– Bom e belo domingo em 6 cliques!

Bom dia amigos! Que hoje seja melhor do que ontem e pior do que amanhã. Aproveitando a disposição, vamos correr? Pose 1:

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Correndo e meditando em São Boaventura, um franciscano que vivia da prática da caridade e de espiritualidade elevada. Pose 2:

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Depois de muito suar na corrida, caminhando com a incrível alvorada! Pose 3:

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E ao chegar em casa para começar esfriar o corpo… olha só o céu “maquiado”. Pose 4:

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No fim de treino, alongando entre as flores do jardim de casa. E veja que legal, sem querer pareceu-me em 3D. Pose 5:

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Na ida ao trabalho (sim, hoje também é dia de labutar) depois do relax no cooper, admirando o sol nascendo. Pose 6:

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Ótimo domingo para todos!

OPS: Acréscimo: uma 7a pose: um gostoso e carinhoso café da manhã, preparado com amor e carinho para a esposa e as filhinhas, para acordarem felizes neste domingão! Aqui:

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– Obrigado, dona Borboleta!

Fotografia é um grande hobby que tenho. E hoje, sentado no jardim, eis que essa borboleta (clique abaixo) “cor Laranja” pousou na flor e fez pose para ser fotografada.

Mesmo com o jardim repleto de outras flores com pétalas amarelas e vermelhas, provavelmente escolheu as da sua mesma cor para se camuflar de predadores.

Bobinho, mas inspirador! O clique ficou nota 10:

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– A insensível e antipática Chapecoense

Muitos árbitros tiveram como preparador físico na carreira o “Cesinha”, cujo último trabalho foi na Chapecoense.

Vitimado pelo trágico acidente na Colômbia, a família dele está totalmente desprotegida e reclama dos dirigentes da Chape.

Vejam só que contrastante: a sensível situação em que o clube passou, somado aos tormentos e horrores daqueles que perderam seus entes queridos, despertaram o sentimento de piedade sobre o time catarinense. Entretanto, os cartolas sobreviventes e novos diretores estão simplesmente desprezando a dor de quem deveria ser ajudado.

Compartilho, extraído da Isto É: http://istoe.com.br/insensivel-chape/

INSENSÍVEL CHAPE

Os familiares de vítimas do acidente aéreo com o time de futebol vivem um drama à parte: sem dinheiro e apoio, foram excluídos da reconstrução do clube

Após a queda do avião da delegação da Chapecoense, o clube foi abraçado pelo mundo. Homenagens, doações e o carinho de torcedores de todos os cantos deram condições para que o time pudesse se reerguer. Mas um grupo ficou de lado: os familiares de 71 pessoas que morreram no acidente aéreo ocorrido na Colômbia em 29 de novembro de 2016. Inconformados, reclamam da maneira como a Chape isolou aqueles que viram outra tragédia começar ao enterrar os corpos de entes queridos.

Há uma separação entre o drama real do clube e o drama real das famílias das vítimas”, diz Mara Paiva, viúva de Mário Sérgio, ex-comentarista da FOX Sports. De acordo com as famílias, o valor arrecadado pelo jogo entre Brasil e Colômbia em 27 janeiro, e que foi entregue a eles, ficou aquém da necessidade. Enquanto isso, alguns dependentes de jogadores, jornalistas e funcionários do clube que estavam no avião – em busca do que poderia ser o maior título da história do clube – passam por dificuldade financeiras. “A prioridade é reconstruir o clube”, afirma Fabienne Belle, viúva do fisiologista Luiz César Martins Cunha.

A reclamação não se limita ao dinheiro. O tratamento – ou melhor, a falta dele – aos familiares também tem sido questionado. A instituição designou apenas uma assessora de imprensa como canal de comunicação com as famílias. Os pertences dos passageiros foram expostos com desleixo em um grupo de WhastApp. Mara conta que passou mal na fila do banco ao ver no celular a foto do sapato do marido. A mulher de umas das vítimas sofreu uma crise de pânico no estacionamento da Arena Condá ao buscar a mala do marido. “Não tinha na ocasião nenhuma assistente social ou psicólogo”, diz Fabienne. Quem não pôde ir a Chapecó buscar os pertences recebeu os objetos pelo correio.

Mas não é só isso. Outros fatos são motivo de nó na garganta. Em uma participação no programa do Luciano Huck, um diretor do clube disse que as famílias estavam sendo bem tratadas. A fala causou indignação. Os familiares também não foram convidados a participar de um evento com deputadas bolivianas que visitaram Chapecó com documentos sobre o acidente. Também não foram chamadas para uma visita ao papa Francisco em Roma, a ocorrer em setembro.

A mulher de umas das vítimas sofreu uma crise de pânico no estacionamento da Arena Condá ao buscar a mala do marido

Parentes dos jogadores endossam a indignação. “Eles estão ganhando dinheiro com a morte do marido da gente”, diz Rosângela Loureiro, que perdeu o marido e ídolo do time, Cléber Santana. De acordo com Rosângela, o clube ainda não pagou os direitos de imagem do jogador. Ela também afirma que a Chape prometeu continuar pagando o aluguel do apartamento em que ela morava em Chapecó, mas que isso não aconteceu. “Três meses depois eu recebi uma ordem de despejo”, disse.

R$ 40 mil
é o valor que cada família deve receber das doações recebidas pelo clube

R$ 1.050.811,75
foi arrecadado no amistoso entre Brasil e Colômbia

R$ 15 milhões
liberado pelo Gov Federal p/ reforma da Arena Condá e construção de memorial

Em nota, a Chapecoense esclarece que:  “Os familiares não receberam apoio adequado em nenhum momento: A Chapecoense sempre tratou da melhor maneira possível os familiares das vítimas do acidente. No primeiro momento todo apoio foi realizado para custear os gastos com os funerais e respectivos translados. Após isso todo o processo do repasse de doações foi realizado com a máxima transparência. Bem como as rescisões contratuais e quitações de valores relativos a direito de imagem e premiações dos atletas e membros da Comissão Técnica. Entrega dos pertences das vítimas: Esse posicionamento dos entrevistados é contraditório, pois não reflete a opinião de outros representantes que recentemente receberam os pertences. O Clube foi informado sobre manifestações de agradecimento pelo empenho e dedicação dos profissionais que atuaram no trabalho, bem como na máxima dedicação do Clube para agilizar os trâmites burocráticos com apoio irrestrito das autoridades dos dois países (Brasil e Colômbia) para que os pertences pudessem ser entregues as Famílias o mais rápido possível. Encontro com deputadas da Bolívia: O encontro contou com a presença de representantes das famílias, inclusive do jogador Cleber Santana. A parlamentar em sua manifestação durante coletiva de Imprensa informou que retornarão ao Brasil em breve para uma ampla reunião com familiares das vítimas do acidente aéreo. Essa manifestação foi amplamente divulgada pelos órgãos de comunicação presentes na ocasião. Manifestação da esposa do jogador Cléber Santana: Todos os valores relacionados ao Direito de Imagem foram pagos pelo Clube, além de pagamentos relativos a seguro de vida, premiações e rescisão contratual. Todos os valores foram quitados ainda em 2016. Em relação ao pagamento de aluguel do apartamento onde residia a Família, o Clube nunca se comprometeu em pagar o referido valor deste caso e de nenhum outro atleta. Mesmo assim após o falecimento de Cleber Santana todos os custos relativos ao aluguel do apartamento foram pagos pela Chapecoense em sua totalidade durante a permanência da Família.”

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FAMILIARES – Mara Paiva (à esq.), mulher do comentarista Mário Sérgio, e Fabienne Belle, esposa do fisiologista Luiz César, criaram uma associação de vítimas (Crédito: ANDRE LESSA/ISTOE.)

– Ecologicamente Corretos mas Encalhados?

A preservação do meio ambiente é uma necessidade, correto?

Criar produtos ecologicamente corretos é uma vantagem competitiva, ok?

Responsabilidade ambiental reforça e valoriza a imagem da empresa, certo?

Tudo isso é válido. Entretanto, compartilho uma interessante matéria da Revista Época sobre empresas que buscam mostrar a preocupação com o Verde e que acabaram não conseguindo o destaque que desejavam. Uma atenção maior para o desafio da rede WalMart para com o seu parceiro Johnson & Johnson, além de outros 9 fornecedores, em se tornarem ecologicamente mais corretos.

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI132395-15259,00-FALTA+COMBINAR+COM+O+CONSUMIDOR.html

FALTA COMBINAR COM O CONSUMIDOR

por Alice Ribeiro

As empresas estão fazendo produtos que agridem menos o meio ambiente, sem aumentar o preço. Parece ótimo. Então por que tão pouca gente compra?

Fazia todo o sentido. Quando a Unilever lançou a versão concentrada de seu principal amaciante, em maio de 2008, parecia ter escutado a demanda dos consumidores, que diziam querer comprar produtos mais ecológicos. Com meio litro, o novo produto rende tanto quanto 2 litros da versão convencional. Como a embalagem é menor, economiza 58% de plástico e, consequentemente, usa menos petróleo. Seu processo de produção consome 79% a menos de água. As caixas que o transportam acomodam mais unidades num mesmo espaço, reduzindo em 67% as viagens de caminhões para chegar aos pontos de venda. Mais: o amaciante concentrado é 20% mais barato. Com um belo esforço de comunicação – uma campanha de R$ 32 milhões em dois anos –, era de esperar que a essa altura o novo amaciante já tivesse desbancado o velho. Não foi o que aconteceu. A Unilever não divulga dados sobre vendas, mas um levantamento feito na rede de varejo Walmart mostra que o amaciante tradicional ainda vende 50% a mais que o concentrado. O amaciante da Unilever é apenas um dos casos de produtos criados para explorar o consumo ambientalmente correto. Há empresas que investiram em mudar sabão em pó, chá orgânico, papel higiênico. Sem contar as mudanças de embalagem. Em todos os casos, porém, o resultado tem sido dúbio. Por quê?

Há pouca dúvida de que o mundo enfrenta problemas ambientais sérios. Muitas empresas têm investido em ações responsáveis, seja como forma de economia (usando os recursos de modo mais eficiente), seja pelo apelo de marketing (projetando a imagem de empresa amiga da Terra). Mas a resposta a essas ações é fraca. “A sustentabilidade ainda é algo distante do que vivemos”, afirma Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu para o Consumo Consciente. Uma pesquisa do Akatu revela que 80% das pessoas dizem valorizar os produtos verdes. Mas só 30% delas concretizam suas intenções no ato da compra. Há uma longa distância entre propósito e ação.

Por um lado, alguns desses produtos ecologicamente melhores exigem mudanças de hábitos de consumo – e isso é um obstáculo. Em outros casos, como o do sabão em pó ecológico da Procter & Gamble, as pessoas resistem porque acham que suas empregadas domésticas não saberão usar o produto da forma correta. O detergente usa 30% menos água que um comum. Sua fórmula faz menos espuma e, assim, dispensa o último enxágue. Mas ele não fez o sucesso esperado. “As empregadas não leem rótulos”, diz a aposentada Cláudia de Vasconcellos Lameiro da Costa. “Não adianta explicar. Elas vão continuar achando que só com espuma se lava direito.”

Um amaciante mais ecológico custa 20% menos.
Mas ainda perde em vendas para o convencional

Em alguns casos, as empresas deixam de apostar em inovações que fariam sentido ecológico. Há dois anos a Natura estuda a criação de uma linha completa (com xampu, condicionador, creme hidratante…) em pó. A solução economizaria água na produção, plástico da embalagem e emissões de gases poluentes no transporte. Os produtos viriam em pequenos sachês para ser diluídos em casa. “O novo produto teria, em média, 10% do peso do original”, diz Daniel Gonzaga, diretor de pesquisa e tecnologia da Natura. Mas o destino do xampu em pó é incerto. A companhia ainda não está segura de que haja público para a invenção. “Precisamos chegar a um mix completo: fórmula testada, marca correta, embalagem e o aval do consumidor.”

Esse aval, de acordo com um levantamento feito no Walmart (leia o quadro) , é tímido. “Ainda estamos no começo de um processo de mudança de hábitos na decisão de compra”, diz Christiane Urioste, diretora de sustentabilidade do Walmart. Um papel higiênico da Kimberly Clark dá uma dimensão do problema. Feito com fibras de papel reciclado obtidas a partir de aparas selecionadas, tem os rolos compactados para caber em uma embalagem menor. Custa em torno de 25% menos que o papel tradicional. Mesmo assim, tem só um quarto das vendas.

Para vencer o apego ao costume, seria necessário um investimento eficiente em marketing. Um estudo feito pela agência de publicidade Euro RSCG mostra que as empresas abusam dos clichês. O levantamento encontrou ursos-polares em anúncios do HSBC, da Philips e dos sorvetes Ben & Jerry. “As imagens usadas confundem as pessoas”, diz Russ Lidstone, presidente da agência. “São projetadas para chamar nossa atenção, mas acabam nos distanciando do problema e nos tornando céticos.”

Mais devastador do que a falta de informação é a informação que não ajuda o consumidor a se orientar. A gente é bombardeada por informações sobre a degradação ambiental do planeta. Difícil é saber como transformar essa preocupação em critérios para discriminar os produtos no supermercado. O que é melhor, um alimento embalado em plástico (teoricamente reciclável), em lata (que se decompõe na natureza) ou em vidro (que pode ser reutilizado)? Não há resposta para isso hoje. s Se você quer economizar energia, procura o selo Procel (um índice elaborado pela Eletrobrás) nos eletrodomésticos. Mas não existe um selo geral para produtos verdes. O resultado? A criação de analfabetos ecológicos. “Recomendamos às marcas que sigam uma abordagem simples de comunicação”, afirma Nicholas Eisenberger, consultor da GreenOrder, especializada em negócios sustentáveis, cujo portfólio de clientes inclui GE e General Motors. Para divulgar seus esforços pró-planeta, as empresas precisam entregar a informação mastigada. Não é o que acontece.

Muitas empresas deixam de comunicar em detalhes suas ações positivas por temer cobranças em outras áreas. Outras, ao contrário, divulgam iniciativas sem nenhuma importância, como se fossem cruciais para a humanidade. Nessa confusão, os cidadãos comuns se perdem. A funcionária pública Roberta Cristina da Silva é um exemplo. Ela viu o comercial da TV do amaciante verde da Unilever e decidiu testá-lo. Gostou. Mas não por ser verde. “Gosto porque tem um cheiro mais forte”, ela diz. “Coloco o mesmo tanto do outro (da embalagem de 2 litros) . Em uma semana já acaba.” Ao consumi-lo da forma errada, Roberta está gastando mais e piorando o impacto ambiental, em vez de melhorá-lo.

A confusão dos consumidores fica clara numa pesquisa sobre 115 empresas encomendada pela revista britânica New Scientist. O levantamento cruzou cerca de 700 indicadores, como gasto de água ou poluição química, para avaliar o desempenho ambiental das companhias e comparou-o com a percepção de 30 mil pessoas sobre elas. Concluiu que há uma enorme lacuna entre a imagem e os fatos. Um dos casos de maior discrepância foi o da rede de supermercados Whole Foods Market. Das 36 empresas do setor listadas pela pesquisa, ela está entre as piores em relação a impacto ambiental, mas é a primeira em boa reputação. A Coca-Cola, ao contrário, tem o segundo menor custo ambiental entre os fabricantes de alimentos e bebidas da amostra, mas não é reconhecida por isso.

80% dos brasileiros dizem que valorizam os produtos ecológicos.
Mas só 30% cumprem isso nas compras

Todos esses dados apontam para uma falha de comunicação das empresas. Não só quanto às informações divulgadas. É preciso que alguém de fora mostre às pessoas que o produto é bom. Aí, entram as certificadoras independentes. A especialista em relações internacionais Marcela Porto Mello é fã de produtos ecológicos. Diz usar produtos sem agrotóxico, que tenham um selo orgânico de renome no mercado. Mas se nega a pagar mais por produtos com origem desconhecida. “Por que vou comprar um café que custa mais caro se não tenho certeza de quão sustentável é? Falta divulgar melhor os produtos. Os selos precisam ter credibilidade.”

Os consumidores de países desenvolvidos são mais preocupados em premiar empresas amigas do meio ambiente. Segundo uma pesquisa dos institutos Market Analysis e Akatu, 34% dos cidadãos de países ricos afirmam comprar de empresas ambientalmente responsáveis. No Brasil, o número cai para 12%. Compreensível. Em nações mais ricas, com educação melhor e bagagem ecológica mais robusta, os consumidores buscam informações sobre as marcas. Se o produto não tem selos, eles entram nos sites das empresas, vasculham sua reputação nas redes sociais, leem relatórios de sustentabilidade, recorrem à mídia.

No Brasil, algumas empresas já sabem que, no futuro, os atributos socioambientais vão ajudar a vender. Desafiados pelo Walmart, dez fornecedores da rede reinventaram e criaram produtos de modo que ficassem mais ecológicos. A convocação aconteceu em outubro de 2008. Hector Nuñez, presidente do Walmart, reuniu companhias parceiras para uma conversa. Durante sua exposição, chacoalhou uma caixinha de Band-Aid: “Nesta embalagem cabem três vezes mais curativos do que tem aqui”. A fabricante, Johnson & Johnson, acatou a provocação. Mudou processos e passou a colocar a mesma quantidade do produto numa caixa com 18% menos matéria-prima. E sem alterar as informações do rótulo. Detalhe: 90% de todo o Band-Aid consumido no mundo é feito no Brasil. Como contrapartida, o Walmart garantiu às empresas que vai dar mais espaço nas prateleiras para seus produtos ecológicos, mesmo com a redução nas embalagens. Ninguém tem dúvidas de que o consumo tende a ficar mais verde. Mas essa tendência só vai se confirmar se combinarem com os consumidores.

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– Negócio da China ou de Krypton?

Essa é para os fãs do Superman ou para bons negociadores: Os descendentes de Jerry Siegel e Joe Shuster, criadores do “Homem de Aço”, processam os estúdios Warner, pois querem os direitos sobre o herói.

Tudo por que, há quase 70 anos, Siegel e Shuster brigaram com a DC Comics (que hoje é da Warner) e pararam de fornecer conteúdo, após ter vendido o personagem à empresa. A questão é complicada e o imbróglio é grande. Mas o curioso é: a DC Comics comprou por míseros 130 dólares os direitos do personagem na época!

Que pechincha! Quanto não valem hoje?

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– Uma Verdade de Esperança!

Creiamos: se Deus cuida até dos passarinhos, por que não cuidaria dos seus filhos tão amados?

Gostei desse lembrete:

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– Oi, 6a feira, em 4 fotos!

Infelizmente, sem muito tempo livre hoje. Mas consegui o tempinho necessário para cuidar da saúde do corpo, da alma e da mente.

Bem cedo, fui correr. Clique 1:

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Durante a corrida, meditando em São Camilo de Léllis, protetor dos enfermos, cuja festa dedicada a ele é celebrada hoje. Clique 2:

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Depois do treino, alongando entre as flores do jardim. Veja a perfeição da beleza da rosa vermelha. Clique 3:

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Terminada a atividade física, como não contemplar a alvorada maravilhosa de hoje? Olha aí o sol surgindo na Serra da Ermida. Clique 4:

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Ótima 6a feira a todos nós.

– Quem é o melhor goleiro brasileiro hoje?

Na Seleção Brasileira, já foram convocados Alysson (Roma), Diego Alves (ex-Valência), Muralha (Flamengo) e Weverson (Atlético Paranaense). Tite sinaliza que poderá convocar Vanderlei (Santos) e Cássio (Corinthians) para os próximos jogos.

Para você, quem seriam os 3 goleiros da Seleção caso a Copa do Mundo fosse hoje?

Na minha lista, os 3 melhores neste momento: Vanderlei (SFC), Victor (CAM) e Jeferson (BFR). Cássio seria o 4o nome da lista, pelo fato dos citados estarem “um pouquinho na frente”.

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– Fé, Família, Escola e Trabalho para os Hirota!

Muito bacana essa matéria da Revista Veja SP sobre a história do Supermercado Hirota, uma empresa familiar que tem nos quatro pilares citados no título desta postagem as condições fundamentais para os rumos do seu negócio.

Vale a pena conhecer. Compartilho, extraído de Veja SP, ed 31/05/2017, por Paulo Yassuda

EXPANSÃO EM DOIS PALITOS

Com administração familiar, o negócio abriu doze unidades expressas em pouco mais de um ano.

“No Hirota, é olho no olhooo, trazendo qualidade a vocêêê!”, cantarola Francisco Hirota, presidente da rede de supermercados que leva seu sobrenome. “Hirota! Uma família a serviço das famíliaaas!” Entoar todas as manhãs esse hino, ou “grito de guerra”, faz parte da rotina dos 1 600 funcionários da cadeia fundada no Ipiranga em 1972, hoje com quinze unidades na Grande São Paulo — conhecidas por ter como “plus” uma caprichada seleção de produtos orientais, além da cesta básica. 

No ano passado, a empresa criou uma extensão de negócios, Hirota Express, inspirada nas redes de conveniência do Japão. Desde então, surgiram seis estabelecimentos desse tipo. Até o fim de julho, a quantidade deve chegar a doze, ou seja, dobrará. “Vamos alcançar a marca de oitenta casas em quatro anos”, anuncia Hélio Freddi Filho, gerente- geral do novo segmento.

Sempre em pontos com grande circulação de pessoas, a Hirota Express ganhou a primeira unidade na Avenida Paulista em março de 2016, no endereço onde funcionava uma videolocadora, a 2001. Nas gôndolas, encontra-se um pouco de tudo: chocolates, biscoitos, pó de café, iogurte…

Entre os diferenciais está a profusão de guloseimas e pratos prontos orientais, muitos deles de fabricação própria, com direito a micro-ondas para quem quiser aquecê-los, e de quinquilharias da japonesa Daiso, parceira do grupo. “A ideia é ajudar o cliente a fazer uma refeição rápida e saudável”, explica Francisco Hirota.

O negócio é concebido de forma a não engordar os custos de operação. Não mais que quinze funcionários trabalham na loja, e cada ponto demanda um investimento entre 800 000 e 1 milhão de reais. As próximas filiais estão prometidas para a Praça do Patriarca, a Vila Mariana e o Shopping Plaza Sul. A aposta nesse formato é uma

maneira de a rede se reinventar em um momento de mudanças no setor. “Com a crise, teve início um movimento de diminuição do número de hipermercados e houve crescimento da procura por lojas menores e de vizinhança”, diz Álvaro Furtado, do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo (Sincovaga).

Por enquanto, a receita do Hirota está dando certo. Somando os dois braços de negócios, a projeção da companhia é que o faturamento chegue a 400 milhões de reais em 2017, ou 11% a mais que em 2016. A empresa começou mirrada, como uma mercearia de 150 metros quadrados na Rua Labatut.

O casal de japoneses Katsumi Hirota e Dália Shumiko deixou a vida apertada na roça no interior do Paraná e arrastou os seis filhos, nos anos 70, até o Ipiranga para tocar uma venda modesta. Pouco a pouco, o negócio foi vingando — e cresceu. De olho no sucesso do clã, o dono do imóvel locado pela família chegou a aumentar o valor do aluguel “em mais de cinco vezes”, lembra Francisco.

Impossibilitados de saldar a conta, os Hirota compraram um terreno não muito longe do ponto original, bem maior, e transferiram para lá a mercearia, que ganhou status de mercado. Para conseguirem pagar as contas durante a implantação, eles utilizaram materiais de segunda mão, e até equipamentos descartados do Pão de Açúcar foram reaproveitados.

Engenheiro formado pela Unicamp, Francisco, o filho número 3 de Katsumi, tomou as rédeas do negócio. “Eu gostava de fazer contas e fui organizando o processo. Como as coisas iam bem, não houve contestação dos meus irmãos”, diz. Mesmo com a expansão, o controle acionário permanece nas mãos dos seis filhos do patriarca, morto em 2010.

Uma espécie de rosa dos ventos, em que se lê “Fé, Família, Escola e Trabalho” e que traduz os valores de Katsumi, precisa estar na ponta da língua dos funcionários. Não à toa, a figura fica pendurada na sala de reuniões e em outros espaços da sede.

Para garantir que nada se desgrude da mente dos colaboradores, palestras são ministradas com frequência, muitas delas pelo padre Antônio de Lima Brito, amigo da família desde a chegada ao Ipiranga.

O religioso fala sobre temas que mesclam autoajuda e espiritualidade. Não, não há divisão entre Igreja e Estado no Hirota. Logo após o hino, aquele que Francisco fez questão de cantar, os gerentes e seus subordinados rezam um Pai Nosso. E a família garante que, além de devota, se mantém unida. Todo ano, seus 21 integrantes fazem questão de viajar juntos. Já decidiram o próximo destino: a Disney World, na Flórida.

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– O Maguila, hoje!

Minha geração assistiu a ascensão e queda de Adilson Maguila Rodrigues, sempre na TV Bandeirantes Canal 13 com o Luciano do Valle.

Não gosto de boxe, mas Maguila era um ídolo nacional. Simplório, chegou a lutar com George Foreman e perdeu.

Eu o respeito demais. E depois de tantas notícias ruins sobre a saúde dele, assisti a entrevista que concedeu a Danilo Gentili no SBT. Impressionante o que foi relembrado (até a sua participação no extinto Aqui Agora). Fazia muito tempo que não via a sua imagem, e vi nele um homem triste!

Compartilho em: https://www.youtube.com/watch?v=-0V4wxZMl6U

– Grupo Itau-Unibanco é o novo dono das Havaianas

A Alpargatas, empresa dona das Sandálias Havaianas e da marca Osklen, além de ser representante da Mizuno no Brasil, um dia foi da Camargo Corrêa.

Com tantos escândalos da construtora envolvidos na política (entre eles, a Operação Lava Jato), o grupo foi vendido para a J&F (sim, de Joesley e Wesley Batista).

Agora, com os escândalos do conglomerado envolvendo corrupção (repetiu o parágrafo, não é?), a JBS teve que se desfazer da Alpargatas por R$ 3,5 bilhões. Os novos proprietários são a Itaúsa e a Cambuhy (da família Setubal e Moreira Salles, donos do banco Itau-Unibanco).

Imaginaram o potencial de investimento da marca neste momento em que a expansão global das Havaianas é global?

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– Já acabou o Brasileirão 2017?

Inegavelmente, com a diferença de pontos do 1o ao 2o colocado, e pelo que vem jogando, dificilmente o Corinthians não será o Campeão Brasileiro de 2017.

A última vez que vi uma diferença tão grande ser extinguida foi daquele Palmeiras de Celso Roth, que disparou na tabela e depois despencou. Mas com a solidez do trabalho do ótimo Fabio Carrile, será que teremos alguma surpresa?

Eu penso que não. Nem a efervescência das Eleições da Presidência do clube poderão tirar o título. E, cá entre nós: dos 39 pontos disputados, conquistar 35, é algo absurdo! A briga e a emoção do campeonato será: quem classificará para a Libertadores e quem conseguirá fugir do rebaixamento.

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– Quinta-feira despertando com cores espetaculares!

Bom dia!

A fim de buscar a boa qualidade de vida, bem cedinho fui correr, como tenho feito costumeiramente. E isso é muito bom! Nossa foto-motivação:

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Durante o treino, pensando nas coisas do Alto. Hoje meditando em Jesus, o Filho do Altíssimo e nosso Salvador, aquele que tem “Palavras de Vida Eterna”! Nossa foto-meditação:

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Pós-treino, alongando entre as flores do jardim, com destaque para a rosa branca. Que tal nossa foto-inspiração?

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Enfim, hora de trabalhar! E no caminho de hoje, olha só o céu colorido e inspirador da nossa foto-contemplação:

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Ótima 5a feira para todos!

– Lula já foi! Mas Aécio, Temer e outros também têm que ir!

Com muita satisfação leio que Lula foi condenado pela 1a vez (das muitas que devem vir pela frente). Deverá, se o recurso for negado, cumprir 9 anos e meio de cadeia.

Ótimo! O país precisa ser passado a limpo. Lula e seu grupo roubaram descaradamente e criaram uma legião de fanáticos que cegamente ainda os defendem (até gente mais culta ficou iludida e não quer crer que na política formaram uma máfia vagabunda e picareta).

O importante é: prender os demais! Aécio, Temer, Maluf… corruptos da velha e da contemporânea guarda.

EU QUERO UM PAÍS HONESTO, e me pesa ver o fanatismo político de direita e de esquerda proliferando pelas redes sociais.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Palmeiras x Corinthians. O que esperar de Vuaden?

Um sexteto gaúcho trabalhará no Allianz Park nesta Rodada 13 do Brasileirão 2017: apitará o experiente Leandro Pedro Vuaden, natural de Estrela-RS, 42 anos, que será assistido pelos bandeiras José Eduardo Calza e Maurício Coelho Silva Penna. Seus adicionais serão Roger Goulart e Jonathan Benkenstein Pinheiro. O quarto árbitro será Jorge Bernardi. São 3 profissionais de Administração de Empresas e 3 profissionais da Educação Física. Sabidamente, ninguém é árbitro profissional.

Vuaden surgiu como um fenômeno no quadro nacional em 2001, destacando-se com uma arbitragem “à europeia”, definindo muito bem o que era tranco legal e carga faltosa. Assim, suas partidas tinham mais tempo de bola rolando, jogador não fazia corpo mole e os treinadores começaram a orientar seus atletas a ficarem em pé. Seus jogos tinham mais cartões amarelos por reclamação do que por jogadas temerárias (número baixo no total)! O jogo se tornava mais prazeroso para assistir. Só que…

Isso gerou ciúmes, o que levou a críticas de colegas e da própria Comissão de Arbitragem, que achava o chamado “Estilo Vuaden” algo imprudente e perigoso.

No quadro internacional, Leandro Vuaden não conseguiu o sucesso que poderia com o potencial que tinha. Muitas vezes atrapalhado pelo rigoroso teste físico, poderia ter ido a uma Copa do Mundo quando foi pré-selecionado. Não foi.

Passado algum tempo, Vuaden começou a mudar o seu jeito de apitar as partidas de futebol. Tornou-se, em alguns jogos, um “administrador” de situações. Ressurgiu quando Sérgio Correa da Silva orientava os árbitros para deixarem de marcar faltinhas bobas e assim aumentarem o tempo de jogo efetivo. Entretanto, as faltas leves e reais passaram a não ser marcadas, diferenciando do momento anterior, onde o tranco legal não era confundido com faltas. Tornou-se um novo Vuaden, com uma proximidade do estilo anterior, menos vigoroso fisicamente, apitando um pouco mais de longe e sofrendo com o posicionamento dentro de campo pela orientação do “ponto futuro”, solicitado pelo novo comandante da arbitragem, o Coronel Marcos Marinho (você abandona a diagonal, corre pelo meio e tenta chegar onde a jogada vai terminar, aceitando o risco de sentir dificuldade física numa bola roubada pelo adversárioavalio como uma ruim orientação exigida). Perdeu o escudo FIFA por culpa da nova política da CBF, sendo compensado com muitas escalas de jogo. Está sendo escalado para o Derby pela experiência e por voltar a marcar poucas faltas (pode sentir dificuldades físicas se o jogo for corrido e “aumentar” o número de paralisações).

Se o árbitro é rodado, os bandeiras nem tanto: Calza fez 9 jogos na série A nos últimos 3 anos e Penna 7 no mesmo período. Também os árbitros da linha de meta são pouco experientes.

Para palmeirenses e corintianos, números que tranquilizam e assustam, contraditoriamente: Com Vuaden, o mandante perde muito raramente; mas o Corinthians está invicto com ele nos últimos 3 anos.

Veja:

Em 2017, por conta de problemas físicos, Vuaden apitou apenas 3 jogos, com 3 vitórias do time da casa – nenhum jogo apitado do Palmeiras, e um jogo do Corinthians (vitória contra Cruzeiro).

Em 2016, apitou 16 jogos, sendo 12 vitórias para o time da casa, 2 empates e 2 derrotas do mandante. Dos envolvidos, duas derrotas do Palmeiras e um empate + uma vitória do Corinthians.

Em 2015, apitou 21 jogos, sendo que foram 3 partidas do Palmeiras (derrotas para Figueirense, Fluminense e Goiás) e 4 partidas do Corinthians (vitórias contra Flamengo e Vasco, empates contra São Paulo e Avaí).

Em suma:

1- há 3 anos o Palmeiras não vence com Vuaden e o Corinthians não perde com ele.

2- há 9 jogos do Brasileirão série A o mandante não perde.

3- Desde 2016, em suas partidas, quase 80% dos jogos o time da casa ganhou e apenas 10% das partidas o visitante venceu.

Qual número será mais impactante / relevante essa noite?

Como não sou supersticioso, creio que cada jogo é uma história e espero que vença o melhor dentro de campo. Desejo uma boa partida para a arbitragem, boa sorte aos atletas e que tenhamos uma rodada pacífica de futebol nesta quarta a noite.

Em tempo: bem que esse jogo poderia ser em um domingo às 16h, não?

Ops: de novo, clássico paulista sem paulistas…

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– Uma linda terça-feira se anuncia!

Bom dia!

Acordei meia-boca, com preguiça e sem vontade de nada. No relógio, 3h10!

Sabe aquele dia que você não tem disposição para nada?

Foi o meu despertar! Tomei um café reforçado, um chocolatinho para tirar o sono e… criei coragem para um cooper na esteira. Foto-motivação de quem quase refugou:

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Correndo e conversando com Deus, hoje pedindo a intercessão da 1a dos cristãos, a venerável Virgem Maria (sob invocação do seu título de Nossa Senhora Rainha da Paz), na foto-meditação:

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Pós-treino, bem animado com a endorfina criada e super-hiper-mega-blaster disposto, alongando e curtindo a beleza da nossa rosa de pétalas desfiadas. Foto-inspiração:

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Para finalizar: já no trabalho e digitando após recarregar as energias com a Vitamina D dos maravilhosos raios do brilho do sol desta manhã. Nossa foto-inspiração:

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Ótima, excelentíssima e produtiva 3a feira para todos nós!

– Figueirense 0x2 Ceará com Grave Erro de Direito!

Fui alertado para esse lance da vitoria do Ceará contra o Figueirense pelo jornalista Thiago Batista do Olim, do site “Esporte Jundiaí”. E vale a pena estudá-lo:

Aos 12m do 2o tempo, com o placar estando 1×0 para o Ceará, após sofrer falta de Luís Otávio (CEA), o goleiro Thiago Rodrigues (FIG) foi cobrar o tiro livre (falta a seu favor) dentro da grande área. Só que ele sai jogando para o seu companheiro que a toca dentro da grande área! De acordo com as Regras do Jogo, tantos nos tiros livres como no de meta, a bola só pode ser tocada fora da área penal. Se ela não sair por inteiro da área, não está em jogo. Se alguém tocá-la antes, volta-se a cobrança!

O árbitro Antonio Dib de Souza não vê, o assistente Claryston Clay não avisa e o zagueiro devolve ao goleiro que a perde bisonhamente para Ricardinho (CE) fazer o gol!

Falha do juiz, do bandeirinha e principalmente do arqueiro!

É claro Erro de Direito e a partida pode ser anulada, já que não foi cumprida a regra (a bola não entrou em jogo). Mas será evidente que a arbitragem encontrará um subterfúgio, alegando que interpretou que a bola tinha a passado a risca, caracterizando Erro de Fato!

Está nesse vídeo, a partir dos 45” até 1’15”, em: http://globoesporte.globo.com/sc/futebol/brasileirao-serie-b/jogo/08-07-2017/figueirense-ceara/

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– O mais novo espécime de Camarão: o Pink Floyd

Você gosta de camarão?

Eu adoro! E feito de qualquer jeito. Saudável e gostoso, pode ser pescado no mar ou criado em cativeiro.

A mais nova descoberta (na costa do Panamá) é de um camarão de garras “rosa-choque”, que solta vibrações com um volume muito alto, capaz de matar outros peixes, batizado de Pink Floyd

O que falta para a Ciência descobrir, não? E quantos outros seres vivos que ainda não conhecemos…

Extraído de: http://super.abril.com.br/ciencia/nova-especie-de-camarao-e-batizada-com-nome-de-pink-floyd/

NOVA ESPÉCIE DE CAMARÃO É BATIZADA COM NOME DE PINK FLOYD

Crustáceo progressivo usa sua garra rosada para criar vibrações supersônicas e matar presas no fundo do mar

Por Guilherme Eler

Foi mais forte do que os próprios cientistas. Fãs de rock nas horas vagas, o grupo viu na descoberta de uma nova espécie de camarão a chance perfeita para homenagear uma de suas bandas preferidas. E a referência deixaria o Pink Floyd orgulhoso: assim como a histórica banda inglesa, o pequeno crustáceo faz também um barulho, digamos, conceitual. Com cerca de 5 centímetros, ele é capaz de paralisar e matar suas presas à distância, munido de sua arma supersônica – uma estilosa garra na cor rosa.

A escolha do nome da criança, Synalpheus pinkfloydi, une o útil ao agradável: com “pink”, tem-se uma referência perfeita à garra rosada do bicho. “Floyd”, que já vem no pacote, teve de ganhar o “i” ao final, em uma tentativa de ajustar a alcunha ao formalismo da taxonomia, que pede que novas espécies tenham nomes em latim. A variedade integra a família dos camarões-pistola, também conhecidos como camarões-de-estalo.

Sammy De Grave, pesquisador do Museu de História Nacional de Oxford, disse ser fã da banda inglesa desde a adolescência. “Ouço desde que o ‘The Wall‘ foi lançado em 1979, quando eu tinha 14 anos”, declarou à BBC. À NPR, o pesquisador revelou seu conhecimento aprofundado da banda. Segundo De Grave, a referência ao nome “é feita na linha ‘By the way, which one of you is Pink?’ da canção ‘Have A Cigar‘”, que integra o álbum Wish you were here.

Para completar a lista de coincidências, a espécie descoberta também tem sua veia sonora – utilizada para a sobrevivência. E a habilidade de produzir “música” (tecnicamente, ondas supersônicas) vem de sua garra rosada: o ato de abrir e fechá-la rapidamente causa um estouro na casa dos 210 decibéis, volume que, de tão alto, é capaz de matar até peixes pequenos que estiverem passeando desavisados pela região.

O ruído deixa no chinelo, por exemplo, o som causado pelo disparo de uma arma de fogo, uma turbina de avião ou mesmo shows de rock, que podem alcançar meros 120 dB“Shine on, S. pinkfloydi” – diria, provavelmente, Roger Waters.

A espécie é nativa da costa do Pacífico do Panamá. Sua descoberta foi descrita no periódico científico Zootaxa, e tem, inclusive, participação brasileira. Dentre os autores, estão uma equipe da Universidade Federal de Goiás, além de cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, e de Seattle, nos EUA.

E o melhor: não é o primeiro crustáceo identificado pelos pesquisadores que leva um nome de astros do rock. Vocalista da banda Rolling Stones, o azarado Mick Jagger tem também no currículo uma variedade de camarão que faz referência ao seu nome. Explicar o porquê da Elephantis jaggerai ter ganhado esse nome, no entanto, parece ser uma tarefa ainda mais difícil. Quem sabe a espécie arrisque um ou outro passinho estranho de dança no fundo do mar.

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– Ninguém punido na confusão entre Vasco 0x1 Flamengo?

Por que a demora em se punir os envolvidos na briga de São Januário, no Vasco x Flamengo?

Até quando teremos vândalos e selvagens praticando violência nos estádios?

Aliás, qual o motivo do mundo do futebol permitir essas situações bizarras em pleno século XXI? 

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– Até quando o saldo do Adriano Imperador estará positivo?

Triste fim que está se anunciando a Adriano Imperador…

O atleta que se destacou numa Copa América marcando o gol decisivo contra a Argentina, que fez parte do “quadrado mágico” de Parreira, se mantivesse o foco, seria centroavante da Seleção Brasileira até hoje e estaria ganhando muito dinheiro!

Vez ou outra vemos o Adriano sendo encontrado alcoolizado, em situação deprimente, cheio de amigos da comunidade “gastando a grana” que ganhou ao longo dos anos de futebol da curta carreira.

Há quanto tempo ele não trabalha? Aposentou-se definitivamente?

Se a “cabeça vazia é oficina do Capeta”… lembremo-nos que $ não leva desaforo para casa.

Mais uma filmagem vazada do dia-a-dia do ex-Imperador: https://www.youtube.com/watch?v=JM4LIqccYSc&feature=youtu.be

– 4 cliques do azul do céu nesta 2a feira!

Bom dia!

Quatro cliques do céu infinito (em 4 tons de azul) neste começo de semana, na Divisa de Jundiaí com Itupeva, a fim de motivar:

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Que seja uma ótima segunda-feira, bem como uma maravilhosa semana para todos nós!

– 80 dias de vida!

Coisas do Amor de Deus: 80 dias de vida, 10 cm mais comprida e 3 vezes mais gordinha!

Nossa Maria Estela vem superando etapas!

– O polêmico lance de Roger Guedes em Cruzeiro 3×1 Palmeiras

Aos 18 minutos do 1o tempo, Roger Guedes (PAL) está no ataque e é empurrado próximo à Grande Área por Murilo (CRU). A dúvida somente é: a ação faltosa, iniciada fora da área, termina dentro ou não? Não importa se o jogador cai dentro, importa é onde ocorre o desequilíbrio. 

Se um jogador é puxado fora da área e a falta continua dentro, marca-se onde termina. Mas nesse caso, os ângulos da TV não ajudaram. Errou o árbitro Péricles Bassols, que nada marcou (entendeu que não foi nem falta e nem pênalti, mas lance normal e assinalou equivocadamente tiro de meta). Pior ainda o AAA1 Gilberto Castro, que estava bem de frente a jogada e nada fez!

Assista o lance que está entre 2’20” e 2’28” e avalie: foi a chamada “falta continuada”, na qual a infração começa fora e termina dentro da área, ou não é um agarrão, mas um empurrão que começa e termina fora da área (apesar da queda dentro)?

Eu entendo como a situação 2: falta para o Palmeiras e cartão amarelo para o cruzeirense.

Disponível aqui: https://youtu.be/silwvyF_blI

– Revolução Paulista de 32

Hoje é o dia da lembrança mais importante do Estado de São Paulo: a data (09 de Julho) em que os paulistas saíram pedindo o fim do absolutismo de Getúlio Vargas e a elaboração de uma nova Constituição Brasileira.

Claro que o conflito teve outros interesses, como uma espécie de não aceitação dos acordos políticos do país naquele momento e a minimização da importância de SP na influência nacional. Em alguns momentos, tendeu a ser um movimento separatista, com emissão até de moeda paulista.

Que São Paulo não se acomode com a corrupção e desmandos como fez outrora!

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– Ótimo domingo a todos!

Bom dia!

Desejando um bom descanso com esse lindo clique do amanhecer dominical (foto panorâmica das 07h30):

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– E se você fosse Rodrigo Caio?

O Zenit da Rússia, clube que até a década passada evitava estrangeiros e não contratava negros, ofereceu ao São Paulo FC o pagamento integral da multa de R$ 67,3 milhões por Rodrigo Caio. Sendo assim, como está no contrato tal valor para a recisão o time do Morumbi tem que aceitar o depósito, desde que o atleta acerte o salário.

Há aqueles que defendem a tese de que, às vésperas da Copa do Mundo, Rodrigo Caio deveria recusar a proposta e ficar no SPFC, para ter mais visibilidade. Sair, só se fosse para ser titular no Real Madrid ou Barcelona.

Há outros que sugerem o aceite da transferência, já que jogaria na Rússia (sede do Mundial 2018) e Tite observa até atletas do fraco campeonato chinês.

Não nos esqueçamos: o Zenit é aquele que pagou um “caminhão de dinheiro” para ter o atacante Hulk, além de contar com a simpatia de Vladimir Putin.

E se fosse você: aceitaria a transferência ou não?

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– O delírio de Marilena Chauí sobre “o agente secreto” Sérgio Moro

Eu pensei que fosse alguma invenção. Mas não é… A filósofa radical Marilena Chauí é contra a apuração dos crimes de corrupção investigados entre os políticos da sua ideologia. Pior: para ela, é tudo invenção!

Declarou e está gravado:

A Operação Lava-Jato é para tira de nós o Pré-Sal. Por que isso ficou claro para mim? Porque Sérgio Moro foi treinado pelos Estados Unidos, pelo FBI, para realizar essa operação”.

Ah, tá! Quer dizer que Moro é um infiltrado e que ele está prendendo injustamente os donos de construtoras envolvidos em propina e a grana surrupiada pelo PT é tudo de mentirinha…

Inacreditável, não?

Compartilho o vídeo, em: https://www.youtube.com/watch?v=1BmvBTNoRQs

 

– Por quê acender sinalizadores?

É ordem da FIFA repassada às federações filiadas: está proibida a manifestação política ou religiosa, ou ainda ofensas contra os organizadores expressadas em faixas nas arquibancadas. Isso já é de muito tempo…

Recentemente, se decidiu também proibir o uso de sinalizadores (desde o episódio da morte de Kelvin Spada na Bolívia). Primeiro a decisão foi da Conmebol e se estendeu por determinação da FIFA.

Em ambas as situações o árbitro deverá paralisar a partida e tomar as providências para que os protestos cessem e/ou o uso dos sinalizadores seja interrompido.

Não estou discutindo se a medida é autoritária, anti-democrática ou abusiva. Mas o certo é: ela deve ser cumprida, gostemos ou não. Ainda assim torcedores insistem em transgredi-la, podendo prejudicar o espetáculo e, por tabela, seus clubes.

Pra quê?

É o gosto de ser contra a lei?

Os clubes são responsabilizados. Quero ver a choradeira quando alguém perder mando ou pontos por decisão de algum Tribunal

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– Red Bull Jundiaí, hoje, utopia! Red Bull Portuguesa, idem!

Muitas pessoas viram o logo do time de futebol Red Bull mesclado com cores da Portuguesa. Outros, após verem a postagem do mascote “Toro Loko” comendo bolinhos de bacalhau, creram que ali nascia uma parceria.

Nada disso. O ocorrido é que um movimento de torcedores da Lusa começou uma campanha para que o Red Bull assuma a gestão do time, buscando salvá-la da triste situação financeira e de descalabro administrativo que está. Portanto, os interessados foram os torcedores, que tomaram a iniciativa esperançosos de que existisse uma possível fusão!

Aqui em Jundiaí, quando surgiram especulações muito tímidas, o efeito foi contrário! Muitos torcedores repudiaram uma associação com a empresa austríaca para com o Paulista Futebol Clube, em situação tão ruim (ou pior, pois está sem calendário para o semestre) do que a Portuguesa.

Republico uma postagem feita há 3 meses, e hoje me convenço: o Red Bull não teria interesse em parceria com endividados clubes (como Paulista e Portuguesa), mas nas suas sedes e nos torcedores que remanescessem.

Relembrando minha posição e algumas informações da época. Abaixo:

O FUTURO DO GALO: EXISTIRIA REPULSA SE O RED BULL SUGERISSE UNIÃO AO PAULISTA? SOBRE A CHEGADA DA CARABAO NO BRASIL.

Poucos times têm nome e sobrenome. Nós temos o Paulista FC, cuja identidade carinhosa e conhecida em todo Brasil é Paulista de Jundiaí. E como jundiaienses que somos, não é de se condenar que se diga que o time é “nosso”, da coletividade de Jundiaí.

Todos nós estamos chateados com a impensável queda do campeão da Copa do Brasil à quarta divisão estadual; alguns de cabeça mais quente que a de outros. O certo é que: o Tricolor da Terra da Uva só entrará em campo (se não perder o estádio no leilão do TRT, vide aqui: http://wp.me/p4RTuC-iBB) em Abril de 2018.

Buscam-se culpados e o número deve ser grande. Mais fácil seria buscar quem são os poucos inocentes…

Surgirão especulações sobre o futuro das mais diversas formas. E um dos boatos – que muitos creem ser verdade – é sobre o Red Bull ter outrora oferecido uma parceria e que poderia voltar a propor algo.

Será que o rico time, de atuação multidesportiva no mundo inteiro, e que parece ter gostado do futebol, não teria interesse em se associar com o Galo?

Seria algo interessante (caso exista tal vontade). Vejamos:

  1. O Red Bull tem gestão profissional. O Paulista não tem (não é isso que sempre cobramos?)
  2. Eles tem ótima gestão de marketing. Nós não temos mais nada.
  3. Eles não tem estádio. Nós (por enquanto) temos.
  4. Eles têm dinheiro. Nós dívidas.
  5. Eles tem inovação. Nós temos tradição.

Não se fale que é venda do clube, mas se chame de fusão, parceria, ou seja lá o que for. Afinal, não fomos campeões da Copa São Paulo com a Lousano? Não voltamos à A1 com a Parmalat (e o time se chamava Etti Jundiaí – quer pior nome do que “Etti”?). No fundo, sabemos que o time sempre foi, é e será chamado de Paulista de Jundiaí.

Não duvidemos da seriedade do Red Bull (insisto mais uma vez: caso exista um interesse concreto).

Se existe na Áustria o Red Bull Salzburg, na Alemanha o Red Bull Leipzig, nos Estados Unidos existe o New York Red Bull, que mal tem em termos o Red Bull Jundiaí no Brasil? E seria ótimo para o próprio Red Bull deixar de ser RB Brasil e adotar um município-sede “pra valer”, pois somente aqui e em Gana (sim, existe o Red Bull Ghana) a sua identidade não é mais específica.

Imaginou como seria bom uma administração profissional, empresarial e endinheirada, somada a história que temos? Sem contar com algo mais valioso ainda: uma torcida apaixonada (a maioria abandonou o time por se sentir traída com os maus resultados; mas eles voltarão a se somar com os mais fiéis que sempre estão do lado do clube)!

E não sejamos bobos em acreditar que um time não pode ter dono. A Internazionale de Milão não é mais da Pirelli, ela é dos chineses. O Manchester United é dos americanos. O M City dos sheiks sauditas. O Chelsea do russo Abramovich. O PSG de um príncipe catariano. Por que o Paulista não pode ser de uma multinacional vencedora austríaca?

Aliás, quando Dietrich Mateschitz (o bilionário dono do Red Bull) anunciou que iria entrar na Fórmula 1, conta-se que os ferraristas (bem como engenheiros da MacLaren e outros) duvidaram do sucesso. Hoje, eles não só são vencedores como tem duas equipes: a Red Bull e a Toro Rosso.

Calma: não estou levando nada (nenhuma latinha de energértico sequer) para falar bem da empresa. Mas sou formado em Administração e conclui meu Mestrado na área do Marketing Esportivo (faz tempo, é verdade); por isso, vivi em pesquisas alguns cases quando fui redigir minha dissertação sobre o tema. E sabe o que acho? Seria um momento muito oportuno para que firmassem uma parceriado Galo mais vencedor do Interior do Brasil e que está em um oportuno mercado consumidor, com o Toro Loko mais bravo do mercado de bebidas energéticas e que vive “procurando casa”.

E sabem o que mais?

A CARABAO, gigante tailandesa que roubou o mercado do leste asiático da empresa RB, está chegando ao Brasil com 200 milhões de reais ao… Flamengo! Com a finalidade de divulgar sua marca e ganhar popularidade, a empresa quer se fazer conhecida através do time de maior número de torcedores do nosso país e promete revolucionar em breve (como já fez em outros países em desenvolvimento) promovendo o seu energético que, ironizando a Red Bull, tem uma cabeça de boi chifrudo na embalagem.

Por todos os motivos, eu não temeria se o Galo, tão guerreiro e bicado pelas rinhas que andou perdendo, ganhasse uma grande energia com essa associação e se torna-se um boi bravo. Ou melhor, um Galo ainda mais vermelho e com a força de um touro (e o dinheiro dele, claro).

INSISTINDO uma terceira vez: é só hipótese, lógico. Escrevi aqui como estudioso e como amante do Paulista FC. Muitas questões teriam que ser discutidas, como: e as dívidas antigas, o que aconteceriam? O Red Bull seria o novo dono do estádio o arrematando (17,5 mi é barato pelo terreno e pela construção)? E assim o time Red Bull Jundiaí ou Galo Red Bull ou Red Bull Paulista ou o RBJ (parece nome de telejornal carioca) nasceria (ou para nós, renasceria) forte. Evidentemente, a gestão amadora teria que sair.

Imaginaram os executivos deles sentados à mesa negociando com os administradores daqui? Deveria ser como no ambiente observado pelo amigo Robinson Berró Machado, que visitou as dependências da Arena Condá, casa da Chapecoense: lá não há paredes, somente divisórias de vidros e mesas sem gavetas. Tudo às claras!

Aliás, reservo-me a não citar nomes. Há sim aqueles “de bem” que ainda habitam o Jayme Cintra, ou ao menos ajudam o time desinteressadamente, mas são tão poucos e não conseguem fazer as coisas e sofrem como quem está de fora. Eles poderiam estar sentados numa imaginária mesa como essa. Outros, nem com microfone e câmeras de monitoramento…

EU NÃO TERIA RECEIO OU PRECONCEITO DO PAULISTA EM UMA IMAGINÁRIA FUSÃO (sem contar que subiríamos da 4a para a 1a divisão estadual em 2018). E você?

***

Observações:

1- Em tempo: no sábado, jogaram Paulista x Red Bull pelo Paulistão Sub 15, onde o Galo da Japi perdeu por 9×0! Fora de campo a diferença também é de goleada?

2- É tão difícil aparecer uma lista do tipo: “Credor FULANO DE TAL: R$ X,00 a receber. Credor BELTRANO DA SILVA: R$ Y,00 a receber”. E assim por diante? “QUANTO É” a dívida e a “QUEM” se deve?

3- Brayan: por quanto foi vendido ao Flamengo? Quem vendeu? Quanto sobrou? Tem “recibo”?

4- Curiosidade: veja uma propaganda pequena da Carabao, citada como parceira do Flamengo, em: https://www.youtube.com/watch?v=3i7Z_-epUWs

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– Um bom sábado para todos em 6 fotos:

Bom dia. Sábado de luz e alegria.

Mantendo a rotina: para começar bem a jornada, vamos correr? Nossa foto-motivação:

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Durante o treino, pensando nas coisas do Alto. Hoje em Nossa Senhora do Carmo, de quem sou devoto. Nossa foto-meditação:

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Corri, corri, e… cansei. Que tal essa caminhada sob o luar? Com um filtro bacaninha (para parecer um quadro), nossa foto-escuridão:

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Pós-treino, alongando entre as flores do jardim. Que tal nossa delicada rosa como foto-inspiração?

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Enfim, hora de tomar banho e ir trabalhar com a aurora da manhã. Este foi meu visual hoje cedo! Nossa foto-contemplação:

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Ops, tenho que compartilhar: numa cidade que cresce cada vez mais, como não achar bonito e romântico a casinha do João-de-Barro solitária na árvore? Nossa foto-admiração:

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Ótimo sabadão para todos!

– Nuvens Tsunami na região?

Era o que faltava: um fenômeno climático “assustou” nossos vizinhos piracicabanos: nuvens que mostravam um certo “tsunami” no ar.

Veja só que imagens incríveis:

NUVEM TSUNAMI EM PIRACICABA

Extraído de: G1, por Carol Giantomaso* do G1 Piracicaba e Região

'Nuvem tsunami' avançou pelo céu de Piracicaba (Foto: Carol Giantomaso/G1)‘Nuvem tsunami’ avançou pelo céu de Piracicaba (Foto: Carol Giantomaso/G1)

Uma nuvem em formato de “tsunami” encobriu o céu da região central de Piracicaba (SP) na manhã desta sexta-feira (7) e surpreendeu os moradores. Alguns compartilharam nas redes sociais imagens do céu dividido. A nuvem começou a aparecer por volta de 8h30, avançou pelo céu e cobriu o sol por volta de 9h. O servidor municipal Adilson Franco Cardoso registrou o momento em que nuvem fica sobre o prédio da Prefeitura.

De acordo com o pesquisador do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Hilton Silveira Pinto, o frio tranforma a unidade do ar em nuvens e provoca esse tipo de formação. “Normalmente acontece em áreas mais abertas”, explicou o pesquisador. Dessa vez, no entanto, ocorreu na cidade devido à massa de ar frio que cobre o estado, afirmou.

A jornalista Mariana Valadares, de 34 anos, disse que teve uma surpresa. “Abri a janela, como todos os dias pela manhã, e me deparei com essa curiosa surpresa no céu”, disse.

Ela registrou o momento da janela da casa dela, no Centro da cidade, e postou em uma rede social.

Nuvem gigante se formou no céu em Piracicaba  (Foto: Claudia Assencio/G1)

Nuvem gigante se formou no céu em Piracicaba (Foto: Claudia Assencio/G1)

Nuvem cobriu céu da região central de Piracicaba (Foto: Carol Giantomaso/G1)

 

– Chorou por ser preso. Não poderia ser honesto para evitar isso?

Geddel Vieira Lima, ex-ministro, chorou ao saber que sua prisão seria por tempo indeterminado.

Será que pensou que a impunidade seria perpétua, ou estava se lamentando pelo fato dos políticos graúdos ainda estarem soltos?

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– A comemoração dos mísseis balísticos e a triste realidade da Coréia do Norte

Viram a bizarra comemoração dos norte-coreanos com o sucesso dos testes de mísseis intercontinentais? Foram os balísticos Hwasong-14, que poderiam atingir os EUA.

Crianças com bandeirinhas, generais aplaudindo e jovens pulando enlouquecidos!
Meu Deus… uma sociedade completamente presa numa bolha criada pela família de um ditador. E o pior: não conhecem o que existe no resto do mundo, somente a realidade artificial criada por Kim Jong-un.

Compartilho um documentário com imagens da Coréia do Norte, exibido pela TV de Portugal, que é assustador! Mostra a verdadeira faceta desse país fechado: um lugar de horrores, pobreza e ditadura absoluta.

Assista, e em especial, entre o minuto 12 e 13, para se ter uma ideia de como funciona a TV Estatal. Está em: https://www.youtube.com/watch?v=AyGqPLY8k54

 

 

– Sandro Meira Ricci apita Santos x São Paulo

Qual Ricci estará na Vila Belmiro no próximo domingo?

  • O Sandro Meira Ricci dos dois últimos anos com o escudo de aspirante à FIFA mais seu 1o ano como árbitro internacional, era excepcional.
  • O Sandro Meira Ricci pré-Copa do Mundo 2014 do Brasil e seu ano seguinte, era um árbitro azarado e ruim (no Mundial, foi bem, inquestionável).
  • O Sandro Meira Ricci dos dois últimos anos, um árbitro comum (com alguns contratempos em jogos diversos, como o Fla-Flu polêmico do ano passado).

Torço que para esse interessante jogo tenhamos a melhor versão do árbitro. Ele, que é o candidato número 1 para a Copa do Mundo da Rússia 2018 (e o melhor vídeo-árbitro da Copa das Confederações 2017), anunciou que poderá se aposentar depois do Mundial.

Em tempo: Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Van Gassen (os árbitros assistentes da Copa passada e melhor dupla de bandeiras do Brasil), são únicos paulistas a trabalhar em clássico regional de São Paulo nesse Brasileirão 2017. Repare que até agora, somente sextetos de outros estados trabalharam nos confrontos.

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– Deixe esse cochilo até esquentar a temperatura!

Soninho tranquilo da minha caçulinha!

Com esse friozinho, quem tem coragem para acordar a Estelinha na hora de tomar banho?

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