– Nuvens Tsunami na região?

Era o que faltava: um fenômeno climático “assustou” nossos vizinhos piracicabanos: nuvens que mostravam um certo “tsunami” no ar.

Veja só que imagens incríveis:

NUVEM TSUNAMI EM PIRACICABA

Extraído de: G1, por Carol Giantomaso* do G1 Piracicaba e Região

'Nuvem tsunami' avançou pelo céu de Piracicaba (Foto: Carol Giantomaso/G1)‘Nuvem tsunami’ avançou pelo céu de Piracicaba (Foto: Carol Giantomaso/G1)

Uma nuvem em formato de “tsunami” encobriu o céu da região central de Piracicaba (SP) na manhã desta sexta-feira (7) e surpreendeu os moradores. Alguns compartilharam nas redes sociais imagens do céu dividido. A nuvem começou a aparecer por volta de 8h30, avançou pelo céu e cobriu o sol por volta de 9h. O servidor municipal Adilson Franco Cardoso registrou o momento em que nuvem fica sobre o prédio da Prefeitura.

De acordo com o pesquisador do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Hilton Silveira Pinto, o frio tranforma a unidade do ar em nuvens e provoca esse tipo de formação. “Normalmente acontece em áreas mais abertas”, explicou o pesquisador. Dessa vez, no entanto, ocorreu na cidade devido à massa de ar frio que cobre o estado, afirmou.

A jornalista Mariana Valadares, de 34 anos, disse que teve uma surpresa. “Abri a janela, como todos os dias pela manhã, e me deparei com essa curiosa surpresa no céu”, disse.

Ela registrou o momento da janela da casa dela, no Centro da cidade, e postou em uma rede social.

Nuvem gigante se formou no céu em Piracicaba  (Foto: Claudia Assencio/G1)

Nuvem gigante se formou no céu em Piracicaba (Foto: Claudia Assencio/G1)

Nuvem cobriu céu da região central de Piracicaba (Foto: Carol Giantomaso/G1)

 

– Chorou por ser preso. Não poderia ser honesto para evitar isso?

Geddel Vieira Lima, ex-ministro, chorou ao saber que sua prisão seria por tempo indeterminado.

Será que pensou que a impunidade seria perpétua, ou estava se lamentando pelo fato dos políticos graúdos ainda estarem soltos?

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– Sensitivity Reader (as pessoas que trabalham como leitores sensíveis) são cada vez mais comuns no Brasil

Nos tempos do politicamente correto, muitos cuidados se deve tomar para não ofender minorias sociais. E creia: isso tem sido um tema relevante à indústria editorial.
Extraído de: http://temas.folha.uol.com.br/liberdade-de-opiniao-x-discurso-de-odio/liberdade-de-expressao/mercado-editorial-adota-funcao-do-leitor-sensivel-para-evitar-boicotes.shtml

MERCADO EDITORIAL ADOTA FUNÇÃO DO ‘LEITOR SENSÍVEL’ PARA EVITAR BOICOTES

Por Amanda Ribeiro Marques

A sensibilidade dos tempos de causas identitárias gerou uma profissão no mercado editorial: o “leitor sensível”.

Surgido nos países de língua inglesa e atuando ainda de forma incipiente no Brasil, o “sensitivity reader” é, normalmente, um integrante de grupos sociais contratado para apontar, ainda no manuscrito, conteúdos que possam provocar pressões e boicotes.

A maioria se qualifica por características como cor da pele, nacionalidade, orientação sexual, vícios, histórico de abuso sexual e problemas psiquiátricos. Parte tem formação literária, mas importa pouco. O principal é a experiência pessoal, que permite identificar conteúdos suscetíveis a afrontar minorias.

Dois exemplos de desagrado militante foram registrados nos Estados Unidos em 2015 e 2016, quando as autoras Emily Jenkins (“A Fine Dessert”) e Ramin Ganeshram (“A Birthday Cake to George Washington”) foram criticadas por ilustrarem seus livros infantis com escravos sorridentes.

Jenkins, americana loira de olhos claros, foi acusada de retratar a escravidão como “desagradável, mas não horrenda”. Desculpou-se e doou os lucros a uma organização de incentivo à diversidade literária.

No caso de Ganeshram, americana cujos pais são de Trinidad e Tobago e do Irã, a obra saiu de circulação e recebeu diversas resenhas negativas.

Críticas a obras e autores não são novidade nem o que mais preocupa a PEN America, organização que promove a liberdade de expressão.

Mais grave, diz Sarah Edkins, diretora de comunicação da entidade, é a alta dos “book challenges”, pedidos de retirada de livros considerados impróprios de bibliotecas e escolas. Segundo relatório da PEN America em 2016, obras com personagens negros, LGBT ou portadores de deficiência são as maiores vítimas.

As solicitações são feitas tanto por grupos sociais que se sentem representados de maneira insensível quanto por grupos conservadores, que se opõem à apresentação dessas temáticas a crianças.

Como os pedidos são feitos a nível local, não há estimativas precisas sobre o total de requerimentos. A decisão do banimento cabe a cada uma das bibliotecas.

É esse cerco que o “leitor sensível” visa evitar. Como não existe curso ou linha de orientação, cada um tem seu método de trabalho. Parte produz um relatório sobre a obra como um todo. Outros comentam trecho a trecho, apontando por que tal termo é ofensivo ou tal passagem desrespeita determinada identidade.

“Com esse trabalho, transformo em força aquilo que me colocaria em desvantagem em uma sociedade que só valoriza homens brancos, heterossexuais e cisgênero, e recebo compensação financeira por algo que antes só servia para me discriminar”, diz o canadense Sharmake Bouraleh, 22.

Gay, negro, muçulmano e diagnosticado com transtornos de ansiedade, Bouraleh tem formação em escrita criativa. Ele diz ter sido atraído para a função por ter suas identidades marginalizadas e mal caracterizadas na literatura.

A americana Ashley Mitchell, revisora que decidiu atuar como “leitora sensível”, partilha desse objetivo. Ela afirma querer alertar escritores brancos sobre equívocos em personagens negros.

“Era visível para leitores politicamente corretos que essas representações não eram precisas e que isso poderia ser facilmente resolvido com o feedback de grupos marginalizados representados nas obras”.

MERCADO NACIONAL

No Brasil, a função dá seus primeiros passos. A Seguinte, segmento jovem do grupo Companhia das Letras, tomou a dianteira e contratou a advogada travesti Terra Johari, 25, para colaborar no processo de tradução de “Fera”, da americana Brie Spangler (ed. Seguinte, 384 págs., R$ 27,90). Uma das personagens é trans.

Johari avaliou a tradução de termos e diálogos e ajudou a elaborar um glossário de conceitos relacionados à transgeneridade. Pela produção de um parecer de nove páginas embasado em teorias de gênero e experiências pessoais, recebeu R$ 500. No mercado anglófono, esse serviço rende cerca de US$ 250 (R$ 825).

Para Nathalia Dimambro, editora da Seguinte, a experiência deve ser repetida. “Quando um autor escreve sobre uma minoria da qual não faz parte, pode sem querer reforçar estereótipos ou usar termos que sejam mal interpretados.”

Há quem enxergue o processo como tentativa de censura ou de impedir o escritor de apresentar sua visão de mundo, ainda que esta seja tachada de politicamente incorreta.

Stacy Whitman, editora da americana Lee and Low Books, discorda. Para ela, o processo de edição não pode ser confundido com censura.

Sarah Edkins, da PEN America, defende tanto o direito à liberdade de expressão quanto o de os editores rejeitarem o que não quiserem publicar. “Autores e editores sempre fizeram considerações individuais sobre a recepção das mensagens e a potencial repercussão social das obras.”

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– A comemoração dos mísseis balísticos e a triste realidade da Coréia do Norte

Viram a bizarra comemoração dos norte-coreanos com o sucesso dos testes de mísseis intercontinentais? Foram os balísticos Hwasong-14, que poderiam atingir os EUA.

Crianças com bandeirinhas, generais aplaudindo e jovens pulando enlouquecidos!
Meu Deus… uma sociedade completamente presa numa bolha criada pela família de um ditador. E o pior: não conhecem o que existe no resto do mundo, somente a realidade artificial criada por Kim Jong-un.

Compartilho um documentário com imagens da Coréia do Norte, exibido pela TV de Portugal, que é assustador! Mostra a verdadeira faceta desse país fechado: um lugar de horrores, pobreza e ditadura absoluta.

Assista, e em especial, entre o minuto 12 e 13, para se ter uma ideia de como funciona a TV Estatal. Está em: https://www.youtube.com/watch?v=AyGqPLY8k54

 

 

– Sandro Meira Ricci apita Santos x São Paulo

Qual Ricci estará na Vila Belmiro no próximo domingo?

  • O Sandro Meira Ricci dos dois últimos anos com o escudo de aspirante à FIFA mais seu 1o ano como árbitro internacional, era excepcional.
  • O Sandro Meira Ricci pré-Copa do Mundo 2014 do Brasil e seu ano seguinte, era um árbitro azarado e ruim (no Mundial, foi bem, inquestionável).
  • O Sandro Meira Ricci dos dois últimos anos, um árbitro comum (com alguns contratempos em jogos diversos, como o Fla-Flu polêmico do ano passado).

Torço que para esse interessante jogo tenhamos a melhor versão do árbitro. Ele, que é o candidato número 1 para a Copa do Mundo da Rússia 2018 (e o melhor vídeo-árbitro da Copa das Confederações 2017), anunciou que poderá se aposentar depois do Mundial.

Em tempo: Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Van Gassen (os árbitros assistentes da Copa passada e melhor dupla de bandeiras do Brasil), são únicos paulistas a trabalhar em clássico regional de São Paulo nesse Brasileirão 2017. Repare que até agora, somente sextetos de outros estados trabalharam nos confrontos.

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– Futebol Esporte Show: contamos com a sua preciosa audiência!

E hoje tem Futebol Esporte ShowMarcel Capretz comanda e Rafael Porcari comenta.

Aqui, no SBT – Vtv e TvSorocaba

Tudo sobre o Futebol Nacional e Internacional, além dos times da região. 

Prestigie!

Campinas e Região: 12h15 ; Baixada Santista: 12h15 ; Sorocaba / Jundiaí e Região: 13h15.

– Viva a 6a feira!

Como não consegui postar o amanhecer de manhã (só agora à tarde), vai um “boa tarde” com cara de “bom dia”.

Vejam só que clique do amanhecer de hoje. Incrível (aqui, na Rodovia Bispo Dom Gabriel Paulino Bueno Couto – a Estrada de Jundiaí – Itu):

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