– Parquímetro e flanelinha: tudo junto e misturado?

Está regulamentada a profissão de “flanelinha” em Jundiaí?

Dias atrás, fui estacionar na Rua Anchieta, achei uma vaga e… veja só que curiosa situação aconteceu comigo, abaixo!

Eu tinha as seguintes opções: pagar um estacionamento particular (e ali o preço é alto), estacionar na rua e pagar com o aplicativo sugerido no smartphone ou, com algumas moedas, usar o parquímetro.

Pois bem: havia um parquímetro na esquina, bem próximo de onde parei o carro. Ali estava um funcionário da empresa que faz a gestão do rotativo. Como eu não tinha moedas para a máquina, achei que ele poderia me ajudar trocando uma nota, mas não tinha também (embora ele tenha dito que sempre tem).

Usei então o aplicativo, fazendo o pagamento via cartão de crédito (na verdade, você faz um depósito para a Digipare e usa como pré-pago) e fiquei mais tranquilo para não ser multado. Eis que ao lado do equipamento, o funcionário-responsável estava batendo papo com um “guardador autônomo de carros”, que me disse: “vou tomar conta pro senhor, tio”!

Quer dizer que tenho que pagar para estacionar o carro na rua e fico com dois valores a menos: o do estacionamento rotativo e o do flanelinha?

E se você não der a “gorjeta obrigatória a ele”?

Se o meu veículo for roubado, aciono a empresa de estacionamento rotativo (afinal, eu paguei para estacionar, algo devo receber em troca) ou aciono o flanelinha (serviço independente de vigilância automobilística urbana)? Ou, ainda, reclamar ao bispo Dom Vicente Costa (já que no Centro está cheio de flanelinha e parquímetro, só resta reclamar ao bispo, como diz o ditado popular).

Que dureza. Aliás, cadê a fiscalização? Nessa hora, não passa ninguém da Setransp (ou o nome atual desse departamento). Mas será que adiantaria?

É desagradável você pagar o parquímetro e o flanelinha simultaneamente. Mais chato ainda ver que a relação entre fiscais da empresa e dos “vigias autômatos” é muito boa.

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– Tenha o hábito de romper hábitos para melhorar o aprendizado!

A dificuldade de aprendizado é um grande problema para muitas pessoas. E para você?

Talvez a questão seja simples: apenas mudar o hábito!

Compartilho ótimo texto, extraído de Época Negócios, ed Janeiro, pg 90

TENHA O HÁBITO DE ROMPER HÁBITOS

O cérebro precisa de situações variadas para entender e lembrar

por Márcio Ferrari

Seguir horários fixos, fazer os mesmos itinerários, ter uma mesa de trabalho, comer nas horas certas e curtir os amigos de sempre pode dar conforto. Mas, segundo Benedict Carey, reporter de ciência do The New York Times e autor do recém-lançado “Como Aprendemos”, a rotina limita a habilidade cerebral de desenvolver conhecimentos e habilidades.

Como é impraticável jogar tudo para o alto e viver cada dia de um modo diferente, Carey sugere que estejamos atentos para variar hábitos – como mudar o caminho de casa para o trabalho de quando em quando – e para isso, três regras:

1) Dividir o tempo de aprendizado em dois – Em vez de estudar duas horas hoje, melhor estudar uma hora hoje e uma amanhã – a capacidade de lembrar das informações dobra, diz. A ideia por trás disso é que o cérebro só retém o que parece útil. Se voltarmos ao tema de ontem, é sinal de que não queremos que aquele conhecimento fique “trancado” na mente.

2) Mudar o ambiente de trabalho – Levar o material de leitura ou estudo para a mesa de um café, por exemplo, fará o cérebro “acordar” de novo para o aprendizado

3) Distrair-se quando houver um bloqueio de entendimento – Em geral, o bloqueio acontece porque o cérebro está insistindo na tecla errada. É melhor parar e começar de novo mais tarde.

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– O que devemos abandonar e o que devemos buscar, a fim de uma conduta melhor em nosso cotidiano – espiritualmente falando?

Meditar o Novo Testamento é muito bom. O que devemos abandonar em nossa vida e o que devemos acrescentar na conduta?

Ouça, em: https://www.youtube.com/watch?v=Wrl-I1ZKsd8

(A gravação do vídeo é amadora, mas a Palavra de Deus é perfeita).

 

– Campeonatos Jabuticabas: os Estaduais brasileiros!

Texto escrito há 4 anos, mas válido para hoje:

Daqui alguns dias começarão os Campeonatos Regionais, que assim como os Pés de Jabuticabas, só existem nos Brasil. Tirando os de São Paulo e o do Rio de Janeiro, os demais não dão chances aos pequenos. E esses mesmos pequenos paulistas e cariocas, todos sabemos, estão falidos.

Os pequenos precisam das verbas desses torneios para sobreviverem, e elas existem não por eles, mas pelos grandes.

É sabido que as potências não querem jogar os Campeonatos Estaduais. Mas também não se movem para evitá-los (com exceção, o Atlético Paranaense que tem disputado em seu estado com o Sub 23).

Será que esses torneios não poderiam ser melhor espaçados no calendário? Ou que fossem divisões locais de acesso às nacionais?

Na Inglaterra, existe a Northern Premier League, que congrega times regionais das 7a e 8a divisões e que permitem aos clubes (se tiverem condições financeiras e técnicas) a chegarem à badaladíssima Premiere League (1a divisão). Por quê não podemos ter série E, F, G representando os Regionais? Cravo que um jogo entre Paulista de Jundiaí x Bragantino valendo acesso da 6a divisão para a 5a Nacional levaria mais público do que valendo a queda da 1a divisão para a 2a do Estadual.

Para mim, a resposta para que não se discuta para valer o fim dos regionais (os quais, confesso, sou apaixonado mas entendo a dificuldade financeira do modelo) é clara: a perda de Poder das Federações Estaduais!

No ano retrasado, Rogério Ceni questionou:

O que vale ganhar o Paulista?”

Vencer o Paulistão só vale o status. Mas se perder… o time grande sofre com a pressão!

Algo tem que ser feito. Não dá para abrir um Morumbi para o São Paulo jogar com público de 5.000 pagantes contra o Audax, enquanto o clube gostaria de estar excursionando pela Ásia ganhando dinheiro e treinando. Ao mesmo tempo, não dá também para XV de Piracicaba, Noroeste, América de Rio Preto e tantos outros times tradicionais montarem times para apenas 3 meses nas divisões que disputam e fecharem as portas.

Quem aceitará ceder? Os times grandes continuando com o assistencialismo, clubes pequenos fechando as portas de vez ou as federações estaduais abrindo mão do poder?

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– Bom dia, dona Terça-Feira! Em 4 cliques para animar a manhã/ madrugada:

Bom dia!
Para ter disposição, sempre um cooper pela manhã se faz necessário.
Vam’bora correr?
Fui.
Clique 1:

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Correndo e Meditando com a Virgem Maria:
“Ó Mãe de Deus, rogai por nós hoje é sempre. Amém.”
Clique 2:

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Fim de treino – suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores.
E essa rosa vermelha de tom vibrante?
Clique 3:

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Despertando, Jundiaí!
Que a terça-feira seja proveitosa e próspera. Compartilhando o amanhecer:
Clique 4:

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Ótima jornada para todos.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby