– Se Battler e Platini foram punidos, imagine Del Nero…

Blatter e Platini levaram uma suspensão de 8 anos do Comitê de Ética da FIFA.

O suíço Blatter já era esperado, foi secretário de Havelange e aprendeu com ele. Platini foi excepcional jogador, parecia cartola diferente, mas… não aguentou e se corrompeu!

Blatter disse que isso só aconteceu porque os EUA não conquistaram a sede de 2022.

Ufa ainda bem!!!

Penso: o que farão com Del Nero? Se os mais importantes foram rigorosamente punidos, Del Nero deverá ser banido do futebol.

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– Tentando entender, sem entender

Em evento do Mercosul, o novo presidente argentino, Macri, declarou que está preocupado com a democracia na Venezuela, mediante a proposta de Maduro em criar “um Congresso Nacional Alternativo“.

No mesmo evento, Dilma parabenizou a Venezuela pelas sólidas instituições democráticas.

Em quem devo acreditar? Em Dilma ou em Macri sobre a Venezuela?

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– Robinho, hoje, é necessário ao Santos FC?

Robinho está triste e quer voltar ao Santos. Mas percebeu que só na Vila Belmiro foi titular?

No Real Madrid, não conseguiu se manter. No Manchester City, não deu certo. No Milan, foi reserva de egípcio! Agora, na China, virou banco.

Talvez ele e seus agentes precisem pensar melhor nas pedidas salariais. Afinal, o que costumam pedir foge da realidade atual e, cá entre nós, seria do agrado de Dorival Jr a volta do caro “Rei das Pedaladas”, em detrimento dos outros atletas que ganham salários mais modestos?

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– Quando a Corrupção vale a Pena!

Para a tristeza do cidadão de bem e alegria dos picaretas, uma pesquisa divulgada na Inglaterra comprovou: ser corrupto vale a pena!

Extraído de Revista Superinteressante, Out/12, pg 18, por Anna Carolina Rodrigues.

CORRUPÇÃO COMPENSA E DÁ LUCRO DE 1000%…

Estudo que analisou 166 casos de suborno em 52 países comprova: empresas que dão propina a políticos recebem de volta 10 vezes o dinheiro em vantagens ilegais.

Pagar propina vale a pena. Essa é a triste constatação de um novo estudo da Universidade de Cambridge, que analisou 166 casos de corrupção ocorridos em 52 países nas últimas 3 década. O esquema era sempre o mesmo: uma empresa subornou políticos ou funcionários públicos para obter vantagens ilegais, como burlar uma licitação ou fechar um contrato irregular. E em todos os casos deu certo – a empresa pagou a propina e obteve o retorno financeiro equivalente a 1000% do capital “investido” em corrupção.

Entre os casos estudados pelos pesquisadores, a ocorrência de suborno foi maior nos países mais pobres, onde a justiças e instituições são mais fracas. Segundo o estudo, o valor pago muda de acordo com o cargo da pessoa cuja mão foi “molhada”. Quanto mais importante a pessoa é, mais cara também – funcionários de baixo escalão recebem em média 1,2% do valor do contrato em propina, contra 4,7% pagos para chefes de Estado. As empresas de construção são as que mais corrompem os políticos: são responsáveis por 27,7% dos casos de suborno. Todos os casos estudados pelos pesquisadores são escândalos que chegaram ao conhecimento da população e, em vários deles, as empresas corruptoras foram processadas. Mas isso não foi suficiente para conter a prática. “O risco de ser apanhado e condenado não são grandes o suficiente para impedir a prática”, segundo o Prof. Raghavendra Rau, autor do estudo.

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– As diferenças das premiações da Libertadores e da Champions League

Imagine só: se o Corinthians, São Paulo ou Palmeiras forem campeões da Libertadores da América 2016, receberão em premiações totais o valor aproximado de R$ 39 milhões.

Pouco ou muito?

Pouquíssimo. Vide o Maccabi Tel Aviv, que na Liga dos Campeões da Europa (a UCL) perdeu seus 6 jogos. E com apenas 1 gol marcado e 16 sofridos, recebeu R$ 60 milhões!

Claro, houve a pressão dos clubes para o reajuste dos valores pagos, em especial quando surgiu a proposta de uma criação da ACL (American Champions League), selecionando os principais argentinos, brasileiros, americanos e mexicanos. Mas ainda falta muito para o ideal…

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– As 3 melhores cidades do Brasil entre as “Melhores e Maiores”.

Segundo a importante Revista AméricaEconomia Brasil, através de um levantamento a respeito das cidades que melhor sejam sustentáveis e cresçam economicamente ao mesmo tempo, Santos/SP, Belo Horizonte/MG e Jundiaí/SP são as 3 tops da pesquisa.

Sobre o trabalho, clique no link:

http://brasilamericaeconomia.com.br/economia/as-100-maiores-e-melhores-do-brasil/

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– Tostão, o maior analista de Futebol do Brasil!

Dias atrás me questionei sobre qual seria o melhor escrete de futebol já montado: o Santos de Pelé, a Seleção de 70, o Real Madrid de Di Stéfano, o Barcelona de Guardiola ou o de Luiz Henrique.

Tostão tirou minhas dúvidas. Abaixo, extraído de Folha.com

ENCONTROS E REENCONTROS

Aconteceu o mais provável. O Barcelona ganhou, com facilidade, do River Plate. A diferença entre os maiores da Europa, ainda mais o Barcelona, e os melhores sul-americanos é enorme.

Um leitor me perguntou quem é melhor, a seleção brasileira de 1970 ou o Barcelona? Não sei. Tentei comparar e desisti. O futebol mudou muito, embora existam semelhanças entre os dois times. Jogam no mesmo sistema tático, com quatro defensores, três no meio-campo e três atacantes (4-3-3).

As duas equipes têm apenas um volante, além de um armador de cada lado, e não possuem o clássico meia de ligação, uma tendência mundial. A maioria dos atuais times joga com dois volantes, três meias, sendo um centralizado e próximo ao centroavante (4-2-3-1). O que é mais moderno já existia 45 anos atrás.

Na prancheta, o sistema tático é o mesmo, mas o Barcelona é mais bem dividido em campo. O armador mais marcador e mais recuado, Busquets, joga pelo centro, com Rakitic de um lado e Iniesta de outro.

Na seleção de 1970, quando o time perdia a bola, Gerson, o mais organizador, era o armador central. Clodoaldo, o mais marcador e mais recuado, atuava de um lado, e Rivellino, de outro. Gerson e Rivellino tinham as mesmas funções de Rakitic e de Iniesta, de marcar e de avançar.

Independentemente do desenho tático, o Barcelona, assim como o Real Madrid, o Corinthians e outras equipes, joga com apenas um volante, um centroavante e mais quatro jogadores entre eles, que atuam de uma intermediária à outra. Marcam e atacam com cinco, além do avanço dos laterais. Na seleção de 1970, um time revolucionário, não havia nem o centroavante fixo.

O Barcelona possui características marcantes. Uma é marcar por pressão e recuperar a bola onde a perdeu. Outra é trocar passes desde o goleiro, mesmo se o adversário avançar a marcação. Raramente, dá chutões ou cruza a bola na área, para contar com a sorte. Para isso, é preciso muito talento individual e também treinamentos.

Quando vejo o Barcelona trocar passes, lembro-me do Santos de Pelé, que fazia o mesmo, cadenciava a partida, parecia lento e, de repente, acelerava até fazer o gol.

Durante muito tempo, o Brasil dividiu o meio-campo entre os volantes que marcavam e um único meia, responsável por toda a armação das jogadas. Desapareceram os meio-campistas, como Gerson, Rivellino, Rakitic, Iniesta e outros. Sem armadores habilidosos para sair com a bola, passaram a predominar os chutões. Foi um longo atraso em nosso futebol.

O Santos de Pelé, a seleção inglesa de 1966, a brasileira de 1970, a holandesa de 1974 e o Barcelona, base da seleção da Espanha nas conquistas do Mundial de 2010 e das Eurocopas de 2008 e 2012, revolucionaram o futebol, porque atuaram de maneira diferente do habitual da época e porque influenciaram transformações no estilo de se jogar em todo o mundo. Houve outros excepcionais times, mas não com a mesma importância.

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