– Saúde Mental: um assunto necessário!

As pessoas desprezam esse tema (Saúde Mental), mas não se pode passar despercebido!

Priorize a vida:

– Dicas para demitir um Amigo!

Pense na seguinte situação constrangedora: Você é o chefe e tem que demitir um amigo!

O que fazer?

Uma matéria bacana sobre sugestões do assunto, no link: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/como-demitir-um-amigo

COMO DEMITIR UM AMIGO

Objetividade e concisão são palavras de ordem para este momento delicado

Por Talita Abrantes

Já se foi o tempo em que mercado de trabalho era sinônimo de hierarquias rígidas e comportamentos para lá de sisudos. A chegada da Geração Y às empresas, entre outros fatores, determinou relações menos formais, mais amigáveis e, de certa forma, mais leves.

“A visão de chefe e empregado já é obsoleta. O que existe mais é uma relação de parceria”, afirma Cintia Cursino, diretora da BPI do Brasil. Com este tom, os vínculos de amizade entre chefia e funcionários se tornaram mais comuns.

Se por um lado, essa tendência contribui para rotinas de trabalho mais estimulantes, por outro pode tornar mais dolorosa uma das situações mais delicadas da rotina corporativa: a hora da demissão.

Mais dia menos dia, independente da geração a que pertence, todo chefe terá que demitir alguém. Mas como agir se o funcionário também for seu amigo? Especialistas ensinam:

1. Coloque os limites. Antes

A fórmula básica para minimizar os efeitos devastadores da demissão sobre a sua amizade? Desde sempre estabelecer limites e respeitá-los. Embora a máxima “amigos, amigos; negócios à parte” denote uma pitada de frieza, ela deve ser, sim, a base deste tipo de relacionamento corporativo.

“É preciso saber ser chefe, se colocar como profissional”, afirma Cintia. “Se você diferenciar a relação de amizade com a profissional será mais fácil”.

Separar as duas relações, contudo, não é tudo. “Se a pessoa for um bom chefe, provavelmente, já alinha as expectativas, dá feedback, investe na formação”, diz Vera Martins, professora da Fundação Vanzoline e autora do livro “Seja assertivo!”.

Em outros termos, ao longo de toda experiência profissional compartilhada com o amigo, o chefe deve se portar de modo que a demissão não será uma surpresa para o funcionário.

2. Seja direto, objetivo e conciso

Esse tom profissional deve ser a base do anúncio da demissão. Vocês até podem ser amigos, mas, lembre-se, neste momento, você é o chefe com a missão de informar que a relação profissional terá um ponto final.

A melhor forma de fazer isso? “Você tem que pegar a emoção e deixar de lado. Se você deixar que seu sistema límbico tome conta, você não será firme, nem empático. Ao contrário. Pode até ser agressivo para poder se defender”, explica Vera.

A dica básica para conseguir este feito é transmitir uma mensagem objetiva, concisa e direta. “Tenha, no máximo, quinze minutos de conversa. Deixe os motivos claros, mostre que é uma decisão da empresa”, diz Cintia.

Se você estiver muito inseguro para fazer isso, comunique a demissão junto com alguém do RH da empresa ou com uma consultoria especializada. Com isso, anuncie a demissão e deixe o profissional, que também é seu amigo, com pessoas mais neutras no assunto.

3. Não se desculpe, nem acuse

Pedidos de desculpas e muitas justificativas da sua parte não cabem para a ocasião. “No momento da demissão, você deve assumir a postura de representante da empresa”, diz Cintia.

Evidentemente, seu amigo ficará chateado com a notícia. Mas todo processo será contaminado se você abrir espaço para que ele exponha todas as suas emoções. “Esta não é a hora para você amparar, para ser o ombro amigo”, diz a especialista.

Depois do expediente, você até pode assumir este papel de amigo. Mas, durante a conversa, você é o chefe, o representante da empresa com a missão de anunciar uma decisão corporativa. Ponto.

No extremo oposto, também não vale apontar o dedo para o colega recém demitido. “Jamais fale ‘se você tivesse feito o que eu falei, agora, não seria demitido’, por exemplo”, diz Vera. “Até na hora da demissão precisamos ser generosos e mostrar empatia”.

Dependendo do caso, se for necessário, negocie com a empresa algum benefício para o funcionário demitido de modo a aliviar os efeitos deste período de transição. Vale desde oferecer um serviço de outplacement até manter o plano de saúde dele por um tempo. Mas, atenção: não vale fazer isso apenas porque o funcionário em questão também é seu amigo.

“A demissão é uma situação de frustração e exclusão. O amigo está num clima ruim de sair por baixo. A melhor coisa a fazer? Ser verdadeiro e reforçar o que ele tem de bom”, afirma Vera.

4. Sim, você vai sofrer

Agora, não se iluda ao pensar que estes passos são a fórmula perfeita para limar a culpa e o sofrimento que a situação pode trazer para você. No mínimo, eles podem tornar a situação menos delicada, mas, as especialistas afirmam, não irão eliminar o desconforto que a demissão de um amigo traz.

A fórmula para sobreviver ao contexto? “Seja maduro e conte com a maturidade das pessoas”, diz Cintia.

Analise o contexto e as reações antes de retomar o contato com seu, agora, apenas amigo. “É uma coisa de respeito. Dê um tempo para ele deglutir o fato”, aconselha Vera.

Imagem extraída de: https://www.sbie.com.br/blog/como-demitir-um-amigo-sem-afetar-seu-relacionamento-de-amizade/, de Depositphotos.com / Dutko

– Dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil e dos Árbitros de Futebol.

Poucos sabem, mas na década de 90, em eleição entre os árbitros de futebol, Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi escolhida como padroeira da categoria. Motivo: sendo que Maria é Mãe de Cristo, seria de bom grado a sua benção e invocação para os juízes de futebol (cujas mães são tão lembradas em campo). Assim, tornou-se também a Mãe dos Árbitros.

Há quase 20 anos, por indicação do Padre Ton Ferreira, o então bispo de Jundiaí, Dom Amaury Castanho (que se tornou conhecido nacionalmente por suas cartas à imprensa defendendo radicalmente os valores cristãos), aprovou e reconheceu oficialmente a Oração do Árbitro de Futebol, que não existia até então, direcionada ao Filho de Deus por invocação de Nossa Senhora Aparecida.

Abaixo, reconhecida pelo Vaticano, a oração aos árbitros de futebol devotos de Maria, neste dia onde ela é lembrada não só por ser padroeira do Brasil, mas também como patrona dos Árbitros de Futebol.

ORAÇÃO DO ÁRBITRO DE FUTEBOL

Senhor Jesus Cristo,

Tu, que conheces o íntimo de cada um de nós, tem piedade de todo o teu povo.

Pedimos tuas bênçãos para todas as pessoas que estão envolvidas na prática esportiva: árbitros e jogadores, torcedores e policiais, gandulas e jornalistas, fiscais e dirigentes das nossas federações.

Nós te amamos, mas sabemos de nossas fraquezas. Humildemente, te suplicamos a proteção, visando não as vitórias ou honrarias humanas, mas a um bom, honesto e seguro trabalho. Acima de tudo, que seja feita a tua santa e bendita vontade.

Tudo isso te pedimos por intercessão de Maria Santíssima, a quem carinhosamente temos por mãe, invocada como Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil e Patrona dos Árbitros de Futebol.

Amém.

COM APROVAÇÃO ECLESIÁSTICA DO SR BISPO DA DIOCESE DE JUNDIAÍ, DOM AMAURY CASTANHO, EM 04/12/2002

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Nunca perder a Honestidade! Você tem queda “para ser desonesto”?

A Revista Época, dias atrás, trouxe uma interessantíssima matéria, intitulada “Somos todos um pouco trapaceiros”, por Daniel Venticinque. Nela, se discute o livro “A mais pura verdade sobre a desonestidade”, do psicólogo israelense Dan Ariely.

O livro fala sobre o fato de todas as pessoas terem uma queda, em certo momento da vida, para a desonestidade. E a culpa vem das situações cotidianas, que trazem naturalmente à tona esse defeito humano. Seriam 5 fatores para a desonestidade e outros 5 para a honestidade. Abaixo:

5 FATORES QUE NOS FAZEM TRAPACEAR DEMAIS

1- CAIR NA PIRATARIA: as pessoas que usam produtos falsificados tendem a ser mais desonetas em outros aspectos da vida. O sucesso desse pequeno deslize nos torna propenso a arriscar deslizes maiores.

2- SER MALTRATADO: para quem sente que não foi respeitado, a desonestidade pode ser uma revanche. Quem não é bem tratado por um vendedor raramente devolve o dinheiro se ele errar o troco para mais.

3- DAR ASAS À CRIATIVIDADE: além de ter uma tendência a questionar regras, as pessoas cujas profissões exigem criatividade são melhores para inventar desculpas e para bolar maneiras de desobedecer às leis.

4- FAZER O BEM PARA OUTROS: quando o desonesto beneficia outros além do trapaceiro, trapacear fica ainda mais fácil. O mal-estar da trapaça é compensado pela sensação de fazer o bem.

5- LIDAR COM VALORES VIRTUAIS: ver alguém cometer um ato desonesto aumenta muito as chances de fazermos o mesmo naquela situação. É a regra do “todo mundo faz”, que já entrou para o folclore da política brasileira.

5 ATITUDES QUE NOS TORMAM MAIS HONESTOS

1- DAR SUA PALAVRA: É antiquado, mas funciona. Assinar um temo de responsabilidade ou se comprometer a seguir um código de ética é um bom lembrete mental para evitar a tentação da trapaça.

2- TER FÉ: discursos e símbolos religiosos nos tornam menos propensos à trapaça, por estar associados à boa conduta. Não é por acaso que a música gospel é pouco atingida pela pirataria.

3- CRIAR UMA CULTURA DE HONESTIDADE: quando a desonestidade é malvista e há poucos maus exemplos maus exemplos a seguir, trapacear fica mais difícil. Isso explica por que a trapaça é mais difundida em alguns países.

4- MANTER A TRANQUILIDADE: como a trapaça é uma tendência natural, ser honesto exige esforço. Evitar o cansaço mental ajuda a manter a compostura diante de uma oportunidade de trapacear.

5- CONTRATAR FISCAIS DESINTERESSADOS: Trapaceamos menos quando somos fiscalizados. Mas os fiscais precisam ser isentos. Quanto maior o contato deles com quem fiscalizam, maiores as chances de que todos caiam na trapaça.

E aí: concorda com eles ou não? Deixe seu comentário:

Caixa de Histórias 33 - A mais pura verdade sobre a desonestidade • B9

Imagem extraída de: https://www.b9.com.br/shows/caixadehistorias/caixa-de-historias-33-mais-pura-verdade-sobre-desonestidade/

– Vermelho. Que musiquinha ruim…

Rapaz, sem querer, bem por acaso, assisti a um clipe chamado “Vermelho”, da cantora Glória Groover (ou algo assim).

Respeito todos os gostos musicais, mas… além da letra de duplo ou triplo sentido, uma produção para lá de gosto duvidoso. Apelativo!

Claro, há quem goste. Mas eu não compraria uma mídia como essa.

– A Festa Municipal das Crianças.

Aqui em Bragança Paulista, participamos de uma festa das crianças da Prefeitura, no Posto de Monta, com o apoio do Red Bull Bragantino.

Uma imagem emblemática: um pai e um filho na fila uniformizados, indo em um dos brinquedos bancados pela empresa: não é só futebol… é marketing e envolvimento com a comunidade. Que projeto inteligente!

Sem o apoio da Red Bull, será que o Bragantino estaria na final da Sul-americana no ano passado, ou firme na Série A do Brasileirão?

Algumas imagens bacanas:

– Igreja não é palanque, diz CNBB em outras palavras.

O Papa Francisco, dias atrás, criticou os aproveitadores da fé. Agora, a CNBB pede para que não se faça campanha durante Missas.

Será que nossos políticos ouviram esses lembretes?

Abaixo, extraído de: https://www.cnbb.org.br/nota-cnbb-exploracao-fe-religiao-votos-2-turno/

NOTA DA PRESIDÊNCIA

“Existe um tempo para cada coisa” (Ecl. 3,1)

Lamentamos, neste momento de campanha eleitoral, a intensificação da exploração da fé e da religião como caminho para angariar votos no segundo turno. Momentos especificamente religiosos não podem ser usados por candidatos para apresentarem suas propostas de campanha e demais assuntos relacionados às eleições. Desse modo, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lamenta e reprova tais ações e comportamentos.

A manipulação religiosa sempre desvirtua os valores do Evangelho e tira o foco dos reais problemas que necessitam ser debatidos e enfrentados em nosso Brasil. É fundamental um compromisso autêntico com a verdade e com o Evangelho.

Ratificamos que a CNBB condena, veementemente, o uso da religião por todo e qualquer candidato como ferramenta de sua campanha eleitoral. Convocamos todos os cidadãos e cidadãs, na liberdade de sua consciência e compromisso com o bem comum, a fazerem deste momento oportunidade de reflexão e proposição de ações que foquem na dignidade da pessoa humana e na busca por um país mais justo, fraterno e solidário.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo 
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)
Primeiro Vice-presidente da CNBB

Dom Mário Antonio da Silva
Arcebispo de Cuiabá (MT)
Segundo Vice-presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
Secretário-geral da CNBB

– A lista da Four-Four-Two.

Pelé é “apenas” o 4º maior jogador do mundo na lista da Four-Four-Two, tradicional revista de futebol, atrás de Messi, Maradona e Cristiano Ronaldo. 

Não me espanto! O “passar do tempo” faz com que as novas gerações não tenham o impacto dos momentos de outrora, e a lembrança recente do que se viu sempre estará mais condicionada ao que não se viu. 

Ah se Pelé tivesse a Internet a seu favor… ou os seus lances geniais vistos pela geração Z…

Rankings são sempre polêmicos. Será mais um que passará sem importância.

Pelé jogou no New York Cosmos entre 1975 e 1977

Imagem extraída de: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/pele-80-anos-a-aposentadoria-no-cosmos-dos-eua/

– Flores e Luz.

Flores e luz à beira do Lago do Taboão, neste dia 12. Que maravilha!

Registrar as belezas da natureza é um prazer.

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– Autoconfiança: como anda a sua?

Compartilho interessante matéria sobre a autoconfiança: como alguns esportistas a afloraram e usaram os benefícios em suas conquistas – a inteligência motivacional / emocional!

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/247219_DE+ONDE+VEM+TANTA+AUTOCONFIANCA+

DE ONDE VEM TANTA AUTOCONFIANÇA?

Como a inteligência emocional – além de golpes certeiros – ajuda o campeão Anderson Silva a nocautear adversaries

Por Rodrigo Cardoso

Psicopata Americano. O apelido dá a dimensão do quão durão pode ser o lutador americano Stephan Bonnar, 35 anos, quando solto dentro do octógono do Ultimate Fighting Championship (UFC), maior evento de MMA do planeta. No sábado 13, para o seu azar, ele teve de dividir o espaço no UFC Rio 3 com o maior atleta da história da modalidade, o brasileiro Anderson Silva. Aos 37 anos, invicto no torneio desde 2006, Anderson foi escalado às pressas e teve pouco mais de um mês para se preparar. Mesmo assim, ganhou a luta no primeiro round, depois de derrubar o americano com uma joelhada no tronco e nocauteá-lo com uma sequência de socos. Não foi, porém, a sua explosão muscular que surpreendeu quem assistia à luta. O brasileiro deu um show de autoconfiança, uma competência emocional própria de quem é dotado de autoconhecimento e pleno domínio do campo no qual atua. 

Isso ficou claro quando, antes de ele liquidar o oponente, baixou a guarda, encostou o corpo na grade e pediu que Bonnar o golpeasse. Entre uma esquiva e outra, Anderson levou socos no rosto, mas seguiu com a mesma tática. Com o Psicopata Americano a um braço de distância, encontrou brecha, ainda, para, no meio da luta, dizer “calma, calma” ao seu treinador, que, desesperado, gritava para ele não agir daquela maneira. O campeão, porém, não estava se exibindo ou caçoando do oponente. O que se viu ali foi uma demonstração de sabedoria. “Se fosse uma atitude egoica, Anderson iria se dar mal. Mas ele sabia o que estava fazendo. E a autoconfiança surgiu – como sempre ocorre – em um contexto que o sujeito domina”, afirma a professora de neurologia Denise Menezes, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), uma especialista em neurologia e medicina mente-corpo.

Essa habilidade mental não foi construída com socos em saco de areia ou levantamento de peso. A autoconfiança é uma condição que as pessoas desenvolvem ao longo da sua história. A avaliação das experiências vividas e de metas factíveis traçadas em um plano são o ponto de partida. “Na medida em que uma pessoa passa a ter vitórias na vida, mesmo que modestas, ela se sente reforçada a buscar algo maior”, explica a psicóloga do esporte Katia Rubio, da Universidade de São Paulo (USP). “Foi nesse processo que Anderson se tornou cada vez mais confiante a ponto de sua postura ser tida, inclusive, como uma pré-vitória sobre adversários suscetíveis a uma imagem predeterminada.” 

A vida de Anderson não foi fácil. Aos 4 anos, deixou São Paulo e foi morar com os tios, em Curitiba, porque seus pais não tinham condições de criá-lo. Lá, treinava boxe tailandês sem deixar de cumprir suas obrigações como atendente de uma rede de fast-food, onde trabalhou por sete anos. Do seu tio, um ex-policial, não se esquece do jeito como ele o encarava. É um exemplo clássico de alguém que aprendeu com a vida. Esse processo, segundo a professora Henriette Tognetti Morato, do Departamento de Psicologia da Aprendizagem, Desenvolvimento e Personalidade da USP, potencializa a possibilidade de a autoconfiança surgir. Hoje, Anderson diz perceber no olhar do adversário quando esse titubeia. “Sempre falo para ele: ‘Se não sabe de onde veio e onde está, não sabe para onde está indo’”, conta Ramon Lemos, treinador de Anderson. Apesar de ser uma condição psíquica, a autoconfiança pode produzir respostas fisiológicas que deixam o indivíduo ainda mais seguro e hábil, de acordo com o psicobiólogo Ricardo Monezi, pesquisador do Instituto de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo. Anderson tem sua própria avaliação, que pode servir de bússola para os outros. “Acredito que a autoconfiança vem de você acreditar em si mesmo acima de tudo”, disse o lutador à ISTOÉ. “E de muito treino.”

– Vingará o Astro-Rei?

As nuvens tentam encobrir o sol. Conseguirão?

Tomara que não…Que seja um dia lindo para festejar a Padroeira e brincar com as crianças!

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– Liturgia Diária de 12/10/2022.

Festa de 1ª Classe – PADROEIRA PRINCIPAL DO BRASIL – Missa própria No livro profético do Novo Testamento, o Apocalipse, fala S. João de um grande …

Continua em: Liturgia Diária – 12/10/2022 – Festa de Nossa Senhora Aparecida

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, 4ª feira (4 de 4).

🌅 05h – Desperte, Bragança Paulista, bem bonita.

Que a quarta-feira possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

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– Bom dia, 4ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: rosas.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

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– Bom dia, 4ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece à Virgem Aparecida:

“- Ó Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão solitários, sem alguém para que possam se relacionar afetiva ou espiritualmente. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá (ouvindo a intercessão da Padroeira do Brasil).

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Já de pé para o dia render!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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