🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que se sentem abandonados, ó Senhora bondosa. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Hoje, dia 27, se comemora uma das mais belas invocações marianas: a de Maria, Nossa Senhora das Graças.
Já fez sua oração hoje?
ORAÇÃO DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS
Ó Imaculada Virgem Mãe de Deus e nossa Mãe, ao contemplar-vos de braços abertos derramando graças sobre os que vo-las pedem, cheios de confiança na vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestada pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade por causa de nossas inúmeras culpas, acercamo- nos de vossos pés para vos expôr, durante esta oração, as nossas mais prementes necessidades (momento de silêncio e de pedir a graça desejada).
Concedei, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa, este favor que confiantes vos solicitamos, para maior Glória de Deus, engrandecimento do vosso nome, e o bem de nossas almas. E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre como verdadeiros cristãos.
Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós. Amém.
Para o confronto entre oEscrete Canarinhoe aNationalmannschaft, arbitrará o seguinte octeto:
Árbitro:Iván Barto (El Salvador) Bandeira 1:David Moran(El Salvador) Bandeira 2:Zachari Zeegelaar (Suriname) 4º árbitro:Said Martinez(El Salvador) VAR (árbitro de vídeo):Drew Fisher (Canadá) AVAR 1 (bandeira de vídeo):Armando Villareal(EUA) AVAR 2 (bandeira para impedimento no vídeo):Kathryn Nesbitt (EUA) AVAR 3 (assistente p/ suporte):Fernando Guerreiro (México)
Iván Arcides Barton Cisneros, 31 anos, está háapenas 4 anos no quadro da FIFA. Na sua estreia na Copa do Mundo,apitou (muito bem) Alemanha 1×2 Japão. Foi o árbitro da Final da Liga dos Campeões da Concacaf (Pumas-MEX x Seatlle Sounders-EUA), e já apitou um jogo do Brasil nas Olimpíadas: no ano passado,na vitória por 4×2 contra a Alemanha (3 gols de Richarlison).
Dois detalhes:
1- o bandeira do Suriname, que certamenteestará em seu “maior jogo da vida”.
Estamos entrando no Tempo do Advento, que significa: “espera por aquele que há de vir”!
É uma espécie de “ano novo litúrgico” para os católicos, tempo de aguardar o Natal do Senhor Jesus. Época de esperança, de fé, de conversão.
Há 1600 anos aproximadamente, num primeiro domingo do advento como esse, um jovem chamado Agostinho, após ouvir a leitura de Romanos 13, 11-14, convertia-se. E desregrado cidadão passa a ser um grande santo, doutor da Igreja: Santo Agostinho!
A Leitura é essa (Carta de São Paulo aos Romanos):
“Irmãos: Vós sabeis em que tempo estamos, pois já é hora de despertar. Com efeito, agora a salvação está mais perto de nós do que quando abraçamos a fé. A noite já vai adiantada, o dia vem chegando: despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da luz. Procedamos honestamente, como em pleno dia; nada de glutonerias e bebedeiras, nem de orgias sexuais e imoralidades, nem de brigas e rivalidades. Pelo contrário, revesti-vos do Senhor Jesus Cristo.”
E nós, estamos prontos para a conversão nesse belo tempo litúrgico?
Uma perfeita colocação do sempre lúcido Wanderley Nogueira, que serve para qualquer tipo de gestão fora do futebol: o respeito à figura humana nas relações de trabalho deve sempre imperar.
Quantos casos iguais à esse (do desrespeito ao colaborador) existem por aí? O suporte às situações delicadas sempre deve existir, bem como evitar tais constrangimentos(como o sofrido pelo Dorival).
Pesquisa mostra: Mais filhos trazem mais felicidade!
Extraído de Revista Época, Ed 26/09, pg 86-87
MAIS FILHOS TRAZEM MAIS FELICIDADE?
Dois pesquisadores encontraram uma raridade estatística: índices de bem-estar que crescem junto com o número de crianças numa sociedade.
Por Daniella Cornachione
A relação tradicional entre a qualidade de vida de um país e o número de filhos em suas famílias é bem conhecida: em geral, vivem melhor as sociedades que têm menos crianças. A média de filhos por mulher cai conforme avança o desenvolvimento econômico de uma nação. Nessas sociedades, cidadãos mais bem educados levam em conta as responsabilidades e os custos de criar cada filho. As mulheres se preocupam mais com a carreira, decidem com autonomia, têm acesso difundido à informação e a métodos contraceptivos. Os empregos migram para as cidades, e os filhos deixam de ser vistos como mão de obra necessária, como ocorre com as famílias pobres no campo. Por isso, as maiores taxas de fecundidade do mundo estão em países paupérrimos na África, como Níger e Congo. Mas um estudo feito em uma das melhores escolas de negócios do mundo, a espanhola Iese, parece finalmente ter encontrado o papel dos bebês como geradores de felicidade.
A pesquisa foi organizada pelo engenheiro Franz Heukamp, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), e pelo matemático Miguel Ariño, da Universidade de Barcelona. O objetivo era encontrar as características não econômicas de cada país que pudessem explicar o fato de as pessoas se dizerem mais ou menos satisfeitas com a vida. Ariño e Heukamp cruzaram dois grupos de informações. O primeiro é de questionários sobre bem-estar subjetivo, combinados com características pessoais como estado civil, idade e gênero. Os dados são da Pesquisa Mundial de Valores, do Unicef, de 1981 a 2004, com informações de 100 mil pessoas de 64 países. O segundo grupo inclui indicadores sociais e econômicos, entre eles natalidade, inflação e PIB.
Eles perceberam que, entre sociedades com o mesmo nível de desenvolvimento econômico, o bem-estar tende a ser maior naquelas com menor nível de corrupção e naquelas em que a religião mais difundida não é o islamismo (atualmente associado, em muitos países pobres, à falta de liberdade política e religiosa). E encontraram também uma tendência, entre países desenvolvidos, de haver maior nível de satisfação onde há taxas de fecundidade superiores. Dinamarqueses e holandeses se dizem mais felizes do que alemães e japoneses, que desfrutam os mesmos confortos materiais. “Baixas taxas de natalidade sempre estiveram associadas a alto nível de desenvolvimento. Mas também podem significar egoísmo em uma sociedade, e isso afeta o bem-estar”, afirma Ariño.
A conclusão de que maior natalidade traz maiores chances de bem-estar deve ser vista com cuidado, já que outras variáveis não contempladas no estudo poderiam influir no resultado. Mas incluir a natalidade como fator de bem-estar coletivo é uma abordagem nova e promissora para a economia da felicidade, um campo que mistura psicologia e economia. Seu precursor é John Helliwell, professor da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá. O palpite dele para explicar a conclusão do estudo é que quando um país sofre privações de alguma ordem, mesmo que seja desenvolvido, a sensação de bem-estar subjetiva cai e acelera a redução da taxa de natalidade. “As conclusões desse tipo de estudo não encontram, necessariamente, uma relação de causalidade direta. Nosso desafio é entender o que causa o quê”, afirma o economista Alois Stutzer, coautor do livro Economics & hapiness (Economia & felicidade). “Quando o filho nasce, mesmo que não tenha sido planejado, as pessoas tendem a racionalizar como algo bom. Já ter menos filhos do que se gostaria pode causar a sensação de infelicidade”, diz o demógrafo do IBGE José Eustáquio Alves.
Nas últimas décadas, a fecundidade caiu tanto na Europa que se tornou um problema. Em muitos países, como França, Holanda, Dinamarca e Reino Unido, existem políticas de incentivo à natalidade. O governo oferece benefícios à família e à criança, às vezes até a idade adulta. Mesmo assim, os casais europeus, na média, têm bem menos de dois filhos, um fenômeno que os demógrafos chamam de fecundidade indesejada por falta, quando a mulher tem menos filhos do que gostaria. A demografia diz que a “taxa de reposição” de uma população tem de ser, em média, de 2,1 filhos por mulher, para que não desapareça em algumas centenas de anos. Também há prejuízo econômico em ter mais idosos aposentados do que jovens trabalhando.
Há alguns sinais de reação a essa tendência. As taxas de fecundidade de alguns países estão estabilizadas ou cresceram. Um deles é a Dinamarca, que pertence ao grupo de países mais felizes, de acordo com o estudo. “Até 1985, cada dinamarquesa tinha durante a vida, em média, 1,4 filho. O número foi para 1,8 em 2010”, afirma o demógrafo Ralph Hakkert, consultor da ONU. “Na Suécia, a taxa de fecundidade era de 1,5 entre 1995 e 2000 e foi para 1,9 em 2010. É uma evolução importante.” A explicação pode estar na mudança do estilo de vida das europeias, segundo Hakkert. Nos anos 1980, elas estavam em plena disputa por espaço no mercado de trabalho. Como os países nórdicos avançaram rapidamente em oferecer oportunidades iguais, mais mulheres podem voltar a pensar em ser mãe e manter a vida profissional. Ainda não se pode dizer que seja uma tendência global, mas trata-se de uma mudança promissora – e bem simpática.
Para o confronto entre a La Furia e a La Nati, arbitrará o seguinte octeto:
Árbitro: Danny Makkelie (Holanda) Bandeira 1: Hessel Stelgstra (Holanda) Bandeira 2: Jan De Vries (Holanda) 4º árbitro: Istvan Kovacs (Romênia) VAR (árbitro de vídeo): Paulus Van Boekel (Holanda) AVAR 1 (bandeira de vídeo): Massimiliano Irrati (Itália) AVAR 2 (bandeira para impedimento no vídeo): Taleb Al Marri (Catar) AVAR 3 (assistente p/ suporte): Paolo Valeri (Itália)
Makkelie, 39 anos, policial, natural de Cuaraçao (uma ilha caribenha pertencente à Holanda), com 11 anos no quadro da FIFA, é um respeitado árbitro na UEFA. Já apitou final de Uefa League e é nome frequente nos grandes confrontos entre times e seleções europeias.
Para o confronto entre a Seleção do Coração Ardente e os Canucks, arbitrará o seguinte octeto:
Árbitro: Andrés Matias Matonte Cabrera (Uruguai) Bandeira 1: Nicolas Taran (Uruguai) Bandeira 2: Martin Soppi (Uruguai) 4º árbitro: Kevin Ortega (Peru) VAR (árbitro de vídeo): Mauro Vigliano (Argentina) AVAR 1 (bandeira de vídeo): Leodan Gonzalez (Uruguai) AVAR 2 (bandeira para impedimento no vídeo): Gabriel Chade (Argentina) AVAR 3 (assistente p/ suporte): Julio Bascuñán (Chile)
Matonte, 34 anos, é um dos árbitros em que a Conmebol mais investiu nos últimos anos. Jovem, já apitou a final da Copa Sulamericana de 2021, esteve em diversas competições da FIFA e nesse ano apitou muito bem Boca Jrs x Corinthians pela Libertadores. É chamado por muitos como “o árbitro de 3 copas”, pois, pela idade, terá uma carreira longa pela frente.
Para o confronto entre os Diabos Vermelhose os Leões do Atlas, arbitrará o seguinte octeto:
Árbitro: César Arturo Ramos Palazuelo (México) Bandeira 1: Alberto Morin (México) Bandeira 2: Miguel Hernandez (México) 4º árbitro: Yoshimi Yamashita (Japão) VAR (árbitro de vídeo): Fernando Guerrero (México) AVAR 1 (bandeira de vídeo): Nicolas Gallo (Colômbia) AVAR 2 (bandeira para impedimento no vídeo): Kathryn Nesbitt (EUA) AVAR 3 (assistente p/ suporte): Armando Villareal (EUA)
César Ramos, 38 anos, natural de Culiacán, está na sua 2ª Copa do Mundo (na Rússia, foi o árbitro de Brasil x Suíça, onde houve um discutível lance em Gabriel Jesus). Também apitou a final do Mundial de Clubes 2017 entre Real Madrid x Grêmio. Tem muita experiência em jogos pela Concacaf, e nesta Copa do Catar, já trabalhou em Dinamarca 0x0 Tunísia.
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a fé e não crêem em mais nada. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Apesar da boa arbitragem de Wilton Sampaio no Polônia 2×0 Arábia Saudita, um erro determinante: aos 20’ do 1o tempo, o lateral polaco Cash deu uma cotovelada no seu adversário, fora do campo de visão do árbitro, e não foi expulso.
O VAR canadense se “fez de morto” e não chamou o árbitro brasileiro. Uma pena. Estava 0x0 e a Arábia era melhor. Poucos minutos depois, o próprio Cash armou a jogada do gol.
A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.
No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.
Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.
Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.
Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.
Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.
O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.
Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.
Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.
Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.
Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!