– O Movimento Feminista há de defender Regina Duarte de José de Abreu. Ou não?

Não sou de Direita, de Esquerda ou de Centro. Não gosto dessas terminologias e de outras, como a de “Isentão”. O termo, e esse eu gosto, é sim o de “à procura de sensatez”.

Por isso, ao ler a nojenta carta de José de Abreu, de radicalismo / fanatismo/ extremismo ímpar contra a atriz Regina Duarte (por ter aceito ser Secretária de Cultura), pergunto: onde está o repúdio das atrizes, a maioria colegas de trabalho dela?

Aproveito: onde está Manuela D’Ávila, Sâmia Bonfim, Jandira Feghali e outras feministas da Política (que não estão erradas em defender as mulheres, elas têm o meu respeito) mas que simplesmente se calaram?

A propósito: que raio de democracia é essa, que se não pensar como José de Abreu, a pessoa está errada? Os órgãos / entidades que defendem as mulheres por muito menos, dependendo da pessoa, estariam protestando. Ou não?

Enfim: não sou Bolsonarista, Lulista, entusiasta do Dória ou do MBL, nem Anarquista, Liberal ou Comunista. Sou só um cara que se impressionou negativamente com um homem tolo que foi extremamente grosseiro com uma mulher.

Para quem não leu (e tem estômago), compartilho a “Carta de José de Abreu”:

“Desafio Regina Duarte a debater política, cultura, ponto eletrônico, Rouanet e o que mais quiser, no foro que escolher, no momento em que quiser. Está lançado o desafio que sei, de antemão, que ela jamais aceitará. De quebra pode levar (Carlos) Vereza, Maitê (Proença) e quem mais escolher. Topa, apoiadora de fascista? Ministra, nem isso, secretária! De um presidente sem legitimidade, um escroto, que quer que você discrimine a diversidade? Que discrimine LGBTs [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transsexuais]? Eu sou artista, assumo meu vícios e me libertei deles. Mas você, assumindo um cargo público, vai ter que prestar conta deles. E eu vou cobrar isto de você. Lembra de quantos gays lhe tiraram rugas? Coloriram seus cabelos brancos? Criaram figurinos para esconder suas banhas? Você está cagando na cabeça deles! Eles me ligam, desesperados, com sua postura! Tenha vergonha nessa cara! Vou até o fim. Assuma seu cargo de apoiadora de fascista se tiver coragem. E aguente as consequências. Outra coisa, eu não estou só! Arrisco minha carreira para impedir que uma colega minha se atire num poço sem fundo!”.

Elegante, não?

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– A Inovação Tecnológica deve vir das Universidades ou das Indústrias?

Olha que discussão interessante: Nicolsky, renomado cientista, diz que estamos à beira de um “apagão tecnológico”, e afirma: a inovação não deve vir das universidades, mas das pesquisas industriais!

De muita valia aos pesquisadores e acadêmicos, abaixo, extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI78102-15259,00-SEGUIMOS+PARA+UM+APAGAO+TECNOLOGICO.htm:

SEGUIMOS PARA UM APAGÃO TECNOLÓGICO

O físico Roberto Nicolsky diz já ter acreditado que tecnologia se desenvolvia na universidade. Deixou a carreira de executivo em empresas para voltar à academia, como professor, e ajudar no desenvolvimento tecnológico do país. Convenceu-se de que o lugar da inovação é na indústria, que conheceria as necessidades do mercado. Hoje, dirige a Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (Protec), que conta entre seus associados com os principais representantes do empresariado, como a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. Nicolsky diz que a política brasileira privilegia apenas as universidades e que a falta de tecnologia na indústria mina nossa competitividade e bloqueará o crescimento do Brasil. “Teremos um apagão tecnológico”, afirma.

QUEM É
É físico. Nasceu na Rússia e mudou-se para o Brasil com 8 anos. Tem 71 anos

O QUE FAZ
É diretor-geral da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (Protec), associação de empresários para promover a competitividade da indústria

O QUE FEZ
Trabalhou em indústrias paulistas até tornar-se professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Coordenou a criação do protótipo de um trem que se move pelos trilhos usando levitação magnética   

ÉPOCA – Por que o senhor diz que haverá um apagão tecnológico?
Roberto Nicolsky –
Podemos ter bloqueio do crescimento econômico do país em questão de anos, por falta de tecnologia. O deficit entre o que exportamos e o que importamos está crescendo ano a ano. Como a indústria brasileira está atrasada tecnologicamente – passou décadas sem investir em inovações que diferenciassem seus produtos e processos industriais –, perdeu em competitividade. Temos de importar matérias-primas e máquinas para nosso setor industrial e só contamos com as exportações do agronegócio e da mineração para cobrir essas despesas. Para ter uma ideia, para pagar um único notebook você precisa vender 4 toneladas de carne ou 5 toneladas de soja.

ÉPOCA – Em que ponto estamos nesse caminho para o apagão tecnológico?
Nicolsky –
Não posso dizer que ele vai acontecer com certeza porque a economia tem um alto grau de imprevisibilidade. Mas é o risco que corremos se continuarmos com a política atual. Entre 2007 e 2008, a diferença entre o que importamos e o que exportamos passou de US$ 33 bilhões para US$ 57 bilhões, considerando apenas três setores da indústria: eletroeletrônica, química e bens de capital (máquinas usadas na indústria). O aumento do deficit aconteceu porque o Brasil teve uma taxa de crescimento de 5%, um pouco maior que nos anos anteriores. Agora, se quisermos continuar a crescer, vamos importar mais matérias-primas, mais máquinas. Vai chegar um ponto em que o agronegócio, a mineração e os investimentos estrangeiros não conseguirão pagar essa conta. O país deixará de crescer, a renda dos trabalhadores diminuirá e aumentará o desemprego.

ÉPOCA – Por que o Brasil não consegue tornar sua indústria competitiva?
Nicolsky –
Porque falta tecnologia. Primeiro, em razão do modelo de industrialização adotado no passado. Nas décadas de 1960 e 1970, o Brasil resolveu montar suas indústrias apenas importando tecnologia dos países desenvolvidos, sem se preocupar em aprimorá-la ou em desenvolver a sua própria. E o país nunca contou com uma política que corrigisse essa situação. Nem temos uma política tecnológica, o que temos é uma política conjunta para ciência e tecnologia. O problema é que ciência e tecnologia são completamente diferentes. Ciência se faz na universidade, para produzir conhecimento e capacitar recursos humanos altamente qualificados. Tecnologia se faz na indústria para atender à demanda dos clientes e tornar um produto mais competitivo. Só que no Brasil temos um único ministério para essas duas áreas, o da Ciência e Tecnologia.

ÉPOCA – Por quê?
Nicolsky –
É uma junção curiosa, que era comum na Espanha e em Portugal, e acabou se propagando pela América Latina. Depois da entrada dos países ibéricos na comunidade europeia, houve uma separação. Em Portugal, a tecnologia, sob o nome de inovação, foi para o Ministério da Economia, que no Brasil corresponde ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A ciência ficou junto com o Ensino Superior. Esse também é o modelo da Alemanha. Lá eles têm o Ministério da Educação e Ciência. A tecnologia fica no Ministério da Produção e Tecnologia.

ÉPOCA – Qual é o problema de tentar integrar o desenvolvimento científico ao tecnológico?
Nicolsky –
Acabamos adotando políticas de incentivo e modelos de financiamento nos mesmos moldes para duas áreas que são completamente distintas. No caso da ciência, as políticas em vigor dão certo. Elas são tão eficientes que a publicação de artigos científicos brasileiros em revistas internacionais quase triplicou em seis anos. Hoje, somos o 13º país no ranking dos que mais publicam artigos, resultado do aumento das verbas destinadas a bolsas para cientistas e abertura de novos laboratórios. O mesmo não ocorre com a área tecnológica. Se olharmos o Produto Interno Bruto brasileiro, a participação da indústria de manufatura tem diminuído. Não adianta investir só nas universidades: elas, no máximo, podem dar uma ideia para a indústria desenvolver uma tecnologia com base em um novo conhecimento. Mas, no geral, as ideias vindas da universidade estão fora da realidade porque a verdadeira demanda vem dos clientes, dos usuários dos produtos da indústria.

ÉPOCA – O melhor caminho não é tentar aproximar a universidade das necessidades da indústria? Não é esse o objetivo da lei de inovação, que libera cientistas ligados a universidades para trabalhar em empresas?
Nicolsky –
Isso só funciona em determinados setores industriais de países desenvolvidos. Para que haja transferência de tecnologia diretamente da universidade para a indústria, é preciso que elas estejam no mesmo nível. Só que a universidade brasileira está próxima do conhecimento de ponta, e a indústria brasileira está 30 anos atrasada. Uma indústria não dá saltos. Anda passo a passo. Ela só pode criar um novo produto depois de ter total domínio do anterior. Em geral, isso acontece a partir de demandas dos consumidores. A Embraer percebeu que havia um mercado para aeronaves de 50 lugares porque entendeu a necessidade de seus clientes. Fez um projeto desse tipo, melhor que o da concorrente, a canadense Bombardier. Mas só conseguiu isso porque já tinha feito outros aviões, como o Tucano, o Xingu, o Bandeirantes, o Brasília.

ÉPOCA – Leis como a de Inovação e a do Bem, que permitem a dedução do investimento em pesquisa, não ajudaram a desenvolver a indústria?
Nicolsky –
A Lei de Inovação e a do Bem são longas e complicadas. Além delas, existem várias outras que foram aprovadas recentemente. A política científica e tecnológica está imersa em uma sopa de leis que ninguém sabe interpretar. É ótimo para que pessoas ligadas à universidade, que dominam o Ministério da Ciência e Tecnologia, as interpretem do jeito que quiserem. A verba do ministério é de R$ 6,6 bilhões. Para as políticas de incentivo à inovação industrial são direcionados só R$ 660 milhões, o equivalente a apenas 10% da verba.

ÉPOCA – O senhor sugere tirar dinheiro das universidades?
Nicolsky –
Não é isso. A universidade toca lá seus projetos com o dinheiro que existe. Se o ministério devolvesse para a indústria tudo o que toma dela, já seria um ganho. Os fundos setoriais recolhem das empresas que foram privatizadas uma porcentagem a ser revertida em pesquisa na indústria. São R$ 3 bilhões. Mas transfere para as empresas R$ 600 milhões. E o resto? Vira apenas uma carga tributária a mais. É uma farsa dizer que isso é um fomento.

ÉPOCA – Ainda há tempo para reverter o apagão tecnológico que o senhor prevê?
Nicolsky –
Sim. A Índia é um exemplo de que isso é possível. Em 1995, ela promulgou sua lei de incentivo à inovação, que não é restritiva como a brasileira. Em 1998, três anos depois, ela superou o número de patentes do Brasil. Em 2008, fez 634 patentes, seis vezes o número de patentes brasileiras. O Brasil fez 101.

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– O pênalti em Ponte Preta 2×1 Corinthians e a má posição do juiz

Não vou nem comentar a existência ou não da infração cometida em Madson no pênalti marcado no Moisés Lucarelli, mas sim um erro juvenil quando da cobrança de Luan: o posicionamento do árbitro Thiago Duarte Peixoto.

Thiago (que depois da confusão num Derby envolvendo Gabriel – onde ocorreu uma expulsão equivocada – voltou a apitar um jogo oficial do Corinthians) é experiente o suficiente para não ficar de costas para jogadores durante a cobrança do tiro penal. É um “be-a-bá” do posicionamento do árbitro na Regra 14. Mas deu uma vacilava em Campinas quanto a isso…

Não consegui congelar a imagem no momento exato do chute (quem assistir o vídeo vera o ocorrido), mas a ilustração abaixo é perfeita para mostrar que ele bobeou e permitiu que um jogador do Corinthians corresse por trás dele na hora do chute, muito adiantado. Criou por conta própria esse ponto cego (insisto, é um erro infantil).

Se o chute é para o canto direito do goleiro da Macaca e esse jogador pega o rebote e faz o gol, como o árbitro saberia que houve irregularidade e pudesse ter condições de anular? Ele só está vendo as irregularidades da Ponte Preta por culpa desse equívoco. O bandeira não pode ser cobrado, ele está fiscalizando o avanço ou não do goleiro e se a bola entrou ou não (que é sua responsabilidade naquele momento).

Resta discernir: erro bobo em um “branco” do árbitro ou nova orientação de posicionamento da atual CEAF-SP?


(A imagem não está no ponto do chute, que é onde se vê o avanço – mas ele ocorre. A ideia é mostrar o ponto cego criado, ou seja, a consequência). 

– Dia de São João Bosco

Salesianos em festa! Hoje é dia de Dom Bosco, que também é padroeiro da nossa paróquia aqui em Jundiaí.

Um dos Santos mais queridos da nossa Igreja; veja a bela e rica história dele:

Extraído de: http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?mes=1&dia=31

DIA DE SÃO JOÃO BOSCO

Nasceu perto de Turim, na Itália, em 1815. Muito cedo conheceu o que significava a palavra sofrimento, pois perdeu o pai tendo apenas dois anos. Sofreu incompreensões por causa de um irmão muito violento que teve. Dom Bosco quis ser sacerdote, mas sua mãe o alertava: “Se você quer ser padre para ser rico, eu não vou visitá-lo, porque nasci na pobreza e quero morrer nela”.

Logo, Dom Bosco foi crescendo diante do testemunho de sua mãe Margarida, uma mulher de oração e discernimento. Ele teve que sair muito cedo de casa, mas aquele seu desejo de ser padre o acompanhou. Com 26 anos de idade, ele recebeu a graça da ordenação sacerdotal. Um homem carismático, Dom Bosco sofreu. Desde cedo, ele foi visitado por sonhos proféticos que só vieram a se realizar ao longo dos anos. Um homem sensível, de caridade com os jovens, se fez tudo para todos. Dom Bosco foi ao encontro da necessidade e da realidade daqueles jovens que não tinham onde viver, necessitavam de uma nova evangelização, de acolhimento. Um sacerdote corajoso, mas muito incompreendido. Foi chamado de louco por muitos devido à sua ousadia e à sua docilidade ao Divino Espírito Santo.

Dom Bosco difundiu amplamente os chamados “Oratórios”. Catequeses e orientações profissionais foram surgindo para os jovens a partir de então. Enfim, Dom Bosco era um homem voltado para o céu e, por isso, enraizado com o sofrimento humano, especialmente, dos jovens. Grande devoto da Santíssima Virgem Auxiliadora, foi um homem de trabalho e oração. Exemplo para os jovens, foi pai e mestre, como encontramos citado na liturgia de hoje. São João Bosco foi modelo, mas também soube observar tantos outros exemplos. Fundou a Congregação dos Salesianos dedicada à proteção de São Francisco de Sales, que foi o santo da mansidão. Isso que Dom Bosco foi também para aqueles jovens e para muitos, inclusive aqueles que não o compreendiam.

Para a Canção Nova, para a Igreja e para todos nós, é um grande intercessor, porque viveu a intimidade com Nosso Senhor. Homem orante, de um trabalho santificado, em tudo viveu a inspiração de Deus. Deixou uma grande família, um grande exemplo de como viver na graça, fiel a Nosso Senhor Jesus Cristo.

Em 31 de janeiro de 1888, tendo se desgastado por amor a Deus e pela salvação das almas, ele partiu. Mas está conosco no seu testemunho e na sua intercessão.

São João Bosco, rogai por nós!

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x São Bernardo (Rodada 3) e um questionamento técnico.

O quarteto de arbitragem escalado para Paulista x São Bernardo, junto com seu observador, pela 3a rodada da A3 foi definido pela FPF:

Árbitro: Edson Alves da Silva, 39 anos, formado em 2004, funcionário público (morador em Fartura/SP).
Árbitro Assistente 1: Leonardo Jose Rodolfo Brandini
Árbitro Assistente 2: Patrick André Bardauil
Quarto Árbitro: Jefferson Dutra Giroto
Avaliador de Campo: Newton dos Reis Barreira

Edson apitou uma única vez em Jayme Cintra, na partida entre Paulista 0x2 Red Bull, no ano de 2016 (para a análise daquele jogo, clique aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/08/28/analise-da-arbitragem-de-paulista-0-x-2-redbull/).

Neste ano, Edson apitou a A3 na Rodada 1 (Olímpia 0x0 Velo Clube) e foi 4o árbitro em Noroeste 1×0 Marília pela Rodada 2. Em 2019, trabalhou em apenas três jogos da mesma divisão (Primavera 1×0 Osasco, Rio Preto 2×0 São Bernardo e Batatais 1×0 Taboão da Serra). Porém, em 2018, apitou 15 jogos da A3!

Portanto, o juizão carece mostrar serviço para a nova Comissão de Arbitragem, já que precisa voltar a ser nome certo em jogos de categorias melhores, como A3 e A2. Dentro de campo, uma queixa sobre o seu estilo é a falta de vibração! Embora possa parecer frio demais, dá a impressão de que está alheio à partida, e isso não costuma ser bom. Também tem dificuldades em conter os ânimos com os cartões amarelos. Para o Paulista, que tomou muitos cartões nos dois jogos que disputou (incluindo ao treinador), pode ser ser bom negócio.

Algo que sai da arbitragem e vai para o campo: uma crítica respeitosa ao técnico Edson Fio (bem a vontade para tal, pois o elogiei nesta publicação: https://professorrafaelporcari.com/2019/05/24/discutindo-edson-fio-o-treinador-sem-marketing-que-vem-sendo-um-fator-diferente-na-escondida-4a-divisao/), a respeito da saída do lateral Victor Emerson.

Ora, um atleta que jogou 29 das últimas 30 partidas, com quase 2700 minutos em campo (talvez a maior minutagem de todo o elenco) que não recebeu nenhum cartão vermelho e sempre esteve com bom desempenho, foi substituído por opção de Edson Fio. Respeite-se, logicamente, mas se questione: optou por quê? Rafael Compri, que chegou há pouquíssimo tempo, é tão melhor tática, técnica e disciplinarmente do que o substituído? 

Fica a dúvida.

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– Vestir-se Bem garante Emprego e Dinheiro!

Você gosta de se vestir bem?

Cientistas comportamentais comprovam: quem usa roupas de grife em entrevistas de emprego consegue melhores ofertas de trabalho!

(original em: http://is.gd/Br79U4)

TODO MUNDO DE OLHO EM VOCÊ

Só pessoas superficiais não julgam pela aparência. Em busca de fundamentos científicos para essa provocação do escritor irlandês Oscar Wilde, dois pesquisadores saíram a campo e (como pouca pretensão é bobagem) concluíram que o poeta irlandês estava no caminho, mas poderia ter sido mais preciso. Na verdade, eles disseram, faltou ao autor de O Retrato de Dorian Gray dizer que o julgamento humano é muito marcado pelos símbolos de status carregados pelas pessoas.

O que poderia ser um desperdício de palavras para Wilde virou o ponto de partida dos cientistas comportamentais Rob M.A. Nelissen e Marijn H.C. Meijers, da Universidade de Tilburg, na Holanda. Para ir mais fundo nessa tese, eles organizaram uma série de experimentos para verificar em que medida a presença de um logotipo à mostra na roupa poderia influenciar as reações das pessoas. Os testes utilizaram modelos vestindo peças que ora ostentavam marcas de luxo, como Lacoste ou Ralph Lauren, ora traziam grifes menos prestigiadas e, por fim, não tinham nenhuma marca à vista.

Em um dos experimentos, voluntários assistiram a vídeos com várias versões da mesma entrevista de emprego. Embora a qualificação do candidato fosse a mesma, aquele que tinha a grife das roupas à mostra foi considerado o mais indicado para a vaga. Em seguida, os cientistas verificaram se essa tendência se mantinha no contato corpo a corpo. Colocaram então pessoas pedindo doações para a Fundação do Coração. “Alguns modelos vestiam uma camiseta polo Lacoste e outros uma camiseta polo sem logotipo. No final da tarde, os de Lacoste arrecadaram quase o dobro em relação aos seus colegas ‘sem marca’”, disse Meijers.

Segundo a hipótese dos cientistas holandeses, as raízes deste comportamento humano vêm de longe. São produto da competição natural, que leva os indivíduos a procurar elementos de diferenciação com o fim de impressionar os potenciais cônjuges.

O exemplo clássico utilizado pela biologia evolucionista para explicar esse mecanismo é a grandiosidade da cauda do pavão. Toda aquela exuberância existiria apenas para informar às fêmeas que o proprietário é, sim, muito saudável, tanto que pode despender tantos recursos em um apêndice sem função prática aparente. Para esses biólogos, a Humanidade usou a mesma estratégia ao longo do processo de seleção natural.

O curioso, dizem os pesquisadores, é que agora os seres humanos estariam aplicando em diversas situações essa técnica de aferição, que foi eficiente no passado para medir a saúde e a qualidade dos genes. Alguns estudiosos acreditam que esse “desvio” explicaria não só a preferência pelas grifes, mas também outros comportamentos baseados na troca de mensagens subliminares.

Oscar WildeEscritor irlandês (1854-1900), autor de clássicos como O Retrato de Dorian Gray, foi um dos expoentes da literatura do período vitoriano, no final do século 19. Por ser homossexual, foi preso e humilhado perante a sociedade

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– Uma 6a feira muito proveitosa!

👊🏻 Bom dia!
Quem cedo madruga, Deus ajuda. S’imbora suar?
Fui.
🏃🏻👟 #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running #Adidas #Nike #Mizuno

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🙏🏻 Correndo e Meditando na mensagem #franciscana (vide ilustração).
Que possamos vivê-la em plenitude!
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

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🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores. Hoje, com nossas #primaveras de cor #lilás.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

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🌅 07h30 – Clareie, #Jundiaí.
Apesar do #céu cinzento e do #sol que tenta (mas não consegue) aparecer, que nossa #sextafeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sun #sky #nuvens #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #clouds

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Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– O impacto do Coronavírus na Economia e na Administração de Empresas

Todos nós estamos vendo – e nos assustando – com a velocidade que o coronavírus está se espalhando da China para as vizinhanças. Sobre as causas para a saúde, clique em: https://wp.me/p4RTuC-oDO.

Mas há outros implicações a serem discutidas: como ficarão as relações comerciais? Veja: o McDonald’s fechou 300 restaurantes de uma só vez, e pretende fechar outros à medida que a a ameaça se espalhe por outras regiões. A gigante Imax fechou 70 mil salas de cinema! Honda e Nissan estão fretando aviões para retirar funcionários.

Na construção civil, onde o país é considerado um “canteiro de obras”, há máquinas espalhadas por todos os lados sem quem as conduza. No esporte, os estádios estão vazios e os jogadores assustados, evitando convívio entre eles próprios. Por fim: como ficarão os navios chineses que chegarão ao Porto de Santos, por exemplo? Haverá – se não o preconceito da origemum certo temor de recebê-los, mesmo com todos os cuidados sanitários exigidos / protocolares?

É o medo do coronavírus impactando o dia-a-dia de todos.

McDonald"s  - Reprodução

– Como identificar um ótimo professor?

O artigo de Gustavo Ioscpe na Revista Veja (Ed 13/02/2013) é uma das boas coisas que mentes brilhantes criam. Independente se você for professor ou aluno, tenho certeza que gostará:

COMO IDENTIFICAR UM BOM PROFESSOR

Vou fazer uma pergunta fácil: você teve algum Professor especial, que fez diferença na sua vida? Se você passou mais de dez anos estudando, aposto que não apenas a resposta foi positiva, como imediatamente lhe veio à mente aquele(a) Professor(a). Agora, uma pergunta mais difícil: você poderia descrever as qualidades desse Professor especial, de forma que seus atributos pudessem ser copiados por todos os outros Professores em atividade?

Uma série de estudos demonstra que um bom Professor exerce influência substancial sobre seus Alunos, não apenas durante o período Escolar mas por toda a vida. Boa Educação melhora a saúde, diminui a criminalidade e aumenta o salário. Eric Hanushek, pesquisador de Stanford, calcula que um Professor que esteja entre os 25% do topo da categoria e que tenha uma turma de trinta Alunos gera, a cada ano, um aumento na massa salarial desses Alunos de quase 500 000 dólares ao longo da vida deles. O problema é que, mesmo que todos saibam intuitivamente quem é um bom Professor, ainda não conseguimos explicar e decompor o seu comportamento de forma que seja possível identificar os
bons profissionais, promovê-los e reproduzir a sua atuação. Os estudos estatísticos, que se valem de dados facilmente quantificáveis, nos trazem alguns bons indícios — por exemplo, a experiência do Professor só importa nos dois a cinco primeiros anos de carreira; Professores que faltam às aulas têm Alunos que aprendem menos; Professores que obtiveram notas melhores em testes padronizados, estudaram em universidades mais competitivas e têm mais habilidade verbal exercem impacto positivo sobre o aprendizado dos Alunos; quanto mais sindicalizados os Professores, mais eles faltam e mais insatisfeitos estão com a carreira; e Professores com expectativas mais altas para seus Alunos também obtêm resultados superiores. Essas são todas variáveis “de fora”; estudos mais recentes começam a entrar na Escola e na sala de aula e tentam explicar os componentes de um bom Professor.

Um estudo lançado em janeiro representa um grande passo à frente (esse e todos os outros estudos citados aqui estão em http://www.twitter.com/gios-chpe). Patrocinado pela fundação Bill & Melinda Gates, ele conseguiu criar um “mapa da mina” para a identificação de bons Professores, depois de acompanhar milhares de Professores e Alunos em sete distritos Escolares americanos (incluindo Nova York, Dallas e Denver) ao longo de três anos. Normalmente, só cito neste espaço estudos publicados em revistas acadêmicas ou simpósios, que são revisados e criticados por outros acadêmicos, porque é pequena a probabilidade de uma fundação privada reconhecer em um relatório que, “depois de três anos de esforços e milhões de dólares gastos, não encontramos nada de relevante”. Nesse caso, porém, creio que a exceção é justificada, não apenas por se tratar de uma fundação séria, que chamou pesquisadores renomados para o trabalho, mas também por seu design inovador.

Em 2009-2010, o estudo tentou criar instrumentos que identificassem Professores competentes. Chegou a um menu de três itens: observação de Professores em sala de aula, questionários preenchidos pelos Alunos e ganhos dos Alunos em testes padronizados, ou seja, quanto os Alunos daquele determinado Professor ganhavam em aprendizado de um ano a outro nesses testes (equivalentes ao nosso Enem ou Prova Brasil). Fez-se um trabalho cuidadoso para estabelecer quem deveria observar os Professores, quantas vezes e olhando para quais dimensões; como inquirir os Alunos; e no quesito valor agregado, teve-se a precaução de controlar uma série de variáveis dos Alunos (status social, situação familiar etc.) para que se pudesse isolar a qualidade do Professor, não do Aluno.

Mesmo com todos esses cuidados, ainda há muito que não sabemos nem controlamos que pode interferir nos resultados. Pode ser que os melhores Alunos procurem os melhores Professores, ou que os melhores Professores escolham dar aulas para turmas ou séries melhores, e aí o que pareceria o impacto do Professor seria uma complexa interação entre Professores e Alunos que inviabilizaria qualquer análise. (Seria como examinar a eficácia de um médico julgando apenas a taxa de cura dos seus pacientes. Se os casos mais complicados procuram os melhores médicos, ou se os melhores médicos procuram os pacientes mais intratáveis, é provável que os melhores médicos e os piores tenham pacientes com expectativa de vida similar, apesar de terem competências radicalmente distintas.) A fundação então conseguiu fazer o que se faz nas ciências exatas para isolar o efeito de uma variável: no ano seguinte, distribuiu os Professores aleatoriamente. A turma a que cada um ensinaria foi totalmente determinada por sorteio. Mais de 1 000 Professores, atendendo mais de 60 000 Alunos, participaram. E os resultados são fascinantes.

Em primeiro lugar, a performance esperada dos Professores ficou muito próxima da performance real (ambas medidas pelo aprendizado de seus Alunos). Ou seja, os Professores identificados como bons através das observações de seus pares, questionários de Alunos e valor agregado em anos anteriores continuaram, grosso modo, sendo bons Professores ensinando a turmas aleatoriamente escolhidas.

Em segundo lugar, foi possível sofisticar o modelo. Testaram-se quatro variações das ferramentas de avaliação dos Professores, e notou-se que uma das melhores combinações era aquela que dava peso igual (33% a cada um) aos três componentes (performance em teste, observação e questionário de Alunos). Quando alguns Professores reclamam que é reducionismo avaliá-los somente pela performance de seus Alunos em testes, aparentemente têm razão: é melhor adicionar essas duas outras variáveis. Também se testaram vários modelos diferentes de observação Docente, desde aquele em que o Professor é avaliado por seu diretor até versões mais complexas. Os modelos mais confiáveis se mostraram aqueles em que o Professor foi avaliado por pelo menos quatro observadores, em aulas diferentes, sendo dois deles pessoas da administração da Escola (é importante que seja mais de uma para evitar a influência de conflitos/preferências pessoais) e dois, outros Professores, treinados para a tarefa.

Nenhum estudo é definitivo, muito menos um feito por uma fundação, e nada garante que os mesmos achados serão encontrados no Brasil, ainda que normalmente o que apareça nos Estados Unidos também se verifique aqui. Mas, ante o modelo atual, obviamente fracassado, em que o Professor é contratado por concurso no início da carreira e depois fica esquecido em sua sala de aula, fazendo o que bem entender e sendo promovido por nível de estudo e experiência, o horizonte descortinado por essa pesquisa é bem mais promissor. Precisamos encontrar e premiar os bons Professores. E ter ferramentas objetivas e mensuráveis para tirar os maus profissionais da sala de aula. Sem isso, dificilmente sairemos dessa pasmaceira.

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– Suicídios por conta do Excesso de Trabalho, motivados pela invenção do… WhatsApp?

Um dos culpados de “pessoas morrerem por trabalhar demais” (pasmem, isso acontece) pode ser o WhatsApp e outros meios de comunicação!

Duvida?

Compartilho, abaixo, extraído de: http://istoe.com.br/trabalhar-demais-mata/

TRABALHAR DEMAIS MATA

Suicídios por excesso de trabalho alertam para os perigos do estresse profissional. Na Europa, já se discute a diminuição da jornada e a proibição do envio de mensagens por WhatsApp fora do expediente

Matsuri Takahashi tinha 24 anos e havia acabado de se formar na renomada Universidade de Tóquio. Trabalhava há sete meses na Dentsu, a maior empresa de publicidade do Japão, onde cumpria jornadas de até 20 horas diárias sem ter tido uma folga sequer durante esse período. Para a família e os amigos, Matsuri era exemplo do que se espera de uma jovem japonesa de vinte e poucos anos: ela tinha sucesso, dinheiro e trabalhava duro. Para a garota, a realidade mostrava-se bem diferente: frustração, cansaço, estresse, sentimento de incapacidade. Matsuri queria morrer. “Estou física e mentalmente destroçada”, publicou nas redes sociais pouco antes de se jogar da janela do prédio em que vivia. Após longa investigação, o Ministério do Trabalho japonês chegou a um veredicto: a culpa era da empresa. Descobriu-se que, mesmo depois da tragédia, alguns funcionários faziam 80 horas extras por mês – Matsuri chegava a trabalhar 105 horas a mais mensalmente. O caso fez com que o primeiro-ministro Shinzo Abe e a Federação de Negócios do Japão promovessem uma campanha para evitar mais mortes. A partir de fevereiro, será obrigatório que os funcionários deixem os escritórios mais cedo. “Saúde é o equilíbrio entre as diversas dimensões do ser humano: biológica, psíquica e social”, diz o especialista em medicina comportamental da Unifesp, Ricardo Monezi. “Ao desequilibrar uma dessas dimensões, todas as outras são afetadas”.

Dados oficiais mostram que, no Japão, mais de 2 mil pessoas se suicidam anualmente por causa do estresse laboral. O número pode chegar a 10 mil, considerando as doenças provocadas pela dura rotina corporativa. Na China, o país mais populoso do mundo, 600 mil pessoas morrem todos os anos por motivos relacionados ao trabalho. “A visão de que trabalhar muitas horas significa ganhos de produtividade não condiz com a realidade”, diz Anderson Sant’Anna, coordenador do Núcleo de Desenvolvimento de Pessoas e Liderança da Fundação Dom Cabral. “Na era industrial, o trabalho de massa envolvendo movimentos rápidos, intensos e repetitivos mobilizava o corpo, tinha relação com a intensidade”, diz. “Hoje a natureza do trabalho é mais subjetiva, envolvendo as capacidades do cérebro, o que torna mais importante o tempo lógico do que o cronológico”.

O drama não se restringe aos asiáticos. O problema é tão grave que há denúncias de que empresas do segmento automotivo e grandes lojas de varejo de países como Estados Unidos, Tailândia e Honduras obrigam seus funcionários a usar fraldas geriátricas para que não interrompam o trabalho com idas ao banheiro. “A tecnologia avançou muito, mas o nosso corpo, não”, diz Sant’Anna. “O indivíduo perde a noção de humanidade, toma remédios para disfarçar sintomas de doenças e, quando se dá conta, tem um ataque cardíaco aos 40 anos, no ápice da produtividade”.

O PESO DA TECNOLOGIA
O uso excessivo das tecnologias amplifica o problema ao deixar o trabalhador conectado 24 horas por dia. Para combater a prática, países como Alemanha, Holanda e Suécia discutem a diminuição da jornada para 6 horas diárias. Na França, que estabelece um limite de 35 horas semanais de trabalho, entrou em vigor, em janeiro, uma lei que garante aos funcionários o “direito à desconexão do trabalho”. De acordo com as novas regras, toda empresa com mais de 50 empregados deve negociar com sindicatos o envio de mensagens por aplicativos como Whatsapp fora do horário de expediente. Desligar automaticamente os computadores após 8 horas ou ainda apagar as luzes dos escritórios são outras medidas que poderão ser implantadas. “Reduzir a jornada não significa produzir menos”, diz Benedito Nunes, fundador do Instituto Movimento pela Felicidade. “Pessoas adoecidas, entristecidas e estressadas não são produtivas e geram altos custos às empresas quando afastadas por problemas de saúde”.

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– Bom dia, dona 5a feira!

Olá amigos. Bem dispostos, começando mais um dia de vida, prontos para a labuta.

Para termos muito ânimo, va’mbora correr o agradável cooper matutino?
Clique 1 de motivação:

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Durante a atividade física, conversando com Deus pela intercessão da Virgem de Fátima. “Mãe de Jesus, rogai por nós. Amém”.
Clique 2 de meditação:

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Pós-treino, alongando entre as flores do jardim. Como não relaxar?
Clique 3 de inspiração:

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Depois de tudo, espairecer na alvorada desta 5a feira, desejando paz!
Clique 4 de admiração:

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Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Dinheiro ou Criatividade para Inovar?

O texto é antigo, mas o mote é sempre atual: para inovar, o que é necessário? Abaixo, um repost deste mesmo blog:

Sempre questione a relação Competência Financeira X Competência Intelectual/Administrativa. Nem sempre ter dinheiro significa ter sucesso.

Veja só: o conhecidíssimo Clemente Nóbrega, em seu enésimo excepcional artigo, escreveu a respeito dos investimentos minguados no Brasil em INOVAÇÃO. E desafia: se investirmos mais dinheiro, teremos mais inovação?

Ele duvida. Responde que nem sempre dinheiro se transforma em bons resultados.

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI177094-16644,00-O+FATOR+DECISIVO.html

O FATOR DECISIVO

O Brasil investe pouco em inovação – cerca de 1% do PIB. Será que mais uns bilhõezinhos melhorariam nossa performance? Duvido.

por Clemente Nóbrega

Em um artigo publicado em 2007, mostrei a correlação entre incompetência para inovar e instituições fracas – não há inovação sem que na sociedade haja confiança institucionalizada. Pesquisas mostram que não melhoramos nisso, mas temos outros pecados também. Fala-se que o país investe pouco em inovação – cerca de 1% do PIB (países ricos, duas ou três vezes mais). Será que mais uns bilhõezinhos melhorariam nossa performance? Duvido. Eu não aumentaria investimentos, rearranjaria recursos que já estão no sistema. Veja só. No mundo da gestão (de qualquer coisa, privada ou pública), só o que legitima é resultado – output, não input. Sucesso não é medido pelo que entra no sistema, mas pelo que sai dele. Não número de policiais nas ruas, mas redução de crimes. Não campanhas de vacinação, mas diminuição de doenças. Claro que inputs são aproximações – proxys, como dizem, para resultados esperados, mas um gestor que se limita a proxys não é um gestor, é um burocrata.

A Apple – empresa mais inovadora do mundo – investe bem menos em inovação do que a média das empresas de tecnologia, mas obtém muito mais resultado. É mais produtiva em inovar. Numa empresa, os dirigentes estabelecem diretrizes (metas a atingir e meios para que sejam alcançadas). Ex: “Queremos que, dentro de cinco anos, 20% de nossas receitas estejam sendo geradas por produtos que não existem hoje”. Os recursos que vão ser alocados para que a diretriz seja cumprida dependem da meta a alcançar, não é simples? O que as empresas inovadoras têm são processos gerenciados em função de metas de output de inovação. Assim: “Se tudo continuar sendo feito como vem sendo feito, cresceremos ‘x%’ ano que vem. Mas se quisermos inovar, então, em cima de ‘x%’, colocaremos, digamos, mais um ou dois pontos percentuais, que têm de vir de inovações. Ficando no ‘papai &mamãe’, cresceríamos 20%, mas a meta é 22%. Esses 2% além do ‘esperado’ são inovação na veia. O investimento para chegar lá será um percentual desse ‘extra’ que espero obter (um percentual aplicado aos 2%). Os 2% de inovação terão de ser desdobrados por todas as áreas produtivas da empresa. Cada uma dará sua contribuição para o todo. Não sabem como fazer? Treine-os, há método para isso. A unidade bateu sua meta de inovação? Prêmios, bônus, fanfarras. Não bateu? Bem, o que acontece com um vendedor que não vende? Com um financeiro que não planeja o fluxo de caixa? Não há mistério. É gestão pelas diretrizes. Tem meta, prazo, responsabilização e plano de ação. A cada período tudo se repete – um delta além do ‘papai & mamãe’, incorporando os ganhos do período anterior”.

A Apple investe bem menos em inovação do que
 a média, mas obtém muito mais resultado

Órgãos fomentadores de inovação devem parar de se medir pelo dinheiro que injetam no sistema, como se isso garantisse resultado. Sem gestão, não garante. O input que conta é conhecimento, mais que dinheiro. Atenção: o investimento em inovação (como percentual do resultado) tem de diminuir com o tempo, mas riqueza nova tem de ser criada continuamente. Possível, mas só com gestão da inovação.

* Clemente Nobrega é físico, escritor, consultor de empresas e autor do blog Ideias e Inovação no site de Época NEGÓCIOS

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– Crer sem participar é saudável para a alma?

A maior parte dos brasileiros tem fé. Alguns frequentam Igrejas; uns se fanatizam, outros vivem a fé de maneira madura e outros ainda a vivem de maneira volátil. Muitos, hoje, declaram que “crêem, mas do seu jeito“.

Os termos “católico não praticante“, “crente participante de várias denominações” ou “religioso com um lado independente de igreja” estão na moda. Na verdade é um fenômeno onde se “acredita em algo sem frequentar ou conhecer uma fé“. Se preferir: “ter certeza de algo sem uma catequese, do seu jeito particular.

O que você pensa sobre “Crer sem participar“, quando se fala de Igrejas versus Fé Pessoal? Para mim, há a necessidade de uma direção espiritual, um templo, um sacerdote para organizar, orientar e otimizar a vivência religiosa, conciliando prática e fé.

Não é algo meio bagunçado “não ter um norte a seguir“?

Compartilho um curioso tema sobre isso, da Folha de São Paulo da última 3a feira, página 2:

UBER DAS IGREJAS

por Hélio Schwartsman

O fenômeno uber chegou também às igrejas. Pesquisa Datafolha divulgada no domingo mostrou que em apenas seis anos mais do que dobrou a fatia dos brasileiros que afirmam não ter uma religião. Eles passaram de 6% em 2010 para 14% na sondagem deste ano.

“Sem religião” é uma categoria capciosa. Ela abarca, além dos óbvios ateus e agnósticos, pessoas que, por diversas razões, não se sentem mais ligadas a nenhuma denominação religiosa, mas não perderam sua fé num Deus pessoal ou mesmo numa “força maior”. Gente que está trocando de igreja também costuma declarar-se sem religião numa fase imediatamente anterior àquela em que abraça o novo credo. A categoria inclui ainda fieis compulsivos, que frequentam tantas igrejas que já nem sabem dizer a qual pertencem.

Eu vejo esse uber eclesial com certa simpatia. Em primeiro lugar, ele indica que há forte liberdade religiosa no país, não apenas no plano jurídico-institucional mas também no das pressões sociais, que são muitas vezes mais severas que as leis. Hoje, já não há estigma importante associado àqueles que mudam de religião ou a abandonam por completo.

Esse troca-troca pode ser um indicativo de que pelo menos parte dos brasileiros está vivendo o seu “believing without belonging” (crer sem pertencer), expressão cunhada pela socióloga Grace Davie para referir-se ao fenômeno que, na Europa Ocidental, acabou resultando no esvaziamento das igrejas com manutenção de algumas das crenças religiosas.

Não é que eu considere o esvaziamento das igrejas um fim em si mesmo. Mas, se ele surge como consequência de um ambiente no qual as pessoas têm mais liberdade para decidir de forma autônoma como viverão suas vidas, não vejo como não aplaudi-lo. A religião é como a poesia, o sexo ou o rock. Pode ser uma fonte perfeitamente legítima de prazer para os apreciadores, mas não deve ser imposta a ninguém.

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– Yony Gonzales no SPFC, Honda no Botafogo, Neymar no Corinthians e o Torcedor na ilusão!

Há coisas que nos levam a pensar: os cartolas acham que os torcedores de futebol são tão alienados a ponto de acreditar em tudo?

Três situações:

1. Neymar, que está focado no PSG tentando recuperar a imagem arranhada nos últimos tempos (atualmente ele está jogando um bolão na França, sejamos justos), foi sondado pelo Corinthians juntamente com o uruguaio Cavani, segundo o diretor do time, Duílio Monteiro Alves. Mas cadê o dinheiro para contratar e a disposição dos atletas para aqui jogarem?

2. O japonês Honda foi contratado pelo Botafogo e está sendo anunciado aos 4 cantos. Mas é o mesmo japonês do Milan ou o que UM DIA foi do Milan? Veterano, revezava no Sudeste Asiático na função de técnico e jogador. Não pensemos que é uma estrela em seu auge nem enganemos o torcedor.

3. O São Paulo vai atrás do jogador do Fluminense Yony Gonzales, a pedido de Fernando Diniz. Mas e o Centro de Formação de Atletas em Cotia, não supriria a carência alarvada pelo treinador? Como explicar ao torcedor que Yony é melhor do que qualquer promessa da base?

Pobre torcedor…

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– O novo nome do Roupa Nova era ação de marketing da Unilever!

A carismática banda musical Roupa Nova anunciou que, em auto-homenagem aos 40 anos de carreira, estava mudando o nome para “Roupa Sempre Nova”, pois não envelheceriam.

E não é que era uma “pegadinha”? Para promover o amaciante de roupas Comfort, a Unilever criou a campanha publicitária relacionando o nome do grupo com as qualidades do produto de limpeza.

Abaixo, extraído de: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/01/28/roupa-nova-muda-de-nome-em-pegadinha-da-comfort.html

ROUPA NOVA MUDA O NOME

Depois de anunciar a transformação para Roupa Sempre Nova, grupo revela que a mudança é fruto de uma parceria com marca da Unilever

Depois de quatro décadas de existência, o grupo musical Roupa Nova surpreendeu os fãs nessa segunda-feira, 27, anunciar que mudaria de nome, passando a se chamar Roupa Sempre Nova. Em suas redes sociais, a banda disse que a mudança era uma homenagem a seus 40 anos de estrada. Nesta terça-feira, 28, o grupo revela que a transformação é uma brincadeira, parte de uma nova campanha da Comfort, da Unilever, com o mesmo mote.

A parceria inaugura a turnê em comemoração à trajetória do Roupa Nova, que começa em fevereiro. No digital, a Comfort também realiza uma ação integrada com outros influenciadores, como a cantora Luísa Sonza e a atriz e apresentadora Fernanda Paes Leme. Antes da revelação da campanha, as influenciadoras compartilharam posts onde diziam ser fãs da banda em suas redes sociais. Agora, Luísa e o Roupa Nova divulgarão um filtro no estilo karaokê para o Instagram, com a letra da música “Whisky a gogo”. A ideia é promover o engajamento de diferentes gerações em torno do grupo clássico dos anos 80. Idealizada junto à F.Biz, a ação também reforça o reposicionamento da marca, que começou em 2018 com o slogan “Vida Longa às Roupas”.

“O elemento surpresa é uma forma bacana de fazer as pessoas entenderem o novo posicionamento da marca. O desafio é conseguir falar com toda população brasileira e justamente por isso escolhemos o Roupa Nova, mas também desenhamos o movimento de twitteiros, fofoqueiros e da Luisa Sonza para somar forças, trazendo também o público jovem para ampliar a mensagem”, afirma Bruna Lettiere, gerente de marketing da Comfort.
Os melhores trechos gravados com o filtro pelos internautas serão condensados em um videoclipe, que será exibido em um show em São Paulo em fevereiro. Os três fãs mais criativos também ganharão um par de ingressos e terão direito a um encontro com o Roupa Nova e Luísa Sonza no Camarim. “Esta ação coloca a marca como parte de uma conversa online diretamente associada ao nosso posicionamento, mas que também terá desdobramento fora das plataformas digitais”, acrescenta Yasmine Antacli, diretora de marketing para divisão de Home Care, da Unilever.

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– Boa 4a feira, com muitas cores e cliques!

👊🏻Bom dia.
Que hoje seja melhor do que ontem e pior do que amanhã!
Sendo assim, vamos buscar #endorfina com um bom #cooper matutino?
Fui!
🏃🏻👟 #RunningForHealth #run #corrida #sport #esporte #running #Adidas #Asics #motivação

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🙏🏻Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhoraDoCarmo, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

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🌺Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores. E essas #folhagens vermelhas tão vivas?
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

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🌅 Desperte, #Jundiaí. Como hoje o #amanhecer está sisudo, a foto motivacional é do ano passado, bem mais colorida!
Que a #QuartaFeira possa valer a pena.
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração

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Ótima jornada para todos nós!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– O Sucesso do Torresmo de Rolo da Festa da Uva de Jundiaí

A tradicional Festa da Uva que ocorre na cidade de Jundiaí trouxe como novidade o “Torresmo de Rolo”. A Comunidade do Bairro da Varginha utilizou essa receita que está sendo um sucesso.

A preço popular (R$ 20,00 a porção), tal delícia está vendendo mais de uma tonelada por dia (não é por final de semana, mas a cada sábado e domingo).

Vale experimentar! Veja essa matéria bacana da TV TEC de Jundiaí sobre a iguaria tão desejada do evento,

em: https://www.youtube.com/watch?v=SjJrALh3tm4

– Pra quê, Feijão? E se acontece no tênis, por quê não crer que no futebol também?

Li sobre João Souza, o tenista brasileiro apelidado de Feijão, e me decepcionei. Esteve ele na posição 69 da ATP, e segundo o jornalista Fernando Sampaio (citação abaixo), casca grossa, competente e que participou do jogo mais longo na Copa Davis.

Pois bem: Feijão foi banido do esporte por manipular seus próprios resultados tudo visando sites de apostas. E a pergunta é: compensou?

Gostei do que escreveu Mário Marinho: João Souza, o Feijão, um ex-herói, em seu texto “O lado negro do esporte”. E é isso mesmo: criamos ídolos e nos arrependemos de ter torcido por eles.

Fico imaginando: se na ATP acontece isso, com a fiscalização que tem, imagine no esporte mais popular do planeta, jogado por todas as idades e cantos, com tantas divisões: o futebol?

Árbitros, jogadores, treinadores e dirigentes: todos devem ter o máximo de fiscalização possível.

Citações em: https://blog.jovempan.com.br/fernandosampaio/futebol/feijao-banido-do-tenis-lamentavel/ e http://www.chumbogordo.com.br/29998-o-lado-negro-do-esporte-blog-do-mario-marinho/

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Barretos x Paulista, 2a rodada da A3

Uma incógnita: é assim que podemos avaliar o árbitro para Barretos x Paulista pela série A3, e explico:

João César Ferreira da Silva Jr tem 29 anos e formou-se árbitro apenas em 2017. Apitou partidas juvenis no ano retrasado e teve seu primeiro contato com jogos mais difíceis o ano passado, quando apitou a Bzinha em algumas ocasiões.

Mesmo tão jovem e com pouca experiência, dentro do “processo forçado” de renovação imposto pela nova Comissão de Árbitros da FPF, João apitará em tão pouco tempo seu primeiro jogo na A3.

Aguardemos! Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Árbitro: João César Ferreira da Silva Júnior
Árbitro Assistente 1: Diego Morelli de Oliveira
Árbitro Assistente 2: Ricardo Luis Buzzi
Quarto Árbitro: João Augusto Mariano de Oliveira
Avaliador de Campo: Elton de Andrade Santos

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– A Solidariedade às vítimas das Chuvas em Minas Gerais: ajude às verdadeiras entidades!

Há picaretas de todos os lados! Gente mal intencionada que explora a desgraça da vida dos outros. E não pensa duas vezes na hora de aplicar golpes.

O engodo do momento é pedir doações em dinheiro para as vítimas das chuvas, sendo que a pessoa mais simples e que entende estar ajudando, acaba depositando dinheiro em contas bancárias abertas exclusivamente pelos estelionatários.

Cuidado: o verdadeiro canal aberto pelos Bombeiros de Minas Gerais é o da figura abaixo:

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– Boa e bela 3a feira.

Olá amigos. Mais um dia nascendo, e o desejo de viver intensamente desperta em conjunto com a nova manhã.

Sendo assim, vamos para o cooper matutino?

Meu 1o clique, de motivação:

Durante a atividade física, conversando com as coisas do Alto. E hoje, pedindo a intercessão da Virgem Maria junto a Jesus Cristo, seu Filho e Nosso Senhor.

Meu 2o clique, de meditação (recordando uma visita ao Santuário Nacional):

E depois de treinar, vale a pena o ótimo alongamento no jardim, curtindo a beleza e o perfume das roseiras.

Meu 3o clique, de contemplação, com nosso botão de rosa branco:

Para deixar o dia mais inspirado, vale respirar o ar puro e admirar o sol nascer.

Meu 4o clique, da bela alvorada:

Ops: para completar o dia de ânimo, compartilhando o incrível entardecer de ontem.

Meu 5o clique, de prazer em fotografar:

Ótima terça-feira para todos nós.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Kobe Bryant, Pacientes de Coronavirus e Mortos pelas Chuvas de MG: o que fazer?

Acidentes acontecem, diz o dito popular. Mas… há coisas que podem ser evitadas?

O grande jogador de basquete Kobe Bryant, com 41 anos, de idade (junto com sua filha de 13 e outras pessoas) morreu pela queda do seu helicóptero. Já imaginaram o cara tão jovem, recém aposentado e na hora de gozar da fortuna que conquistou, morrer de tal forma? E a discussão: dava para evitar? Manutenção da aeronave em dia e piloto ciente das condições de voo em ordem?

Lá na China um surto de pessoas contaminadas pelo Coronavirus, que possivelmente surgiu em uma feira livre, após pessoas consumirem animais “de gosto duvidoso”: a famosa e exótica sopa de morcegos. Três cidades estão sitiadas: ninguém entra e ninguém sai. Que loucura! E se isso se espalhar pelo mundo? Nova discussão: poderia se evitar? O que deveria ter sido feito? 

Aqui no Brasil, uma tragédia: as pessoas mortas com as fortes chuvas em Minas Gerais. Misericórdia, que tristeza... E a derradeira repetida pergunta: as autoridades deixaram as cidades prontas para trombas d’água? Havia construções irregulares nas encostas? A Defesa Civil estava preparada?

Não se culpe tais acontecimentos como “coisas de Deus” ou como “algo que acontece”. Nos três casos, as coisas não poderiam ser evitadas por pessoas (fiscalizando, prevenindo e se antecipando aos acontecimentos)? De grandes a pequenos detalhes, acidentes podem ser evitados. E nos exemplos citados, as mortes comovem, doem e trazem à tona tal reflexão de vida.

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– Como algumas escolas estão conseguindo vencer o bullying entre os alunos?

Sabemos que o bullying é uma triste realidade nas instituições de ensino do Brasil (e logicamente, em todos os setores da sociedade). E o que fazer para eliminá-lo definitivamente, a fim de que não cause efeitos tão nocivos como estão causando?

Extraído de: https://istoe.com.br/as-escolas-que-venceram-o-bullying/

AS ESCOLAS QUE VENCERAM O BULLYING

Na contramão da maior parte das instituições de ensino do País, que ainda não possuem práticas para coibir a discriminação, alguns colégios já adotam modelos bem-sucedidos para assegurar a boa convivência entre os alunos

Por Fabíola Perez

A imagem de um jovem cabisbaixo, isolado em um dos cantos do pátio, ou de uma criança acuada após ter sido vítima de provocações começa a se tornar rara em algumas escolas do País. Apesar de  numericamente ainda serem poucas, instituições de ensino têm desenvolvido metodologias específicas para combater a intimidação e se transformado em exemplos na batalha contra a discriminação e a propagação do ódio no ambiente escolar. O caminho não é simples, mas os resultados das iniciativas mostram que é possível coibir a prática.

“Os programas anti-bullying vão desde grupos
de jovens que aprendem a auxiliar as vítimas até
palestras para capacitar pais e professores”

Um desses colégios é o Bandeirantes, um dos mais tradicionais de São Paulo. Lá, as estudantes Mariana Avelar, 14 anos, e Isabela Cristante, de 12, fazem parte dos grupos de ajuda do Programa de Combate ao Bullying. Elas foram escolhidas pelos demais alunos para participar de dois dias de capacitação com uma equipe de professores universitários e psicólogos.

Por meio de situações hipotéticas, o treinamento deixou claro o que é bullying e como elas deveriam agir em diferentes casos. “As pessoas mais isoladas são aquelas com gostos diferentes da maioria. Tentamos nos aproximar até que o colega se sinta confiante para conversar”, diz Mariana, estudante do 9º ano. “Aprendemos que, às vezes, o problema é maior do que parece, e precisamos levá-lo aos orientadores”, conta Isabela, da 6ª série. Os estudantes também conversam com quem presencia ou pratica o bullying. “O agressor se conscientiza mais rapidamente” , afirma Isabela.

Com pulseiras para identificação, os participantes percorrem a escola auxiliando nos casos em que percebem o isolamento. A estratégia está funcionando. “Observamos a redução de casos”, afirma Marina Schwarz, orientadora da escola. “Hoje temos mais acesso aos episódios de provocação, que normalmente ocorrem por trás das autoridades.”

Outro colégio que adotou medidas para coibir o bullying é o Soka, também de São Paulo. Há dois anos, a escola organiza palestras com advogados e psicólogos. “Conversamos com os pais sobre a responsabilidade deles em verificar os celulares dos filhos. É preciso identificar se há indícios de bullying nas conversas em grupos de redes sociais”, afirma o diretor James Jun Yamauti.

A instituição também capacitou orientadores para dar assistência a alunos que chegam de outras escolas. “Trabalhamos com jovens que tiveram dificuldade de adaptação para que tenham um entrosamento melhor”, afirma Edna Zeferino Menezes, assistente de orientação educacional. Na sexta-feira 27, a escola deu início à semana do “Preconceito Não”, com palestras sobre direitos da população negra, questões de gênero e indígenas e a trajetória da população LGBT. “A ideia é que os alunos reflitam sobre questões que interferem diretamente no bullying e identifiquem se já vivenciaram situações semelhantes”, explica Yamauti. “Os constrangimentos diminuíram bastante. Se uma brincadeira passa dos limites, deixa de ser brincadeira”, afirma Igor Seiji Ando Bomfim, 15 anos, que relata ter ajudado colegas que sofreram discriminação.

DESCONTROLE

Em um momento no qual o tema vem à tona mais uma vez após o bullying ter sido apontado pela polícia como um dos fatores que levaram um adolescente de 14 anos a atirar contra colegas em uma escola de Goiânia na sexta-feira 20, é fundamental que iniciativas como essas deixem de ser fatos isolados.

Os colégios devem começar a colocar em prática ações determinadas pela lei contra os atos de perseguição, em vigor desde abril do ano passado. Uma delas é a produção de relatórios bimestrais com eventuais casos. “O bullying não é controlado pelas autoridades pela falta de dados, o que dificulta o diagnóstico da extensão do problema”, afirma advogada Ana Paula Siqueira Lazzareschi, especialista em direito digital. Outro aspecto importante é que, além do suporte à vítima, as instituições devem oferecer assistência ao agressor.

A ocorrência ainda diária das intimidações mostra, no entanto, um descompasso muito grande entre o que faz a maioria das escolas e o que manda a legislação. Casos extremos, como o de Goiânia, evidenciam, porém, a urgência na adoção de medidas efetivas. “O bullying não pode ter sua gravidade subestimada e ser tratado como uma brincadeira de criança”, diz a advogada Ana Paula. “A cultura da vingança ainda é muito presente  na sociedade e é esse desejo que está por trás do comportamento do agressor”, diz.

Terminando em tragédias ou não, casos de bullying têm efeitos indeléveis para a vítima, o agressor e toda a escola. “Ocasionam rachas nas salas de aula, colocam metade dos alunos contra o agressor e a outra parte a favor da vítima”, diz Ana Paula. Por isso, os programas de combate a práticas tão cruéis são fundamentais para reverter o aumento da intolerância em ambientes de aprendizado. Não de destruição.

DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR

Satisfação em ver os colegas enturmados é o que move as alunas Mariana Avelar e Isabela Cristante, do 9º e do 6º ano, respectivamente, do Bandeirantes, em São Paulo. Há um ano, elas foram escolhidas para fazer um treinamento de capacitação e saber como atuar em casos de bullying. Desde então, as estudantes percorrem os espaços da escola e sempre que percebem situações de isolamento ou provocação se aproximam da vítima ou dos que testemunharam a ação. “Saber que consegui ajudar é muito bom”, diz Isabela.

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– Guy Acolatse e o pioneirismo na Alemanha!

Menos de 10 anos do fim da 2a Guerra Mundial e um negro é contratado para jogar na Alemanha pós-nazista, lado Ocidental!

Curioso para saber como foi esse fato inédito (um africano jogando profissionalmente em um país onde Hittler disseminou a história da superioridade da raça ariana)?

Leia o depoimento do próprio protagonista do fato, o ex-jogador Guy Acolatse, de Togo,

Extraído de: https://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/futebol-alemao/noticia/todos-queriam-me-ver-conheca-o-primeiro-negro-a-jogar-na-alemanha.ghtml

O PRIMEIRO NEGRO A JOGAR NA ALEMANHA

Nascido no Togo, Guy Acolatse hoje vive em Paris. Africano lembra reação dos alemães ao chegar ao St. Pauli: “Todos olhavam e diziam ‘é um negro, é negro'”

Vocês jornalistas têm muito problema com atraso. Dez da manhã é dez da manhã. Sou estilo alemão”, advertiu ao telefone quando a entrevista foi combinada. Pouco antes das dez e com um grande sorriso, Guy Acolatse abriu as portas de sua casa no norte de Paris para contar sua trajetória, que começou bem longe dali, em sua terra natal: o Togo. Bem-humorado, o senhor de 75 anos mostra fotos e jornais que relembram o motivo de ter entrado para história: ter sido o primeiro atleta negro a jogar profissionalmente no futebol alemão. Aventura que começou em 14 de julho de 1963, quando ele chegou na cidade de Hamburgo para defender o FC St. Pauli.

– Como teve muita propaganda antes de eu chegar, toda a cidade estava com cartazes “Guy Acolatse – o novo jogador de FC St Pauli” e, também por ser negro, todos queriam me ver. No hotel onde eu estava, no momento que eu ia entrar, todos olhavam e diziam “é um negro, é negro…”. As pessoas tentavam me ver. Mas gosto de brincar e sou “showman”. Sou educado, respeito e brinco junto da situação. Nos primeiros anos, havia pessoas que nunca tinham ido a um jogo e íam ao estádio para ver o jogador negro. Muitos não tinham ideia do que era o Togo ou uma pessoa negra – lembrou.

Otto Westphal foi treinador da seleção de Togo em 1962 e conheceu o futebol de Acolatse. No ano seguinte, de volta ao futebol alemão, convidou o jogador para vestir a camisa do St. Pauli. O jovem talentoso – então com 21 anos – já chamava atenção de equipes na Bélgica e na França, mas resolveu aceitar o convite de Westphal, que disse para ele que precisava de um camisa 10 com as suas características. Na visão de Acolatse, a curiosidade movia as pessoas durante os primeiros anos dele na Alemanha.

Em relação ao racismo, Acolatse optou por encarar a questão como uma provocação, e não como uma ofensa, e preferia reagir com humor:

– Me olhavam. Algumas vezes quando jogava as pessoas gritavam: “Macaco, macaco”. Mas eu tenho em mente que sou um cara bem humorado. Eu virava a cabeça, olhava e dava susto neles.

Fã declarado de Pelé, Acolatse jogou uma partida oficial também histórica contra o jovem Franz Beckenbauer, em 1964. O FC Pauli disputou contra o Bayern uma vaga na primeira divisão da recém-criada Bundesliga. A equipe de Hamburgo perdeu por 6 a 1 e 4 a 0, mas o jovem togolês teve a oportunidade de marcar contra o lendário goleiro Sepp Maier e viu, de dentro do campo, o Kaiser fazer seu primeiro gol com a camisa do Bayern de Munique.

– Durante minha carreira, eu joguei com grandes jogadores. Joguei com Uwe Seeler, que foi capitão da seleção alemã e um dos atacantes mais fortes que já vi. Joguei com Beckenbauer e fiz um jogo-treino com Puskàs. Pelé é um jogador de classe. É por isso que gosto muito dele. E até hoje, de todos jogadores que vi, o que acho que pode chegar a jogar como Pelé é o Mbappé.

Acolatse não poupa elogios ao companheiro de Neymar no Paris Saint-Germain, de apenas 19 anos. E também deixa a humildade de lado ao se comparar com Mbappé.

– Ele já tem experiência, ele pensa, ele sabe como se movimentar e driblar. Ele sabe o momento de driblar ou não. Ele não faz como os outros que pegam a bola e saem tentando. Ele tem um grande futuro. E acho que ele joga como eu jogava na minha época, mas acho que eu era mais rápido.

Acolatse jogou no St. Pauli até 1966 e depois seguiu em times de menor expressão da região de Hamburgo até encerrar a carreira na equipe amadora de St. Pauli. No início dos anos 80 mudou-se para Paris para trabalhar como técnico. Atualmente, ajuda crianças do bairro onde mora com aulas de alemão e atividades esportivas. Chamado de “monsieur Guy” nas ruas de Saint-Dennis, Acolatse não admira apenas o futebol brasileiro.

– Se eu for ao Brasil, eu quero dançar e cantar. Eu não sou de festa, mas se escuto música brasileira, eu já pego uma taça de vinho. Eu adoro, desde quando estava no Togo.

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– Salário e Auxílios de um Deputado Federal no Brasil

Sabe quanto um “representante do povo” recebe ao todo mensalmente junto aos seus vencimentos para legislar em causa própria, ops, digo, ao país?

Você pode pesquisar em qualquer site de transparência pública que encontrará, pois são valores oficiais e devem ser divulgados.

Para os novos parlamentares brasileiros, a composição da sua renda é:

  1. Salário: R$ 33.700,00;
  2. Auxílio-Mudança: R$ 33.700,00 (um salário-extra a ser recebido no início de cada mandato);
  3. Auxílio-Moradia: R$ 4.200,00 (ou o uso de um apartamento funcional);
  4. Cota Parlamentar: de R$ 30.700,00 até R$ 45.600,00 (varia dependendo da cidade / estado de origem do deputado);
  5. Verba Mensal de Gabinete: R$ 106.800,00 (para custear 25 secretários / mês).

Somou tudo isso? É muito dinheiro, não?

Não esqueça que eles têm duas férias anuais, recessos de feriados diversos, e não só o salário extra costuma parar no 13º…

Como podemos aceitar tudo isso passivamente? E aqui nos referimos a todos, tanto de Direita, Centro ou Esquerda, pois jamais vemos a luta deles pelo fim das suas próprias mordomias.

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