– Dilma merece ou não sofrer o Impeachment?

Parece que o Brasil se tornou um país dividido. Quem não é Petista passa a ser automaticamente Peessedebista.

Ora, quem não compactua com a corrupção do PTprovada e comprovada, necessariamente é do PSDB?

Lógica burra, de quem tem visão micro do país e não aceita alternativas. Infelizmente, os outros partidos importantes do país além desses dois citados (como o PMDB, PP, e tantos outros) também estão infectados pela corrupção. E isso traz intolerância: vide o episódio que envolveu Chico Buarque, de tamanho desrespeito. Também discordo dos ideais do cantor, mas ser abordado por um playboy como foi é demais.

Enfim: as mentiras da presidente Dilma na campanha, os despreparos gerais, as pedaladas fiscais, o caso Pasadena, os roubos descarados das estatais, o círculo de bandidos do colarinho branco que a cerca...

Há aqueles que não querem a saída da presidente alegando que “não há provas” contra ela. Mas precisa ainda de algo a mais?

O impeachment, talvez, seja também simbólico e indiretamente ligado ao “modus operante” deixado como legado do ex-presidente Lula, ao qual se criou um burro culto divino, uma idolatria cega.

E você, o que pensa sobre isso?

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– Copa SP de Jrs e o Mata-Mata que ao invés de desclassificar, classifica!

Coisa de gênio!

A FPF inchou tanto a tradicional Copa São Paulo de Futebol Jr, que a edição 2016 terá 112 clubes, divididos em 28 chaves (antes, eram grupos por ordem alfabética, mas agora não dá mais para nomeá-los de A a Z), classificando dois times de cada chave de 4.

Com tal número, passarão 56 times para a Fase 2, que jogarão em mata-mata. Para a Fase 3, restarão 28. E para as Oitavas de Final, 14 equipes classificadas por vencerem o mata-mata mais 2 clubes que perderem o mata-mata mas tiverem melhor campanha que os outros 12 eliminados.

Sensacional, não? O clube disputa a fase, perde em jogo eliminatório e as duas equipes do jogo se classificam. Deu para entender?

Pudera, tem que inchar mesmo, caso contrário não seria possível encaixar “tradicionais clubes” como o Boca Júnior do Sergipe (não é Boca Jrs da Argentina), o Pérolas Negras do Haiti, o Palmeira Potiguar (não é Palmeiras, é Palmeira mesmo), o Sabiá do Maranhão ou o Galvez do Acre.

Não dava para fazer uma fase “pré-Copa SP”, e os times mais importantes entrando depois?

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– Enfim, a Vacina contra a Dengue está pronta!

A ANVISA aprovou e em breve estará à disposição da população: a Vacina contra a Dengue, após pesquisas e desenvolvimento do Laboratório Safoni.

Abaixo, extraído de: http://epoca.globo.com/vida/noticia/2015/12/como-funciona-vacina-contra-dengue-aprovada-pela-anvisa.html

COMO FUNCIONA A VACINA CONTRA A DENGUE APROVADA PELA ANVISA

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (28) a primeira vacina contra a dengue no Brasil. A vacina, produzida pela empresa francesa Sanofi Pasteur, promete reduzir em até 93% os casos graves da dengue – aqueles que podem levar à hospitalização ou ao óbito. Sheila Homsani, diretora médica da Sanofi Pasteur, conversou com a reportagem de ÉPOCA e explicou como funciona a vacina. Serão três doses, uma a cada seis meses, para imunizar os pacientes. Segundo ela, a vacina é uma importante ferramenta para controlar a doença, mas isso não significa que a população deve se descuidar da prevenção – continua sendo importante não deixar água parada e eliminar os criadouros do Aedes aegypti. “É importante mostrar para as pessoas que a vacina não vai resolver o problema sozinha”, afirma Sheila.

ÉPOCA – A gente pode considerar que a vacina é completamente segura? Existe contraindicação?
Sheila Homsani –
 É uma vacina segura, tanto é que a Anvisa aprovou. Mas ela é contraindicada para menores de nove anos e não pode ser usada por gestantes, porque é de vírus vivo atenuado. É como a vacina de rubéola, que também não é indicada para gestantes. Pacientes imunodeprimidos, como os de HIV positivo, também não podem. Essas são as contraindicações. Para os outros casos, é uma vacina muito segura.

ÉPOCA – O que é uma vacina de vírus vivo atenuado?
Sheila Homsani –
 A vacina é feita com o vírus vivo da doença, mas a gente atenua, enfraquece esse vírus. Ele fica tão fraco que não pode causar a doença, mas permite que o nosso sistema imunológico reconheça a forma dele, o genoma. Com isso, cada vez que o vírus entrar em contato com o organismo, nosso organismo já sabe como ele é e já produz os anticorpos.

ÉPOCA – Como essa vacina será aplicada?
Sheila Homsani –
 É uma injeção. São aplicadas três doses, uma a cada seis meses. A partir da primeira dose ela já faz efeito, mas são necessárias três para que ela tenha um equlíbrio e uma boa proteção contra os quatro tipos de vírus de dengue que existem e para a proteção ser duradoura. Até agora a gente não observou a necessidade de mais doses de reforço. Então, são três doses para a vida inteira. Pode ser que, no futuro, a gente observe na prática que precise de mais alguma dose. Em princípio, não. Para toda vacina nova é assim, tem de ir observando.

ÉPOCA – E se o paciente tomar essas três doses, ele estará protegido dos quatro tipos de dengue?
Sheila Homsani –
 Ela protege contra os quatro vírus. A eficácia geral dela é em torno de 66%. A proteção contra o Tipo 4 é de 83%, contra o Tipo 3 é de 73%, contra o Tipo 1, 58% e contra o Tipo 2, 47%. Os quatro tipos podem causar a versão grave da dengue, mas a vacina protege 93% das formas graves, o que é muito bom. São aqueles casos que levam à hospitalização, ao óbito. Então, esse tumulto que existe hoje nos corredores dos hospitais, com pessoas em casos graves morrendo, isso não aconteceria mais.

ÉPOCA – Quando a gente fala que reduz em 93%, isso significa que algumas pessoas, mesmo tomando a vacina, podem ficar doentes.
Sheila Homsani –
 Pode ocorrer. Nenhuma vacina é 100% eficaz. Mas mesmo nesses casos em que a vacina não conseguiu proteger o paciente, ele vai ter uma dengue leve, será mais fraca.

ÉPOCA – Com essa aprovação da Anvisa, nós já podemos ter uma ideia de quando a vacina estará disponível para os cidadãos?
Sheila Homsani –
 Agora vai depender da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (órgão da Anvisa). É ela que define o preço. Quando ela fizer isso, a gente traz a vacina para o Brasil. Esse processo em média leva até três meses. É só isso que falta.

ÉPOCA – Estamos com um surto muito grande de dengue aqui no Brasil. Quando a vacina passar por essa última fase, teremos condição de produzir todas as vacinas necessárias?
Sheila Homsani –
 Nós temos uma fábrica em Neville, na França, com capacidade para produzir 100 milhões de doses, para o mundo inteiro. O que precisamos é saber com antecedência se teremos a vacina no calendário público, para ter as doses necessárias. Precisa ser com antecedência porque leva tempo para produzir essa vacina. Também é importante mostrar para as pessoas que a vacina não vai resolver o problema sozinha. A gente tem de continuar limpando os criadouros, não permitir a água parada. A vacina protege só contra a dengue, não protege contra zika ou chikungunya. Se as pessoas continuarem deixando água nos potinhos, vai continuar proliferando o mosquito. Todo mundo tem de fazer a sua parte.

O mosquito Aedes aegypti. Ele transmite o zika vírus, que pode causar microcefalia em bebês cujas mães foram infectadas na gravidez (Foto: Thinkstock)

 

– Triste Centro de Jundiaí. Mas poderia ser de Limeira, Americana, Campinas…

Ponteiros do relógio marcavam 11h30 no domingo. Fui ao PA Unimed Infantil da Rua Leonardo Cavalcanti e estacionei numa rua próxima. E me assustei com as redondezas…

Na Praça atrás da Igreja São Bento (Região Central de Jundiaí), onde eram os antigos parquinhos, havia 3 mendigos dormindo embaixo das árvores. Também perto dos desativados pontos de ônibus do Largo São Bento, no gramado, 1 casal de namorados (pareciam de classe média /alta) estavam fumando maconha próximo ao Russi. Do lado dos demolidos banheiros (atrás do prédio dos Cursilhos de Cristandade), 1 prostituta e 2 vagabundes se drogando com crack. Na espreita, visivelmente um trombadão observava o movimento.

Ao reparar naquelas pessoas, em pleno domingo na hora do almoço no Centro de Jundiaí, a desesperança toma conta. Qual é o futuro da sociedade? Como reverter esse quadro? De que jeito é possível e em quanto tempo?

Enfim, a culpa é de quem? Só das autoridades? Ou de cada um de nós?

Triste. Viver na Região Central virou um perigo.

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– Cesar Vallejo, o Peralta?

O São Paulo FC iniciará 2016 em competições internacionais enfrentando o Universidade Cesar Vallejo (UCV).

Algumas curiosidades sobre o time:

– Cesar Vallejo foi um poeta do século XX. Peruano, neto de indígenas, esquerdista e de origem miserável, foi chamado por Eduardo Galeano de “poeta dos vencidos”.

– O time é um clube-empresa, de propriedade da universidade particular de mesmo nome, cujo dono é o professor César Peralta. Peralta foi prefeito de Trujillo, governador de La Libertad e atualmente é candidato à Presidência da República.

– Dinheiro não é problema para o clube, considerado um dois mais abonados financeiramente e sem dívidas vencidas. Para o jogo da Pré-Libertadores, já contratou cinco reforços.

Em que pese o fato de pouca tradição internacional, o que você pensa: o São Paulo FC é amplamente favorito ou não é bem assim? Haverá  alguma peraltice?

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