– Palmeiras 0x1 Ponte Preta e mais um pênalti da Regra 12B

De novo, um pênalti marcado por bola que bate na mão (e não mão que bate na bola). No Allianz Parque, Felipe Azevedo (PON) cruza a bola e ela bate no braço de Victor Ramos (PAL). Nada a marcar, mas Raphael Claus equivocadamente assinala pênalti.

Lembre-se: a única infração da Regra 12 em que se avalia EXCLUSIVAMENTE a intenção, é a mão na bola. Em todas as outras, se avalia imprudência e força excessiva.

Assim, não existe pênalti por ter sido uma “mão na bola imprudente”. O problema é que há 2 anos a FIFA pediu para que os árbitros tivessem atenção para o movimento antinatural do braço, ou seja, uma intenção disfarçada do jogador em colocar a mão na bola. Com pesar, essa orientação da Regra 12 foi interpretada diferente pela CBF, única no mundo a mandar marcar quase tudo como pênalti (a Regra não mudou, só houve esse aviso na orientação). Vide nos jogos Classificatórios para a Eurocopa e das Eliminatórias Sulamericanas para a Copa de 2018… houve algum lance assim?

Visite o tópico 2 do link a seguir e verá os vídeos FIFA sobre o que é movimento antinatural, e os vídeos CBF, deturpando o que a FIFA ensina e criando a Regra “12B”. Estão em: http://wp.me/p55Mu0-vE.

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– Feliz Dia dos Professores!

A Educação, que é tão importante para a sociedade, é pouco valorizada nesse país. Pior: um dos principais instrumentos para levá-la às pessoas – o professor – é o mais esquecido dessa cadeia educacional…

Mas não é dia de lamentação. É dia de alegria e reflexão. Feliz ‘nosso dia’ assim mesmo!

Ser Professor não é só educar: é levar a cidadania; trazer a esperança; incentivar; fazer pensar; ajudar e ter fé.

Em suma, ser professor não é ofício; é vocação! Exige disposição, prazer, amor e dedicação.

Retorno?

O retorno é garantido: mentes brilhantes que você ajudou a formar. Sim, apenas ajudou, pois o esforço verdadeiro é do aluno.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1×1 Nacional

Não gostei da atuação do árbitro Emiliano Alves da Costa, nesta 4a feira no Jayme Cintra. Nenhum erro relevante, mas algumas bobeadas: mau posicionamento em campo, permissão para retardamento do jogo (o Amarelo por cera ao goleiro foi apenas aos 45m do 2o tempo), demora para retirar atletas lesionados com a permissão da maca, entre outras coisas que atrapalharam o bom rendimento da arbitragem. Houve também desentendimento nas marcações entre árbitro e bandeira 1.

Lembrando: o 4o árbitro, na vistoria no vestiário, deveria ter observado que ambas equipes estavam com uniformes de cores escuras e listradas. Como é o mandante que escolhe o seu fardamento, o adversário é quem deve usar outro uniforme. Sendo assim, o Nacional deveria usar todo de branco.

Como a providência só foi tomada no 2o tempo, por 45 minutos os torcedores, a imprensa, além dos próprios atletas e a arbitragem sofreram para distinguir alguns lances. Desnecesserário…

Enfim, arbitragem nota 5 que não teve influência no resultado.

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