudesse bancar essas promessas por mais tempo e ganhar títulos e dinheiro.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

Resultado de imagem para bebes jogando futebol

 

– Flores vibrantes!

🌼 Flores muito bonitas, para alegrar e embelezar nosso tarde.

Jardinagem é um ótimo passatempo! Idem à fotografia.

E que cores vibrantes são essas?

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– Gostoso e barato!

Fazia tempo que eu não comia um “bandeijão”. Estou lecionando neste sábado no prédio do Senai de Campinas, e aqui na cantina, esse delicioso prato de comida (foto abaixo) custa R$ 13,50!

Quem disse que não tem coisa barata por aí?

Alguém está servido?



🍴 #BomAlmoço!

– Busque mansidão!

dias nebulosos, tristes, desanimadores, nos quais a falta de perspectiva assusta e deprime.

Calma. Isso passa. Tudo passa. Sempre passa.

Na aflição, socorra-se a Deus, procure calmaria e abrigue-se nos sorrisos de quem você ama – e não ache que o mundo acabará.

Nada melhor do que um novo dia pra recomeçar. Nada é impossível quando se crê no Alto. Nada de desistir…

– Sun!

☀️ Sábado incrível!

Sol muito bonito de natureza e beleza indescritíveis surgindo. Como não se inspirar?

Obrigado, Mãe Terra, pela beleza do Astro-Rei.

🌱📸🌞 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Bom dia, sábado (parte 4 de 4).

🌅 06h00 – Desperte, Bragança Paulista.

Que o sábado possa valer a pena!

Não acha que por esse clique, temos boa chance de ter um dia maravilhoso?

🍃📸🙌🏻 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Bom dia, sábado (parte 3 de 4).

🌺 Fim de cooper!

Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza.

Hoje, com essas plantas tão delicadas:

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, sábado (parte 2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

Ó Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós que recorremos a vós. Amém.”

Peça à Mãe que o Filho atende!

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #Fátima #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, sábado (parte 1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! S’imbora cair da cama?

Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #adidas #asics #training #corrida #sport #esporte #running

– Levar conhecimento é muito bom…

Um sábado muito bom por vir: hoje é dia de levar conhecimento aos jovens empreendedores em Campinas/SP, através da “Discutindo Contemporaneidades Debates e Inteligência” em parceria com o Sebrae / IBS América Escola de Negócios!

Fomentar o crescimento de quem tem vontade de aprender é muito bom…

(Aqui no Blog, assuntos pré-agendados + o “ao vivo” da minha rotina matutina motivacional).

Abraços e ótima jornada!