– Valeu a Participação!

Estive no excelente Papo Reto!
Em
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– Ted Lasso, McDonalds e Copa do Mundo!

E olhe só quem fez parceria com o McDonald’s:

Sou fã de Ted Lasso…

https://platform.twitter.com/widgets.js

– E quando a empresa, para não perder um talento, realiza o sonho dele?

Muito interessante: empresas procuram cada vez mais realizar sonhos pessoais dos seus funcionários para que permaneçam no quadro de funcionários.

Abaixo, extraído de OESP, edição 12/11/22, página B10

PARA RETER TALENTOS, EMPRESAS SE PROPÕEM A REALIZAR SONHOS DOS FUNCIONÁRIOS

Companhias fazem entrevistas periódicas para conhecer os maiores desejos de seus trabalhadores e tentar realizá-los

por Ludmila Honorato

Quando era estagiário, Tercio Farias mitigou o sonho de um colega de trabalho sem querer. “Aquilo me arrasou”, conta. O episódio, no entanto, plantou a semente daquilo que viria a ser o propósito da Villa Camarão: um meio para transformar vidas e realizar sonhos. Hoje, CEO da companhia, o empresário contribui para tornar realidade alguns desejos dos funcionários, promovendo conexão e engajamento.

De forma estratégica, ele entende que perguntar o sonho de cada colaborador ajuda no autoconhecimento da pessoa e faz a empresa compreender seu papel na oferta de desenvolvimento profissional.

O engajamento promovido traz benefícios e, consequentemente, leva à satisfação dos clientes. “O time vai se preocupar com o resultado do cliente, vai cuidar, entender como vender mais”, diz Farias. “Se o cliente tem um bom produto, vai comprar mais vezes.”

Práticas como essas de humanização no trabalho geram encantamento e fazem parte das políticas de empresas reconhecidas no Prêmio Gupy Destaca. A premiação divulgou, no final de outubro, as 100 companhias com os RHs mais inspiradores do Brasil, entre elas a Copastur, que figura no ranking pelo segundo ano consecutivo.

Na empresa de viagens e turismo, o time de pessoas e cultura também pergunta aos funcionários três sonhos, além do chocolate e de uma comida preferida. As respostas são usadas para ações especiais, como no anúncio de uma promoção.

Fernanda Souza, por exemplo, era recepcionista e tinha o sonho de viajar de avião pela primeira vez. Quando foi promovida ao setor de RH, teve a surpresa de ver a mãe e a filha na companhia, que lhe entregaram uma caixa com o chocolate favorito dela, fotos de pessoas queridas e uma passagem aérea.

“Não imaginei que teria um dos sonhos realizado. Ver minha família aqui fez toda diferença”, conta a analista, que diz ter se sentido valorizada, autoconfiante e orgulhosa de si. Ela estava há um ano na Copastur e afirma que esse reconhecimento é estimulante. “Venho me desenvolvendo mais a cada dia, já tive outras duas promoções. Então, dou meu melhor para estar sempre conquistando o que almejo e olho o futuro de forma diferente agora.”

A supervisora de pessoas e cultura na Copastur, Areli Petta, diz que a iniciativa está conectada ao propósito da empresa. “Entendemos que precisávamos anunciar a promoção de forma mais humanizada e tocar mais o funcionário”, comenta. “Envolver o familiar, seja por vídeo, pessoalmente, por carta ou fotos, e estar próximo do colaborador facilita a gente entender a história dele, do que ele gosta. E o gestor nos ajuda nesse desafio.”

Sonho como estratégia de negócio

Pesquisa da Gupy em parceria com a Ideafix mostrou que 40% dos mil RHs entrevistados estão investindo em humanização de processos. Porém, apenas 14% dizem ter práticas personalizadas para gestão de pessoas. O diretor de recursos humanos da companhia, Gianpiero Sperati, analisa que os dados refletem o aprendizado das empresas de como equilibrar o “fazer humanizado” com uso da tecnologia.

“São algumas fases pelas quais o RH passa”, comenta. “Alguns anos atrás, era tudo feito por pessoas. Quando se vai para o modelo de tecnologia, acaba indo muito nessa direção, em que tudo é feito de forma massificada. Acho que agora estamos entrando na fase 3.0, usando a tecnologia mais personalizada”, diz.

Como não há consenso sobre o que é humanização no trabalho, as ações são mais intuitivas. Sperati entende que a prática passa por olhar cada um mais como pessoa e menos como funcionário ou número na estrutura empresarial. “Entender que as pessoas têm ciclos e momentos diferentes, que existe curva de adaptação e aprendizagem traz esse olhar humano para dentro do trabalho.”

Na Betterfly, plataforma que estimula hábitos saudáveis, o propósito também é levado para dentro da empresa global. Entre os valores da companhia, um deles é o sonhar grande, que se materializa com o programa Dreams Come True. Anualmente, três funcionários são sorteados para terem um sonho realizado. Outra iniciativa é o Sports Buddy, que incentiva a prática de atividade física e tem um teto de custo para apoiar a jornada dos funcionários.

Quem deseja correr uma maratona ou participar de um concurso de dança, por exemplo, pode receber suporte financeiro e treinamento com profissionais da modalidade. Jin Klaus Terada, gestor de contas da empresa no País, foi um dos beneficiados. Adepto às aventuras na natureza, ele uniu o bem-estar à realização de um sonho: escalar o Nevado Sajama, o monte mais alto da Bolívia. Toda a viagem foi custeada pela companhia.

Virginia Vairo, head de pessoas e cultura da Betterfly Brasil, diz que, para construir essa cultura humanizada, a empresa realiza ações mensais com os funcionários. Há desde formação de líderes, grupos de conversa e projetos de voluntariado. “É uma estratégia de proximidade para as pessoas se sentirem reconhecidas, ter espaço de confiança para serem autênticas”, diz. “Não é a gente que impõe a cultura. A gente precisa acreditar no processo entre as pessoas.”

Benefícios da humanização no trabalho

Para Ingrid Rapold, head de pessoas da Villa Camarão, a estratégia focada nos sonhos é uma forma de reter talentos. “As pessoas estão pedindo demissão porque o trabalho não faz mais sentido, então não olhar para isso é estar por fora do que está acontecendo no mercado de trabalho. A pessoa não está buscando única e exclusivamente uma remuneração”, diz.

Ela cita o exemplo de um funcionário que tinha o sonho de andar de veleiro, o que foi viabilizado pela descoberta de outro colaborador que tem a embarcação. O match estava dentro da companhia. Já um vendedor desejava comprar uma casa para a avó dele. A empresa não concedeu o imóvel, mas contribuiu para a viabilidade do sonho.

“A gente cresceu muito rápido e foi criando muitas oportunidades. Quem está engajada vai aproveitar”, diz Tercio Farias. Com um plano e desempenho, o profissional evoluiu e se tornou sócio, tendo realizado o que almejava.

Areli Petta, da Copastur, afirma que proporcionar experiências únicas em momentos que a pessoa não espera é um diferencial. “O fato do colaborador ser ouvido, bem tratado, se sentir pertencente desde a entrevista melhora o clima, e a pessoa quer se desenvolver aqui.”

Na Betterfly, o retorno é visto na qualidade das relações e nas pesquisas semanais acerca de ações realizadas. “Numa escala de 1 a 5, nossa meta é 4 e temos ficado sempre acima. Ouvimos muito as pessoas, e elas têm abertura para construir a cultura. Colocamos a pessoa no papel de protagonista”, diz Virginia.

Fernanda Souza teve o sonho de viajar de avião realizado pela empresa ao ser promovida Foto: Felipe Rau/Estadão

– O Fanatismo político, quando se soma ao religioso…

Respeito todas as opiniões políticas e crenças de cada um. Mas essa situação, abaixo, assusta!

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/amp/cotidiano/2022/11/pastora-da-assembleia-de-deus-nega-oracoes-para-criancas-em-uti-pedidas-por-crentes-esquerdistas.shtml

PASTORA NEGA ORAÇÕES PARA CRENTES ESQUERDISTAS

Declaração foi dada em vídeo nas redes sociais da religiosa, que depois foi tirado do ar; à Folha, ela não quis comentar falas

por Alfredo Henrique

A pastora Michelly Bezerra, da Assembleia de Deus, publicou um vídeo em suas redes sociais no qual nega orações para crianças internadas em UTIs (unidades de tratamento intensivo) que tenham sido pedidas por “crentes esquerdistas”. Ela é integrante da igreja evangélica na região de Sorocaba, no interior paulista.

O vídeo foi posteriormente apagado das contas da pastora.

Procurada pela Folha para comentar a declaração, Bezerra, por meio de mensagem de texto, na manhã deste sábado (12), disse não querer falar sobre o caso. “Não tenho declarações a um jornal que é imparcial (sic) com a realidade. Já que publicam o que querem, sigam em frente”, escreveu.

A igreja da Assembleia de Deus onde Michelly Bezerra atua, no bairro Éden, foi procurada pela Folha, por email, mensagens de texto e telefonemas, mas não havia se posicionado sobre as falas de sua integrante até a publicação desta reportagem.

A pastora diz que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai liberar abortos no Brasil. O petista, porém, afirma ser contra o aborto e que o tema não é da alçada de um presidente, mas do Legislativo.

“Sou contra o aborto. Sou pai de cinco filhos, avô de oito netos, bisavô de uma bisneta, sou contra o aborto”, disse Lula à imprensa, antes de começar uma caminhada em Guarulhos, na Grande São Paulo, em outubro, durante a sua campanha.

A pastora, ainda no vídeo, também solicita que não peçam orações a parentes que tenham problemas com drogas, alegando que o novo governo teria a intenção de “legalizar a maconha.”

No vídeo tirado do ar, assim como em outras postagens em suas redes sociais, a religiosa defende o presidente Jair Bolsonaro, derrotado nas urnas por Lula. “Não venha me dizer que vive a Bíblia e que tem um compromisso com Cristo, quando você usa de tanta ira pra atacar um presidente da República que diz que o Brasil está acima de todos e que Deus está acima de tudo.”

Em um vídeo compartilhado na internet, a pastora Michelly Bezerra nega orações para crianças, parentes de “crentes esquerdistas”, que estejam internadas em UTIs (Unidades de Tratamento Intensivo) – Reprodução (esq) Miss Michelly bezerra no Facebook e Reprodução TikTok

– Entardecendo…

Depois de uma segunda-feira chuvosa, eis que o sol apareceu só pra dizer adeus!

Volte amanhã bem cedinho, amigo.

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– O Bem-estar no trabalho vale tanto quanto o Salário.

Estudo mostra: é cada vez maior o número de pessoas que determinam a saúde do ambiente de trabalho como fator preponderante para a empregabilidade, ou, ao menos, tão importante quanto à questão salarial.

Da Exame, em: https://exame-com.cdn.ampproject.org/c/s/exame.com/bussola/83-dos-funcionarios-valorizam-bem-estar-tanto-quanto-o-salario/amp/

83% DOS FUNCIONÁRIOS VALORIZAM BEM-ESTAR TANTO QUANTO O SALÁRIO

Estudo do Gympass feito com mais de 9 mil pessoas, em nove países, mostra o que pensam os colaboradores sobre a relação entre bem-estar e trabalho

Por Bússola

O Gympass, maior plataforma de bem-estar corporativo do mundo, divulga hoje (8) o estudo Panorama do bem-estar corporativo 2022. A pesquisa demonstra que a perspectiva de bem-estar no trabalho é um fator preponderante nas decisões que os colaboradores tomam em relação à carreira. Para 83% dos entrevistados, o bem-estar é um pilar tão importante quanto o salário, enquanto 85% concordam que tenderiam a permanecer em um cargo se a empresa priorizasse o bem-estar e 77% afirmam que pensariam em deixar uma empresa que não prioriza o bem-estar.

O relatório propõe uma mudança da estratégia corporativa na busca por bem-estar, e a introdução do conceito de bem-estar integral, onde a empresa se preocupa com todas as dimensões (corpo, mente e vida) e etapas do bem-estar de seu colaborador, provendo flexibilidade e suporte na sua jornada para que ele inclua cada vez mais bem-estar no seu dia a dia.

“O conceito de bem-estar que conhecemos sempre foi pautado em equilíbrio, em achar uma forma de balancear a vida e o trabalho. Sabemos que esse conceito muitas vezes se torna inatingível para diferentes perfis de pessoas e o que estamos propondo é trocar equilíbrio por flexibilidade”, afirma Priscila Siqueira, líder do Gympass no Brasil. “Como empregadores, temos a responsabilidade de enfrentar a crise do bem-estar, apoiando nossos colaboradores para que eles possam incorporar hábitos saudáveis em suas rotinas – sejam atividades físicas, cuidados com a saúde mental, alimentação saudável, educação financeira, ou centenas de outras atividades. Quando os times estão saudáveis, felizes e engajados, há um impacto positivo nos negócios”, declara.

A pesquisa foi realizada em nove países em que o Gympass atua (incluindo Brasil, Estados Unidos e Reino Unido), com mais de 9 mil respondentes, e mostrou como a população de cada nação está lidando com o tema. Em relação a como os funcionários se sentem no trabalho, no Brasil e nos EUA 28% e 25%, respectivamente, afirmam que estão infelizes. No Reino Unido esse número é ainda mais alto, cerca de 33%.

A pesquisa mostra também: No Brasil e nos EUA, 20% e 25% dos colaboradores, respectivamente, sentem que, por conta do trabalho, não têm tempo de cuidar do bem-estar. No Reino Unido essa é a percepção de 30%.

29% dos colaboradores no Brasil não acreditam que a empresa se importa com o seu bem-estar. 25% nos EUA e 45% no Reino Unido sentem o mesmo. Em empresas maiores, os números tendem a ser mais altos.

Cerca de 73% dos entrevistados em todos os mercados afirmam que, se quisessem mudar de emprego, só considerariam empresas que priorizam o bem-estar dos colaboradores.

Imagem principal da matéria

Pesquisa foi realizada pela Gympass (ArtistGNDphotography/Getty Images)

– Coincidências, Providências, Acasos ou Condicionamentos?

A vida é cheia de coincidências corriqueiras ou providências divinas?

As oportunidades são casuais, são ofertadas por merecimento ou, ainda, são por generosidade, onde somos agraciados?

Um texto sensacional, abaixo, extraído de: https://is.gd/create.php

COINCIDÊNCIAS NÃO EXISTEM, SÃO TRUQUES QUE DEUS FAZ PARA NÃO TER QUE EXPLICAR MUITO

por José Renato Sátiro Santiago

Quantas vezes uma série de fatos ou situações acontecem em uma surpreendente sequência ou, até mesmo, simultaneamente, de forma a contribuir com que algo se concretize?

Por outro lado, quantas vezes outras tantas situações tendem a surgir em nossas vidas para fazer exatamente o oposto, dificultar que algo seja realizado?
Quer seja para o bem ou mal, não é raro que em certos momentos passe pelas nossas cabeças, que algumas vezes, o “universo” conspira para que isso ou aquilo ocorra.

Há uma palavra que pode sintetizar tudo isso, segundo a maioria de nossos dicionários, coincidência.

Se pensarmos com um pouco mais de atenção, não será difícil chegarmos à conclusão que não existe muito cabimento em se atribuir a ela, a coincidência, a responsabilidade por estes fatos ou situações.

Seja de qual natureza for, a verdade é que sempre há uma explicação para tudo que acontece em nossas vidas, quer seja individualmente, em nossos meios pessoais ou profissionais, ou junto aos grupos dos quais fazemos parte.

O fato de “nada acontecer por acaso” é muito mais que uma simples frase com viés conformista, e sim, às vezes, uma dura realidade com a qual temos que viver, por mais que, até mesmo, não consigamos entender os motivos que as proporcionaram.

Acreditar em coincidências, no entanto, é algo sobre o qual todos temos direito. Mesmo porque também é verdade que existem pessoas que creem em coisas tão mais inacreditáveis, que apenas a fé, algo muito pessoal, pode explicar. E quando a fé entra em campo, melhor não duvidar de nada, não é mesmo?

Por outro lado, o fato de acreditar ou não em certas coisas, costuma não ter grande relevância, tão pouco poder de mudar a veracidade dos fatos, e sequer servem de embasamento muitas questões que nos cercam.

Algumas décadas atrás, o imortal Albert Einstein chegou a desenvolver estudos que permitissem identificar evidências objetivas que explicassem cientificamente a coincidência.

Para tal, adotou como premissa básica a existência de pontos e/ou questões comum a cerca de um grupo de atividades que fazia parte do seu dia a dia. A partir daí passou a desdobrar cada uma delas, em subgrupos menores formados por elementos que, eventualmente, pudessem ter outros temas em comum entre eles, algumas vezes de forma unilateral.

A intenção inicial de definir os limites do estudo acabou não se tornando possível principalmente por conta do alto nível de complexidade em se estabelecer, minimamente, uma regra que subsidiasse sua existência, que permitisse a estruturação de um algoritmo.

Ainda assim Einstein não seu deu por vencido, e após anos de estudo passou a acreditar e explicitar junto aos seus, que “coincidência era a maneira que Deus tinha encontrado para permanecer no anonimato”.

Difícil acreditar que um cientista como Einstein tenha atribuído ao Divino a presença da coincidência em nossas vidas. Mas diante os resultados apresentados por suas pesquisas, o que realmente o teria levado a isso? Teria sido o caminho mais cômodo?

Cá entre nós, isto pouco importa, mesmo porque não contribui em nada para que acreditemos na existência da coincidência em nossas vidas. Ainda mais por uma questão simples de explicar: “o fato de não termos explicação sobre algo, não impede nem ajuda que este algo aconteça.”

Tudo que acontece em nossa vida, ocorre por conta de algum motivo e devido a algum esforço, ciente ou não.

Todo resultado obtido se origina de uma intenção, explicita ou não, de alcança-lo.

Nem sempre os resultados obtidos possuem uma estreita relação com os objetivos esperados em uma atividade, processo ou projeto do qual fazemos parte. Diante disso, sem querer desmentir Einstein, atribuir a Deus, algo que seja factível de acontecer, talvez não tivesse sido necessário. Tão pouco o universo tem tempo para conspirar ou não algo a nosso favor ou contra.

As coisas, todas elas, acontecem como resultado de esforços em prol delas, assim como o contrário também é fato. E sempre há um aprendizado embutido neste pacote.

Assim como é verdade que sempre temos ciência sobre porque cada coisa acontece, por mais que preferimos manter este entendimento, na maioria das vezes, restrito a nossa mente. Talvez mero mecanismo de autodefesa.

Sendo assim, que deixemos as coincidências para outro mundo, o das fábulas poderia ser um bom destino.

Resultado de imagem para coincidência

Imagem extraída de: https://jrmcoaching.com.br/blog/coincidencia-nao-existe/

– E se você fosse o Vojvoda?

O treinador argentino Vojvoda pode “escolher onde trabalhar”. Afinal, com um elenco modesto e orçamento baixo, pela 2ª vez estará na Libertadores da América.

Neste ano, sofreu com 3 competições simultâneas (afinal, o grupo de atletas não era alto, nem qualificado a contento), e ficou em baixa no Brasileirão. Mas quando ficou apenas no torneio nacional…

Se Dorival Jr for para a Seleção Brasileira e Abel Ferreira para a Seleção Portuguesa, considerando a saída de Cuca, teremos: Atlético Mineiro, Flamengo, Palmeiras e Corinthians precisando de um técnico.

Qual time você escolheria? Ou preferiria mais um ano no Leão da Pici?

Imagem: GE.com

– Os influencers de finanças.

Existe uma onda de influenciadores financeiros no Brasil, que assusta!

Consultores de investimentos, influencers ou educadores econômicos: não importa o nome, eles se proliferam na Internet e querem ditar como agimos.

Claro que existem os bons, experientes e que ajudam. Não fazem isso de graça, óbvio. Mas há os enganadores, aqueles que dizem que te deixarão rico em poucos dias e dão fórmulas milagrosas. Todo dia surge um novo guru financeiro…

Parece tão fácil o que dizem, né? Ah, se assim fosse.

Foto extraída de: https://medium.com/desacomodando-life/temos-que-falar-de-dinheiro-f86e39af5a19, no artigo de Alessandra Oliveira.

– Colorindo a tela.

Neste dia tão nublado, vale a beleza das flores para nos inspirar.

Imagens coloridas sempre nos são mais favoráveis, não?

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