– O brasileiro é criativo…

Essa dona Internet… a Seleção da Sérvia e nossas doenças:

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– Burocracia: a mais brasileira das instituições.

André Rebouças foi um homem à frente de seu tempo. Ele era negro (estamos falando de eventos do século 19, onde ainda existia escravidão), engenheiro, professor, abolicionista e monarquista.

Para quem é paulistano, conhece a importante avenida que o homenageia (Av Rebouças), mas não sabe o quão cheio de virtudes é o personagem.

Veja só que história incrível na qual ele foi vítima de burocracia (mas manteve seus princípios e coerência), contada pelo Dr José Renato Nalini.

Extraído de: https://renatonalini.wordpress.com/2020/08/07/burocracia-a-mais-brasileira-das-instituicoes/

BUROCRACIA: A MAIS BRASILEIRA DAS INSTITUIÇÕES

Empenham-se as raras consciências lúcidas de que o Brasil dispõe, no sentido de eliminar praxes procedimentais ritualísticas, calcadas numa visão labiríntica de administração pública e que martirizam os empreendedores.

A teia robusta de exigências formais é um obstáculo intransponível para quem quer produzir. Atormenta a todos. Representa desvaliosa perda de tempo e alimenta o generalizado desânimo em relação ao governo.

O fenômeno é atemporal. Persiste no século 21, a despeito da imersão do mundo civilizado nas tecnologias da Quarta Revolução Industrial. Encontra fecundo terreno na algaravia de um ordenamento excessivo, produzido em abundância que torna o direito uma ferramenta da Inquisição, em lugar de facilitar a vida cidadã.

Herança lusa? Mas como é que Portugal, principalmente após seu ingresso na União Europeia, acertou o passo com a contemporaneidade? O que justifica a permanência de praxes anacrônicas, de império do princípio da presunção de desonestidade, em sentido frontalmente inverso à proclamação constitucional de prevalência da não culpabilidade?

Não conforta saber que brasileiros ilustres, no decorrer da História, também foram vítimas da mais inclemente e ignorante burocracia.

O exemplo de André Rebouças é emblemático. Baiano culto, engenheiro que estudou na Europa e se tornou autoridade universalmente respeitada, construiu as Docas do Rio, planejou obras grandiosas para todo o território continental de sua terra, saiu escorraçado do País na noite de 17.11.1889, acompanhando o Imperador Pedro II, banido pelo golpe republicano.

A essa altura, já estava com seu tempo de magistério na Escola Politécnica inteiramente cumprido. Só que os proventos de sua jubilação não chegavam ao exílio. Vivia desse mísero recurso e recebeu informação do Tesouro Brasileiro que não podia mais pagar, enquanto não fosse declarada a data da licença do Governo para residir na Europa.

Surreal! Kafkiano! Foi expulso do Brasil e tinha de comprovar “licença para morar no exílio”?. Mas teve de se submeter às exigências burocráticas. Provar que foi jubilado por decreto de 23.1.1892, quando ausente da Pátria. O decreto reconhecia, implicitamente, que poderia continuar a residir no estrangeiro. Assim o entendeu o Tesouro Nacional de 1892 a 1895. Como questionar a jubilação, assim chamada a aposentadoria à época, direito por serviços prestados durante 35 anos, desde 15.3.1854 até 15.11.1889? Até o dia da malfadada “Proclamação da República”, esteve na Escola Politécnica a lecionar e a examinar seus alunos.

Ao esboçar sua defesa e requerer o reconhecimento de seus direitos, afirmava aos amigos: “Repito que vivo aqui fazendo prodígios de abstenção, de clausura, que não me seriam permitidos no Brasil. No estado revolucionário, em que vivem permanentemente, não é possível nem abstenção, nem neutralidade”.

Não o consolou o telegrama que recebeu de Afonso Taunay, em 19.12.1895, a comunicar que o Engenheiro Paulo de Frontin o mandava consultar se a Congregação Politécnica poderia propor sua reintegração na Cadeira em que jubilado.

Ele recusou, embora contristado. Era amigo de Frontin e de Taunay. Mas, ponderou: “A jubilação é um direito meu: a reintegração seria um favor do Governo. Aceitando, eu ficaria moralmente morto. Sabe quanto é forte em mim o sentimento da gratidão; ficaria escravizado ao Governo a quem devesse tamanho favor”.

Era um homem de escrúpulos, reconhecia e explicitava: “Ter escrúpulos; ter muitos escrúpulos. É exatamente o que ora me acontece. Tenho escrúpulos; tenho muitos escrúpulos que me impedem de voltar ao Brasil. Tenho escrúpulos de faltar à coerência; tenho escrúpulos de aviltar a dignidade pessoal; tenho escrúpulos de quebrar a integridade do meu caráter. É terrível o tribunal da nossa consciência. Não há sofisma possível. A linha reta; a linha reta absoluta. Nada de curvas e vacilações. Eu creio que esta lição prática de caráter vale mais do que todas as lições da Ciência, que eu pudesse dar na Escola Politécnica”.

A quantos e a quais líderes contemporâneos ocorreria esta reflexão escrupulosa? O que responderiam a um convite do Governo? Têm pronta a resposta de que os tempos são outros e que não foram vítimas da burocracia. Ainda bem!

_ José Renato Nalini é Reitor da UNIREGISTRAL, docente da Pós-graduação da UNINOVE e Presidente da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS – 2019-2020

Imagem extraída de: http://www.multirio.rj.gov.br/index.php/leia/reportagens-artigos/reportagens/3377-andr%C3%A9-rebou%C3%A7as,-engenheiro-e-educador, na matéria de Fernanda Fernandes.

– Casemiro, rumo a um Brasil x França?

Se a eleição de “Melhores do Mundo” da FIFA não privilegiasse (até mesmo por maneira natural) jogadores de frente, Casemiro deveria ser lembrado, não?

Aliás, está pintando um Brasil x França na final? Por enquanto, as únicas Seleções com 100% de aproveitamento.

– Aprender e ensinar; Ensinar e aprender.

Uma verdade de Cora Coralina: a troca de aprendizados é o único jeito de crescermos! Até porquê, quando ensinamos, aprendemos mais ainda!

Como não concordar com essa mensagem altruísta, abaixo?

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Imagem extraída de: https://www.campomagro.pr.gov.br/noticias/6-de-agosto-dia-do-profissional-da-educacao/

– Militantes de Bolsonaro no vento frio, e o Deputado no Catar, curtindo a Copa?

Quer dizer que admiradores do presidente Bolsonaro passam frio, tomam chuva e ficam em frente aos Quartéis, e Dudu Bolsonaro, o deputado, em pleno dia útil de trabalho, está faltando no serviço e curtindo a Copa do Mundo no Catar?

E há quem possa achar isso normal?

Veja:

– Um pênalti de queimada do Brasil, no Mundial (Portugal x Uruguai).

Gimenez não cometeu pênalti de mão na bola no Portugal 2×0 Uruguai. Mas um tiro penal “à brasileira” foi marcado…

O jogador uruguaio está caindo, com o braço em movimento natural, e a bola bate em sua mão. O árbitro manda seguir e depois é chamado pelo VAR. Porém…

Depois de algum tempo, o árbitro iraniano vem caminhando, com uma cara insegura, jeitão de indecisão, totalmente não convicto. Repare que ele ameaça por duas vezes colocar o apito na boca e evita apitar. Por fim, marca pênalti.

Foi o primeiro pênalti “de queimada”, daqueles tipicamente brasileiros, visto na Copa. Nos outros lances idênticos no Mundial, ninguém marcou.

Lembrando: o iraniano Faghani é bom árbitro, mas foi muito mal nesse lance. E insisto: nenhum árbitro europeu de país com futebol desenvolvido marca esse tipo de lance.

winner_cristiano ronaldo_portugal vs darwin nunez_uruguay

Imagem: Getty Images

– Respeite-se a opinião alheia!

O futebol é impressionante. Leio essa manchete do UOL (https://www.uol.com.br/…/em-dois-jogos-na-copa-brasil…), onde se reporta que o Brasil não tomou gol, NEM CHUTE A GOL CERTEIRO.
Acho que eu, o Sérgio Loredo, o Sílvio Loredo e o Adilson Freddoacertamos quando, no dia do sorteio, comentamos que era um grupo fácil e que o Brasil venceria Sérvia e Suíça. Na oportunidade, não sei porquê, um sujeito chamou a gente de “idiota” e mandou-me estudar mais. Aliás, pegou pilha com o Loredo, dizendo que era um grupo muito difícil.
Não, não era difícil, pois afinal a Seleção Brasileira já está classificada e não levou um chute a gol…
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Imagem: print da TV Globo.

– O gol anulado de Vini Jr no Brasil x Suíça.

Que pena! Um detalhe fez a diferença para a anulação do gol de Vinícius Jr. Entenda:

Richarlison voltava do ataque em direção ao meio-campo, e estava em posição de impedimento. Uma bola é roubada pela Seleção Brasileira entre a defesa e o meio-campo, e ela é lançada para frente. Richarlison correu para disputá-la, ainda estando em impedimento passivo. Porém, ela passa por dois jogadores (um suíço e Alex Sandro) que não a tocam. Se qualquer um deles tivesse a tocado, seria uma nova jogada; como ninguém a tocou, vale a posição inicial e irregular de Richarlison. Na sequência, a bola sobrou para Vinícius Jr (que estava em posição legal).

Importante: por Richarlison disputar o lance, ele passa de impedimento ativo para passivo sem necessitar tocar na bola, pois leva um marcador junto com ele.

No print, abaixo, a posição de Richarlison na hora do toque no campo de defesa. Dificilmente o bandeira de Suriname (ou de qualquer lugar do planeta) marcaria. Somente o VAR! E tivemos mais uma boa arbitragem no Mundial (num jogo faltoso: BRA 10×17 SUI, com um cartão amarelo para cada time).

(Sobre o árbitro, falamos incialmente aqui: https://wp.me/p4RTuC-IiU)

Em tempo: nos dois jogos, é nítido que depois que a Seleção Brasileira fez o gol contra adversários que se fecharam bem, o time relaxa e joga melhor; os adversários, por sua vez, sentem demais o “baque”.

– Um país raivoso.

O que dizer de um país onde seus cidadãos ofendem um ícone musical (como Gilberto Gil) ou torcem para um atleta quebrar a perna (como Neymar)?

É o fanatismo político que proporciona isso?

Meu Deus… é “de chorar” viver numa sociedade assim

Fenômeno raro faz mulher chorar sangue quando menstrua (Foto: Getty Images)

Imagem: Getty Images

– Buscando a reinserção no mercado de trabalho. Como fazê-la?

Compartilho esse ótimo artigo do Professor e Consultor José Renato Sátiro Santiago, a respeito da reinserção no mercado de trabalho. Como fazê-la?

Abaixo:

AS FORMAS DE SE PROCURAR UM NOVO EMPREGO

Para qualquer momento de rejeição, a primeira coisa a se procurar é o conforto. Minto, talvez seja encontrar uma forma de anular, ou diminuir, a intensidade desse sentimento resultado imediato de contrariedades, negativas que costumam nos confrontar em nossa vida. Ao restringirmos esta análise ao mundo corporativo, é possível afirmar que a perda de emprego costuma ser um dos maiores elementos causadores desse ‘estar’. O descarte de nossas aptidões, seja por qual motivo for nos causa certos impactos materiais inequívocos, o maior deles, obviamente, o fim da fonte provedora dos recursos dos quais somos remunerados por conta das atividades que desenvolvemos.

Seja esperado, ou não, tão logo ouvimos a frase dita como derradeira “por conta da situação da empresa, teremos que dispensá-lo” ou algo parecido, muitos sequer conseguimos processar o passo seguinte a ser dado. Na verdade as empresas não costumam dar as devidas orientações aos seus, agora, “ex-colaboradores”, por um singelo e efetivo motivo: “pouco se importam com eles”. Esta verdade, nua e crua, costuma ser tratada com outros “dedos” pelas organizações, mas a sentença é certeira. Ainda assim, a ‘ficha’ do colaborador vai caindo e quanto antes isto acontecer, melhor.

O primeiro pensamento que passa é contatar os seus colegas de trabalho. Se eles estão na própria empresa, certamente não serão as fontes mais interessantes a serem procuradas. Contar com o acionamento do networking alheio não soa apenas como oportuno assistencialismo, mas uma infantilidade patética. Constrangedor. Eis que neste momento, costumamos lembrar que o currículo, o CV, está plenamente desatualizado, incluindo ainda atividades que sequer recordamos ter feito um dia. A forma como gerimos nossa vida profissional parece mostrar, muitas vezes, uma paissagem obscura, de pouca esperança e quase desoladora. Pensarmos em networking e em CV justamente quando precisamos procurar por uma nova oportunidade profissional mostra muito o que somos e o que fizemos por nossa carreira.

Daí surge a intenção de ligar e/ou mandar mensagens para amigos com os quais não nos relacionamos já faz um bom tempo. O texto costuma ser único, quase um padrão, mudando se apenas a saudação inicial, com a alteração do nome da pessoa, nem sempre com o devido cuidado de corrigir o seu gênero. “Busco por novos desafios” parecer ser uma frase bem legal, apenas isso explica sua presença em quase 100% daqueles que têm a intenção conquistar um novo cargo. Viver por conta de desafios, parece algo tão pontual em nosso mundo corporativo, ainda mais se verificarmos que em boa parte das empresas as atribuições dos colaboradores costumam remete-los a fazer muitos controles, analisar outros tantos indicadores e seguir processos bem azeitados e estruturados ainda nos “tempos do onça”.

Somos muito poucos aqueles que realmente buscam e vivem por desafios, e estes não costumamos procurar emprego de forma convencial através de e-mails recheados por frases de efeito. Mas há sempre o pior. Quantos não costumam ser dramáticos sobre suas situações financeiras, indicando que estão desempregados já faz não sei quantos meses ou anos, como se isso fosse sensibilizar alguém para que esta informação seja utilizada como critério para definir o colaborador que irá ocupar uma eventual nova vaga. A mistura do pessoal com o profissional parece nos ofender apenas quando feita pelos homens públicos de moral suspeita.

Outro caminho que costuma ser utilizado é mandar mensagens para profissionais, que sequer conhecemos, mas que costumam festejar seus milhares de seguidores, quase como se fossem seitas religiosas, muito por conta da exibição de vagas profissionais efêmeras, como se as mesmas estivessem sob sua responsabilidade única, isto quando elas realmente existem. Muitas vezes os pedidos se resumem para que informemos nossos e-mails, uma armadilha vil que tem como intenção única a criação de mailing lists, que acredite, move um mercado bem lucrativo. Fugir destes vendedores de sonhos, na verdade, 171s de marca maior, não é apenas um conselho.

Pois então, qual seria a forma mais efetiva para se procurar emprego? Para os que aqui chegaram com esta expectativa, lamento citar o obvio: não há receita pronta. Mas certamente meios, caminhos e iniciativas que fortalecem nossa trajetória para tal. Talvez a maior delas esteja relacionada com a empatia, o saber se colocar no lugar do outro. Como você gostaria que as pessoas se comportassem contigo, quer seja enquanto desempregado, quer como empregado. A reciprocidade não é uma questão de justiça, mas de verdade. Estamos diariamente fazendo por onde para que tenhamos maior ou menos facilidade na obtenção de nossa próxima oportunidade profissional, que possamos notar isso em nossa volta e ações que tomamos.

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Imagem extraída de: https://al.unit.br/blog/destaque/unit-seleciona-novos-professores-2/attachment/temos-vagas/

– Milagres contemporâneos de Brasileiros e a importância de ter fé.

Muitas pessoas incrédulas questionam a fé alheia. Mas a importância em crer, e os casos de milagres recentes, estudados pelo Vaticano e acontecidos no Brasil, nos mostram o quão necessário se faz acreditar!

Abaixo, extraído de: https://istoe.com.br/83528_MILAGRES+CONTEMPORANEOS+PARTE+1/

MILAGRES CONTEMPORÂNEOS

por Patrícia Diguê e João Loes

Livre do câncer e pai novamente

Aos 36 anos, o engenheiro Alcimir Inácio Luiz viu sua vida entrar num mar revolto e assustador. Descobriu que tinha um agressivo tumor no intestino, foi submetido à quimioterapia e recebeu dos médicos o prognóstico de esterilidade. “Eles disseram que eu não poderia mais ter filhos”, lembra o morador de São Vicente (SP). As chances de ficar estéril eram tamanhas que recomendaram o congelamento de esperma antes do bombardeio químico. Luiz encarou o tratamento, que durou dois anos e o curou, mas, em tese, o deixou infértil. Os médicos atestam que é raríssimo alguém ter filhos após ser submetido à quimioterapia. “Mas medicina não é matemática e há exceções ”, ressalva José Carlos Carvalho, hematologista que acompanhou Luiz. O caso do engenheiro foi uma dessas. Mas ele troca a palavra exceção por milagre. Em 2007, sua mulher engravidou de Pedro. “Recebi dois milagres: Deus curou meu câncer e me deu mais um filho”, diz, sob as águas calmas da fé.

Eram oito horas da noite do dia 8 de junho de 2010 e a Capela Santo Antônio, em Salvador, Bahia, estava lotada. Cerca de 500 pessoas se reuniam para ver, pela última vez, Irmã Dulce, candidata a santa brasileira que, até o final deste ano, deve ser alçada à condição de beata, o último passo antes da canonização. A religiosa baiana seria transferida para uma urna lacrada, dentro de um novo templo, construído especialmente para ela. Passados 18 anos da morte da freira, era de esperar que houvesse sobrado pouco de seus restos mortais, talvez apenas alguns fragmentos de ossos e parte das vestes.

Mas não foi isso que aconteceu. Atônito, o público presente ao local viu a senhora de estatura franzina com o hábito azul e branco intocado, a pele intacta, apenas murcha e um tanto enegrecida, e sem exalar nenhum odor, natural nessas circunstâncias. A religiosa amiga do papa João Paulo II (1920-2005), que dedicou a vida a ajudar os necessitados, parecia ter morrido não em 1992, mas ontem. Como isso podia acontecer? Para os que têm fé, não há necessidade de perguntas, pois eles já conhecem a resposta. O inexplicável, o sobrenatural, o imponderável, seja como queiram chamar esses fenômenos extraordinários, nada mais são do que a intervenção divina. Portanto, quem crê tem na ponta da língua a resposta para a surpreendente preservação do corpo de Irmã Dulce. Com serenidade, sentencia, solenemente: foi milagre.

Fratura de crânio, parada cardíaca, coma e recuperação sem sequelas
“Meu Deus, sou médica e vou ver meu filho morrer na minha frente”, pensou Eliana Polotto, a bordo da ambulância que levava o corpo quase sem vida de seu menino de 5 anos para o hospital. João Paulo havia sido atropelado por um caminhão na manhã daquele dia 26 de abril de 1996, em Barra Bonita (SP), durante uma excursão escolar. A cabeça foi a mais atingida – desacordado, João sangrava pela orelha, boca e nariz. Um senhor acudiu mãe e filho e os levou ao hospital mais próximo. A gravidade era tamanha que ele teve de ser transferido para a Santa Casa da cidade vizinha, Jaú. Durante os 15 minutos que se seguiram, a médica viu o filho quase morrer. Na ambulância ela segurava o pulso da criança em busca do ritmo cardíaco que se esvaía. “Pensei em entubá-lo, mas não tinha material, então só me restou rezar.” Eliana e a enfermeira se uniram para pedir proteção divina. Enquanto isso, no colégio onde o garoto estudava, os alunos oravam pelo colega. João chegou a Jaú com traumatismo craniano grave e parada cardiorrespiratória. A chance de sobreviver era pequena e a de sobrevida sem sequelas praticamente nula. Mas em quatro dias o garoto acordou pedindo Coca-Cola e em 15 estava em casa andando de patins. Hoje, aos 20 anos, estuda engenharia numa das mais prestigiadas universidades do País. “A medicina não explica uma melhora tão rápida e plena”, diz o neurologista Odérzio Marcato, que acompanhou João. O Vaticano reconheceu o caso como milagre.

A maioria das denominações religiosas crê em milagres (leia quadro à pág. 92), mas os católicos são os únicos que usam o rigor científico para conferir o selo apostólico romano de miraculosidade. Não podia ser diferente. Para os cristãos, o primeiro a fazer milagres foi Jesus Cristo, que multiplicou pães, transformou água em vinho e fez um morto voltar à vida, entre outros gestos, segundo contam os evangelistas no Novo Testamento. Para estar à altura de um ato que já foi executado pelo Filho de Deus, dois mil anos depois de sua passagem pela Terra, um caso só é considerado milagre depois do aval de uma comissão mista de teólogos e cientistas do Vaticano. Precisa ter pureza canônica – validade religiosa comprovada por autoridades em teologia – e, ao mesmo tempo, avançar sobre terreno que a ciência contemporânea não domina e para o qual não existe explicação racional. Em razão dessas rigorosas exigências, quase todas as graças contemporâneas católicas são de curas inexplicáveis em que houve invocação divina. Casos nos quais médicos, crentes e não crentes, do local onde a história ocorreu e de outros países, se debruçam e, após rigorosa e detida análise, chegam ao veredicto: “Não há explicação para a cura.” Ao longo desta reportagem, ISTOÉ mostrará algumas histórias recentes que já passaram, ou estão passando, pelo crivo da Santa Sé.

A vida onde não era possível gerar
O sonho de se tornar mãe costumava durar cinco meses. Ao fim desse período, a professora Sandra Grossi, de Brasília, embarcava num pesadelo. Portadora de uma anomalia uterina chamada hipoplasia didelfa, seu útero era muito pequeno e dividido por uma membrana, o que o impedia de acomodar um feto com mais de 20 semanas. Quando ele crescia, Sandra era tomada por dores e seu corpo expulsava o bebê. Foram três abortos e muito sofrimento. Na quarta tentativa, em 1999, ela tomou pílulas de Frei Galvão, brasileiro que se tornou santo em 2007. Conseguiu levar a gravidez até a 31ª semana. “Clinicamente ela tinha que ter abortado entre a 20ª e a 25ª semanas”, atesta Vera Lúcia Lopes, obstetra que acompanhou Sandra. Mesmo muito prematuro, Enzo nasceu saudável, no dia 11 de dezembro de 1999. Cinco dias depois, foi para casa – outro fato que ganhou contornos de impon­derá­vel.“A medicina não explica o que aconteceu”, afirma Vera. O Vaticano reconheceu o caso como milagre. E Frei Galvão ganhou mais um devoto, hoje um saudável garoto de 10 anos.

Nem sempre houve todo esse apuro e rigidez na hora de definir pela existência ou não de um milagre. E o motivo é simples – antigamente, a ciência ainda não havia se desenvolvido e a Igreja Católica gozava de poder e influência substancialmente superiores às poucas academias independentes. Atribuir o inexplicável aos desígnios de Deus ou à intercessão de um santo era mais justificável porque havia uma série de fenômenos sem explicação. Mas a ciência evoluiu tanto, principalmente nos últimos 100 anos, que a situação se inverteu. “O avanço do século XX obrigou a Igreja a se modernizar para não passar ridículo”, explica o sociólogo Ricardo Mariano, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Porto Alegre. Sobrou pouco espaço para o milagre, que acabou dando lugar à graça, também um favor ou benefício concedido por Deus, mas de alcance mais cotidiano, que hoje responde pelo grosso do que se julga ser intercessão divina. Isso não quer dizer que o milagre desapareceu. Entre os católicos, ele floresce. Tome-se o caso de Irmã Dulce como exemplo. Para que a religiosa baiana alcance o status de santa, a comissão responsável por seu processo de canonização precisa reunir documentos que comprovem pelo menos dois milagres inexplicáveis pela ciência atribuídos a ela. Essa é a realidade para todas as causas de santificação. No Brasil, há 60 em andamento. Isso pressupõe, portanto, a existência de pelo menos 120 possíveis intervenções divinas, apenas no País.

Um tumor solto no cérebro
Tumor maligno no cérebro. Esse foi o diagnóstico recebido pelos cearenses Mauro e Valéria Feitosa após exames realizados no filho Mauro, 13 anos. A data o casal não esquece: 12 de junho de 2002. “Não queríamos acreditar”, diz Mauro. Diante da gravidade da situação, a família decidiu viajar no dia seguinte para São Paulo, a fim de que o adolescente fosse tratado num hospital de ponta. Maurinho foi internado no Hospital Albert Einstein e preparado para a cirurgia de retirada do tumor, já no dia 15 de junho. Devoto de Irmã Dulce, o pai pediu que lhe enviassem uma relíquia da freira baiana. “Mas ela não chegaria a tempo se a operação acontecesse nesse dia”, explica Mauro. E não chegou, mas a cirurgia foi adiada em 12 dias – tempo suficiente para o objeto de devoção encontrar as mãos aflitas dos pais. Às 11h da quarta-feira 26 de junho, a intervenção começou. Prevista para demorar 16 horas, só levou três horas e meia. O tumor, grande, estava praticamente solto no crânio, fácil de ser retirado. E era benigno. “Foi, no mínimo, muita sorte”, diz Flávio Leitão, neurologista que atendeu o garoto. Maurinho não fez radioterapia nem quimioterapia. “Desde o começo sabia que o médico dos médicos estava cuidando do meu filho”, diz Mauro. A documentação do caso foi enviada à sede da obra de Irmã Dulce, em Salvador, e incluída no processo de canonização.

Mauro Feitosa Júnior, natural de Fortaleza, no Ceará, é um dos casos nacionais encaminhados ao Vaticano. Diagnosticado com um tumor maligno no cérebro em 2002, aos 13 anos (leia boxe à pag. 91), ele viu seu prognóstico se reverter em menos de um mês. Nesse meio-tempo, seu pai, Mauro Feitosa Gonçalvez, organizou uma corrente de oração para pedir a intercessão de Irmã Dulce pela saúde de seu filho. “Sinto que fui sequestrado por Jesus nesse tempo que o Maurinho ficou doente”, lembra, emocionado. “E a carcereira foi Irmã Dulce, que no fim me libertou com o milagre da cura do meu filho.” Para explicar o que aconteceu ao Vaticano, a família Feitosa se desdobra para reunir documentos médicos e comprovações religiosas – um trabalho hercúleo.

Desenganada pelos médicos
Os filhos de Antônia Marcelino, 64 anos, já tinham orçado o caixão da mãe, internada com infecção generalizada na UTI do Hospital Humanitas, em Três Pontas, Minas Gerais. Era noite do dia 30 de maio de 2001 e o médico havia dito à família que só um milagre salvaria Antônia. A senhora mineira tinha sido internada três dias antes para uma cirurgia de rotina, mas contraiu uma infecção hospitalar que evoluiu para um quadro de septicemia tão grave que seus órgãos pararam de funcionar. Impotente, a família passou a rezar fervorosamente para o padre Francisco de Paula Victor, um sacerdote venerado na cidade que está no início do processo de canonização. Já no dia seguinte ao veredicto fatal, ela começou a melhorar, até que se recuperou plenamente. Para o médico Fernando Prado, que acompanhou o caso, o que surpreende é que ela deveria ter ficado com sequelas, tamanha a gravidade da situação, e isso não ocorreu. A família Marcelino olha para a imagem de padre Victor em lugar nobre na sala e entende o porquê.

As razões que levam alguém a enfrentar uma verdadeira via-crúcis para comprovar uma intervenção celestial têm explicação. “O milagre se impõe de maneira tão poderosa que acaba agindo como um grande cala a boca para os que duvidam do poder divino”, afirma Antônio Flávio Pierucci, professor de sociologia da Universidade de São Paulo (USP). “Ele simultaneamente preenche a busca por certeza do fiel e testa o ceticismo de quem não crê.” Nesse sentido, a intercessão sobrenatural recebida por um alimenta a esperança do outro. E essa confiança age como um bálsamo para o fiel, mesmo que ele nunca venha a ser objeto da intervenção divina.

MISTÉRIO
O corpo de Irmã Dulce, que morreu há 18 anos, permanece intacto

São muitos os estudos que comprovam que a fé tem efeito positivo sobre a saúde. Essa área de pesquisa, batizada de neuroteologia, tem crescido significativamente. Está provado, por exemplo, que crer em Deus ou em algo transcendente provoca reações no organismo que reduzem a produção de substâncias como o hormônio cortisol, que, em excesso, enfraquece o sistema imunológico (leia quadro na página ao lado). “A pessoa que ora está mais protegida”, afirma o médico Roque Savioli, autor de “Milagres Que a Medicina Não Contou” (Editora Gaia) e defensor de um diálogo mais franco e aberto entre ciência e religião. Já um estudo de 2010 da Rush University Medical Center (EUA) apontou que a fé aumenta em 75% as chances de sucesso no tratamento da depressão. Outro levantamento, conduzido pelo Dana-Farber Cancer Institute (EUA), mostrou que em casos de tratamento paliativo, quando o doente está em fase terminal, quem tem fé registra um índice de bem-estar 28% superior. Para o neurocirurgião Raul Marino Júnior, professor de bioética da Faculdade de Medicina da USP e autor do livro “A Religião do Cérebro” (editora Gente), ter algum tipo de fé é sempre melhor que ser ateu. “A vida fica sem propósito se a pessoa achar que é formada de carbono, cálcio, fósforo e magnésio”, afirma.

Mas, se por um lado o ceticismo pode ser maléfico, a credulidade excessiva também oferece seus riscos, ainda mais diante de denominações religiosas que tratam a fé como uma mercadoria e oferecem graças como moeda de troca. O importante é não condicionar a crença à ocorrência desse tipo raro de fenômeno. “O milagre é um sinal de Deus que deve apenas confirmar a nossa fé”, explica a irmã Célia Cadorin, maior autoridade do País em canonização. Mesmo entre os que acreditam, paira a pergunta: por que alguns são agraciados e outros não? A resposta oficial dos católicos vem embalada numa palavra que parece feita para impedir um segundo questionamento – a inescrutabilidade dos desígnios de Deus. Traduzindo, os propósitos divinos seriam insondáveis. Para quem crê, o que importa é que Ele continua estendendo sua mão para a humanidade.  

– Nunca conte mentira!

Vitor Pereira saiu do Corinthians e foi para o Flamengo. São acertos / negócios / oportunidades que o futebol mostra e que, independente da ética, acontecem.

O grande problema foi esse, da fala do próprio treinador, abaixo (cuidado com o que se fala):

– Os Administradores Conseguem Explicar sua Utilidade?

Stephen Kanitz, grande consultor em Administração de Empresas, publicou em um de seus numerosos e importantes artigos um pensamento interessante:

A maioria dos administradores não consegue provar a sua utilidade nem explicar o que exatamente faz”.

De tal afirmação, surgiu o texto abaixo extraído de http://t.co/6zXcXpJN

E aí, você concorda com  ele?

O ESTILO GERENCIAL DO ADMINISTRADOR

Toda profissão tem um estilo gerencial próprio. Ela depende das necessidades da profissão e de seus valores.

Muitos engenheiros, por exemplo, são perfeccionistas. Perfeccionismo é uma necessidade, ou um valor que muitos engenheiros possuem. O trabalho tem que ser bem feito, custe o que custar.

Por outro lado, advogados são detalhistas. São capazes de gastar horas em uma cláusula de contrato que provavelmente nunca será necessária. O trabalho é demorado, mas quando pronto o contrato cobrirá todos os detalhes e todas as incertezas do futuro. É isto que define um contrato bem feito.

Ambas as profissões administram suas vidas sob estilos gerenciais diferentes, definidos pelos seus valores e necessidades.

Por isto, todas as profissões entram em conflito com a profissão do administrador. Elas acham, incorretamente que o estilo gerencial do administrador é conflitante ou então desnecessário.

Por isto, tantas profissões, empresários e governadores não valorizam o administrador, porque não acham que nosso estilo administrativo seja superior, muito pelo contrário, “vocês não entendem nada de engenharia e advocacia”.

Pergunte a um engenheiro, advogado ou psicólogo qual é o estilo gerencial do administrador, e eles provavelmente também usariam um único adjetivo.

Provavelmente nos definiriam de “imediatistas”, preocupados com lucros de curto prazo, como Paul Krugman e seus colegas não param de escrever no New York Times.

Administradores, segundo a visão popular, querem tudo para “ontem”, vivem dizendo que “o ótimo é o inimigo do bom”, que precisamos mais de “acabativa” e não de iniciativa.

A maioria dos administradores, infelizmente, não consegue provar a sua utilidade nem sabe explicar exatamente o que faz. Por isto, eles não ganham o que merecem, por isto não são valorizados.

Muitos acham que administrar é liderar, executar, coordenar. Isto está até escrito em inúmeros livros de Administração adotados pelas nossas Faculdades de Administração. Uma tristeza!

Vou apresentar uma das funções básicas do administrador, e que define em linhas gerais o seu estilo, e que surpreendentemente muitos administradores sequer ouviram falar nas grandes escolas de Administração como FGV, Insper, Ibmec e USP.

Basicamente, a função do administrador é não permitir que  problemas se acumulem.

Uma organização complexa, que é a empresa moderna, requer a cooperação de milhares de pessoas, dentro e fora da empresa. E, esta cooperação gera inúmeros problemas que se não forem solucionados a tempo afetarão todos os parceiros envolvidos na empresa.

Não permitir que problemas se acumulem talvez seja a tarefa mais importante para o bom andamento de toda família, empresa e nação.

Quando o mundo era gerido por açougueiros, padeiros e fábricas de alfinetes, como observou na época  Adam Smith, de fato não havia muitos problemas “acumulados”, e nem havia necessidade para se contratar administradores. Tudo funcionava pela Mão Invisível do mercado, não pela “Mão Visível” do administrador, como apontaria 200 anos depois  seu livro com este mesmo título Alfred Chandler.

Hoje, o mundo é bem mais complexo e rápido, razão pela demanda crescente de profissionais em administração.

Toda empresa e nação precisa de um corpo de profissionais treinado e dedicado a resolver os problemas de forma rápida.

Não somos imediatistas como muitos acreditam, nós simplesmente estamos evitando que problemas se acumulem um atrás do outro, e nestes casos rapidez de raciocínio e ação são essenciais.

Por isto, nós nos preocupamos tanto com acompanhamento, qualidade total, processos, auditoria, recursos humanos, etc.

Infelizmente, não é assim que a maioria dos intelectuais brasileiros que ocuparam tantos cargos de destaques neste país pensam.

Toda a filosofia de ensino, pelo menos a partir do iluminismo e cientificismo, é voltada para resolver problemas corretamente, até a segunda casa decimal. Rapidez, só no vestibular.

Todos os dados precisam ser precisos e rechecados. Todas as variáveis precisam ser “controladas”. O ser humano precisa estar “absolutamente certo”, o refrão do programa “O Céu é o Limite”.

Quando se acusa o PSDB de ficar sempre em cima do muro, na realidade se comete uma injustiça. Eles não evitam decidir ou tomar partido, na realidade seus intelectuais são simplesmente mais demorados na tomada de decisão, como todo intelectual.

Só que resolver problemas corretamente hoje em dia não é suficiente. Eles precisam ser resolvidos rapidamente, algo que nossos formadores de opinião, jornalistas e acadêmicos simplesmente não compreendem.

Temos que tomar decisões com os dados que temos, não com os dados que gostaríamos de ter.

O Brasil é um país atrasado porque estamos eternamente acumulando problemas.

É tão óbvia esta constatação que espanta que nossa opinião pública, nossos intelectuais e professores de história nunca perceberam esta simples verdade da história brasileira.

Quando se diz que precisamos fazer a Reforma Política, a Reforma Tributária, a Reforma Judiciária, o que queremos dizer é que deixamos tantos problemas se acumularem nestas áreas que somente uma ampla reforma resolverá o problema.

Se tivéssemos resolvido os problemas na medida que surgiram, o Brasil teria evoluído, teria caminhado para um sistema ótimo, em vez de termos que criar revoluções e enormes reformas de tempos em tempos, que no fundo nos atrasam ainda mais.

Temos problemas no judiciário, na previdência, na logística, na infraestruturua, na educação, na economia, simplesmente porque não temos um estilo gerencial que se preocupa com a rápida solução de problemas. Eproblemas que se acumulam crescem exponencialmente, não linearmente, como todo administrador sabe por experiência.

Quatro entre cinco empresas quebram no Brasil, porque são geridas por profissões que não percebem que problemas não podem se acumular. Aí, qualquer crise ou evento fora do comum, as abate.

Nenhuma empresa quebra por uma única razão, nenhum avião cai por causa de um único problema. Estas quatro empresas quebram a um custo de capital monstruoso para o país, por falta de um estilo gerencial apropriado.

O Brasil não poupa o suficiente para crescer; e pior, torramos 80% desta poupança em empresas que irão quebrar em quatro anos.

Eu não diria, e nunca disse, que o estilo gerencial do administrador é superior ao do engenheiro, do advogado ou do economista.

Infelizmente, estas profissões se sentem ameaçadas pelos administradores, à toa.

Não queremos comandar, gerir, tomar o lugar de ninguém.

Quero deixar claro para todo empresário, sociólogo, economista e político que possa se sentir ameaçado, que o estilo do administrador não é superior.

Ele é simplesmente necessário.

Não podemos permitir que nossos problemas se acumulem simplesmente porque cada profissão acha que seu estilo gerencial é superior.

Nós administradores aceitamos que engenheiros sejam perfeccionistas, que advogados sejam detalhistas, que economistas queiram dados precisos, mas tudo isto tem de ser adequado para não atrapalhar os outros dentro da empresa ou do governo.

Não podemos ficar esperando enquanto os outros seguem seus estilos individuais.

Engenheiros, advogados e economistas precisam entender que seus estilos gerenciais são superiores e apropriados, quando se trabalha sozinho, mas quando se trabalha em grupo é necessário conciliar.

Trabalhando em grupo, um simples atraso numa reunião atrapalha os outros, imaginem um problema que  não foi solucionado por anos a fio.

Quando vejo acusarem administradores e empresários de “imediatistas”, que pensamos somente no curto prazo, percebo que estas pessoas nada entendem das funções do administrador, de crescimento, de justiça social, de democracia e de um mundo feliz cheio de realizações, porque tudo é feito na velocidade necessária.

Se você está cansado de um país estagnado, que cresce aquém de suas possibilidades, que acumula pobreza, corrupção, injustiça e inúmeros problemas, converse mais com um administrador. Ele o ajudará a decidir e implantar suas ideias muito mais rapidamente do que você vem fazendo até hoje.

O Estilo Gerencial do Administrador - Stephen Kanitz

Imagem extraída de: https://blog.kanitz.com.br/estilo-gerencial-administrador/

– Amanhecer Dourado!

Como não se inspirar com tamanha beleza no amanhecer?

A chuva foi embora “de manhãzinha”, e depois…

Eu me encanto com a natureza…

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– O dilema de Tite: Daniel Alves ou Éder Militão?

De qualquer jeito, criticarão Tite: se ele escalar como substituto do lateral direito Danilo, o zagueiro Éder Militão, escutará: “Tá vendo, levou um amigo para tocar pandeiro, não confia nele nem como opção”. Mas se ele escalar o Daniel Alves e ele jogar mal, idem: “Tá vendo, insiste em levar o amigo e quem ‘paga o pato’ é a Seleção”.

A melhor coisa teria sido: não ter levado Dani Alves! Assim, não existiriam as cobranças…

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje (bem leve, devido à chuva), controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/