– Corinthians 1X0 Flamengo e o pênalti em Elias

Elias, do Corinthians, reclama de um suposto pênalti não marcado na partida contra o Flamengo. E aí, foi ou não foi?

Vi o lance de longe, por uma TV 14″. Na 1a vez, me pareceu duplamente duvidoso, pela rapidez do lance e pelo “bololô” de jogadores que estavam na área. Revendo somente hoje, com mais calma e imagem melhor, concluo: lance duplamente faltoso!

Na jogada estavam César Martins de um lado e Márcio Araújo do outro. Na primeira disputa com um flamenguista, há o desequilíbrio pelo lado esquerdo do corinthiano e ali já se poderia marcar a infração (e sendo dentro da área, pênalti). Mas creio que o árbitro Wilton Pereira Sampaio foi atrapalhado pela quantidade de jogadores cariocas à sua frente. Ato contínuo, há um novo contato, por baixo, pelo lado direito do outro defensor. Se existia alguma ressalva, cessou nessa infração. Portanto, pênalti não marcado. 

É claro que a vitória convincente, a liderança folgada no campeonato e o “aceite” dos clubes adversários de que o Brasileirão “quase acabou”, minimizam as queixas da torcida do Corinthians. Mas se o jogo estivesse 0x0, com Corinthians X Flamengo disputando a liderança do torneio, tal lance seria discutido a semana inteira…

Mais uma vez, configura-se erro em jogo importante. Um dia contra alguém, outro a favor de outrém, hoje para Fulano, amanhã para Ciclano… E por aí vai! Nada de colocar na conta má intenção de ninguém, os erros são puramente por ruindade de quem apita e pela incompetência de quem gerencia a Comissão de Arbitragem. 

Nesse ano, parece-me configurar uma repetição de 2007, onde Ricardo Texeira odiava a diretoria do São Paulo (e vice-versa), mas mesmo assim (com erros a favor e contra) Muricy Ramalho levou sua equipe ao título nacional. Dez anos depois, troque os nomes dos atores por Marco Polo Del Nero, Corinthians e Tite. 

OPS: leve em conta o prejuízo de Elias, que levou cartão amarelo por reclamação, e como era o terceiro, está suspenso do próximo jogo. Cartão fruto do equívoco do juizão e do descontrole emocional do jogador (poderia ter evitado a insistência na queixa)…

 

– Reunião do Conseg Jundiaí Vetor Oeste

Nesta 4a feira – 28/10, às 10h00, haverá reunião do Conseg Japi (Conselho Comunitário de Segurança do Vetor Oeste – que engloba nosso bairro). Lá estarão presentes o Comandante da Polícia Militar e o Delegado de Polícia Titular do 5o DP.

A reunião é aberta para qualquer cidadão que queira participar e apresentar propostas de melhorias de Segurança Pública para a nossa região.

Prestigiemos! É a oportunidade que tanto queremos e pedimos para expor as dificuldades e necessidades aqui do Bairro Medeiros e suas adjacências.

Endereço: Avenida Benedito Castilho de Andrade, 371 (na sede da ACE Jundiaí, em frente a Caixa Econômica Federal).

Vamos repassar o convite aos amigos? 
Compartilhe para que tenhamos boa representatividade.

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– 152 anos de Futebol e 11 curiosidades

Nesta segunda-feira, se festeja 152 anos do futebol!

Em 26 de outubro de 1863, findava em Londres uma vitoriosa campanha encabeçada por universitários e pelo jornalista John Cartwright: a da padronização das diversas práticas de ‘football’.

Como o esporte era jogado sob a orientação dos diversos colégios e associações esportivas, não haviam regras únicas para o futebol. Há mais de um século e meio, na Freemason’s Tavern, dessa união de esforços nasceu a “The Football Association” (a FA é a ‘CBF inglesa’), que visava, como mote maior, divulgar um único conjunto de medidas para que o jogo de futebol fosse disputado uniformemente em toda a Grã-Bretanha.

Nascia assim o livro The Simplest Play, que nada mais eram as Regras do Jogo de Futebol, com 14 capítulos.

Vamos a algumas curiosidades? Selecionei 11 itens, já que em 1870 o futebol passou a ser jogado com esse número de atletas, definido pela regra 3 até hoje.

1) As traves (Regra 1) eram compostas apenas por postes; o travessão (ou seja, a parte de cima da meta) só surgiu 2 anos mais tarde, tamanha era a confusão para se determinar se os chutes muito altos tinham sido gol ou não;

2) Infrações (Regra 12) eram resumidas como: ‘são proibidas rasteiras, caneladas e cotoveladas, bem como golpear ou segurar a bola com a mão’; simples assim!

3) Não existia a figura do árbitro (Regra 5), que só surgiu em 1868, e ficava sentado numa cadeira, na sombra, servindo para tirar as dúvidas dos capitães das equipes (que eram as pessoas que decidiam se havia alguma falta ou não em comum acordo). Somente em 1878 é que surgiu o apito, mas ainda não servia para marcar faltas, mas para avisar sobre o começo e término dos jogos. Em 1881, enfim o árbitro entrou em campo e começou a decidir sobre infrações sem a consulta de capitães, fazendo parte da regra.

4) O tempo de jogo (Regra 7) é definido em 90 minutos (1893), com intervalo e acréscimos. Antes, se desse o tempo, encerrava a partida imediatamente, quer a bola esteja no ataque ou não.

5) O pênalti (Regra 14) surge em 1891. Até então, nas faltas próximas ao gol, os jogadores se aglomeravam em cima da linha de meta e formavam um muro sobre ela.

6) Diversas infrações poderiam deixar de serem marcadas, caso a equipe que sofresse a falta achasse que não importava a marcação. Ou seja, nascia em 1903 a “lei da vantagem” (não era o árbitro quem determinava se seguia ou não o lance).

7) O goleiro podia segurar a bola com a mão por toda a sua metade do campo. Em 1907, radicalizou-se e o arqueiro só podia colocar as mãos dentro da grande área. Mas somente em 1921 alguém teve a idéia de que eles deveriam usar roupas diferentes dos jogadores de linha, para não confundir as pessoas.

8) Preocupada com a saúde dos atletas, decidiu-se em 1924 que, se o árbitro considerasse que um jogador estivesse contundido, deveria parar o jogo para que ele fosse atendido. Antes, o lesionado deveria se arranjar sozinho para deixar o campo e o jogo não deveria ser interrompido.

9) Uma revolução aconteceu em 1925: o impedimento (Regra 11) passou a exigir que ao menos 2 atletas (antes, eram 3) estivessem dando condição para que o jogo prosseguisse.

10) Em 1938, numa ‘reengenharia’ esportiva, definiu-se as 17 regras do futebol que persistem até hoje, com algumas alterações ao longo do século.

11) Somente em 1970 permitiu-se substituições de atletas universalmente (Regra 3). Antes (desde 1966), eram permitidas somente em partidas que envolvessem clubes. Também temos a adoção dos cartões amarelos e vermelhos (Regra 12).

É claro que ao longo do século XX outras tantas modificações surgiram, como o tempo de 6 segundos da posse do goleiro com a bola nas mãos, mesma linha deixar de ser impedimento, 3ª substituição, acréscimos na partida, área técnica, entre outras.

E você, teria alguma sugestão para mudanças de Regra do Futebol, no dia do seu aniversário de 152 anos?

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