– Por quê os Casais Brigam?

Uma interessante pesquisa mostra que os casais brigam quase 1 vez por dia durante o ano todo.

Acho o número exagerado, mas as razões levantadas, tanto por homens quanto por mulheres, são, digamos, conhecidas por todos!

Olhe, abaixo, o ranking dos motivos de brigas (masculino e feminino).

Extraído de: http://g1.globo.com/mundo/noticia/201/01/casais-brigam-312-vezes-por-ano-diz-pesquisa-britanica.html

CASAIS BRIGAM 312 VEZES POR ANO, DIZ PESQUISA

Uma pesquisa feita na Grã-Bretanha com 3 mil pessoas indicou que os casais brigam em média 312 vezes dias por ano – principalmente às quintas-feiras por volta das 20 horas, por dez minutos. O levantamento, encomendado por um varejista online de artigos e peças para banheiros, sugeriu que a esmagadora maioria das brigas se origina de motivos banais, como deixar pelos na pia, entupir o ralo do chuveiro com cabelo e “surfar” entre canais de TV.

“Todos os casais brigam, mas ver o quanto eles discutem por causa de coisas simples, como as tarefas domésticas, nos faz abrir os olhos”, disse o porta-voz sobre a pesquisa, Nick Elson.”Parece muito tempo perdido em bate-bocas, independente de quão irritante sejam os hábitos.”

As razões dadas por homens e mulheres refletem algumas já conhecidas e proclamadas diferenças no comportamento dos sexos. Enquanto elas reclamam que os parceiros não trocam o papel higiênico quando terminam de usar o aparelho sanitário – nem abaixam a tampa -, eles ficam nervosos quando as parceiras demoram para ficar prontas e reclamam sobre as tarefas domésticas.

Deixar as luzes acesas, acumular entulhos e não recolher as xícaras espalhadas pela casa após o chá ou café também são razões citadas por ambos os sexos para as brigas. Oito de cada dez entre os três mil adultos britânicos pesquisados disseram ser obrigados a limpar, constantemente, a sujeira do outro.

E se as mulheres ficam mais frustradas com os hábitos dos parceiros, a pesquisa indicou que são eles que mais vêem nas razões banais motivos para uma separação. Um quinto dos homens entrevistados disseram considerar essa opção em consequência das dificuldades de convivência.

A seguir, os hábitos que mais irritam as mulheres:

1. Deixar pelos na pia
2. Deixar a privada suja
3. “Surfar” entre canais de TV
4. Não trocar o rolo de papel higiênico
5. Não abaixar a tampa da privada
6. Deixar as luzes acesas
7. Xícaras sujas pela casa
8. Toalhas molhadas no chão ou na cama
9. Acumular pertences
10. Não dar descarga

E os hábitos que mais irritam os homens:

1. Demorar para ficar pronta
2. Reclamar que ele não faz nada
3. Deixar as luzes acesas
4. Entupir o ralo do chuveiro com cabelo
5. Acumular pertences
6. Encher a lata de lixo além da capacidade
7. Deixar lenços de papel pela casa
8. Xícaras sujas pela casa
9. ‘Surfar’ entre canais de TV
10. Assistir a novelas.

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– A Ansiedade no Mundo Corporativo

Recebi do querido professor e amigo José Renato Santiago Sátiro esse excepcional artigo sobre Ansiedade dentro das Empresas.

Por ser um assunto tão pertinente, compartilho.

Extraído de www.jrsantiago.com.br

SOBRE A ANSIEDADE NO MUNDO CORPORATIVO

Ao conjunto de ações, reações e sentimentos que invadem uma pessoa nos momentos que antecedem certa situação sobre a qual não há ciência prévia dos devidos desdobramentos, chama-se ansiedade. Apenas um conceito pontual, que li em algum lugar. Ainda que genérico permite identificar algumas interessantes questões sobre a mesma. Segundo muitos, a ansiedade já suplantou a depressão na conquista do título de “o mal do século”. Sua onipresença faz dela uma companheira constante em nosso ambiente familiar, entre amigos e até mesmo junto aos colegas de trabalho.

No meio de tantas atribuições que tinha em certa empresa onde atuei durante alguns anos, costumava compartilhar alguns momentos com um querido senhor chamado Galeta. Magro, esguio e com humor muito próprio, maneira que costumo usar para descrever alguém mal humorado, às vezes ele me chamava para ir a sua sala. Os quase trinta anos de empresa fizeram dele uma referência junto aos seus colegas e suas conversas, recheadas de histórias incríveis, eram oportunidades únicas de aprendizado. Confesso que me sentia orgulhoso por seus convites, mas havia uma restrição. Por falar demais (ainda que eu seja também um tagarela), não tinha como entrar em sua sala e ficar por poucos minutos. Ciente disso, ele costumava fechar a porta com chave, quase que trancando seus ‘convidados’. Após dezenas de minutos, meu corpo deixava clara a minha necessidade de ir embora. Galeta não se fazia de rogado e já se antecipava a qualquer pedido de ‘preciso dar uma saidinha’ dizendo: “Olha meu rapaz, tu és novo ainda e tem muito tempo pela frente para fazer tanta coisa aqui que não consigo entender porque você é tão ansioso”. Confesso que, das primeiras vezes, ouvia isso muito de boa sem fazer qualquer análise sobre suas palavras. No entanto, devo confessar que ao longo dos tempos, diante a repetição dessa dinâmica passei a não entender porque ele me chamava de ansioso, uma vez que tudo o que eu queria, após certo tempo de conversa, era ‘apenas’ sair dali para cumprir minhas obrigações. Demorou para que eu, enfim, o retrucasse e, com todo cuidado, devolvesse: “Mas Galeta, por que você me chama de ansioso? Na verdade, ainda que nossos papos sejam ótimos, quando pareço meio impaciente a sua frente é porque às vezes tenho muitas coisas a fazer e você bem sabe como é meu chefe”. Confesso que tão logo falei isso me veio um estranho suor frio que me desceu pelo corpo, por conta de ter dito, ainda que de forma educada, tudo aquilo para aquele senhor tão importante na organização. Pensei comigo: “eita, que agora vou levar um esporro”. Com um sorriso meio sarcástico, ele se dirigiu a mim de forma seca e falou: “… tá vendo como tu és ansioso, tenho certeza que já estás com um monte de coisa passando pela sua cabeça, apenas porque me falou algumas verdades sobre nossas conversas.” A risada foi imediata. Em seguida, ele complementou: “Enxergamos nos outros as nossas características mais marcantes, talvez, justamente, por elas nos incomodarem tanto. Sendo assim, como sou ansioso, consigo identificar um quando vejo”. Ele estava certo.

Não foram poucos os momentos em que aquele certo “bololo” me preencheu e o temor pelo que viria a seguir me voltasse a deixar em estado de ansiedade. Durante algum tempo, ela progrediu em mim. Passei do estado “estar ansioso” para o de “ser ansioso”, quase como se fosse uma característica a mim impregnada. Em pequenos ou grandes momentos de minha vida, a ansiedade continuou a se propagar.

Certa vez na antesala do diretor de uma grande organização, a longa espera em ser chamado para receber uma resposta importante acabou por ativar, de forma explícita, minha ansiedade. Sua secretária, uma charmosa e colorida senhora, chamada Cecília, se levantou de sua mesa, se dirigiu em minha direção com um copo de água e me disse: “Meu querido, tome esta água para você voltar a ser você. Nem sei sobre qual é o assunto de sua reunião, mas seja o seu melhor, por isso, não deixe transparecer a quem quer que seja algo que poderá ir contra você e seus objetivos. Sua ansiedade está desenhada em seu rosto de uma forma não muito boa.” Perplexo, tomei a água, agradeci e antes que respondesse que era apenas impressão dela, pois estava calmíssimo (uma mentira discarada), ela prosseguiu: “Pode entrar, agora é com você.” O bom andamento da reunião fez com que a mesma se prolongasse bem mais que o tempo esperado e quando saí a senhora não mais estava lá. Me restou deixar uma mensagem: “Muito obrigado, a senhora foi um anjo para mim” ao final meu nome e número de celular. Cá entre nós, pensei que ela fosse me ligar. Isto não aconteceu. Se ela não ligou, também não liguei, uma regrinha ‘motorrenda’ que todo ansioso usa para achar que assim não o é. Passaram algumas semanas até que eu voltasse a encontrá-la em um dos corredores da empresa. Surpreendentemente, ela se lembrou de mim afirmando “Olha só quem está aqui se não é o menino ansioso”. Rimos sem trocar muitas outras palavras. Ela estava certa.

Estes momentos de ansiedade continuaram constantes em minha vida e a transformou em uma companheira fiel com a qual sempre passei a contar, sobretudo nas situações mais agudas de minha vida. Ao longo de minha carreira profissional em situações tais como em pedidos de aumento, mudanças de emprego, defesas de projetos importantes, apresentações para certos públicos, envio de propostas comerciais e tantos outros. Por conta disso, quanto a sua presença, confesso, pouca coisa mudou. Não há muito a ser feito e tenho que admitir que ela me presenteia com expectativas que muitas e muitas vezes fazem valer a pena por todo esforço investido. A ansiedade é meu combustível, gosto dela. Talvez um pouco daquela velha teoria de avó: “o melhor da festa são os seus preparativos”. Já quanto a forma como a ansiedade costuma me afetar, progressos consistentes foram conquistados e confesso que um pouco por conta de alguns truques físicos que propiciam bons resultados. Respirar de forma mais profunda, por exemplo, costuma ajudar. Mascar algum chiclete, quando possível, também. Ter firmeza no controle do movimento de suas mãos e pernas é outra maneira. Pedir luz aqueles que seguimos, nem se fala. Mas convenhamos, todas elas são de natureza plenamente reativa. Do ponto de vista preventivo gosto de lembrar o que uma antiga costureira de minha mãe costumava falar: “se algo que precisa ser feito depende de você, não se preocupe, vá e faça acontecer. Caso não dependa de você, não há porque se preocupar, já que não tem coisa alguma que possa fazer”. Ela ainda finalizava: “Ter ansiedade é sofrer por antecipação”.

Ainda assim, o que me faz ter a convicção de sua fortaleza em mim é o fato de enxerga-la tão intensamente nos outros, seguindo os preceito de meus velhos amigos Galeta e Cecília.

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– A Primeira Escala de Árbitros do Paulistão A1-2020: ousar é necessário, mas forçar…

Levei um susto ao ver as escalas de árbitros para a 1a divisão do Campeonato Paulista de 2020.

  • Que os trabalhos das antigas comissões de árbitros tiveram muita fragilidade, é sabido.
  • Que a última leva de revelações de bons e seguros nomes da arbitragem aconteceu no final dos anos 90, com os árbitros da “nova safra dos anos 2000” (faz tempo, hein?) com o prof Gustavo Caetano Rogério, Antonio Cláudio Ventura e Roberto Perassi, idem.
  • Que desde o escândalo da Máfia do Apito, tudo se perdeu e houve um trabalho muito ruim por parte do Cel Marcos Marinho e Arthur Alves Jr, é cansativo se repetir.
  • Que Reinaldo Carneiro Bastos está trocando o Comando dos Árbitros religiosamente todo ano, não é mais novidade.
  • Que Ana Paula de Oliveira, a nova chefe dos juízes paulistas, terá que renovar os nomes e oxigenar todo o quadro, não se tenha dúvida. Mas saber fazer isso é importante.

Sou adepto de que os jovens tenham oportunidades, da urgente renovação mas de maneira planejadanão no sufocoe de que se tenha paciência com os novos talentos. Mas quem são esses talentos?

Acompanhando detalhadamente nas categorias menores da FPF e nas divisões de acesso, vi bons árbitros apitando e querendo seu espaço. Na 4a divisão, citei dois nomes que apitaram regulamente e com competência em 2019 (merecedores de boas chances na A3 e na A2 em 2020). Escrevi sobre os mesmos em meu blog nas diversas análises de arbitragens que faço.

Mas…

Para os jogos de Corinthians, Santos e Palmeiras, os árbitros da FIFA foram escalados (como os grandes têm visibilidade e se errar contra um deles, a reclamação é geral, faltou ousar e nada mudou). Para o outro grande, o São Paulo, a árbitra da FIFA Edina Alves, de 40 anos de idade, que nunca apitou a Série A1, terá sua chance (nada contra ser mulher, novidade, ou ter uma idade quase de veterana para a carreira de árbitro, comumente até os 45 – mas sim pelo SALTO à A1 sem um histórico mais condizente de atuações).

Vemos também o resgate de alguns nomes, como Thiago Duarte Peixoto, que ficou marcado por uma série de polêmicas em jogos e infelicidades pessoais nos últimos anos, assim como a maturação de árbitros que estavam se destacando e tem boa idade: Lucas Canetto Belotte e Leandro Carvalho da Silva (acertos nessas escalas).

Porém, vejo ainda jovens como Flávio Roberto Mineiro, que com 24 anos apitará a A1 (Ponte Preta x Santo André) sem não ter trabalhado ainda na A2, e que sofreu quando teve chances na A3 e na Bzinha / 4a divisão Sub 23. (Abaixo, algumas partidas que assisti dele e não gostei). Nada contra Flávio também, mas queimar etapas não é ruim? E os que atuaram muito bem na mesma divisão e que não tiveram chances iguais?

É essa a mesma queixa: a falta de meritocracia e de equidade dos árbitros. TODOS devem ter oportunidade semelhantes.

Ousar é importante, mas não gosto de degraus saltados….

Os jogos citados anteriormente em:

Paulista x Portuguesa Santista: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/05/15/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-paulista-x-sao-jose-quem-apita/

Paulista x São José: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/05/18/analise-da-arbitragem-de-paulista-2×0-sao-jose/

Paulista x Asissense: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/10/05/analise-da-arbitragem-de-paulista-2×0-assisense/

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– Uma mãe de viciado sobre Ludmila na Fátima Bernardes e o boicote dos consumidores contra a empresa de cosméticos (#ComLudmillaNaAvonTôFora)

Já viram a campanha #ComLudmillaNaAvonTôFora, que convida as pessoas a colarem essa #hastag de repudio à empresa de cosméticos?

Pois é: após a música que faz apologia às drogas chamada “Verdinha”, a cantora Ludmilla ganhou elogios entre os defensores da liberação das drogas e usuários da Maconha. E, como toda celebridade, ela tem um público cativo – que pode gostar desde as suas músicas, seu comportamento e até mesmo sua ideologia (não necessariamente concomitantemente).

Entretanto, a AVON, que a tem como garota-propaganda, está sofrendo uma ação de boicote por não combinar os valores dos consumidores da empresa e o mote defensivo de narcóticos da cantora.

Vide em: https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/celebridades/marca-sofre-ameaca-de-boicote-apos-contratar-ludmilla-como-garota-propaganda-32453?fbclid=IwAR1WSSqJ-q2A3Ja9iR_gfs5n1vMcGLTgPfcFO6tJNNKd_FxTdduTYzs_bMk

A mesma Ludmilla trouxe muita repercussão quando esteve na Rede Globo, no Programa de Fátima Bernardes, dias atrás, trazendo grande aborrecimento às pessoas que possuem dependentes de drogas em seus lares e a fala descompromissada de responsabilidade social.

Enfim: tratar a Maconha como algo recreativo e sem alertar aos problemas sérios que são trazidos à saúde por uma artista, nada mais parece como um meio de se ganhar dinheiro sem pensar nas consequências. Ou não?

Abaixo, uma publicação extraída do Facebook da Jornalista Izilda Alves, da Federação do Amor Exigente:

INDIGNADA, MÃE QUE PERDEU O FILHO POR DEPENDÊNCIA DE MACONHA ESCREVE A LUDMILLA E A FÁTIMA BERNARDES

Vocês não viveram na pele o que eu e outras tantas mães passamos por causa do uso de maconha pelos nossos filhos: surtos, agressões, traficantes (por causa de dívida e a família é quem paga, para que não se pague tirando a vida deles), e por último a demência mental que esta maldita droga, a maconha, causa.”.

Palavras de JANI XAVIER, que na véspera do Dia das Mães DE 2017, estava no Instituto Médico Legal, de Cotia, cidade paulista a 35 quilômetros da capital, reconhecendo o corpo do filho de 27 anos, Jefferson, que desenvolveu esquizofrenia por uso de maconha e foi encontrado morto na rua. Foi em 13 de maio de 2017. “Até hoje, não superei essa dor devastadora”, chora Jani Xavier em sua carta a Ludmilla e a Fátima Bernardes:

“Ludmilla e Fátima Bernardes, minha total indignação por apresentarem a música Verdinha numa emissora de TV em horário em que a maioria das crianças e adolescentes assiste, principalmente neste mês de férias.. Vocês não viveram na pele o que eu e outras tantas mães passamos por causa do uso de maconha pelos nossos filhos: surtos , agressões, traficantes ( por causa de dívida e a família é quem paga, para que não se pague tirando a vida deles), e por último a demência mental que esta maldita droga, a maconha, causa no cérebro deles, a esquizofrenia.
Proponho a vocês, Ludmilla e Fátima Bernardes passarem um único dia em um hospital psiquiátrico vendo como é o sofrimento de mães, vendo filhos internados por doença mental, causada pela maconha, e ouvindo a história de cada família!!! Aí eu queria ver se a vida de vocês não não iria mudar!!.
A Fátima tem três filhos e ela não está imune de que um deles ou todos eles venham a fazer uso desta droga, a maconha, por incentivo de uma música que ela própria permitiu que entrasse no seu programa, Encontro com Fátima Bernardes, e dentro de todos os lares, inclusive do dela.”

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– A força do Sacramento da Confissão! Perdoar-se, perdoar por Deus, perdoar ao Próximo e sentir a Graça do perdão!

Em tempos de ódio e de falta de perdão, num mundo tão competitivo, vale questionar: temos nos reconhecidos pecadores? Estamos cientes de quando erramos? E buscamos nos limpar espiritualmente, com o desejo ardente de buscar um dia-a-dia mais pleno, amoroso e ardoroso?

Bem direto: Temos nos confessado ou dado o devido valor à permissão de galgar tal presente dado pelo próprio Cristo?

Muitas vezes, ouvimos o termo Sacramento da Penitência e temos uma imagem sisuda de tal graça que nos é concedida por Deus. Ao contrário: a Igreja Católica nos convida a reconciliar com Deus, consigo e com o próximo, permitindo, através da Confissão, apagar nossas mágoas e faltas, remorsos e erros, ressentimentos e equívocos, buscando a abundância da alegria de uma vida plena.

Claro, deve-se estar arrependido de coração e ter o árduo desejo de não pecar mais. A importância e eficácia deste sacramento são abordados ao longo do CIC (Catecismo da Igreja Católica), mas destaco em particular:

“O Senhor ressuscitado instituiu este sacramento quando, na tarde de Páscoa, se mostrou aos apóstolos e lhes disse: ‘recebei o Espírito Santo; àqueles a quem perdoardes os pecados serão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes serão retidos’ (jo 20, 22-23)”.

Tal preciosidade não pode ser colocada em dúvida, e nem devemos nos questionarmos se fomos “perdoados mesmos“. Creia na Misericórdia, sem vacilar!

Alguém disse (me perdoe a não citação, tenho anotado em meus rascunhos):

“Que direito eu tenho de ainda me sentir culpado, mesmo depois de me reconhecer pecador e buscar a absolvição de Deus que vem pela Igreja, se o Perdão ocorre pelo Sacramento instituído pelo próprio Cristo, que deu sua vida em favor da nossa purificação?”.

Dessa forma, não tenhamos medo de gozar da reconciliação que nos foi dada pelo mesmo Jesus Cristo, Filho do Pai, que morreu por amor a nós e vivo está ressuscitado! O perdão está aí: para nos ajudar a viver em paz; caindo e levantando, mas sempre confiando no Amor que reconstrói (que é o perdão).

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– Começando a 3a feira com a 2a que acabou! Que tenhamos a força da juventude e a sabedoria dos experientes…

Bom dia amigos! Uma terça feira bonita começa, com um sol gostoso e a brisa fresca. Porém, mais bonito que o retrato do amanhecer que gostamos de postar toda manhã foi o entardecer de cores vibrantes de ontem.

Olhem só, abaixo, esse clique, das 19h, na Rodovia Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, no sentido entre Jundiaí e Cabreúva, na região do Parque Eloy Chaves. Uau!

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Que tenhamos um dia inspirado como essa paisagem acima e feliz como os dos sorrisos que seguem: a bisavó (90) e as bisnetinhas (2 e 10). São minha vó e minhas filhas, brincando após o almoço e se divertindo com a diferença de quase 1 século entre gerações:

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É a vida que pede a força da juventude e sabedoria da experiência.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

Ops: acrescentei o clique do céu azul de há pouco, 07h30. O famoso “blue sky” que ajuda na produção da endorfina, sem filtros, inspirando essa manhã de terça-feira. Vejam só: