– Prudência.

Que perfeição de mensagem, abaixo!

Saber ficar quieto evita, muitas vezes, problemas. Leia:

– Sobre o jeito de falar…

RESPEITO – Você sabe se expressar com Educação?

Muitas vezes, a forma e as palavras utilizadas numa conversa são desrespeitosas ao próximo. Cuidado!

Uma breve abordagem, em: https://www.youtube.com/watch?v=JoAWAEHuGOg

– Zé Carioca: O que ele tem a ver com Jundiaí?

Meu personagem favorito do mundo de Walt Disney não é nenhum americano como o Mickey ou o Tio Patinhas. Mas é alguém brasileiro da gema: o mais carioca dos Josés: o Zé Carioca, que fez aniversário na última semana!

Curiosidades:

-o papagaio só surgiu pois o irmão de Walt Disney, Roy Disney, queria que o irmão criasse um personagem latino para a política da boa vizinhança.

-quer mais incorreto do que não trabalhar, fazer dívidas e não pagar, dar golpes e fumar charuto? A patrulha do politicamente correto conseguiu que o papagaio não fumasse mais (o que concordo), mas ainda bem que o malandro ainda não despertou a vontade de trabalhar (para isso existe o Zé Paulista, seu primo de SP workaholic), nem pagou a Anacozeca (Associação Nacional dos Cobradores do Zé Carioca), tampouco cortou a Feijoada e a Jaca (coitado do Pedrão…) e muito menos deixou de manipular resultados do Vila Xurupita FC (abra o olho, juizada)! Se tirassem esses defeitos do Zé, perderia a graça… ah, esqueci: ainda bem que continua enrolando a periquita Rosinha e enganando o sogro Rocha Vaz!

-por fim: na sua estréia no cinema com o Pato Donald e a Carmem Miranda, conhecemos a voz do papagaio, que foi emprestada do jundiaiense José do Patrocínio!

Qual figurino do Zé você prefere: o antigo, de gravata e guarda-chuva, o do final dos anos 80, com camiseta branca e calça azul, ou o mais novo, de boné e bermuda?

Extraído do Estadão (quando dos aniversário de 70 anos): http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,setentao-louro-e-carioca,955398,0.htm

SETENTÃO LOURO E CARIOCA

Edição especial comemora sete décadas de malandragem e polêmicas do Zé Carioca

por Jotabê Medeiros

Papagaio! A exemplo de Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso, o Zé Carioca tá fazendo 70 anos!

Trata-se de uma data importante para o “carioca way of life“. O personagem Zé Carioca, criado por Walt Disney em 1942, morava na favela. Vivia de pequenos expedientes, golpes em restaurantes de hotéis, diversão de penetra em clubes grã-finos. A periquita Rosinha, sua namorada eternamente enrolada, surgiu nos quadrinhos como uma das mais sexy pin-ups da era pré-Jessica Rabitt.

Zé Carioca não cumprimentava friamente, como os americanos, mas dava abraços “quebra-costelas” nos chegados, como no turista gringo Pato Donald. Nas primeiras tiras, ele era identificado como José (Joe) Carioca. Agora, para celebrar a data, sua história é tema de um especial da Editora Abril, que reedita todas as tiras iniciais produzidas entre 1942 e 1944, além de uma seleção especial de histórias até 1962 recoloridas digitalmente.

Por causa de sua faceta de malandro e inimigo do trabalho, Zé Carioca já foi alvo de campanhas politicamente corretas. “O Zé Carioca é um personagem antiético terrível, com todos os clichês negativos”, disse, em 1999, a autora Denise Gimenez Ramos, professora titular da PUC e coautora da tese Os Animais e a Psique (Palas Athenas, 284 págs.), na qual buscava restabelecer conexões simbólicas entre as pessoas e os bichos – incluindo suas representações ficcionais. “O personagem de Disney nunca trabalha, fica em geral deitado numa rede sonhando em ganhar na loteria – é um arquétipo falso, que perpetua o Macunaíma”, afirmou.

O pioneirismo de Disney com o Zé Carioca sempre foi questionado. Já havia precedentes simultâneos e até anteriores. O cearense Luiz Sá (1907-1980) criou, nos anos 40, um papagaio vestido de gente chamado Faísca, que apareceu muitos anos antes do Zé Carioca. E há a eterna desconfiança que a inspiração de Disney tenha partido de um trabalho do cartunista brasileiro J. Carlos.

Em agosto de 1941, Walt Disney visitou o Brasil (além de alguns outros países da América do Sul), estimulado pelo irmão Roy, como parte do esforço da Política de Boa Vizinhança do governo Franklin Roosevelt, que visava a estreitar as relações dos Estados Unidos com os países latinos.

Para o pesquisador Celbi Vagner Pegoraro, jornalista, pós-graduado em Relações Internacionais e doutorando em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, há muitas inspirações que resultaram no papagaio folgazão de Walt Disney, e não só os desenhos de J. Carlos. “Mas é fato que Walt Disney ficou encantado com a obra do brasileiro”, afirma.

Pegoraro lembra que a saison brasileira de Disney o mostrou menos interessado em eventos diplomáticos e mais em atividades artísticas (foi ao lançamento do filme Fantasia no Rio e em São Paulo), e seu primeiro encontro com J. Carlos ocorreu numa exposição na Associação Brasileira de Imprensa. Na mostra havia obras de diversos brasileiros, mas os desenhos de J. Carlos retratavam a fauna brasileira, incluindo aí o papagaio. Seus traços chamaram tanta atenção que dois fotógrafos da equipe de Disney gastaram muito tempo registrando os quadros. Durante um almoço promovido pelo chanceler Oswaldo Aranha no Palácio do Itamaraty, Disney fez pessoalmente um convite para que J. Carlos trabalhasse em seu estúdio, mas o brasileiro recusou. Foi então que o artista presenteou Disney com um desenho de papagaio.

Após 70 anos, Zé Carioca permanece sendo publicado pela Editora Abril. As revistas aproveitaram o sucesso do personagem nos filmes dos anos 1940 e 1950. Em 1944, ele estrelou o filme Você Já Foi à Bahia?, da Disney (nos quais sua voz não era de um carioca da gema, mas do paulista de Jundiaí José do Patrocínio Oliveira, indicado por Carmen Miranda).

A partir daí, o gibi do Zé Carioca inicialmente alternou números com o Pato Donald até ganhar a própria publicação em janeiro de 1961, época em que cartunistas brasileiros começaram a ter sua chance. “Porém, seu auge ocorreu mesmo nos anos 1970, pelas mãos do gaúcho Renato Canini, que aproximou de forma mais latente o Zé Carioca da realidade brasileira, consolidando sua identidade de malandro”, conta Pegoraro.

Suas aventuras ocorrem na Vila Xurupita, um bairro fictício nos morros do Rio, e o personagem ganha uma série de amigos e parentes, caso do Zé Paulista, um primo louco por trabalho. Desde então, outros artistas brasileiros prosseguiram com o personagem e há um desafio da nova geração, como a do quadrinista Fernando Ventura, de desenvolver o Zé Carioca para uma nova geração. Especialmente agora que o volume 2 terá duas histórias inéditas feitas por brasileiros.

Zé Carioca: Conheça a história por trás do personagem brasileiro da Disney

Imagem extraída de: https://recreio.uol.com.br/noticias/entretenimento/ze-carioca-a-origem-por-tras-do-personagem-brasileiro-da-disney.phtml, divulgação Disney.

– As Instituições que mais Inovam no Brasil.

O INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) afirmou: as três instituições que mais criam (entenda CRIAR como PRODUZIR INVENÇÕES CIENTÍFICAS FUNCIONAIS) são: Petrobras, Unicamp e USP.

Será que continuarão nesse ritmo, nesse mundo pós-pandemia?

Abaixo, matéria onde há uma interessante entrevista do pesquisador do Instituto de Química da Unicamp, Nelson Durán, a respeito de nanotecnologia, inovações e investimento em pesquisas (citação em: http://is.gd/6b2rQt).

OS MAIORES INVENTORES DO BRASIL

Quem são as pessoas e quais são as organizações que mais inovam no país, segundo um ranking divulgado com exclusividade por ÉPOCA

O Brasil conseguirá algum dia se colocar entre os países mais inovadores do mundo? Note a sutileza: não se trata de sermos apenas uma sociedade de pessoas imaginativas, capazes de ter ideias originais (o que já é muito bom). Também não se trata de sermos apenas uma sociedade de pessoas e organizações criativas, capazes de ter as tais ideias originais e transformá-las em realidade (o que é melhor ainda). Trata-se de dar ainda outro passo – ter as ideias originais, transformá-las em realidade e fazer isso com regularidade e visão de mercado. O resultado pode vir na forma de um forno capaz de cozinhar alimentos no vapor, de novas formas de administrar medicamentos contra tuberculose ou de um sistema que permite o plantio enquanto protege o solo da erosão e do esgotamento de fertilidade. Esses avanços, reais, resultaram em patentes de brasileiros nos últimos anos e são alguns do exemplos do que se produz de criativo e potencialmente lucrativo no país. Um dos indicadores fundamentais para medir esse avanço é o número de patentes registradas por brasileiros. Ele cresceu 32% ao longo da primeira década do século XXI, segundo um levantamento feito pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) e apresentado com exclusividade por ÉPOCA.

É um avanço relevante, porém insuficiente para que o país seja levado a sério como força inovadora global. Petrobras e Unicamp lideram a lista das 50 organizações e pessoas que mais inventaram. O levantamento não inclui os pedidos de patentes feitos por estrangeiros, que correspondem a 60% do total. Ele avalia as patentes registradas até 2008 (o anterior parava em 2003) e dados parciais de 2009 a 2011. O atraso ocorre porque os pedidos de patentes demoram de 18 a 30 meses em análise. O estudo mostra algumas tendências no Brasil inovador:

• o número de patentes pedidas pelas empresas cresce mais lentamente que o de universidades e instituições de pesquisa, que ganham importância. Entre os dez maiores patenteadores, há quatro universidades (Unicamp, USP, UFMG e UFRJ) e uma autarquia federal que também faz pesquisa (a CNEN, Comissão Nacional de Energia Nuclear). No levantamento anterior, eram apenas duas entidades desse tipo;

• ganham destaque os inventores pequenos empresários. Há 11 deles entre os 50 maiores patenteadores;

• o agronegócio mostra sua face criativa. Há três empresas do setor entre as dez companhias que mais registram patentes: Semeato, Jacto e Embrapa.

A Lei de Inovação, de 2004, deu um empurrão para que as universidades organizassem e protegessem suas invenções. Elas foram obrigadas a criar institutos para incentivar cada pesquisador a pedir patentes e a criar projetos mais afinados com as necessidades do mercado. A Unicamp, mais bem colocada entre as instituições de ensino e pesquisa, já havia iniciado essa empreitada antes da lei de 2004 – a primeira patente da universidade é de 1989. Mas cresceu nos últimos anos o grau de sucesso das parcerias entre a universidade e empresas.

Depois da criação da agência Inova, em 2003, responsável por cuidar da propriedade intelectual da Unicamp, foram feitos em média cinco licenciamentos de patentes por ano, para que empresas levem as invenções ao mercado. Ainda é apenas 10% do número de patentes que a instituição costuma pedir por ano, mas representa um avanço claro diante dos resultados quase nulos anteriores a 2004. O pesquisador Nélson Durán, do Instituto de Química da universidade, diz que uma das frentes de pesquisa que têm gerado patentes é a colocação de princípios ativos de medicamentos em formatos só possíveis com nanotecnologia para que atinjam alvos específicos no organismo humano. Essas partículas extremamente pequenas podem carregar remédios de combate a males como câncer, leishmaniose e tuberculose. Um terço das patentes da Unicamp vem da área de química, que fez 217 pedidos até 2010.

Após o pioneirismo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Universidade de São Paulo (USP) mostrou um movimento impressionante: saiu do 9º lugar para o 3º, em cinco anos, graças à criação de sua Agência de Inovação, em 2005. O empenho de ao menos parte dos 3 mil pesquisadores da USP em bolar inovações patenteáveis está atraindo interessados no mercado. “Nos dois últimos anos, notamos um forte aumento na procura da universidade pelas empresas”, afirma Maria Aparecida de Souza, diretora técnica de propriedade intelectual da agência. Na USP, a unidade que mais cria patentes é a Escola Politécnica.

Outra comunidade com papel importante no Brasil inventivo é dos pequenos e médios empresários. Entre eles, destaca-se Matheus Rodrigues, fundador da empresa Máquinas Man. Ele é a pessoa física que mais fez pedidos no período completo do levantamento do Inpi, de 1999 a 2008. Foram 74. Ele é também a única pessoa física que apresentou pedidos em todos os anos ao longo do período. Rodrigues tem 70 anos. Há 35, cria e adapta máquinas para fabricar itens de cerâmica e tijolos, depois de ter largado um emprego na indústria automobilística. Um de seus orgulhos, devidamente protegido por patente, é o aperfeiçoamento do processo de produção de um tijolo que se solidifica sem necessidade de ir ao forno. No momento, ele se dedica à automação da linha de produção de cerâmicas de sua empresa. Rodrigues optou por registrar as patentes em seu nome porque participa de cada criação com uma equipe. A empresa tem 280 funcionários e fica em Marília, São Paulo. “Não importa se é tijolo ou automóvel. Quem gosta de criar aprende qualquer coisa”, diz.

O terceiro motor de arrancada das invenções no Brasil é o agronegócio, que desafia o estigma de setor pouco sofisticado. Petrobras e Vale, outras produtoras de mercadorias primárias, respondem por um número importante de patentes (são a 1ª e a 9ª colocadas no ranking, respectivamente). Mas elas são as duas maiores empresas do país e se veem empurradas pela concorrência global em busca de matéria-prima. No agronegócio, a inovação ocorre em companhias menores, que conseguem participação desproporcionalmente grande na lista de patentes. As fabricantes de máquinas agrícolas Semeato e Jacto e a empresa estatal de pesquisa Embrapa registraram juntas, num período de quatro anos, 221 patentes – em conjunto, só perdem para Petrobras, Unicamp e USP. “Foi o setor em que o Brasil escolheu investir, anos atrás. Agora, estamos colhendo os frutos dessa aposta”, diz Alfonso Abrami, especialista em inovação na consultoria Pieraccini. A Semeato, mais bem colocada, ficou em 7º lugar na lista. Ela foi fundada há 45 anos, no Rio Grande do Sul. Hoje, tem 1.800 funcionários em cinco fábricas e registros de patentes válidos em 21 países. “Nosso mercado é muito competitivo no Brasil. Precisamos criar sempre, e as patentes são consequência disso”, afirma Roberto Rossato, presidente da empresa.

A reação das universidades e o dinamismo dos pequenos inventores e do agronegócio, porém, não contam toda a história da inovação no Brasil. O fato é que as grandes empresas brasileiras ainda inovam pouco e protegem menos ainda o pouco que inovam. “Comparando as empresas de grande porte brasileiras com as de outros países, percebemos que o volume de patentes aqui ainda é muito baixo”, afirma Jorge Ávila, presidente do Inpi. Os motivos são variados: temor da burocracia, falta de organização das empresas, incapacidade de companhias e universidades de atuar em parceria e simples desconhecimento do assunto. Por isso, perto das potências da inventividade global, nossos avanços empalidecem: entre 2000 e 2008, o número de patentes no Brasil cresceu um terço. No mesmo período, ele avançou 54% nos Estados Unidos, 60% na Coreia do Sul e 458% na China. Talvez seja hora de mudar o jeito de discutir o assunto por aqui.

Em termos comparativos com um grupo maior de países relevantes, não se pode mais dizer que o país patenteie pouco. Nações desenvolvidas como França, Itália, Espanha e Canadá avançam em ritmo parecido com o nosso ou inferior. E o próprio uso de patentes como indicador de dinamismo econômico vem sendo questionado – seus críticos lembram que elas são intensamente usadas para impedir o fluxo de conhecimento. Mesmo assim, o esforço para elevar o número de patentes no Brasil não pode ser deixado de lado. Elas continuam sendo um indicador simples e confiável do nível de desenvolvimento, riqueza, democracia e respeito à propriedade encontrados num país.

O que é e o que não é inovação? - UOL EdTech

Imagem extraída de: https://uoledtech.com.br/blog/o-que-e-e-o-que-nao-e-inovacao?hsLang=pt-br

– Boa noite, gata sapeca.

E a nossa gatinha resolveu dar seu “boa noite” mais cedo hoje. Depois de muita bagunça, desmaiou de cansada!

Não dá vontade de imitar ela na “preguiça sincera”?

🐱 #cat #gato #pet #preguiça #sono

– Liturgia Diária de 10/10/2022.

S. FRANCISCO DE BÓRGIA, Confessor Festa de 3ª Classe – Missa “Os justi” (2) com orações próprias Pertencendo à alta nobreza da Espanha, converteu-se,…

Continua em Liturgia Diária – 10/10/2022

– Deu Brálio no Timão x Mengão!

Na audiência pública há pouco, Bráulio Machado foi indicado por Seneme para a final da Copa do Brasil.

De “bate-pronto”, dois jogos recentes envolvendo os clubes onde ele errou:

Após a divulgação completa da escala, fazemos uma outra postagem mais completa.

– Possível Saudação Nazista no Colégio Sagrada Família? Meu Deus…

Qualquer pessoa lúcida condenaria uma saudação nazista. Correm vídeos na Internet de uma professora do Colégio Sagrada Família, em Ponta Grossa/PR, fazendo supostamente o tradicional gesto de apoio a Hitler. Porém, a defesa da docente alega que era um gesto de saudação à pátria brasileira.

E como estamos em época eleitoral, para ajudar a polemizar, ela está cheia de bótons do presidente Bolsonaro…

A ironia é: um Colégio com nome católico, que em tese deve defender a vida, ainda não ter demitido a professora. E mais: isso ser usado como mote de campanha (como certamente será).

Seria bem legal que o próprio presidente se pronunciasse e repudiasse tal bobagem da pseudo-educadora.

Informações e foto: crédito de Fórum, no twitter em: https://twitter.com/revistaforum/status/1579445749816836096

Atualização: Da Folha de São Paulo, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/10/colegio-vai-demitir-professora-suspeita-de-fazer-saudacao-nazista-em-aula-no-pr-veja-video.shtml?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=twfolha

Colégio vai demitir professora suspeita de fazer saudação nazista em aula no PR; veja vídeo

Defesa de docente nega a apologia e diz que gesto era homenagem à bandeira e à pátria

Um vídeo gravado dentro de uma sala de aula mostra uma professora de redação do Colégio Sagrada Família, em Ponta Grossa (PR), fazendo um gesto semelhante a saudação nazista.

Instantes antes de erguer o braço em direção ao horizonte, a mulher havia prestado continência. É possível ouvir um hino, não identificado, ao fundo. No momento do ato, a docente usava uma bandeira do Brasil presa ao corpo.

Segundo professores da mesma escola ouvidos pela reportagem, a cena ocorreu na sexta-feira (7), durante uma aula para alunos do ensino médio.

A professora foi identificada como Josete Biral. Ela atua na instituição de ensino há quase duas décadas.

A direção do colégio repudiou o ato, o qual classificou como imprudência, descuido e um grande erro da professora, nas palavras da diretora-geral, irmã Edites Bet. Segundo ela, a escola decidiu demitir a profissional.

Procurada no domingo (9), Josete solicitou que a reportagem entrasse em contato com seu advogado. Nesta segunda-feira (10), o advogado da docente, Alexandre Jorge, encaminhou mensagem para a Folha, na qual negou que sua cliente tenha feito uma saudação nazista.


Vídeo: Professora faz gesto semelhante a nazista em escola católica no Paraná


“O posicionamento dela é que não existiu qualquer gesto típico de saudação nazista.
Foi no momento de descontração, no encerramento da aula, que se for se considerar gesto típico de alguma natureza seria saudação à bandeira e à pátria”, escreveu Alexandre Jorge.

O advogado ainda citou que qualquer acusação ou imputação contra sua cliente sobre gesto nazista configura fato criminoso.

Um professor relatou para a reportagem que viu o vídeo com muita tristeza e afirmou ser absurda a postura da docente.

Não é a primeira vez que uma atitude da professora chamou a atenção. Às vésperas do primeiro turno das eleições de 2 de outubro, ela foi até a janela de uma das salas e balançou uma bandeira verde e amarela. A ação foi presenciada por vários alunos e gravada. É possível ouvir a alguém dizer “mito”, como o presidente Jair Bolsonaro (PL) é chamado, mas não é possível identificar quem gritou.

Professores da escola contaram que a docente tem feito campanha para o candidato Bolsonaro nas dependências da escola. A reportagem recebeu fotos em que a professora aparece com adesivos com o rosto do presidente e outros adesivos com alusão a frases repetidas por ele, como “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, colados na roupa.

“A escola tem uma posição neutra politicamente junto aos seus alunos e professores. Orientamos aos mestres que procedam com neutralidade e respeito em todas as situações”, escreveu a diretora-geral.

Fazer apologia ao nazismo é considerado crime no Brasil, com penas variadas.

Para o advogado e presidente do Grupo Tortura Nunca Mais, Ariel de Castro Alves, é necessária a abertura de uma apuração sobre o ocorrido.

“O gesto dela, em princípio, faz propaganda do nazismo e trata-se, claramente, de gesticulação nazista. Se tiver relação com a música, pode ser mais associado à propaganda e defesa do nazismo”, disse.

“De qualquer forma, ela deveria ser afastada das funções durante as investigações. Os atos dela são incompatíveis com o que se espera de um educador”, acrescentou Castro Alves, que também é membro do Instituto Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente.

O advogado lembrou que a suposta tentativa de impor as ideias delas aos estudantes também pode ser passível de punição.

O artigo 232 do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) prevê detenção de seis meses a dois anos por submeter criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou a constrangimento.

– E quando a empresa promove inúmeras e inúteis reuniões?

Quantas vezes você já participou de improdutivas reuniões de trabalho?

Pois bem: um estudo mostra que além de não frutificarem, elas podem dar prejuízos!

Extraído de: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2022/09/reunioes-inuteis-no-trabalho-custam-us-100-milhoes-por-ano-a-grandes-empresas.ghtml

REUNIÕES INÚTEIS NO TRABALHO CUSTAM US$ 100 MILHÕES POR ANO A GRANDES EMPRESAS.

Pesquisa estimou o custo para companhias com mais de 5 mil funcionários. Empregados perdem em média 18 horas por semana

Reuniões desnecessárias custam US$ 100 milhões por ano a grandes empresas, de acordo com uma pesquisa que mostra que os trabalhadores provavelmente não precisam estar em quase um terço dos compromissos que participam.

A pesquisa, realizada durante o verão nos Estados Unidos por Steven Rogelberg, professor de ciência organizacional, psicologia e gestão da Universidade da Carolina do Norte, analisou as agendas semanais de 632 funcionários de 20 setores e avaliou quanto tempo eles realmente gastaram em reuniões, o proveito que tiveram e como responderam aos convites.

A conclusão foi que os empregados gastam em média 18 horas por semana em reuniões e recusam cerca de 14% dos convites, embora preferissem não participar de 31% desses compromissos.

O estudo aponta que participar com relutância de reuniões não críticas desperdiça cerca de US$ 25 mil por funcionário anualmente e projeta gastos de US$ 101 milhões por ano para qualquer empresa com mais de cinco mil funcionários.

– As reuniões nos controlam, e reuniões ruins têm um custo enorme – disse Rogelberg, que pesquisa reuniões há duas décadas. – Você recebe um convite para uma reunião e diz: ‘Eu não preciso estar lá”’, mas você diz sim – por quê?

Muitos aceitam porque é uma norma no local de trabalho – ninguém quer ofender o organizador da reunião pulando fora ou ter colegas de trabalho pensando que não estão engajados. Outros odeiam ter que buscar atualizações sobre o que foi discutido.

A maioria dos gerentes não fala com sua equipe sobre como e quando recusar reuniões, em parte porque normalmente são eles que os lideram e gostam da sensação de controle que proporcionam, acrescenta Rogelberg.

A pesquisa descobriu que as mulheres estavam mais preocupadas do que os homens em recusar reuniões por medo de incomodar os colegas para colocá-las a par do conteúdo discutido mais tarde.

– Pessoalmente, há dias e semanas em que minhas reuniões estão me controlando – disse Betsy Peters, vice-presidente de marketing e estratégia de produtos da Riva, fornecedora de software de dados de receita para o setor de serviços financeiros, com sede em Edmonton, no estado americano de Alberta.

Menos participantes e reuniões mais curtas

Betsy precisava organizar melhor com as reuniões da Riva quando a pandemia de Covid chegou e os funcionários passaram a trabalhar remotamente. Então ela pediu a Rogelberg que falasse com os cerca de 100 funcionários da Riva. Desde então, eles passaram a reduzir a lista dos participantes e também encurtaram todas as reuniões para que as pessoas pudessem fazer anotações resumidas ou se preparassem para o próximo encontro on-line.

– A tirania da reunião de 30 minutos acabou. Nós movemos a agulha nas reuniões.”

Poucas empresas têm conseguido isso, no entanto. A pesquisa anterior de Rogelberg apontou que reuniões mal gerenciadas podem prejudicar o engajamento dos funcionários e até aumentar sua intenção de sair, e o atoleiro das reuniões piorou durante a pandemia devido à mudança para o trabalho remoto e a videoconferência.

Dados da Microsoft com base em milhares de usuários de sua plataforma Teams no local de trabalho descobriram que o tempo gasto em reuniões mais que triplicou desde fevereiro de 2020, e o número de reuniões semanais mais que dobrou.

Essas reuniões virtuais “tendem a ser mais cognitivamente exigentes, mais propensas à distração e menos eficazes de várias maneiras do que as presenciais”, concluiu uma equipe de pesquisadores em um estudo recente que examinou como os padrões de comunicação mudaram logo após os bloqueios pandêmicos em 2020.

Os gerentes, que gastam cerca de 20% mais tempo em reuniões do que o funcionário médio, precisam ser mais criteriosos ao chamá-los e mais diretos ao permitir que as pessoas os recusem, disse Rogelberg.

Convites recusados aumentaram 84%

As reuniões recusadas aumentaram 84% no ano passado, de acordo com dados mais recentes da Microsoft, mas isso provavelmente se deve ao fato de que as reuniões sobrepostas aumentaram 46% durante o mesmo período.

As agendas devem ser enquadradas como um conjunto de perguntas a serem respondidas, não como um conjunto de tópicos.

“Se você não consegue pensar em nenhuma pergunta, você não deveria ter feito a reunião”, disse Rogelberg

Convidar pessoas para apenas uma parte de uma reunião também ajuda a melhorar sua eficácia, segundo a pesquisa. Caso contrário, as pessoas se desconectam: os entrevistados da pesquisa de Rogelberg disseram que acabam realizando várias tarefas durante 70% de uma reunião desnecessária.

Para estimar o custo de reuniões inúteis, o professor calculou o pagamento por hora dos funcionários com base no salário informado e nas horas trabalhadas por semana, depois extrapolou esses números para representar empresas de diferentes tamanhos. A Otter.ai Inc., cujo software ajuda as empresas a gravar e transcrever reuniões, financiou e fez parceria no estudo.

Pesquisa mostra que as mulheres estavam mais preocupadas do que os homens em recusar convite para reuniões – Olivier Douliery/AFP

– Salute Mentale (10/10 – Dia Internacional da Saúde Mental):

Photo by Mariana Montrazi on Pexels.com Parlare di salute mentale è sempre più complesso di quanto possa sembrare. In Italia (perché sì, siamo molto …

Continua em: Salute Mentale.

– Avalie suas Decisões!

Como ignorar tal verdade existencial?

“Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das suas consequências”

Pablo Neruda

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Homens loucos contra homens sãos.

Dito perfeito de Santo Antão. Cuidemo-nos para não nos enlouquecermos. Abaixo: 

– De quem é a culpa do péssimo momento do São Paulo FC?

Nos anos 90, o São Paulo FC assustava os gigantes clubes europeus. Lembram do Bicampeonato Mundial de Clubes, contra Barcelona e Milan?

Até em torneios amistosos o Tricolor do Morumbi impressionava. Eis uma escalação do Teresa Herrera, lá na Espanha, vencido pelo SPFC*:

15.08.1992. Troféu Teresa Herrera
La Coruña (Espanha) – Estádio Municipal de Riazor
SÃO PAULO Futebol Clube (Brasil) 4 x 1 Fútbol Club BARCELONA (Espanha)

SPFC: Zetti; Cafu, Adílson, Ronaldão e Ivan; Pintado, Dinho, Palhinha (Maurício) e Raí/capitão; Macedo e Müller. Técnico: Telê Santana
Gols: Müller, 9/1; Maurício, 2/2; Raí (pênalti), 15/2; Raí (dois lances dentro da área), 18/2

FCB: Zubizarreta; Herrera (Busquets, GL), Nadal, Ronald Koeman e Soler; Bakero/capitão (Juan Carlos), Amor, Richard Witschge e Beguiristáin; Stoichkov (Goikoetxea) e Julio Salinas. Técnico: Johan Cruijff
Gols: Salinas, 3/1 

Árbitro: Antonio Martin Navarrete (Espanha)

*Extraído de: http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/historia/2018/8/15/4-a-1-sobre-o-barcelona-e-a-conquista-do-teresa-herrera-de-1992, capa do Mundo Deportivo

A verdade é que o clube estava à frente dos demais dentro e fora de campo, com um CT moderno, aparelhos fisioterápicos de 1º mundo, além de uma estrutura administrativa invejável. E não atrasava salários!

Me recordo de uma matéria do Estadão onde Kaká (na época, um garotinho chamado de “Ricardo Cacá”) era destaque de capa do Caderno de Esportes, onde o São Paulo era chamado de “Fábrica de Craques“, mostrando todo o método científico do Departamento Médico para ajudar no desenvolvimento das categorias de base:

Extraído de: https://esportes.estadao.com.br/galerias/geral,kaka-completa-32-anos,7035

O que aconteceu com o time, outrora de vanguarda? Com tantos jovens talentos vendidos ao Exterior, além de um cofre que sempre esteve cheio, como essa dívida monstruosa foi construída?

No momento atual, dá para culpar alguém isoladamente? A diretoria que contrata Giuliano Galoppo, mas que jogou apenas 15 minutos ontem? O técnico Rogério Ceni que não escala bem ou não arma o time como deveria? Ou os atletas que não se dedicam o suficiente?

Uma outra visão: a diretoria tenta fazer sua parte, o técnico tira “leite de pedra” e os jogadores não são culpados pois esse é o limite deles.

Talvez a questão não seja arranjar culpados pela péssima fase do Tricolor do Morumbi (cujo estádio mostrou inúmeras infiltrações com a chuva de ontem), mas sim responder: o que será feito para melhor toda essa bagunça?

Imagem: Print de tela do vídeo gravado pelo jornalista Daniel Lian em seu twitter.

A imagem que fica ontem foi: um verdadeiro “circo armado” pelos atletas tricolores para não deixar o árbitro Jean Pierre Vin Diesel conferir no monitor o pênalti corretamente informado pelo VAR, além das reclamações de Rogério Ceni contra a arbitragem.

Há de se ter pelo menos humildade em aceitar os erros, a fim de reconstruir o caminho.

– When Bullies Bully by Instigation.

This type of bullying is indirect and extremely cowardly. These types of bullies don’t have the guts to be direct or the stomach to get their hands …

Continua em: When Bullies Bully by Instigation

– O preço do novo iPhone no Brasil e no mundo.

Que vivemos um manicômio tributário e temos uma alta carga de impostos no Brasil, é sabido. Mas veja a comparação de preços do novo iPhone 14 mundo afora, com o preço praticado aqui: 

Extraído de: https://blogdoiphone.com/curiosidades/paises-iphone-14-mais-barato/

Tabela de preços iPhone 14 Pro Max (39 países na comparação)

1 Estados Unidos (sem imposto) R$ 5.714,69
2 Japão R$ 5.895,06
3 Canadá (sem imposto) R$ 6.156,33
4 Tailândia R$ 6.214,25
5 Hong Kong R$ 6.226,19
6 Austrália R$ 6.289,14
7 Estados Unidos (com imposto) R$ 6.371,88
8 Taiwan R$ 6.375,83
9 Coreia do Sul R$ 6.387,50
10 Nova Zelândia R$ 6.418,81
11 Malásia R$ 6.502,26
12 Singapura R$ 6.528,44
13 China R$ 6.575,84
14 Emirados Árabes Unidos R$ 6.652,23
15 Canadá (com imposto) R$ 6.742,65
16 Suíça R$ 6.790,16
17 Filipinas R$ 6.867,72
18 Reino Unido R$ 6.912,08
19 Luxemburgo R$ 7.243,13
20 Áustria R$ 7.338,86
Alemanha R$ 7.338,86
21 Espanha R$ 7.440,15
22 Bélgica R$ 7.490,80
França R$ 7.490,80
Holanda R$ 7.490,80
23 Polônia R$ 7.500,62
24 Hungria R$ 7.514,52
25 Noruega R$ 7.515,28
26 México R$ 7.524,57
27 Itália R$ 7.541,45
Irlanda R$ 7.541,45
28 Finlândia R$ 7.592,10
Portugal R$ 7.592,10
29 Suécia R$ 7.640,91
30 República Tcheca R$ 7.652,05
31 Dinamarca R$ 7.829,58
32 Índia R$ 8.782,36
33 Brasil (39º) R$ 9.449,10
34 Turquia R$ 12.312,42

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Imagem extraída de Apple.com (divulgação).

– Minha maluquinha.

Minha filhotinha de cabelo rosa!

Hoje foi dia de “cabelo maluco” na escola.

As crianças se divertira-me. Esse sorriso é a prova:

❤️ #PaiDeMeninas #Carinho #Amor #Daughter #Love #Smile #Sorriso

– Viva a inocência das crianças!

Passeando na natureza, minha Teteia se divertiu e gravou um vídeo bem engraçado!

Viva a inocência das crianças, em: https://youtu.be/PAfeydqVgnw

– A gafe do copo do Flamengo.

Que várzea!

E o copo do Flamengo com o mapa da Colômbia, ao invés do Equador?

Como pode…?

Em: https://ge.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2022/10/09/flamengo-recolhe-copos-tematicos-da-libertadores-produzidos-com-erro.ghtml

FLAMENGO RECOLHE COPOS TEMÁTICOS DA LIBERTADORES PRODUZIDOS COM ERRO

O Flamengo produziu copos temáticos relativos à final da Libertadores com um erro. O objetivo era lançar uma peça com referências ao Equador, país-sede da decisão com Athletico-PR, mas o que se viu foi o escudo do clube entrelaçado pelo mapa da Colômbia. Horas após o problema ser denunciado, o marketing mandou recolher todos os exemplares.

Além de recolhidos, os copos que foram produzidos com a gafe serão incinerados pelo Flamengo. Um novo modelo será lançado nos próximos dias. Não foi definido ainda se será exibido o mapa de Guayaquil ou do Equador.

Os torcedores que compraram o copo com erro poderão solicitar a troca ou a devolução do dinheiro nas lojas oficiais do Flamengo, seja nos pontos físicos ou via internet.

Além do copo corrigido, o Flamengo também lançará uma camisa temática alusiva à final da Libertadores. Está terá ilustração da bandeira de Guayaquil

O Flamengo disputa a final da Libertadores em Guayaquil no próximo dia 29, contra o Athletico-PR. Antes disso, encara o Corinthians na decisão da Copa do Brasil nos dias 12 (São Paulo) e 19 (Rio de Janeiro).

(Imagem extraída do G1.com – link acima)

– E mais chuva!

Mesmo com chuva, ainda há beleza por aqui.

Lago do Taboão, em Bragança Paulista: hora do almoço com muita água…

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Pitangas.

E com a chuva da 2ª feira, aparentemente as pitangas vão estar mais suculentas. Ou não?

Riquíssimas em Vitamina C, essa fruta é uma delícia…

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#fruta #pitanga #pitangueira #natureza #EstiloDeVIda #Hobby #fotografia #mobgrafia

– Relato da Sabrina sobre o “falar não”.

Texto em:

Relato da Sabrina sobre o falar não

– Garoando…

A chuva já voltou!

Depois de uma pausa na madrugada, a garoa recomeçou e vai apertando… que o aguaceiro não atrapalhe a Segundona.

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– Oração da Lucidez.

Está perturbado? Reze:

“Conforme a sua Palavra, conduz meus pensamentos, meus atos e meu espírito, ó Senhor. Eu e minha casa queremos ser guiados pelos teus desígnios!”

Da boca do profesta Isaías:

Imagem: Arte pessoal.

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, 2ª feira (4 de 4).

🌅 04h45 – Desperte, Bragança Paulista, ainda escura.

Que a segunda-feira possa valer a pena.

(E há de valer, bem como toda a semanacreiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Bom dia, 2ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: manacás.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, 2ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que se sentem abandonados, ó Senhora bondosa. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #nike #reebok #mizuno 

– Luz que nos guia.

Talvez a luz não esteja no fim do túnel.Talvez o túnel seja a prória luzNos guiando pelos caminhos emaranhados da vida. 26 Ele disse-lhes: “Homens de…

Continua em: Luz que nos guia