– Análise da Arbitragem de Paulista FC 1×1 AA Flamengo.

O jogo “ajudou” muito o árbitro Caio César Mello neste sábado. Partida disciplinarmente tranquila, com pouquíssimas faltas e nenhuma polêmica. Sendo assim, ele deu conta do recado.

Com o forte calor no Jayme Cintra, a exigência física foi grande. E o juizão correu bastante, está “fininho” e se posicionou muito bem.

Tecnicamente, foi razoável, com alguns erros entendíveis (nem sempre aceitáveis). Destacando aos 43 e 44 m do primeiro tempo, dois lances de “bola que bate despretensiosamente na mão / braço”; um em atacante do Paulista e outro no defensor do Flamengo – onde ele corretamente mandou seguir, fez a leitura correta de casualidade. Mas um erro: aos 33m do 2º tempo, marcou um “perigo de gol” no goleiro flamenguista… o esperto arqueiro não foi tocado e a falta foi marcada.

Disciplinarmente,  algumas considerações:         

Aos 46 minutos do 1º tempo: Humberto (FLA) cometeu falta temerária em Marquinhos (PFC), e ele poderia ter aplicado o Amarelo.

Aos 8 minutos do 2º tempo, falta não marcada em Carioca (PFC), e que virou contra ele. Errou.

Aos 21m do 2º tempo: Cartão Amarelo correto para o goleiro Matheus Cabral (FLA) por retardamento. Idem aos 28m para Ítalo (FLA) por falta em Carioca (PFC). Ibidem ao Kadu (PFC) aos 30m.

Do restante, nada a acrescentar.

Observações táticas e técnicas do Galo:

– Aos 7 minutos, no escanteio para o Flamengo, todo mundo da defesa do Paulista agarrou alguém na grande área. Parecia rugbi, e nenhum atacante flamenguista conseguiu dominar a bola. Mas aos 9 minutos, na bola cobrada em um arremesso lateral para a área, ninguém marcou ninguém (exatamente o contrário do lance anterior) e saiu o gol. Há de se ter atenção…

– O Paulista foi um time “fair play demais” no 1º tempo – nem aquelas faltinhas “técnicas”, de jogo, para parar a partida, foram cometidas. O primeiro tempo, cá entre nós, foi para esquecer. No 2º tempo, voltou mais vibrante e quase “passou do ponto” após os 30 minutos com excesso de faltas.

– No gol de empate do Paulista, o chute foi na barreira que abriu e “matou o goleiro”. Um chutaço! Repare que um defensor fica desesperado com medo da bola bater em seu braço e se marcar a infração.

– Neném Prancha, o poeta do futebol, disse uma das maiores máximas do futebol: “treino é treino, jogo é jogo”. E o Tricolor Jundiaiense fez ótimos treinos, e hoje jogou mal. Torçamos para que tenha sido uma jornada atípica, um dia ruim do Galo, apenas, e que se apresente melhor nas próximas rodadas.

Acréscimo de erro crasso: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2021/08/22/que-caca-bandeirinha/

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