Há 1 ano foi produzido esse texto, mas extremamente atual…
Li que na última entrevista que Lula deu na cadeia, duvidou da facada de Bolsonaro, ironizando que não tinha sangue, que protegeram o agressor e outras coisas repugnantes.
Que insensibilidade. Como a Política é nojenta! As autoridades que deveriam se dar o respeito, adoram criar fake news demagogicamente. Me parece tão ridícula tal afirmação igualmente como aquelas que debocharam da morte de Marielle por milicianos e do funeral da dona Marisa Letícia.
São esses os nossos estadistas?
Aliás, acrescento os exemplos de repugnância do país: áudios vazados de Lula e Dilma foram comemorados pela Direita na ocasião. E agora a mesma turma critica os vazamentos do Telegram de Sérgio Moro, fazendo a Esquerda vibrar. Pode?
Êta nação hipócrita. Mais sensatez, Brasil. Não é esse legado (de fanáticos e partidários radiciais doentes) que queremos deixar para os nossos filhos. Precisamos de gente coerente, isenta, honesta e sem interesse pessoal, que governe para o TODO, e não para um lado apenas.
Não é questão de ser isento ou em cima do muro, é de discordar do radicalismo que tanto está fazendo mal entre os brasileiros, que, por conta da Política (e do fanatismo), resolveu se dividir em dois lados (como se o mundo fosse bipolar e como se só existissem dois grupos políticos – ou até mesmo somente Esquerda e Direita, que é um conceito “vencido” há tempos).
Dizer o quê, se para a Direita ou para a Esquerda a única forma de concordância é bradar àqueles que não admiram nem os métodos de Bolsonaro tampouco os de Lula de “isentão…”(como se fosse algo pejorativo). É a turma que quer te obrigar a ser apaixonado por algum político – Lula ou Bolsonaro – criando o termo “político de estimação”… E aí daqueles que não aderirem!
Sai dessa onda, Brasil.

