– Baby Shark dos Vovôs!

A família é sempre o Porto Seguro da vida, não?

Aqui, o Baby Shark do Vovô Lili com a Vovó Lalá: os netos adoraram!

Vejam só a Maria Estela e o Miguel, que alegria!

♥️ #Família #Amor #Carinho #Vovô #Netos #BabyShark #Diversão

Em: https://youtu.be/5if6RvqpNLw

– Análise da Arbitragem de Paulista 1×1 Nacional

Neste sábado, no Estádio Jayme Cintra, uma arbitragem que começou muito boa e que no segundo tempo foi apenas regular, decaindo bastante do que foi na etapa inicial. Vamos à análise?

O jogo começou e… logo de cara, falta aos 10 segundos. Seria uma partida pegada? Foi, mas não violenta. Muitas infrações ocorridas, mas num jogo (parece contraditório) rápido.

Willer Fulgêncio corre bem, no primeiro tempo não teve dificuldades quando exigido e acertou quase tudo. Somente faltou aplicar, nessa etapa, o cartão amarelo a Lauder (NAC), por uma falta mais dura ao goleiro do Paulista. Foi correto nas faltas marcadas e não entrou em faltas supostamente “cavadas”/ forçadas.

Um lance inusitado e acertado: Lucas Moura (PFC) chutou a bola e ela bateu na mão de um zagueiro do Nacional. Foi sem qualquer intenção, e acertadamente Willer mandou seguir. Na sequência, o outro zagueiro coloca a mão na bola intencionalmente e pênalti bem marcado. O Paulista faz o gol na cobrança e, durante a comemoração dos atletas junto a torcida, o Nacional percebe que pode recomeçar o jogo e quase marca um gol com praticamente metade do time jundiaiense sem perceber que a partida estava valendo. Willer novamente estava atento e acertou em deixar o ataque rolar.

Entretanto, aos 30m do segundo tempo, o bandeira Gilberto Romachelli marcou impedimento de Rafael Compri (PFC), correto na nossa visão. O árbitro não viu e na sequência a bola saiu pelo toque do adversário, e o árbitro Willer marcou escanteio. O bandeira continuou ali sinalizando e o árbitro bateu no peito dizendo que ele estava assumindo a marcação. Para mim, equívoco do árbitro e acerto do assistente (que foi bem na partida).

Aos 41m, Thiago Pereira (NAC) cometeu uma falta mais forte e merecia amarelo. Errou em nem infração marcar. Na sequência, Murilo (PFC) foi reclamar e tomou o Cartão.

O bandeira 2 Edson Rodrigues foi bem, estando atento aos impedimentos e à saída de bola quase para fora usando as mãos do goleiro Matheus (PFC).

Sobre o Quarto Árbitro Gustavo Holanda de Souza: não reparou que o goleiro do Paulista estava igualmente vestido como a arbitragem? Deveria ter avisado o camisa 1 do Galo para subir ao campo de outra cor. Falhou nesse detalhe, que merece atenção (goleiro e arbitragem ambos com todas as peças de roupas amarelas). Mas no segundo tempo, um jogador estava caído na lateral do campo e ele quis ajudar a removê-lo tentando carregá-lo do campo para fora. E se a contusão fosse nas costas? Como pode o 4o árbitro desejar colocar a mão no jogador caído? EVITE, o árbitro não é médico nem maqueiro.

Placar: 1×1

Faltas: 19×22

Cartões Amarelos: 4×2

Cartões Vermelhos: 0x0

Público: 1200 pagantes, Renda: R$17.070,00

Ops: prepararam o cerimonial da A3 com placa da Copa São Paulo? Que isso… Na “Hora H”, tiraram.

 

– Conselhos para escrever bem!

Muito bom: Steven Pinker, autor do best seller “A loja do estilo- o guia da pessoa pensante para escrever no século XXI” dá 6 boas dicas para escrever:

1) seja coloquial e visual (imagine que o leitor é tão capaz quanto você, mas não sabe tudo o que você sabe);

2) não confie apenas em si para avaliar a clareza (parece contraditório com a dica anterior, mas pense que nem todos são como você);

3) não esconda o principal (não tente ser inteligente demais, procure ser claro no assunto a ser tratado);

4) não é preciso seguir as regras de correção, mas é bom tentar (licenças criativas são boas, mas avalie quando se deve quebrá-las);

5) leia, leia, leia (simples: leia muito!);

6) revise sempre (releia quantas vezes for necessário para que o leitor tenha tranquilidade de entender).

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– Dia da Conversão de Saulo para São Paulo

Hoje se festeja o feriado de São Paulo, e a cidade comemora com boa parte dos paulistanos indo passear, outros celebrando na própria capital dos paulistas.

Mas leve em conta: hoje também é um dia religioso – o dia da Conversão de Saulo de Tarso, perseguidor de cristãos, que se torna Apóstolo de Jesus sendo batizado como Paulo.

Abaixo, a bela história de São Paulo:

Extraído de: http://www.e-biografias.net/sao_paulo/

CONVERSÃO DE SÃO PAULO

São Paulo, Apóstolo (5-67) foi um escritor do cristianismo primitivo. Treze epístolas do Novo Testamento são atribuídas a ele. Foi o maior propagador do cristianismo depois de Cristo. Antes de se converter ao Cristianismo era conhecido como Saulo e perseguia os discípulos de Jesus nos arredores de Jerusalém, quando teve uma visão de Jesus envolto numa luz incandescente e desde então começou suas pregações do Cristianismo.

São Paulo, Apóstolo (5-67) Nasceu em Tarso na Cilícia, era judeu e cidadão romano. Perseguidor das primeiras comunidades cristãs, foi conivente com o assassinato do protomártir Estêvão. Quando perseguia os cristãos, a caminho de Damasco, teve uma visão de Jesus envolto em uma luz incandescente que o cegou, durante três dias. Desde então converteu-se e começou a pregar o Cristianismo, viajando pelo mundo, pregando o evangelho de Jesus Cristo e o mistério de sua paixão, morte e ressurreição.

A conversão de São Paulo é uma das mais importantes da história da Igreja. Mostra o poder da graça divina, capaz de transformar Saulo, perseguidor da Igreja, no “Apóstolo Paulo” por excelência, que tem a iniciativa da evangelização dos pagãos. Ele próprio confessa, por diversas vezes, que foi perseguidor implacável das primeiras comunidades cristãs. Por causa disso atribui a si mesmo o título de “o menor entre os Apóstolos” e ainda, de “indigno de ser chamado Apóstolo”. Mas Deus, que conhecia a sua retidão, tornou-o testemunha da morte de Santo Estevão, cena descrita nos Atos dos Apóstolos. A visão de Estevão apontando para os céus abertos e Cristo, aí reinando, domina a vida toda de Paulo, o grande missionário do Cristianismo.

Percorreu a Ásia Menor, atravessou todo o Mediterrâneo em 4 ou 5 viagens. Elaborou uma teologia cristã e ao lado dos Evangelhos suas epístolas são fontes de todo pensamento, vida e mística cristãs. Além das grandes e contínuas viagens apostólicas e das prisões e sofrimentos por que passou, deve-se a ele que se auto denomina “servo de Cristo”, a revelação da mensagem do Salvador, ou seja, as 13 Epístolas ou Cartas. Elas formam como que a Teologia do Novo Testamento, exposta por um Apóstolo. São Paulo, Apóstolo, sofreu o martírio em Roma. O ano é incerto, mas deve ter ocorrido entre 64 e 67.

Duas festas litúrgicas foram criadas em homenagem a São Paulo. A primeira em 25 de janeiro, foi instituída na Gália, no século VIII, para lembrar a conversão do Apóstolo e entrou no calendário romano no final do século X. A segunda, lembrando o seu martírio a 29 de junho, juntamente com o do Apóstolo São Pedro, foi inserida no santoral (livro dos santos da Igreja Católica) muito antes da festa do Natal e havia desde o século IV o costume de celebrar neste dia três Missas. A primeira na basílica de São Pedro no Vaticano, a segunda na basílica de São Paulo fora dos Muros e a terceira nas catacumbas de São Sebastião, onde as relíquias dos dois Apóstolos tiveram de ser escondidas por algum tempo para subtraí-las à profanação. Há um eco deste costume no fato de que além da Missa do dia é previsto um formulário para a Missa vespertina da vigília.

Depois da Virgem Maria, são precisamente os Apóstolos Pedro e Paulo, juntamente com São João Batista, os santos comemorados mais frequentemente e com maior solenidade no ano litúrgico. Por muito tempo se pensou que 29 de junho fosse o dia em que, no ano 67, Pedro na Colina Vaticana e Paulo na localidade agora denominada Três Fontes testemunharam sua fidelidade a Cristo com o derramamento do sangue. Na realidade, embora o fato do martírio seja um dado histórico incontestável, e está além disso provado que aconteceu em Roma durante a perseguição de Nero, é incerto não só o dia, mas até o ano da morte dos dois apóstolos. Enquanto para São Paulo existe uma certa concordância entre testemunhas antigas indicando o ano de 67, para São Pedro há muitas discordâncias, e os estudiosos parecem preferir agora o ano de 64, ano em que, como atesta também o historiador pagão Tácito, “uma enorme multidão” de cristãos pereceu na perseguição que se seguiu ao incêndio de Roma.

Parece também que a festa do dia 29 de junho tenha sido a cristianização de uma celebração pagã que exaltava as figuras de Rômulo e Reno, os dois mitos fundadores da Cidade Eterna. São Pedro e São Paulo de fato, embora não tenham sido os primeiros a trazer a fé a Roma, foram realmente os fundadores da Roma cristã, um antigo hino litúrgico definia-os como pais de Roma.

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– Jorge Jesus valeria o que supostamente pede ao Flamengo?

Alguns sites deram a informação que para renovar o contrato de trabalho por mais um ano junto ao Mengão, o treinador português Jorge Jesus (badaladíssimo no momento, e com razão) pediu 32 milhões de reais pela temporada.

Na rápida conta, uma dízima periódica de R$ 2.666.666,66 por mês.

Como as partes não confirmaram nem negaram (afinal, nem o clube nem o técnico falariam abertamente de salários), ficará na suposição. E nesta hipótese, a discussão: é demais ou não?

Pense: mais de 2,5 milhões de reais em 30 dias para dirigir um time de futebol. Não é muito para qualquer clube brasileiro, por mais cheio que esteja seu caixa?

Não se pode perder a noção do valor das coisas. Pedir por estar valorizado, lógico que Jorge Jesus fará. Mas o Flamengo não precisa se curvar a isso.

Enfim: aguardemos!

(Números sugeridos em Yahoo Sports e ESPN.com / Jorge Nicola)

– As fumaças de queimadas da Austrália: como é respirar o ar de lá?

Um problema real remanescente dos incêndios da Austrália: a poluição do ar!

Veja como é viver neste pedaço da Oceania com tanta fumaça, hoje:

(Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2020/01/exposicao-a-fumaca-das-queimadas-florestais-na-australia-gera-medo.shtml)

O MEDO DAS FUMAÇAS DE QUEIMADAS NA AUSTRÁLIA

Exposição à fumaça das queimadas florestais na Austrália gera medo
Máscaras e purificadores de ar sumiram das lojas; ao menos 28 morreram nos incêndios

A fumaça causada pelas queimadas florestais na Austrália virou parte da rotina da população que vive na costa Leste do país. Desde o fim do ano passado, a presença de uma densa camada de poluição no ar preocupa moradores de cidades próximas aos incêndios, responsáveis por uma tragédia ambiental sem precedentes na história de uma nação acostumada com fogos sazonais.

A capital Canberra, que fica a aproximadamente 300 km de Sydney, é um dos casos mais emblemáticos quando o assunto é neblina de fumaça. Cercada por queimadas, a cidade de 420 mil habitantes virou refém do vento, que, ao mudar de direção, traz consigo uma espécie de cortina para tapar as nuvens no céu e transformar a cor do Sol em vermelho na percepção de quem o enxerga.

Apesar de não haver registro de incêndios na região que compreende o Território da Capital Australiana (ACT, sigla em inglês), o medo de que uma pequena faísca possa provocar um fogo descontrolado é iminente. O governo estadual divulga de forma constante no rádio uma mensagem para os moradores,
alertando para o perigo.

“Estamos enfrentando condições extremas em nossa região. Com a fumaça de queimadas indo e vindo e incêndios cercando ACT, é fundamental que você siga as instruções de serviços de emergência e se prepare para agir em um possível fogo”, avisa o locutor. “Reservando 20 minutos do seu tempo para falar sobre isso com a sua família, você estará salvando não só a vida deles, mas também a sua e a sua propriedade”, diz outra mensagem.

Por pelo menos três vezes, Canberra figurou no topo do ranking produzido pela empresa IQAir Air Visual, que mede a qualidade do ar ao redor do mundo, ficando à frente de cidades com índices exorbitantes de poluição atmosférica, como Mumbai, na Índia, e Pequim na China.

No primeiro dia de 2020, por exemplo, a capital australiana atingiu a marca de 7.500 no índice. Qualquer número acima de 200 já é considerado perigoso para a saúde humana, de acordo com o departamento de saúde de ACT.

Diante deste cenário, milhares de pessoas recorreram ao comércio, particularmente às farmácias, para comprar máscaras de proteção facial e purificadores de ar.

A procura foi tanta que praticamente todos os estabelecimentos esgotaram seus estoques, e foi necessária uma intervenção imediata do governo estadual, que encomendou e distribuiu gratuitamente mais de 100 mil máscaras para a população de Canberra em janeiro, priorizando moradores com saúde vulnerável (crianças, idosos e pessoas com deficiência). O restante foi destinado às lojas.

O governo de ACT também passou a recomendar que a população ficasse, se possível, em ambientes internos, com portas e janelas fechadas, e que evitasse exercícios físicos na rua. Eventos esportivos foram cancelados, parte do comércio fechou as portas e muitos empregadores recomendaram que seus funcionários não fossem trabalhar.

Enquadrada no grupo de pessoas mais sensíveis aos efeitos da fumaça, a psicóloga brasileira Luna Aragon, de 32 anos, está grávida de 18 semanas do segundo filho. O primeiro, Kaio, tem um ano e quatro meses de idade. Ela e o marido vivem em Canberra desde 2017, mas agora estão cogitando arrumar as malas para fugir da capital australiana, tamanho incômodo que essa convivência forçada causa para a família dela.

“Por estar grávida e ter uma criança pequena, minha preocupação é muito maior. Pensei em voltar para o Brasil por um tempo ou sair de Canberra, mas meu marido ponderou que qualquer lugar aqui nesta região onde vivemos também pode ter fumaça. O baby que está dentro de mim não tem nem os pulmões formados ainda. E quanto mais informações busco, mais preocupada fico”, conta ela.

Luna explica que a batalha contra a fumaça é diária, dentro e fora de casa. Ela não permitiu que Kaio voltasse para a escola em janeiro, e a creche onde ele estuda também não estava preparada para enfrentar uma situação grave como essa. A estrutura é vazada, descreve Luna, permitindo uma grande circulação de ar e, consequentemente, uma maior exposição à fumaça.

“Checo todo dia o aplicativo de qualidade do ar. Se está ruim, nem saímos de casa. Faz muito tempo que não vamos brincar nos parques da cidade. Compramos um purificador de ar e máscaras para poder ter um ar limpo dentro da nossa própria casa. Mas, às vezes, nem isso ajuda.”

Escolas de Canberra foram orientadas a restringir a permanência de crianças em ambientes externos por tempo indeterminado.

“É bem desafiador manter as crianças dentro da escola. Estamos inventando coisas, brincadeiras novas, tudo para fazer os alunos se mexerem e gastarem energia. Todas elas ficam muito agitadas sem o ar livre, sem tantas atividades físicas a que estão acostumadas”, diz a educadora infantil Thayane Chaves, 30 anos, que trabalha em uma de escolas de Canberra.

Canberra é uma capital promissora, e o investimento na construção civil é alto. Bairros novos surgem a cada semestre, mas a fumaça que os trabalhadores respiram não estava nos planos. Assustou até mesmo os “tradies”, como são chamados os profissionais qualificados no ramo de serviços. O carpinteiro Jeremy Bradbury, de 22 anos, nascido em Canberra, diz que nunca havia passado por uma situação tão crítica, a ponto de não poder ir trabalhar por conta da poluição nas ruas.

“Inicialmente chegamos a zombar da situação por sermos caras durões na obra. Mas, à medida que as queimadas pioraram, passou de uma brincadeira para um perigo real para nossa saúde. Alguns dias fomos orientados a ficar em casa para evitar exposição”, diz. “Trabalhar em meio à fumaça me faz sentir um peso no peito e irritação nos olhos. Também afetou muito meu humor. Me sinto atingido fisicamente e emocionalmente por saber a destruição que está causando.”

Até agora, as queimadas já mataram ao menos 28 pessoas e devastaram mais de 10 milhões de hectares, destruindo cerca de 3.000 propriedades. Os estados mais afetados são Nova Gales do Sul e Vitória.

Especialistas estimam que problemas respiratórios e doenças mais graves surgirão devido à exposição prolongada à fumaça. No entanto, ainda é cedo para compreender inteiramente as consequências disso para o corpo humano.

A curto prazo, a inalação pode piorar condições asmáticas e doenças no pulmão e provocar coceira na pele e irritação nos olhos, como descreveu Jeremy. O hospital de Canberra registrou cerca de 120 atendimentos por problemas respiratórios, atribuídos à fumaça, desde o fim de dezembro no setor de emergência.

“Nos piores dias de fumaça, podemos dizer que é como fumar 30 cigarros por dia somente pela inalação, mas precisaríamos de uma exposição diária a este nível de poluição, por muitos meses, para podermos comparar aos efeitos causados pelo cigarro. Sabemos que teremos consequências sérias a longo prazo para a saúde da população, só que ainda não temos certeza quais serão”, diz Brian Oliver, professor especialista em biologia respiratória do Departamento de Tecnologia na Universidade de Sydney e membro da Associação Torácica da Austrália e Nova Zelândia.

O buraco negro em torno dos impactos da fumaça para a saúde humana levou o governo federal a anunciar um fundo de 5 milhões de dólares australianos a serem investidos em pesquisa oficiais relacionadas com o tema. Oliver estima que os resultados de estudos sobre o tema devam demorar de 10 a 20 anos.

Especialista em saúde ambiental e referência na Universidade Nacional da Austrália, Sotiris Vardoulakis explica que as cinzas contêm contém partículas minúsculas que podem causar sérios problemas ao corpo humano.

Ele diz que máscaras de proteção não são a melhor solução, porque há poucas evidências de que os filtros presentes nos itens realmente funcionam, mas elas podem ajudar a reduzir os danos.

“A melhor solução, na minha opinião, é permanecer em ambientes internos sempre que possível e ter purificadores de ar”, diz.

Na semana passada, a chuva chegou à Austrália e deu uma trégua aos incêndios florestais na costa Leste. A previsão dos serviços de emergência e saúde do país é de que as condições climáticas melhorem, colaborando no controle das queimadas e na redução da fumaça nas cidades australianas.

OS RISCOS DA EXPOSIÇÃO

A curto prazo, a inalação da fumaça dos incêndios pode piorar condições asmáticas e doenças no pulmão e provocar coceira na pele e irritação nos olhos

Os efeitos a longo prazo serão estudados; os resultados devem demorar anos

Especialistas recomendaram o uso de purificador de ar em casa e evitar ficar ao ar livre

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– Que seja um bom sábado!

Bom dia amigos. Mais uma oportunidade para viver nos é dada.

Para aproveitar a alvorada bonita que vai surgindo, s’imbora correr?

Motivando no clique 1:

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Durante a atividade física, pensando nas coisas do Alto. Hoje, na intercessão de São Francisco de Assis, pedindo paz e mansidão.

Meditando no clique 2:

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Após a atividade física, alongando entre as flores do jardim. E esse botão de rosa vermelha?

Admirando no clique 3:

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Por fim, espairecendo por alguns minutos diante do lindo sol. Como não se inspirar?

Contemplando no clique 4:

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Ótimo sábado para todos nós!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby