– Que tal reparar nas coisas que judiam do povo, Irã? Tumulto, Acidente Aéreo e Terremoto?

Depois de fomentar milícias iraquianas que atacaram bases americanas e de aliados em Bagdá, o Irã recebeu retaliação dos EUA com a morte de seu importante general. Ontem a noite, os iranianos revidaram a retaliação com mísseis em instalações militares no Iraque.

Entretanto, durante o funeral do mesmo general morto, 57 pessoas morreram pisoteadas. Logo após, um acidente aéreo matou quase duas centenas de cidadãos. E, há pouco, um terremoto aconteceu no país.

Cá entre nós: ao invés de fomentar o terror externo, por que não pensa em seu próprio país? E tudo isso acontece em meio a ameaças contra os EUA, Israel e Emirados Árabes.

Já ouviu aquele ditado: “não jogue pedra pra cima que cai na sua própria cabeça”?

E o pior é que a Rússia (aliada do Irã) se reuniu de maneira surpresa com a Síria (outro promotor da guerra). Putin foi visitar o ditador Bashar Al-Assad, para falar sobre a crise.

O que é pior: a fúria de Trump / EUA ou a união do perigoso Putin / Rússia com o ditador Bashar Al-Assad / Síria, a fim de resolver a crise do Irã?

Pobre mundo, dependendo dessas pessoas para a promoção da paz…

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– A Poluição das Praias não tem fim: até… Pop Cola?

Lembram da “Coca-Cola” da Antártica, o refrigerante de caramelo da linha Pop (Pop Cola e Pop Laranja)?

Pois é. Muita gente não era nem nascida, mas o refrigerante nasceu, morreu e pessoas mal educadas que o tomaram emporcalharam as praias. Veja que absurdo abaixo, 

Extraído de: https://vivimetaliun.wordpress.com/2019/12/27/mais-de-20-anos-apos-fabricacao-lata-de-refrigerante-e-achada-em-ilha-no-guaruja/

MAIS DE 20 ANOS APÓS FABRICAÇÃO, LATA DE REFRIGERANTE É ACHADA EM ILHA DO GUARUJÁ

O impacto da ação humana, da poluição e do despejo irregular de lixo pode ser medido na prática, com o passar do tempo – e a triste comprovação efetiva da permanência do lixo na natureza. Foi o que aconteceu com Renato Lemos Miranda em uma simples caminhada, relatada em um post no facebook. Renato percebeu uma latinha de alumínio no entorno da Ilhas das Palmas, no Guarujá: quando olhou a data de validade, descobriu com espanto: novembro de 1998.

A latinha já tinha 21 anos desde o vencimento, e além de manter as cores e a própria impressão da data de validade, a própria lata estava somente enferrujada, mas mantinha-se sólida e intacta – esperando pelos mais de 100 anos que o alumínio leva para se dissolver na natureza. “Vamos refletir nossos impactos”, diz Renato em seu post, no qual relata sua triste descoberta nas areias da praia. “Quanto tempo levaria para esta lata se desintegrar na natureza?”

“Quando peguei a lata na mão não consegui ver a data porque o fundo da lata estava muito sujo. Lavei e esfreguei com as pontas dos dedos, tomando cuidado para não arranhar, e assim pude ver a data de validade: Novembro de 1998”, conta Renato. A latinha é da marca Pop Cola, lançada pela Antarctica em 1995 – que deixou de ser fabricada em 2000. Essa não é a primeira vez que o próprio Renato encontra esse terrível símbolo da ação humana: em 2015 ele encontrou na praia de Sangava, na mesma região, uma latinha de Heineken de 1995.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Athlético Paranaense, Rodada 3 da Copa SP de Futebol Jrs.

Pietro Dimitrof Stefanelli, 30 anos, Administrador de Empresas e com 8 temporadas na FPF, apitará o confronto entre o Galo vs Furacão. No ano passado, pela Copa São Paulo, apitou Atlético Mineiro x Água Santa, no jogo em Diadema onde a partida foi paralisada pois um raio caiu em campo. Neste ano, trabalhou em São Bento 0x0 CSA no Canindé (expulsando o preparador físico do time alagoano por ofensas).

Em partidas profissionais envolvendo o Paulista, ele apitou em 2019 a estreia do Galo contra o São José (0x0) e a vitória contra o Manthiqueira (4×0), ambas no Vale do Paraíba – e atuou bem.

No ano de 2017, Pietro apitava Sub 11. Em 2018, conseguiu trabalhar em duas partidas profissionais. No ano passado, chegou à A3. É uma aposta da FPF para 2020. Aguardemos!

os bandeiras estão atualmente trabalhando em partidas amadoras e Sub 23, buscando um espaço melhor em torneios mais importantes.

A ficha completa:

Árbitro: Pietro Dimitrof Stefanelli
Árbitro Assistente 1: José Paulo Ferreira Martins Mariano
Árbitro Assistente 2: Marcos de Sena Carneiro
Quarto Árbitro: Robson Silva Santos

Desejo uma boa partida para as equipes e uma ótima arbitragem!

Acompanhe a transmissão de Paulista x Athlético Paranaense pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Edson Roberto (Didi, o Gargantinha de Ouro); comentários com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Quinta-Feira às 16h15 – mas a jornada esportiva começa a partir das 15h30 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte.

– Feliz Aniversário, Elvis Presley!

Claro, sou daqueles que acreditam que Elvis não morreu“!

Brincadeiras a parte, se vivo fosse, hoje o Rei do Rock completaria 85 anos. Que pena que um gênio da música se deixou levar para o mundo das drogas…

E isso porque elas eram proibidas e difíceis de serem encontradas. Imagine nos dias atuais, onde elas são achadas em qualquer esquina apesar da ilicitude?

Como Elvis Presley estaria se não fossem elas, não?

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– O Irã e seus costumes dentro e fora do futebol, segundo Mazola.

Calma, não estamos falando do ítalo-brasileiro Altafini, mas de um Mazola mais recente, formado na base do SPFC (que deve ter recebido o apelido em homenagem ao jogador de futebol tão respeitado nos anos 30 e 40), e que hoje vive no… Irã!

Conheci o atacante quando ele jogava no Paulista FC, e ganhei simpatia por ele ao participar com o jornalista Guilherme Barros no programa esportivo semanal da TVE de Jundiaí. Mostrou-se simples, educado e bem estudado.

Veja que interessante: poucos dias antes do conflito Irã-EUA ter se agravado, Mazola falou ao UOL sobre como as mulheres sofrem por lá (sua esposa é proibida de andar de bicicleta), os horários restritos para que homens frequentem academias (ele não pode mostrar sua tatuagem), o comportamento que casais devem ter ao se encontrarem (a mulher de um amigo não pode nem olhar para o rosto de quem conversa com ele) e o fanatismo dos torcedores locais em estádios de 90.000 pessoas, sempre lotados (exclusivamente com homens).

Para entender melhor esse “mundo diferente” do “Planeta Futebol”, e até mesmo as diferenças culturais entre o povo persa e o ocidental, abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2019/12/28/ex-sao-paulo-conta-que-no-ira-futebol-ainda-e-esporte-dos-homens.htm

EX-SÃO PAULO CONTA QUE NO IRÃ O FUTEBOL AINDA É ESPORTE DOS HOMENS

Por José Edgar de Matos

Engana-se quem celebra a liberação das mulheres nos jogos da seleção do Irã como uma regra. A medida é apenas paliativa e contrasta com a realidade do país persa, localizado na Ásia e conhecido por ser um dos mais restritivos ao comportamento feminino. Este machismo estrutural, enraizado na cultura local, é encarado pela brasileira Vanessa Silva, mulher de Mazola, ex-atacante do São Paulo e atualmente no Tractor.

O casal vive em Tabriz, cidade localizada no noroeste do Irã e com aspectos interioranos. O local apenas reflete a realidade de todo um país, no qual as mulheres ainda não possuem direito de assistirem a partidas de futebol. Vanessa, companheira assídua nos jogos no Japão, China e Coreia do Sul, agora só assiste aos jogos do marido pela televisão.

“É só no jogo da seleção, mas estão brigando para liberar para a liga. Acredito que seja difícil liberar, muito mais difícil, infelizmente. Aqui no estádio dá jogo de 90 mil e 100 mil pessoas, só homens”, relatou Mazola, em conversa com a reportagem do UOL Esporte na qual torce para a permissão do público feminino se estenda para o futebol de clubes.

A revolução de 1979 mudou as leis sobre o comportamento feminino no Irã. Sob a justificativa de afastar a influência ocidental, as mulheres foram privadas de, entre outras situações, comparecerem a jogos de futebol. Qualquer evento masculino passou a ser restrito aos homens. O vestuário, trabalho e até passeios de bicicleta acabaram proibidos para as cidadãs do país.

“Tomara que isso mude logo, mas acho que será difícil. Minha mulher era acostumada a ir ver os jogos no estádio. Aqui, só pela televisão e no hotel”, contou o jogador que passou por São Paulo, Paulista, Guarani, Figueirense, Ceará, CRB e São Bento no Brasil.

As diferenças culturais estão evidentes a todo tempo. Hoje, Mazola se diz adaptado ao futebol do Irã, mas vê a mulher sofrer. O casal vive em um hotel e criou laços com os funcionários. As amizades são restritas, e as mudanças comportamentais dos dois necessárias para respeitar a cultura iraniana.

“Para ela [Vanessa Silva] é muito mais difícil. É muita roupa, por exemplo, que tem que colocar quando você desce para almoçar ou jantar. É calça, é véu, tudo. Ela acabou se enturmando com o pessoal do hotel e com a esposa do peruano que joga com a gente [William Mimbela], isso ajuda. E a gente só fica no hotel porque somos casados também, tudo muito fechado”, disse.

“É diferente para mim não poder andar de bermuda, mostrar a tatuagem…é bem diferente de todos os países que passei. Na academia, por exemplo, as mulheres têm o horário das 9h às 16h; e a gente das 17h até as 23h. Fora que elas têm que cobrir todo o corpo, andar com véu. A cultura é muito diferente, as coisas são muito rígidas”, acrescenta Mazola, citando mais um choque cultural.

Cumprimentar outras mulheres? Nem pensar

Mazola relata que até os diálogos são restritos entre pessoas de sexo diferente. Há uma rotina e um dogma a serem respeitados. A tradição secular não se altera, mesmo com a globalização e o mundo de hoje. Ele não pode, por exemplo, cumprimentar outra mulher.

“O islã é muito respeitado. Acabou o treino e dá a hora da oração, religiosamente colocam o tapetinho e ajoelham. Você, como homem, não pode cumprimentar a mulher na mão, não pode tocar na mão dela. Se está com sua esposa ao lado, ela não deve olhar para o seu amigo. O diálogo é entre eu e ele, só”, relata.

“Nível do campeonato me surpreendeu”

O ex-jogador do São Paulo, apesar das restrições relatadas, especialmente sobre o comportamento das mulheres, aprova a ida para o Irã. A maior atração encontrada por Mazola está inclusive nas arquibancadas lotadas, mesmo sem a presença feminina e da esposa.

“Campeonato é bom; vim para cá e achei que era mediano, mas é bem bom sim. O time é como se fosse um Flamengo e tem uma torcida que nunca vi. Joguei contra eles e deu 100 mil pessoas. É como se jogar no Maracanã, sabe?”, relata.

“Você vê o estádio e pira! São jogos com 90 mil e 100 mil pessoas, o povo é fanático. Jogo em um clube meio de interior, mas a cidade é boa e o clube tem muito a crescer. A estrutura que encontro aqui é boa. Valeu a pena vir, é uma experiência estar em um país novo e conhecer a cultura iraniana”, diz o jogador.

Mazola é famoso nas ruas de Tabriz e agora possui uma visão completamente a da imaginada quando desembarcou. Embora a cultura restritiva à mulher seja de difícil adaptação, a visão sobre o islamismo mudou ao se conviver com pessoas com uma formação tão diferente.

“É só sair de casa. Se você solta um peido, todo mundo sabe [risos]. Todo mundo aqui é apaixonado pelo clube. Se sair, não vai ter paz. Sempre vem gente pedir foto, é muito bacana. Você derruba preconceito e vê que a cultura do islã não é tudo aquilo que pintam. É uma sociedade como a nossas e basta respeitarmos”, conclui.

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Mazola e a mulher Vanessa construíram amizade com os funcionários do hotel onde moram  (Imagem: Arquivo Pessoal).

– Os 2 Extremos que não conseguem justificar Flávio Bolsonaro e o Instituto Lula.

O bolsonarista e o petista menos radicais sabem que há algo errado e entendem: a “rachadinha do Queiroz” e as “palestras do ex-presidente Lula” cheiram mal. Estão lúcidos que são calcanhares de Aquiles e que a evidência de corrupção existe.

Porém, os mais fanáticos insistem em não crer em falhas dos seus líderes adorados, tampouco nas picaretagens possíveis de quem os rodeiam. Criam a massa que obedece e crê piamente no que falam, nem ponderam as colocações.

Lula, que no começo da sua gestão parecia que pensaria diferente, usou o povo como massa de manobra e a bandidagem correu solta. Falso, alegava que “nada sabia” e ganhou destaque pelos discursos demagogos e complacência com bancos e empreiteiras. Trabalhou para os grandes, com propaganda para os pequenos.

Bolsonaro, que neste começo mostra fraqueza em criar pensamentos conexos e democráticos (principalmente pelos seus filhos), tem uma equipe econômica boa. Mas seu grande opositor é: ele mesmo.

Os dois ex-presidentes têm algo em comum: os cegos que, repito, rifam as amizades e a sensatez em nome da louvação aos políticos de estimação.

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– 4a

👊🏻Bom dia!
Como choveu, hein?
Já que a manhã/ madrugada está fresca, vamos correr?
🏃🏻👟 #endorfina #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

🙏🏻Correndo e Meditando em #SãoSeverino, celebrado hoje.
São dele os dizeres de que “as armas do cristão são o diálogo e a oração”.
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺Fim de treino – suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores.
As plantas nos inspiram ou não?
🏁 🙆‍♂️ #corrida #flor #flores #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅Desperte, #Jundiaí!
Que a #QuartaFeira seja proveitosa para todos nós.
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #mobgraphy #mobgrafia

Ótima jornada para todos nós!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby