– Análise da Arbitragem de Paulista 0x2 Marília

Uma arbitragem irregular: muito boa até os 30 minutos de jogo, mas que depois caiu de qualidade a partir do momento em que os jogadores passaram a perceber uma certa passividade disciplinar na postura do árbitro. No final da partida, melhorou.

Vamos lá: Cleber Luís Paulino foi correto ao aplicar o Cartão Amarelo para Magno (PFC) por agarrar o adversário logo no começo do jogo. Acertou em nada marcar no ataque também de Magno, aos 16m, quando Hítalo Rogério (MAC) roubou a bola de maneira limpa. Não caiu na simulação de Carlos André (PFC), após perder a bola para Dourado (PFC). Aos 33m, também Cartão Amarelo bem aplicado a Mykaell (MAC).

Entretanto, ainda no 1o tempo, nas duas cobranças de faltas mais próximas à área, o árbitro mostrou um vacilo muito grande. Ao invés de assinalar o local da falta e providenciar a cobrança (ele tem spray para demarcar, isso facilita), deixou os dois times fazerem o “bolinho” e ficou ali escutando. Uma pena, pois a partir desse momento, os atletas começaram a “testar o juizão”. E depois de toda a conversa, outra demora: a de acertar as barreiras.

No segundo tempo, aos 18 minutos, Rafael Compri (PFC) deu uma entrada muito forte em  Carlos André (MAC). Era lance para Vermelho pela força excessiva, mas ficou no Amarelo. Aos 21m, Fabrício (PFC) ergueu o pé e cometeu uma falta para Cartão Amarelo, mas como houve a vantagem, deveria dar logo após a saída de bola; como ela demorou a sair… esqueceu-se!

Uma situação curiosa: numa saída de bola à frente do banco de reservas do Paulista, ambas equipes pediram o lateral ao seu favor. O lance foi prensado, e marcou-se ao Marília. Uma segunda bola quase entrou em campo, atrapalhando a cobrança. O treinador Oliveira deu um bico para longe (evitando que ela entrasse em campo) e o seu sapato voou para o campo de jogo. O árbitro entendeu como reclamação e aplicou Amarelo ao treinador. Sinceramente, eu não o advertiria, pois entendi que ele não estava criticando a decisão da arbitragem, mas a postura da sua equipe (desforrando na bola extra que atrapalharia o jogo).

O bandeira 1 Diego Cruz Freire ajudou na marcação de faltas e teve bastante trabalho em lances ajustados do ataque do Marília no 1º tempo, acertando os impedimentos e os lances legais. Idem no 2o tempo, em lances do Paulista.

O bandeira 2 Claudenir Donizeti da Silva também foi bem e acertou em um impedimento ajustado aos 9m do 2o tempo com perfeição.

Por fim, o quarto-árbitro João Mariano esteve sempre atento e foi bem.

Placar: 0x2

Faltas: 12×14

Cartões Amarelos: 3×2

Cartões Vermelhões: 0x0

Público: 779 pagantes

Renda: R$ 9.860,00

 

 

– Alguém está errado na divulgação ou no preço, certo?

Fui hoje cedo ao Supermercado Coopercica, no Parque Eloy Chaves. E reparei os seguintes preços do Guaraná Antártica:

– A garrafa de 2000 ml custa R$ 4,49.

– A garrafa de 1500ml custa R$ 4,99.

Ambas estavam lado-a-lado na prateleira. Se o produto não estiver em promoção, é ilógico acreditar que o preço cotidianamente é esse. Assim, o mercado pode ter errado e levando prejuízo.

Em acreditando-se ser uma promoção, fica o puxão de orelha: ninguém divulga? Se é para vender mais, precisa anunciar!

 

– A Criminalização das Fake News poderá levar a 3 anos de prisão?

Há 1 ano, mas poderia ser de hoje a reflexão. Abaixo:

Leio que há um projeto de lei que deseja criminalizar a divulgação de falsas notícias, as “fake news”.

Mas e o coitado que assustado dissemina com boa fé uma mensagem na certeza de estar colaborando com alguém e inocentemente acredita na mentira? Será criminoso também? Como separar o mal intencionado daquele que é vítima do engôdo também?

Deve-se atacar os mandantes da criação, não os replicadores. Muito cuidado com a lei e bastante calma nessa hora, a fim de não se cometer injustiças.

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– Entre o Limiar do Prazer, há o Fanatismo e depois o Vício!

Gostar de futebol é uma coisa; ser fanático é um problema; viciar-se, é uma doença.

Trago uma interessante matéria de pessoas que sofrem do “Vício do Futebol”, enfermidade que pode ser tão fatal socialmente quanto qualquer outro vício.

Se um cara fanático já é um ‘chato de galochas’, imagine se ele é altamente dependente do esporte?

Extraído de IstoÉ, Ed 2194, pg 98

ELES TROCAM A FAMÍLIA PELO FUTEBOL

Por Rachel Costa

Especialistas alertam que assistir a esporte em excesso pode causar dependência e prejudicar as relações familiares e até profissionais dos viciados.

Nem a distância das primeiras posições da tabela do Campeonato Brasileiro faz o empresário Bruno Abranches, 29 anos, desistir de ver seu time, o Atlético Mineiro, jogar. Ele não deu trégua nem no casamento de um amigo: entrou na igreja com o celular em punho para acompanhar os lances pelo Twitter. A noiva, Priscila Carvalho, 24 anos, cansou de tentar tirar o amado da frente da televisão. “Nem chego mais perto, especialmente quando o Atlético perde. Quando isso acontece, o Bruno fica com o humor péssimo”, conta ela, uma cruzeirense por parte de pai pouco convicta.

Não bastasse o amor à camisa alvinegra, Bruno ainda acompanha campeonatos de natação, jogos de tênis, corridas de Fórmula 1 e lutas de UFC. Ele garante que tanta dedicação ao desporto pela telinha não atrapalha sua rotina. Não é o que pensa o psicólogo Josh Klapow, do Hospital de Saúde Pública da Universidade do Alabama, nos Estados Unidos. Segundo ele, muito tempo assistindo a jogos pode ser indício de dependência. Preocupado com a quantidade de horas gastas com esse hobby, Klapow reuniu indícios (leia quadro) que permitem distinguir se tal atividade ainda configura lazer ou se já se tornou um risco à saúde e à sociabilidade. “Como não é um vício tão forte como o das drogas, o viciado em esportes costuma ignorar o problema”, diz Klapow.

A porta de entrada para esse tipo de dependência, não raro, é a contratação de um canal de tevê exclusivo para esportes. “A pessoa assina para ver seu time, mas se descontrola e começa a assistir a tudo”, diz Irani Argimon, do departamento de psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). De repente, a diversão se torna uma doença. “Vício não tem a ver só com dependência química”, alerta a psicóloga Juliana Bizeto, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp). E, assim como o alcoólatra, o viciado em esportes também pode sentir os efeitos da abstinência. Um exemplo é quando fica nervoso se tem de abandonar o jogo para comparecer a um churrasco de família.

Por isso, é importante pôr limites. “Tento ver os jogos enquanto estou trabalhando, mas não deixo de trabalhar para fazer isso”, diz o empresário Martin Seoane. Quando era adolescente, ele chegou a ficar em recuperação por deixar de estudar para assistir ao futebol. Adulto, assiste ao que pode nas horas vagas e tira suas folgas sempre às quartas-feiras, que é para ver com calma as partidas do São Paulo.

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– Pitaya Rosa ou a Branca: qual é a mais nutritiva?

Eu adoro Pitaya! Ô fruta bem gostosa… Apesar que, quem come a de polpa rosa pela primeira vez, se assusta com a cor do xixi escuro quando vai ao banheiro – o que é normal.

Veja só: a Revista Saúde comparou a qualidade das duas pitayas (rosa e branca) e ambas são extremamente saudáveis!

Compartilho, extraído de: https://saude.abril.com.br/alimentacao/pitayas-rosa-e-branca-qual-a-mais-nutritiva/

PITAYA ROSA OU BRANCA?

Fizemos uma comparação, nutriente por nutriente, de duas versões da pitaya, uma fruta especialmente deliciosa no verão.

por Thaís Manarini

Originária da América Central e do México, a pitaya desembarcou há pouco no Brasil. Tanto que um monte de gente ainda não conhece a fruta — seja a de polpa branca ou a rosa. Mas, neste verão, ela tem tudo para ganhar popularidade. “É que fornece boa quantidade de água e eletrólitos, que perdemos no suor”, explica a nutricionista Renata Guirau, do Oba Hortifruti, em São Paulo.

Fora isso, as duas versões têm poucas calorias e baixo teor de açúcar — embora a de polpa colorida seja levemente mais adocicada. O rosa vibrante dessa pitaya vem do licopeno, pigmento fortemente ligado à prevenção de câncer e doenças cardíacas.

“Já a de polpa branca contém flavonoides com função antioxidante e anti-inflamatória”, conta a nutricionista. Logo, ambas merecem um cantinho na fruteira.

A pedida é consumi-las in natura ou em forma de sucos, vitaminas, sorvetes e geleias. Para aumentar a durabilidade, a polpa pode ser congelada e usada depois. Isso se sobrar, né?

Agora confira uma comparação de substâncias, calorias e nutrientes entre as duas versões de pitaya:

Energia

Branca: 82 cal
Rosa: 104 cal

Fibras

Rosa: 6 g
Branca: 5,4 g

Carboidratos

Branca: 18 g
Rosa: 26 g

Vitamina c

Branca: 54 mg
Rosa: 40 mg

Fósforo

Rosa: 45 mg
Branca: 38 mg

Proteínas

Rosa: 2,2 g
Branca: 0,2 g

(Os valores se referem a 200 gramas da polpa, o que corresponde a cerca de uma fruta)

Placar Saúde

Pitaya branca 3 x 3 Pitaya rosa

Fonte: Renata Guirau, nutricionista do oba hortifruti (SP)

beneficios da pitaya e como comer

– A dor de quem passa fome!

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A ONU quer erradicar a fome até 2030. Entretanto, é assustador ver como sofrem os famintos mundo afora. Em especial, na África Negra.

Se tiver coragem, leia abaixo (Extraído de: http://istoe.com.br/um-pedido-de-socorro/)

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UM PEDIDO DE SOCORRO

O mundo enfrenta a mais grave crise humanitária dos últimos setenta anos. Vinte milhões de pessoas, que vivem em quatro países assolados por conflitos armados, estão na iminência de morrer por desnutrição se nada for feito. Contraditoriamente, ainda são desperdiçados 1,3 bilhão de toneladas de alimentos por ano em todo o globo

Por Fabíola Perez

É a mesma sensação de uma dor aguda e constante. Como uma agonia, que parece perfurar o estômago dias a fio e é agravada pelo calor escaldante, que deixa os corpos num estado permanente de inércia. Os poucos restos de alimentos ingeridos não são suficientes para livrar o organismo da angústia. Nas crianças, o vazio trazido pela ausência de nutrientes rapidamente se transforma em choro. Elas estão entre os grupos mais vulneráveis. Nos acampamentos do estado de Borno, na Nigéria, é comum avistar mulheres e bebês apáticos, sem força e disposição para lutar pela vida. Segundo o pediatra Marco Olla, membro da organização Médicos Sem Fronteiras, em regiões onde se vê pessoas com mais de cinco anos acometidas pela desnutrição, é sinal de que a conjuntura é realmente grave. Esse é o caso de Maiduguri, capital de Borno. “No departamento de internação que mantemos na cidade, uma mãe chegou com sua filha de sete anos. A menina estava extremamente desnutrida e com diarréia”, diz. Elas haviam fugido de um vilarejo e se instalaram em um acampamento improvisado. Ficaram ali por mais de um mês, mas a quantidade de grãos e arroz que recebiam não eram suficientes.

A Nigéria é um dos quatro países citados em um recente alerta das Nações Unidas (ONU) que declarou que quatro países vivem a pior crise humanitária desde a criação da entidade, em 1945 (leia quadro). Isso porque possui uma parcela significativa de sua população vivendo sob o flagelo da fome. Os casos de má nutrição já são tão graves que os adultos quase não têm forças para andar e algumas comunidades perdem suas crianças diariamente. Também enfrentam uma situação semelhante Iêmen, Somália e Sudão do Sul. Nesses quatro países, a estimativa é de que 20 milhões de pessoas possam morrer vítimas da insegurança alimentar aguda. Contraditoriamente, a nova onda de fome no mundo vem à tona em uma época que cresce a produção mundial de alimentos e o desperdício chega a 1,3 bilhão de toneladas por ano. Então, porque a fome voltou a ser motivo de alertas mundiais? Nos anos 1980, as imagens de crianças esqueléticas chamavam a atenção para um milhão de mortos na Etiópia. Na década seguinte, 3,5 milhões de norte-coreanos também morreram por falta de alimentos. Mais recentemente, a República Democrática do Congo e a Somália perderam quatro milhões de pessoas para a fome. Hoje, apesar dos avanços, o problema do acesso aos alimentos persiste e se agrava. “A violência de grupos armados impede a entrada e a permanência de grupos de apoio em determinadas regiões”, disse à ISTOÉ Alan Bojanic, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil.

Atualmente, em todo o mundo existem cerca de 800 milhões de pessoas que sentem as dores de um estômago vazio. Para a ONU declarar oficialmente fome em um país é preciso que pelo menos 20% da população tenham acesso a menos de duas mil calorias de alimentos por dia e que mais de 30% das crianças sofram de má nutrição. Além disso, em países atingidos pela fome são registradas diariamente duas mortes para cada dez mil habitantes ou a morte de quatro crianças em cada dez mil habitantes. Para evitar uma catástrofe nessas regiões, as Nações Unidas pediram uma ajuda de US$ 4,4 bilhões para países desenvolvidos até julho. “Essa situação saiu do normal: conflitos armados e o fator climático da seca tornam o quadro ainda mais perverso”, diz Bojanic. “Em função disso, muitas das pessoas que migram não têm as mínimas condições de segurança para se dedicar à agricultura.”

20 milhões de pessoas podem morrer de fome na Nigéria, no Sudão do Sul, na Somália e no Iêmen e 1,4 milhão de crianças estão em risco iminente de morte por malnutrição aguda.

Outro agravante nessas regiões são as condições logísticas. São zonas de difícil acesso que dificultam a chegada dos alimentos. No Sudão do Sul, por exemplo, existem apenas 200 quilômetros de estradas asfaltadas. Naquele país, a intensificação dos conflitos preocupa entidades de ajuda humanitária. “Em algumas cidades, eles impedem a chegada de cuidados de saúde de emergência, água para o consumo e alimentos para pessoas internamente deslocadas”, afirma Marcus Bachmann, coordenador local do MSF. Na Somália, o cenário de fome e suas conseqüências é ainda mais intenso. Além da guerra que se estende por décadas, da ausência do Estado de direito e do subdesenvolvimento, o país sofre com a falta de água que atinge criações de gado e plantações. Em Borno, na Nigéria, o conflito entre o grupo extremista Boko Haram e o exército também coloca a população em condições limites. “Em Benisheikh, Gwoza e Pulka é impossível cultivar qualquer coisa e é perigoso deixar as cidades para buscar madeira para cozinhar ou vendê-la”, afirma Jean François Sauveur médico do MSF.

Nesses países, os grupos mais atingidos pela insegurança alimentar aguda são as crianças e as mulheres. Para se ter uma idéia, em janeiro, membros da MSF observaram que no norte do Sudão do Sul 25% das crianças com menos de 5 anos sofriam desnutrição grave. “Esses números são extremamente preocupantes”, afirma Nicolas Peissel, coordenador de projeto do MSF. Porém, em função da insegurança, agentes de saúde avaliam que é impossível abrir um novo hospital ou encaminhar pacientes para outras instalações. O Iêmen, por sua vez, atravessa uma das situações mais drásticas do globo. Estimativas da ONU apontam que 19 milhões de pessoas necessitam de algum tipo de ajuda humanitária depois de dois anos de guerra entre o grupo extremista Houthi e o governo. Nos primeiros cinco meses de 2016, foram registrados 50 casos de desnutrição por mês no hospital de Al Tawra, na cidade de Hodeidah. Estima-se que, nesse período, uma criança tenha morrido a cada dois dias pela falta de nutrientes. Ao mesmo tempo em que a necessidade pelo atendimento cresce, muitos hospitais foram destruídos por ataques aéreos.

É comum observar crianças e adultos em pele e osso, sem condições de se manter em pé, porque a fome aguda influi diretamente no metabolismo das pessoas. “Conforme a imunidade das pessoas se compromete devido à baixa de nutrientes, o número de infecções aumenta”, diz Javed Baba Ali, médico do MSF. Para reverter esse quadro, o coordenador de desenvolvimento humano e pobreza do Banco Mundial, Pedro Olinto, defende que é necessário não apenas enviar alimentos a essas regiões como também dar à população local condições de comprar de produtores locais. “Quando se envia mantimentos, o preço sobe e os produtores desistem de plantar seus próprios alimentos”, diz. Ainda assim, a ONU tem como meta erradicar a fome até 2030. “A insegurança alimentar condena uma nação a uma situação permanente de atraso”, diz Bojanic.

Pessoas em situação de insegurança alimentar grave

Iêmen: 14,1 milhões
Nigéria: 1,8 milhão
Sudão do Sul: 4,9 milhões
Somália: 2,9 milhões

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VÍTIMAS Na cidade de Nyala, no Sudão do Sul, crianças e mulheres lutam para conseguir pequenas quantidades de arroz e grãos distribuídos por ONGs internacionais

– Um dos passageiros que estava no voo que trouxe o portador do Coronavírus era de Jundiaí

Não se pode perder tempo com situações como essa: há pouco, a Prefeitura de Jundiaí confirmou que um jundiaiense está em observação de ter sido ou não contaminado pelo Covid-19.

Abaixo, o comunicado oficial:

– RIP, Valdir Espinosa

À beira do Jubileu de Ouro no Futebol (8 anos como jogador, 6 como comentarista esportivo, 5 como dirigente e 30 como treinador, totalizando 49 anos), faleceu Valdir Espinosa!

Puxa, um cara considerado “gente boa” neste mundo tão complicado que é o futebol brasileiro. Ele tinha 72 anos e sofria complicações no intestino. Que descanse em paz!

Os times que ele trabalhou aqui:

De 1970 até 1978 (como jogador):

Grêmio
CSA
CRB
Esportivo
Vitória

De 1979 até 2020 (como treinador e dirigente, com pouquíssimas pausas):

Esportivo
Ceará
Londrina
Grêmio
Cascavel Esporte Clube
Al-Hilal
Grêmio
Cerro Porteño
Botafogo
Flamengo
Botafogo
Cerro Porteño
Atlético Mineiro
Palmeiras
Portuguesa
Corinthians
Fluminense
Tokyo Verdy
Coritiba
Botafogo
Fluminense
Vitória
Atlético Paranaense
Fluminense
Brasiliense
Ceará
Fortaleza
Flamengo
Santa Cruz
Cerro Porteño
Vasco da Gama (auxiliar técnico)
Vasco da Gama
Portuguesa
Fluminense (auxiliar técnico)
Duque de Caxias
Esportivo (coordenador técnico)
Metropolitano
Las Vegas City
Grêmio (coordenador técnico)
Botafogo (gerente de futebol)

Resultado de imagem para Valdir Espinosa

– Magazine Luiza compra o Estante Virtual!

Se você gosta de livros e faz uma busca bem refinada nos preços antes de comprá-los, provavelmente já conhece o Estante Virtual, que vende livros novos e usados através de parceiros de todo o Brasil.

Pois bem: o Estante Virtual passa a ser mais uma das empresas do Magazine Luzia, que está rumando para bater de frente com os gigantes do e-commerce cada vez mais. Abaixo:

A VEZ DOS LIVROS: MAGAZINE LUIZA COMPRA ESTANTE VIRTUAL POR R$ 31 MILHÕES

Por Carolina Riveira

A varejista Magazine Luiza concluiu nesta quinta-feira a compra do site de livros Estante Virtual, que pertencia à Livraria Cultura e é conhecido sobretudo no segmento de livros usados. O negócio custou 31,1 milhões de reais.

O Magalu arrematou a Estante Virtual em um leilão feito em São Paulo, como parte do plano de recuperação judicial da Cultura. EXAME apurou que a proposta da varejista já foi completamente aceita pela Cultura e que, agora, o negócio tem de 5 a 20 dias para ser oficialmente fechado. O Cade, conselho de defesa da concorrência, também havia aprovado em dezembro uma eventual compra da Estante Virtual pelo Magalu.

Fundado em 2005 pelo administrador de empresas carioca André Garcia, a Estante Virtual reúne mais de 16 milhões de livros vendidos por terceiros, entre novos e usados. O site foi comprado pela Livraria Cultura no fim de 2017.

O movimento do Magalu era esperado pelo mercado desde o fim do ano passado. A compra faz parte do plano da varejista de oferecer uma maior diversidade de categorias em seus canais de vendas, indo além de eletrônicos e eletrodomésticos. A empresa começou a vender livros em abril de 2019 e tem um sortimento de mais de 240.000 títulos.

O Magazine Luiza não se pronunciou sobre o leilão ou sobre como pretende integrar as operações da Estante Virtual a seu site e aplicativo. Uma das possibilidades é que a empresa integre a logística da Estante Virtual a seu sistema de distribuição próprio.

Na Estante Virtual, que funcionava como um marketplace (com vendas feitas por terceiros), a entrega dos livros era até então de responsabilidade dos vendedores, gerando longos e caros prazos de entrega. Com os livros que vende atualmente, o Magalu usa parceiros próprios para as entregas e suas mais de 1.000 lojas no Brasil como espaço de retirada de itens comprados online — essa modalidade, chamada de “Retira Loja”, conta com frete gratuito ou mais barato e entrega mais rápida.

A Estante Virtual é uma espécie de “sebo” na internet, onde amantes de livros, estudantes e outros clientes podem encontrar edições antigas ou mesmo raras e comprá-las de vendedores de diferentes lugares do Brasil. A empresa afirmava em agosto de 2019 ter mais de 2.600 vendedores registrados e mais de 23 milhões de livros vendidos desde a fundação.

A venda do site estava no plano de recuperação judicial da Cultura, aprovado em abril do ano passado. Afetada pela crise das livrarias (que também levou a concorrente Saraiva a recuperação judicial), a Cultura tem uma dívida de 285 milhões de reais.

– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Paulista x Marília, Rodada 08 da A3.

Cleber Luís Paulino está escalado para Paulista x Marília nesta 8a rodada da 3a divisão. Mas quem ee ele?

O juizão tem 39 anos de idade, trabalha há 11 temporadas e é Professor de Educação Física. Está bastante acostumado em jogos da A3 (já atuou pela A1 e foi árbitro da final da Copa SP entre Corinthians x Batatais). Ele não costuma dar muitos cartões (e isso é um problema, pois se tecnicamente é bom e tem experiência, disciplinarmente, às vezes, se atrapalha).

Ele esteve no Jayme Cintra em 2018 na derrota do Paulista contra o Guarulhos por 2×0, onde não foi bem no critério dos cartões (embora, nesta partida, Magno foi expulso corretamente por cuspir contra seu adversário).

A análise dessa arbitragem está em: https://professorrafaelporcari.com/2018/06/17/analise-da-arbitragem-de-paulista-0x2-guarulhos-e-os-problemas-relatados-na-sumula/.

Neste ano, Cleber apitou a estreia do Marília na A3, (derrota por 1×0 frente ao Linense na “Capital do Alimento”)*. Na ocasião, atuou muito bem e cumpriu a 1a etapa do Protocolo FIFA contra a discriminação, devido aos gritos homofóbicos da torcida contra o goleiro de Lins (sobre o procedimento, aqui: https://wp.me/p4RTuC-nAN).

A escala completa:

Árbitro: Cleber Luís Paulino
Árbitro Assistente 1: Diogo Cruz Freire
Árbitro Assistente 2: Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva
Quarto Árbitro: João Augusto Mariano de Oliveira
Avaliador de Campo: Antonio Rogério Batista do Prado

*Sobre o título de Capital do Alimento, a explicação e outras curiosidades no link em: https://conteudo.solutudo.com.br/marilia/historias-inspiradoras-marilia/10-curiosidades-de-marilia-a-cidade-com-cheirinho-de-biscoito-ou-bolacha/

Desejo um bom jogo e uma grande arbitragem!

Acompanhe a transmissão de Paulista vs Marília pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Edson Roberto; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado, às 16h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 15h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– E a culpa é da imprensa?

Um Brasil ideal deveria ter como base os 3 poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) trabalhando de forma harmônica e com pessoas competentes e honesta. Sempre (isso é importante) de maneira independente.

A jornalista Vera Magalhães divulgou no Estadão que o presidente Jair Bolsonaro estava incentivando as manifestações contra o Congresso através de mensagens por WhatsApp (o que foi um fato real). Isso é notícia, não é Fake News ou algo que o valha. Cabe ao presidente responder (se quiser) sobre esse deslize em insurgir a população contra um dos poderes.

Mas não é que o fanatismo que cega resolveu “culpar” a profissional de imprensa?

Enfim: qual a culpa? De fazer o trabalho dela com correção?

Cuba, uma nojenta ditadura esquerdista, não permite Liberdade de Imprensa. China, uma potência econômica e militar, idem. No Brasil, o PT e seus aliados tentaram implantar a censura de maneira velada com a nefasta ideia de “regulação da mídia”. Agora, a Direita, que deveria ser contraponto e defensora do respeito, desdenha da Democracia com os extremistas?

Lamentável…

Extraído de: https://istoe.com.br/jornalista-vera-magalhaes-do-estado-e-alvo-de-ataques-nas-redes-sociais/

VERA MAGALHÃES É ALVO DE ATAQUES

Após ter revelado nessa terça-feira (25) que o presidente Jair Bolsonaro havia usado seu celular pessoal para compartilhar um vídeo convocando a população para manifestações contra o Congresso Nacional,a jornalista Vera Magalhães, do ‘Estado’, passou a ser alvo de ataques nas redes sociais.

Uma conta falsa em nome da jornalista foi criada no WhatsApp e mensagens fraudadas foram distribuídas em outras redes sociais. Além disso, houve compartilhamento de uma cobrança de 2015 do colégio onde estudam os filhos de Vera, expondo, dessa forma, a família da jornalista, de acordo com informações do próprio ‘Estado’.

“Divulgar este tipo de informação pessoal é um constrangimento e, embora possa não ser considerado uma ameaça do ponto de vista jurídico, é obviamente uma forma de ameaçar a jornalista. A divulgação de documentos é um método clássico de ameaçar ou incentivar alguém a atentar contra uma pessoa. Do ponto de vista da Abraji, é mais um ataque dos apoiadores do presidente contra jornalista. Pela recorrência, isso está se tornando uma questão crítica”, disse o presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Marcelo Träsel, ao ‘Estado’.

No Twitter, a deputada Carla Zambelli (PSL-SP), que é da base de apoio do presidente Bolsonaro no Congresso, classificou os ataques à Vera como algo ‘abominável’.

Carla Zambelli @CarlaZambelli38

Se a @veramagalhaes publicou um print do Fraga, é pq ele próprio printou e enviou. Acredito q isso não deveria sequer ser notícia, por isso critiquei a Vera.

Mas daí a divulgar onde os filhos dela estudam, os colocando em risco, é algo abominável. Atitude clássica da esquerda.

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