– O pênalti contra a Macaca foi um mico do árbitro!

Viram que “mico” contra a “Macaca”, praticado pelo árbitro Cláudio Francisco Lima e Silva?

Fernando Bob (Ponte Preta) tenta parar Fernandinho (Grêmio), chega a colocar a mão no pescoço e… o atacante desaba, como se tivesse sido imobilizado!

Um golpe fulminante. Viram isso?

Assista entre o tempo 09’50” e 09’55” deste vídeo, aqui: https://www.youtube.com/watch?v=IoUrNJA2WcY

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– Os dois pênaltis de Palmeiras 4×2 Vitória: foram ou não?

Péssima arbitragem do árbitro carioca Bruno Arleu de Araújo no Allianz Park. Marcou um pênalti que não foi e não marcou um pênalti que foi. Vamos lá:

O 1o gol do Palmeiras surgiu de uma falta de ataque do zagueiro palmeirense Mina, que empurra seu adversário baiano Wallace e cai. Grotescamente, o árbitro entende que o seu marcador o empurrara e marca pênalti. Veja no vídeo abaixo o lance, do minuto 4’59” ao 5’06”, abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=A2jv5F0KA8s

Outro lance reclamado, mas agora pelo Palmeiras, aconteceu na dividida entre Willian (SEP) e Allan Costa (VIT). Este sim foi pênalti: o jogador do Vitória NÃO PRATICA o tranco legal (que é ombro a ombro), pois ele dá a carga com o seu ombro NAS COSTAS do atacante do Palmeiras. Portanto, pênalti não marcado. Assista esse lance em:

http://globoesporte.globo.com/sp/futebol/brasileirao-serie-a/jogo/16-07-2017/palmeiras-vitoria/

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– As Fraudes das Bombas de Gasolina continuam Brasil afora.

Embora para muitos (como mostra a matéria abaixo do UOL) o golpe em alguns postos de combustíveis seja novo, não é. É o mesmo engodo de 1 litro contendo “900ml”, chamado de “bomba baixa”; só que ao invés do golpe ser por regulagem manual, é por via eletrônica.

Fique atento! Abasteça somente em postos de sua confiança!

Extraído de:

https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/07/09/fraude-em-bomba-de-posto-e-quase-impossivel-de-notar-veja-dicas-de-frentistas-ao-consumidor.htm?utm_content=geral&utm_campaign=twt-noticias&utm_source=t.com&utm_medium=social

NOVA FRAUDE EM BOMBA DE GASOLINA É DIFÍCIL DE NOTAR; FRENTISTAS DÃO DICAS CONTRA GOLPES

O caso recente de um cliente que foi vítima de fraude é lembrado por dois frentistas que trabalham na marginal Tietê, em São Paulo, como exemplo da facilidade para enganar o consumidor. Wallace Alan e Jefferson Silva são funcionários de um posto atualmente sem bandeira, próximo à ponte da Casa Verde (zona norte da capital), e contam o que viram há cerca de uma semana.

“O motorista chegou aqui e pediu para pôr R$ 50 em etanol. Só que ele tinha acabado de colocar R$ 70 em outro posto, que fica bem pertinho”, diz Alan, 23. “Ele quase encheu o tanque lá, mas desconfiou que abasteceram com menos combustível do que pagou, e aí pediu para eu completar.”

Como o tanque do carro era pequeno, em torno de 45 litros –ou R$ 90– seria o máximo da capacidade.

Eu disse para ele: não vai caber mais R$ 50, o tanque deve estar quase cheio“, afirma Alan.

Mas o cliente estava certo. O posto anterior havia cobrado por uma quantidade e entregado bem menos.

Se quiser, o funcionário consegue ser desonesto [sem que percebam]“, diz Silva, 23. “Por isso, a gente sempre pede para o motorista descer do carro e acompanhar o que está acontecendo na bomba, do nosso lado. Assim a gente evita problema também.”

A reportagem do UOL conversou com frentistas em seis postos de combustíveis no centro, na zona norte e na zona oeste de São Paulo sobre um tipo de engodo difícil de perceber e que está cada vez mais comum: a fraude tecnológica.

O golpe funciona assim: com um chip instalado dentro da bomba, é possível interferir no funcionamento da placa eletrônica e alterar a contagem que aparece no visor. O comando é feito à distância, por controle remoto ou aplicativo de celular. Ao comprar 20 litros, por exemplo, o cliente recebe apenas 18 litros, sem notar que foi ludibriado.

De acordo com informações do Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas), entre agosto de 2016 e maio de 2017, 55 postos no Estado foram flagrados nesse tipo de infração –45 na capital e 10 no interior. A fiscalização não identificou um padrão comum aos estabelecimentos com bombas adulteradas, então é preciso desconfiar de qualquer um.

O superintendente do órgão fiscalizador, Guaracy Fontes Monteiro Filho, explica que, na média, o motorista é lesado facilmente porque é quase impossível reparar na diferença de volume.

“Nós estamos constatando de 10% a 12% de fraude em cima do consumidor. De 20 litros abastecidos, ele perde 2 litros. De 40 litros, ele perde 4 ou 5 litros, mais ou menos”

Monteiro diz que, para mexer na bomba, além de violar o lacre de segurança colocado pelos fiscais, é preciso entender de tecnologia e de como o equipamento funciona. Por isso a suspeita é que uma quadrilha especializada esteja oferecendo o serviço aos donos de postos. Não somente em São Paulo, como também em outros Estados pelo país.

De acordo com Monteiro Filho, um posto de porte médio em São Paulo vende, por mês, em torno de 300 mil litros de combustíveis. Se deixar de entregar de 10% a 12% disso, abocanha R$ 100 mil por mês.

Geralmente, ele conclui, funcionários de confiança estão envolvidos no esquema, pois alguém no local fica encarregado de acionar ou desligar o mecanismo que regula a quantidade de combustível. A seguir, veja algumas dicas para tentar evitar o golpe.

* Duvide de preços muito abaixo da média

Esta é a dica do Ipem-SP para evitar cair no golpe. Promoções muito atraentes podem funcionar de isca. Nos postos visitados pela reportagem, o preço do litro do etanol variava entre R$ 1,95 e R$ 2,07; o da gasolina comum, entre R$, 2,95 e R$ 3,17.

* Fique atento ao visor da bomba

Para o frentista Jefferson Silva, pode parecer bobagem, mas é importante acompanhar a quantidade e o valor que a bomba está indicando. “Se o marcador de combustível, no painel do carro, estiver funcionando direito, você consegue ter uma ideia de quantos litros foram colocados e de quanto ainda falta.”

* Saiba qual é a autonomia do seu veículo

Outra dica para evitar cair em golpe é conhecer a autonomia do carro, ou seja, a média de quilômetros rodados por litro de combustível. Desta forma, observando a distância já percorrida, dá para fazer a conta de quantos litros foram consumidos e, portanto, quantos faltam para encher o tanque.

É importante saber o volume total do tanque, já que o número muda conforme o modelo do carro e o fabricante.

* Verifique se a bomba funciona direito

Todo posto de combustível deve ter à disposição do cliente um balde aferidor: trata-se de um galão de metal graduado e inspecionado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) que pode ser usado para medir se está correta a quantidade que sai da bomba.

O motorista pode pedir para fazer o teste: o frentista coloca 20 litros de combustível neste galão e a marca deve bater com o número de litros.

* Abasteça sempre no mesmo posto

“Passe em frente e veja como está o movimento”, diz o frentista Oseias Lopes, 37, que trabalha há dois anos em um posto no bairro do Limão (zona norte).

* Abasteça em um posto bem movimentado

“Se estiver sempre cheio, pode ser sinal de que tem confiança, ética com o cliente”, opina o frentista Oseias Lopes.

Assim como os outros frentistas ouvidos pela reportagem, Lopes afirma que já soube de fraudes com chip na bomba, mas que nunca viu de perto nem participou de adulterações no equipamento.

“Se você achar um posto em que confia, continue com ele”, sugere.

* Em caso de suspeita, denuncie

Para denunciar irregularidades como lacre da bomba adulterado ou quebrado, fraude na quantidade entregue ao cliente e mau funcionamento da bomba, o consumidor deve ligar para 0800 013 0522 (ligação gratuita).

A ANP (Agência Nacional de Petróleo) recebe ligações gratuitas no número 0800 970 0267 para denúncias sobre adulteração de combustível.

Sofisticação quase invisível

O Estado de São Paulo tem cerca de 9.000 postos de combustíveis. Em muitos casos, é por meio de denúncias que a fiscalização chega aos criminosos.

Por conta da sofisticação na fraude tecnológica, a adulteração da bomba só é notada quando ela é aberta e vasculhada minuciosamente, um trabalho que pode levar até uma hora por equipamento.

“Na fiscalização de rotina, o Ipem não pega esse tipo de fraude. Tem que abrir a bomba, deslacrar, olhar para ver se encontra o chip. Porque, geralmente, quando o fiscal chega ao posto, a fraude já está desligada”, afirma o superintendente Monteiro.

Até um ano atrás, de todas as denúncias feitas ao Ipem-SP que levavam à fiscalização da bomba, entre 7% e 8% resultavam em constatação de crime.

A partir do segundo semestre de 2016, com o aumento do rigor nas operações para esse tipo de desvio de combustível, o acerto fica entre 15% e 20% das denúncias.

O Estado de São Paulo é o que mais registra esse tipo de fraude no país, mas é também o que possui mais capacidade de identificar a instalação de chips nas bombas. Um laboratório de treinamento foi criado no Ipem paulista para preparar fiscais de outros lugares.

Uma lei estadual de maio deste ano determina a cassação da inscrição no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do posto que for flagrado adulterando o volume do produto. Os donos do estabelecimento, pessoas físicas ou jurídicas, ficam impedidos de trabalhar no mesmo ramo de atividade, mesmo que em outro endereço, pelo prazo de cinco anos.

“SEPARAR O JOIO DO TRIGO”

A Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes), que representa 34 sindicatos ligados a 41 mil postos de combustíveis no país, diz que os “maus empresários” envolvidos em fraudes são minoria e representam, na realidade, uma concorrência desleal neste mercado.

O presidente da entidade, Paulo Miranda Soares, afirma que punições mais rigorosas para os casos de adulteração de quantidade, como prevê a recente lei paulista, podem ajudar a inibir crimes desse tipo.

“Nós achamos que a nova lei será muito eficiente para isso, mas ela vai depender da disposição das autoridades. Se não fiscaliza, não adianta nada. Tem que ter uma fiscalização mais assídua dos órgãos responsáveis, para aí separar o joio do trigo”, diz.

De acordo com Soares, as bombas fraudadas atingem 1% do mercado nacional –com 160 mil equipamentos em operação–, enquanto as irregularidades em geral representam 3% desse total, o que ele considera um índice “tolerável”.

Equipamentos menos suscetíveis a manipulações são uma aposta para reduzir problemas como sonegação fiscal e adulteração do produto e da quantidade vendida.

O setor mantém conversas com duas das principais fabricantes de bombas de combustíveis: a norte-americana Wayne, que tem uma unidade no Rio de Janeiro, e a Gilbarco Veeder-Root, com fábrica em São Paulo. A ideia, segundo Soares, é desenvolver bombas com “caixa-preta”, registrando tudo o que acontece no equipamento, sempre com auxílio do Inmetro, para 2018.

“Nesta crise que o país está vivendo, nós percebemos um aumento desse tipo de fraude. É um tipo de fraude mais difícil de pegar, mas, na hora em que você pega, você tem mais provas, ilícitos comprovados”, avalia.

ALTA NA REPROVAÇÃO DAS BOMBAS

No Estado de São Paulo, as fraudes ocorrem com mais frequência na capital e em sua região metropolitana, segundo informações do Ipem-SP.

Nos últimos dois anos, o número de postos fiscalizados na cidade teve uma leve redução, passando de 2.360 por ano, em média, entre 2011 e 2014, para 2.144 postos em 2015 e 2.009 postos em 2016.

A quantidade de bombas verificadas, no entanto, aumentou, chegando a quase 28 mil unidades no ano passado. Eram 25 mil em 2011.

Já a proporção de equipamentos reprovados entre todas as bombas verificadas, que vinha caindo ano a ano –de 5,86% em 2011 para 3,09% em 2015–, voltou a subir em 2016, quando 4,5% das bombas avaliadas foram reprovadas.

Em 2017, entre janeiro e maio, foram fiscalizados 1.224 postos, com reprovação de 5,6% das 17.450 bombas verificadas.

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– A Cara de Pau da proposta do Deputado Vicente Cândido

O vice-presidente da FPF e sócio de Marco Polo Del Nero em escritório de advocacia, Vicente Cândido (PT-SP), parece não pensar no povo brasileiro, apenas nos seus pares.

É dele a proposta de que condenados que disputem cargos eleitorais não sejam presos 8 meses antes do pleito.

Para quê uma lei dessa?

A favor de quem, se não da própria corrupção?

Seria a “Emenda Lula”?

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– E se o Cuca não tivesse saído, o Palmeiras estaria diferente?

Cuca vive um inferno astral no Palmeiras nesta temporada, bem diferente do ano passado, quando terminou o ano como Campeão Brasileiro.

Um inevitável exercício de futurologia: e se ele não tivesse saído do clube para descansar com a família? Como estaria o Palmeiras e o próprio Cuca nesta altura do Brasileirão 2017, caso existisse a continuidade do seu trabalho?

Não dá para saber. Mas deve-se, ainda no campo hipotético, avaliar: como estaria o Palmeiras hoje caso Eduardo Baptista não fosse demitido?

Sem questões de achismo, mas dentro da realidade: qual o grande problema do Palmeiras em2017?

1- A saída e a chegada de jogadores,

2- A herança deixada por Eduardo Baptista,

3- A nova administração do clube,

4- O novo trabalho atual de Cuca,

5- Todas as alternativas acima?

6- Ou nada disso, são outros os fatores culpados?

Deixe sua opinião:

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– De onde vem a grana do Lille?

O pequeno time francês do Lille tem como sede uma cidade com 220 mil habitantes. Nela, o mais ilustre morador é o treinador argentino Marcelo “El Loco” Bielsa, que prometeu e está cumprindo: faz uma revolução no clube, contratando Luiz Araújo, Thiago Mendes e agora provavelmente Thiago Maia por um “caminhão de dinheiro”.

O dono do Lille é Gérard Lopez, que adquiriu a agremiação em janeiro deste ano. Antes, ele tentou comprar o Olympique de Marselha. Lopez é multimilionário, e foi aquele que há pouco tempo “ressuscitou” a equipe Lotus na F1, posteriormente vendida a um bom preço.

Extraído de UOL.com: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2017/07/14/o-terremoto-bielsa-no-lille-11-afastados-por-sms-e-r-186-mi-em-reforcos.htm

O “TERREMOTO” BIELSA NO LILLE: 11 AFASTADOS POR SMS E R$ 186 MI EM REFORÇOS

A temporada europeia ainda nem começou, mas o impacto de Marcelo Bielsa já é gigantesco no Lille. Sempre polêmico e conhecido por ser inflexível em suas posições – tanto dentro quanto fora de campo –, “El Loco” já tomou atitudes que causaram um verdadeiro terremoto no time francês, que terminou o último Campeonato Francês na 11ª colocação.

Foram nada menos que 11 jogadores afastados antes mesmo de a pré-temporada começar. E eles foram avisados de que não seriam aproveitados de uma maneira insólita: receberam uma mensagem de SMS da diretoria do clube, sendo orientados a utilizar outro vestiário e até um estacionamento diferente do elenco principal. O treinador argentino, porém, conversou pessoalmente com os atletas quando eles se apresentaram ao clube.

Entre os dispensados por Bielsa estão nomes famosos, como o atacante Éder, autor do gol do título de Portugal na Eurocopa de 2016, o goleiro Vincent Enyeama, titular da seleção da Nigéria por vários anos, e o volante Rio Mavuba, ex-seleção francesa e capitão do Lille na temporada passada.

Então contratação mais cara da história do clube, o meia Marvin Martin, que custou 10 milhões de euros quando foi comprado junto ao Sochaux em 2012, também está na lista de afastados de Bielsa. O armador, entretanto, já havia passado a temporada passada emprestado ao Dijon. No total, os 11 atletas encostados pelo técnico somam um valor de mercado de 18 milhões de euros (R$ 65,9 milhões).

Os 11 jogadores dispensados por Bielsa: Vincent Enyeama (goleiro), Julian Palmieri, Marko Basa e Stoppila Sunzu (zagueiros), Rio Mavuba, Marvin Martin, Éric Bauthéac e Lenny Nangis (meio-campistas), Junior Tallo, Naim Sliti e Éder (atacantes).

Com Bielsa, Lille abre o cofre

Logo na chegada de Bielsa, a imprensa francesa especulava que o Lille liberaria cerca de 40 milhões de euros para que o treinador gastasse no mercado de contratações. Essa marca já ficou para trás: até o momento, o time investiu 51 milhões de euros (R$ 186,7 milhões) para contratar sete jogadores, além de outros quatro que vieram sem custos e um por valor não divulgado.

Os contratados por Bielsa atendem um perfil específico e característico do treinador. São jogadores jovens e versáteis, que ele julga capazes de se adaptarem sem questionamentos ao seu estilo: um time ultraofensivo, com marcação bem adiantada, ritmo alto o tempo inteiro e passes trocados em alta velocidade em direção ao gol. Nem sempre o argentino consegue que a equipe execute no campo o que ele idealiza nos treinos, e atritos com atletas são fatos comuns em sua carreira.

Entre essas apostas de Bielsa estão dois brasileiros: o volante Thiago Mendes e o atacante Luiz Araújo, ambos contratados junto ao São Paulo. Thiago, aliás, já se disse ansioso para começar a trabalhar com o treinador. Os dois estão entre os maiores investimentos do Lille: Luiz superou Martin e se tornou mais caro da história do clube ao custar 10,5 milhões de euros (R$ 38,4 milhões), enquanto Thiago chegou por 9 milhões de euros (R$ 32,9 milhões).

Uma última curiosidade sobre os reforços: um deles, o atacante Naim Sliti, foi comprado em definitivo após passar a última temporada emprestado pelo Red Star, da terceira divisão francesa. Após o clube gastar 2 milhões de euros em sua aquisição, porém, o jogador entrou na lista de dispensas de Bielsa.

AS 12 CONTRATAÇÕES DO LILLE NA TEMPORADA:

Luiz Araújo (atacante, 21 anos) – São Paulo (10,5 milhões de euros)

Nicolas Pépé (atacante, 22 anos) – Angers (10 milhões de euros)

Thiago Mendes (volante, 25 anos) – São Paulo (9 milhões de euros)

Kevin Malcuit (lateral, 25 anos) – Saint-Étienne (9 milhões de euros)

Edgar Ié (zagueiro, 23 anos) – Belenenses (5,5 milhões de euros)

Xeka (volante, 22 anos) – Braga (5 milhões de euros) (comprado em definitivo)

Naim Sliti (atacante, 24 anos) – Red Star (2 milhões de euros) (comprado em definitivo e afastado)

Yves Dabila (zagueiro, 20 anos) – Monaco B (custo zero)

Fodé Ballo-Touré (lateral, 20 anos) – PSG B (custo zero)

Chahreddine Boukholda (meia, 21 anos) – Monaco B (custo zero)

Hervé Koffi (goleiro, 20 anos) – ASEC Mimosas (valor não divulgado)

Ezequiel Ponce (atacante, 20 anos) – Roma (empréstimo)

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– O atual Prêmio Nobel da Química em assuntos difíceis.

Sobre a Química versus a Bioquímica, Ativismo Político, Trump, e o “Difícil Espaço para Deus” – O depoimento interessante (mas polêmico) do Prêmio Nobel da Paz de 2016, Dr James Fraser Stoddart, à Folha de São Paulo neste domingo (Caderno Ciência, página B5, 16/07/2017). Abaixo:

É HORA DE CIENTISTAS ASSUMIREM UMA POSIÇÃO POLÍTICA

por Gabriel Alves

Vencedor do Prêmio Nobel de Química de 2016 vê descrédito na Ciência com Temor

Para o escocês James Fraser Stoddart, 75, ganhador do do último Prêmio Nobel de Química, é hora dos cientistas “tirarem a cabeça de baixo da terra” e lutarem contra o desprestígio que a ciência vem sofrendo.

Crítico de Donald Trump e admirador de Angela Merkel, que é física, ele diz que gostaria de ver mais cientistas na vida política: “Chegamos a um ponto em que isso é absolutamente necessário”.

A láurea, que foi dividida com outros dois químicos, se deveu à pesquisa com nanomáquinas, moléculas formadas por poucos átomos e que podem funcionar como pequeníssimos elevadores ou como armazenadores de energia.

Outra possível aplicação decorrente do avanço da área é a construção de pequenos “veículos” capazes de levar drogas diretamente para tumores ou células doentes do organismo. Apesar disso, o químico tenta manter uma certa distância de “inspirações biológicas” para o desenvolvimento da química.

Uma das possíveis aplicações das nanomáquinas de Stoddart é na mineração de ouro: seria possível extrair o metal sem o uso de cianeto ou de mercúrio –ele criou uma start-up para aplicar a tecnologia

O nobelista esteve no Brasil para o Congresso da União Internacional de Química Pura e Aplicada, que aconteceu na última semana, em São Paulo. Na sexta (14), o químico conversou com a Folha e fez uma defesa apaixonada do ofício –para ele, algo que une ciência e arte.

*

Folha – Como nasceu seu interesse pela química?

James Fraser Stoddart – Sou filho único, cresci em uma fazenda. Era uma vida difícil, mas foi uma boa lição de como ser multitarefa e achar soluções para grandes problemas, como tempestades, doenças infecciosas no rebanho. É a “universidade da vida”. Cursei o ensino médio em Edimburgo (Escócia), e tive excelentes professores.
Na universidade, entrei em um grupo de pesquisa com salário baixíssimo. Imediatamente fui “picado” pelo insetinho da pesquisa –era algo viciante. Eu ficava até de madrugada no laboratório. Logo pela manhã, já estava de volta.

Hoje temos um arsenal molecular: elevadores, carros, rodas, carreadores de drogas… Como foi participar do alvorecer das nanomáquinas?

Não havia um caminho claro no começo. Ficou óbvio, penso, depois de 20 anos na academia. Aí já estávamos direcionados para fazer elevadores e alavancas moleculares. Para chegarmos às máquinas moleculares foi necessário muito esforço de design e estudos de performance.

O que mudou em sua vida após receber o Prêmio Nobel?

Muita coisa. Da noite para o dia você é uma celebridade e não foi treinado para isso como as pessoas da família real foram. Agora tenho muito respeito por qualquer membro de famílias reais.

Em qualquer lugar estou no holofote, há câmeras e pessoas fazendo perguntas. Mas estou preparado para aceitar. É algo que chegou tarde na vida e é só mais um desafio. Também é uma oportunidade de eu ajudar os mais jovens a assumirem posições mais fortes em nossa sociedade.

Que conselhos daria a eles?

Gostaria de ver mais cientistas na vida política porque chegamos a um ponto no Ocidente em que isso é absolutamente necessário. Parece que estamos voltando no tempo.

Há pessoas negando as mudanças climáticas e falando mal da ciência. Isso tem que ser debatido e os argumentos tem de ser contundentes.

Nos EUA há conflitos entre a administração Trump e os cientistas; no Brasil, cortes do orçamento federal para a pesquisa. Por que a ciência perdeu tanto prestígio?

Queria muito saber a resposta. Os cientistas têm de assumir responsabilidades. A gente tem escondido a cabeça na terra e não estávamos preparados para essa situação, na qual é necessário deixar nossa posição clara.

Se alguém gosta do que o Donald Trump tuíta todo dia, também podem gostar dos tuítes de Fraser Stoddart. Eu digo “isso aqui é ciência e ela é feita dia após dia”. Acho que cada esforço pode fazer a sociedade corrigir a direção para a qual vem caminhando.

Cientistas devem ser ativistas?

Sim, até certa medida. Ainda temos que fazer ciência, caso contrário nós estaríamos erodindo nossa própria base.

Em um futuro com nanomáquinas capazes de curar o organismo de dentro para fora, consertando o DNA e as células e combatendo a velhice, sobraria algum espaço para a existência de Deus?

Acredito que a raça humana pode tomar conta do próprio futuro. Não consigo achar uma razão para dar um passo atrás e entregar tudo nas mãos de um deus mítico ou algo do tipo. Há coisas acontecendo no planeta com as quais só nós podemos lidar. Não seremos resgatados por religião alguma quando o assunto são as mudanças climáticas ou problemas sociais e políticos.

Que áreas deveriam ser contempladas com o próximo Prêmio Nobel de Química?

Gostaria que o prêmio ficasse com a química, e não com algum aspecto da bioquímica ou da biologia, como foi feito por muitos anos.

Penso que a área das baterias de ion-lítio poderia ser premiadas, ou a área de energia solar.

Eu gostaria de ver reconhecido o trabalho fundamental que possibilitou a construção de estruturas organometálicas [que têm aplicações na área de semicondutores e na captura de carbono, por exemplo] -é uma área que se desenvolveu muito nos últimos 15 anos, liderada por japoneses.

Depois de uma carreira acadêmica de sucesso, como é se tornar um empreendedor e criar start-ups?

É algo que me deixa bastante empolgado. Você sabe… O que dá para fazer após ganhar o Prêmio Nobel?

Eu teria grande satisfação se minhas start-ups tivessem sucesso e conseguissem gerar lucro para que eu conseguisse criar uma fundação e seguir os passos de outros, como o próprio Alfred Nobel, e retribuir à comunidade científica, seja financiando diretamente a pesquisa ou criando prêmios.

A área preferida seria a química -sendo honesto, aquela sem muita conexão com a biologia.

Quais as virtudes de um bom químico?

Digo que não cheguei aonde estou com inspiração na biologia, mas sendo bem treinado em matemática, física, topologia, teoria dos grafos.

Eu queria ver o reconhecimento de pessoas que vestem a camisa da química e que mostram do que ela se trata: a criação de seus objetos de estudo por meio de síntese, o que torna o químico parecido com um pintor, um escultor ou um compositor. Nós temos essa característica única –somos criadores de coisas.

Raio-X

NOME
James Fraser Stoddart

NASCIMENTO
24.mai.1942 (75 anos) em Edimburgo, Escócia

FORMAÇÃO
Químico e doutor (PhD e DSc) pela Universidade de Edimburgo

TRAJETÓRIA
Foi professor nas universidades de Sheffield e de Birmingham (Reino Unido), na Universidade da California em Los Angeles e hoje está na Northwestern (EUA)

PRÊMIO NOBEL DE QUÍMICA
Em 2016, pelo trabalho com máquinas moleculares

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Danilo Verpa/Folhapress

– Explicando o pênalti não marcado em Jonathan no Corinthians 2×2 Atlético Paranaense

Bobeada do árbitro Sandro Meira Ricci na Arena de Itaquera, neste sábado. Aos 74 minutos, o lateral Jonathan, do CAP (que fez um golaço e teve excelente atuação) entrou na área e Moisés (SCCP) pisou em seu pé. Forte ou não, intencional ou imprudente, não importa: é falta. Sendo na grande área, é pênalti.

Entenda: não foi a chamada casualidade (coisas que acontecem por acidente no jogo), mas sim imprudência na minha avaliação (quis pegar a bola, não conseguiu e perdeu o tempo, atingindo o adversário). Deveria ser marcado tiro penal, sem a aplicação de cartão amarelo.

E por quê Sandro Meira Ricci errou?

Por dois motivos:

1- O Árbitro Assistente Adicional 1 Evandro Tiago Bender, que estava muito melhor posicionado do que Sandro, nada fez;

2- Jonathan cai e põe a mão na canela, sendo que o pisão foi no pé. Talvez com a preocupação em demonstrar que sofreu a infração, “exagerou” nos lamentos de dor e forçou a barra.

Veja o lance entre o minuto 0’48 e 0’58 deste vídeo, em: http://globoesporte.globo.com/tempo-real/videos/v/jonathan-sofre-pisao-de-moises-dentro-da-area-e-o-arbitro-manda-seguir-aos-29-do-2o-t/6010998/

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– Bom e belo domingo em 6 cliques!

Bom dia amigos! Que hoje seja melhor do que ontem e pior do que amanhã. Aproveitando a disposição, vamos correr? Pose 1:

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Correndo e meditando em São Boaventura, um franciscano que vivia da prática da caridade e de espiritualidade elevada. Pose 2:

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Depois de muito suar na corrida, caminhando com a incrível alvorada! Pose 3:

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E ao chegar em casa para começar esfriar o corpo… olha só o céu “maquiado”. Pose 4:

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No fim de treino, alongando entre as flores do jardim de casa. E veja que legal, sem querer pareceu-me em 3D. Pose 5:

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Na ida ao trabalho (sim, hoje também é dia de labutar) depois do relax no cooper, admirando o sol nascendo. Pose 6:

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Ótimo domingo para todos!

OPS: Acréscimo: uma 7a pose: um gostoso e carinhoso café da manhã, preparado com amor e carinho para a esposa e as filhinhas, para acordarem felizes neste domingão! Aqui:

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