– Ô, Bolsonaro… obedeça os caras técnicos!

Caramba, que populismo barato. Jair Bolsonaro está lembrando cada vez mais um “Lula de Direita”, cativando os seus admiradores e dando de ombros a todo o resto do Brasil.

O discurso do presidente da OMS foi usado por ele há pouco, trabalhando com um jogo de palavras, a fim de referendar suas ideias de não fazer resguardo. Ele teve a cara-de-pau em repetir a fala de Tedros Ghebreyesus, omitindo as partes onde ele fala as coisas erradas que Bolsonaro tem feito!

Enquanto isso: Mandetta, Sérgio Moro e até Paulo Guedes repetiram o discurso da ciência: é melhor ficar em casa (contrário ao do Presidente da República).

Parece criança birrenta, mimada, que quer se vingar. Pra quê? Confrontar quem está certo nunca é prudente.

Se hoje já explodiu para um número assustador (200 mortes em tão poucos dias no Brasil), imagine se as pessoas estivessem relaxadas?

Discutir entre Saúde e Economia, como se tem feito equivocadamente, é ruim. Mas sem saúde, não há vida. Sem vida, não tem Economia – e esse caminho é menos nocivo.

Uma pena que o discurso político e vaidoso do presidente Jair Bolsonaro seja esse. Insisto: vai ficar marcado como Lula em questões de fanatismo dos seus seguidores: uma parcela que, estando certo ou errado, é eleitor cativo.

URGENTE: “OMS se associa a Jair Bolsonaro”, diz presidente (veja o ...

 

– Não mais do que um abraço!

O que você quer hoje? Agora? Neste exato momento?

Com toda essa pressão emocional, com pessoas repensando a carreira profissional, as relações conjugais e até mesmo o próprio sentido da vida, vemo-nos presos em nossas próprias casas. Quem tem pânico ou depressão, deve estar sofrendo demais, precisando reencontrar urgente o controle emocional. Àqueles que têm empatia para com os que sofrem, ainda conseguem entender a necessidade do momento.

Mas e quem está na rua passeando, alegre, saltitante e vacilante? Não se deu conta do risco que está correndo? Ou é uma forma de debochar do perigo ou disfarçar ou medo? Ou, ainda, de simplesmente ignorar o que está acontecendo?

Enfim: nesses tempos de gente pilhada aos nervos pela quarentena e caixões pilhados nos necrotérios pelo Covid-19, procurar a doçura dos gestos (como a simplicidade dos atos ou os sorrisos mais sinceros) é a vitamina revigorante para o bem-estar. Pode estar faltando dinheiro, mas não pode deixar de faltar a paixão. Ou melhor: compaixão! É o que o mundo precisa.

O que eu estou precisando agora? Sinceramente não sei. Acho que apenas desejoso que tudo volte ao normal. Mas se for pedir algo, quero um abraço bem gostoso, inocente, amoroso e puro – como a da minha filha Maria Estela na nossa cachorrinha Pepita.

Em tempo: um abraço dela mesmo, da minha caçula. Ou da filha mais velha. Ou ainda da Esposa Querida.

Quer saber? Das 3 juntas. Ou 4 (pode vir a cachorra também).

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– Chegou a hora de rediscutir o futebol? Façamos o mesmo com a Profissionalização dos Árbitros.

Jogadores de futebol da Europa, dos grandes clubes, estão rediscutindo contratos e salários. Ligas repensando formatos. Tudo pela nova realidade que o esporte deve viver em tempos Pós-Covid.

Pense: aqui no Brasil, onde tudo está parado também, os árbitros estão sem apitar e sem receber. E aí há duas correntes:

  1. Aqueles que defendem ajuda da CBF, já que se não tem jogo, não tem renda (crendo que os árbitros vivem com o “salário” irregular que lhes é pago no futebol.
  2. Aqueles que não entendem como necessária tal ação, já que a maioria dos juízes tem outros empregos.

Diante disso, leio nas Redes Sociais, onde debati com alguns amigos, que a ANAF conseguiu um adiantamento para os árbitros. Isso é bom?

Em termos… Adiantamento não é reforço financeiro, é empréstimo, diferente do “Coronavaucher” instituído pelo Governo. Mas pensemos:

  • Será que todos os árbitros serão contemplados? Precisariam? Como criterizar?
  • A medida é correta? Não é apenas uma ação demagógica da CBF (por não ser uma ajuda sem volta, mas um adiantamento?).

Vale discutir o cerne: não há como deixar de defender a PROFISSIONALIZAÇÃO REAL da arbitragem de futebol brasileira. O esporte é caro, e a coisa precisa ser levada à sério. A milionária CBF (vejam os balanços) deveria bancar um grupo de elite para os jogos da Série A do Brasileirão, registrando-os em carteira / contrato com tempo mínimo de temporaradas, FGTS, INSS, Plano de Saúde e benefícios. Foi bem, renova. Foi mal, encerra o contrato.

Dinheiro? Não falta. Veja o balanço da entidade e o que ela gasta com mensalinho aos presidentes de federações estaduais como ajuda de custo.

Para as demais divisões, vale o esquema tradicional – afinal, a cereja do bolo é a série A. E que nenhum árbitro profissional “de ponta” desça de divisão, já que dever-se-ia ter um grupo fechado para tocar de cabo-a-rabo as séries B e C. 

Um atacante do Flamengo que ganha mais de R$ 1 milhão por mês vai dividir a bola com um zagueiro do Palmeiras que ganha R$ 800 mil, e quem decidirá se foi ou não pênalti, não é um profissional de verdade (pois trabalha durante a semana e apita às 4as e domingos)! Chega a ser hilário.

Aí você terá quem diga que na verdade, todos eles da Série A vivem de arbitragem. Mas que risco! Não sabem quando vão estar escalados e treinam com suas próprias disponibilidades.

Também existirá a questão de “compensar ou não sair do seu emprego” para ser árbitro profissional.  Por isso a proposta deve ser atrativa – pois você terá um funcionário à sua disposição. Ou com os jogadores profissionais não é assim?

Nós temos muitos, muitos árbitros de futebol no Brasil. As escolas de árbitros, com suas diversas turmas anuais e salas lotadas, são minas de ouro com grandes receitas financeiras e despesas diminutas. Não há onde colocar tanta gente para apitar e dar ritmo de jogo. Esse é outro problema: garimpar talentos!

Enfim, um detalhe importante: Leonardo Gaciba até agora não conseguiu oxigenar a pasta que lhe é confiada (e talvez nem possa fazer isso). Quantos senhores estão há muitas DÉCADAS na CBF (ora na Comissão de Árbitros, ora como instrutor, ora em algum cargo específico criado) e, concomitantemente, trabalhando como “benemérito dos árbitros”? E desde o tempo de Ricardo Teixeira, José Maria Marin, Marco Polo Del Nero… sempre se garantido!

Nunca teremos uma visão liberta e independente da arbitragem do Brasil desse jeito e com esses intermináveis senhores. E insisto: não veremos gente defendendo esse modelo de profissionalização (como é na Inglaterra) DE VERDADE (pois alguns o farão da boca para fora).

Até quando? Essa é a pergunta.

Resultados da Busca - Gazeta Press

– As 3 reduções acumuladas dos Combustíveis

Desde que começou a crise entre Rússia e Arábia Saudita no mercado internacional de petróleo, existiram várias reduções de preço da Gasolina e do Diesel, totalizando, respectivamente, 43% e 30% de queda.

Mas por quê essa diferença não aconteceu na totalidade nas bombas?

Simples: da refinaria até o tanque do seu carro, quantos intermediários existem? Os Governos Federal e Estadual aceitam perder tal importante receita de impostos?

Que os combustíveis tiveram redução de preço, realmente tiveram. Mas o problema é: quando chegará na integralidade?

Sobre o conflito citado acima, clique em: https://professorrafaelporcari.com/2020/03/10/por-que-as-bolsas-despencaram-e-o-dolar-disparou/

Petrobras anuncia redução de preços da gasolina em 12% e do diesel ...

 

– A irresponsabilidade de “falar o que não deve” no Futebol

Não repercutiu muito, mas serve de exemplo para que dirigentes de futebol tomem cuidado na hora de falar (ou até mesmo debochar) de alguém.

No mês passado, o polêmico Paulo Carneiro (dirigente do Vitória, que um dia chamou Felipe, então goleiro do Corinthians e que hoje está na Hungria, de “macaco”), falou que aquela famosa dedada de Rodrigo (da Ponte Preta) em Trellez (que jogava no Vitória) e que foi preponderante para o rebaixamento da Macaca Campineira e para a salvação do Leão, havia sido combinada com o atleta e o treinador Vagner Mancini.

É claro que tanto Rodrigo quanto Mancini reclamaram. E como isso acabou? Na Justiça, obviamente.

E se a AAPP também reclamar que foi “combinado” para que ela caísse?

Viram como as palavras precisam ser usadas com cuidado?

Relembrando, extraído de: https://atarde.uol.com.br/esportes/vitoria/noticias/2119706-entrevista-de-paulo-carneiro-sobre-mancini-e-rodrigo-gera-polemica

A POLÊMICA ENTRE PAULO CARNEIRO, RODRIGO E TRELLEZ

O presidente do Vitória, Paulo Carneiro, em entrevista à Rádio Itapoan FM, na última segunda-feira, 17, tratou sobre uma suposta combinação entre o ex-técnico rubro-negro, Vagner Mancini, e o zagueiro Rodrigo, da Ponte Preta, que deu uma ‘dedada’ no atacante do Leão, Tréllez, no duelo entre as equipes e acabou ‘salvando’ o time baiano do rebaixamento à Série B em 2017.

Ainda nesta terça, 18, o próprio mandatário ‘desmentiu’ o que falou e explicou outra versão. “Não teve armação nenhuma. Eu não sou louco de dizer uma coisa dessas. Eu brinquei falando de que acabou sendo uma combinação”, ressaltou PC.

No entanto, a repercussão nada boa sobre o caso, fez com que João Henrique Chiminazzo, advogado de Vagner Mancini e de Rodrigo, emitisse uma nota e prometesse que vai acionar o dirigente na Justiça.

“Venho a público manifestar o sentimento de repúdio de ambos diante das acusações caluniosas e difamatórias proferidas pelo presidente do Esporte Clube Vitória, Sr. Paulo Carneiro”, apontou.

“Postura deselegante que, desprovida de provas, ofende a honra de dois profissionais”, disse trecho da nota divulgada pela assessoria do treinador Mancini.

Para prolongar ainda mais a situação, a Ponte Preta, rebaixada à segunda divisão na época, estuda acionar o STJD e o MP pra uma investigação do caso. Pelo visto este tema ainda vai render muito ‘pano pra manga’.

Entenda por que 'dedada' de Rodrigo volta a causar polêmica 2 anos ...

– O Fracasso dos Patinetes Motorizados

No começo, foram uma febre (especialmente na Capital Paulista e Litoral), mas depois… os patinetes elétricos foram abandonados pelas empresas que os alugavam pelos prejuízos constantes.

Abaixo, entenda o que aconteceu, extraído de: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2020/02/22/o-que-explica-a-incrivel-ascensao-e-o-vertiginoso-declinio-dos-patinetes-no-brasil.htm

O QUE EXPLICA A INCRÍVEL ASCENSÃO E O VERTIGINOSO DECLÍNIO DOS PATINETES NO BRASIL

Os patinetes elétricos chegaram a várias cidades do país prometendo ser uma alternativa moderna e sustentável de transporte; mas, em pouco tempo, as principais empresas do mercado anunciaram que estavam indo embora ou reduzindo drasticamente sua operação. O que houve?

Eles chegaram com estardalhaço. Da noite para o dia, milhares de patinetes elétricos apareceram pelas ruas. Muita gente, empolgada com a novidade, aderiu por diversão ou como uma alternativa moderna de transporte. Coisa “de primeiro mundo”. Era o futuro, agora.

Mas logo vieram os problemas. Os patinetes ficavam amontoados nas calçadas. Circulavam sobre elas. Foram roubados e depredados. O zigue-zague no meio ao trânsito provocou acidentes. Houve até morte. O poder público correu atrás para arrumar a bagunça. Fez apreensões e criou regras. Parecia que ia melhorar.

Então, em questão de meses, a Lime e a Grow, as duas principais empresas que ofereciam esse tipo de serviço em cidades brasileiras, anunciaram que estavam indo embora do país ou reduzindo drasticamente suas operações.

Assim como surgiram, de uma hora para a outra, os patinetes praticamente sumiram em muitos lugares. Mas o que houve?

Procuradas pela BBC News Brasil, a Lime e a Grow informaram que não dariam entrevistas sobre o assunto.

Por sua vez, especialistas apontam como razão desse vertiginoso declínio o fato de o serviço ser elitizado e não ter conseguido se firmar como uma opção de transporte, além de falhas do poder público e problemas enfrentados por esse tipo de negócio.

“O objetivo dessas empresas nunca foi oferecer uma solução de mobilidade. O patinete, como e onde é ofertado e por ser inseguro para o usuário, não cumpre a função de ser uma alternativa de deslocamento”, diz Daniel Guth, pesquisador e consultor em políticas de mobilidade urbana e coordenador de projetos da Aliança Bike, associação que reúne empresas de bicicleta.

O patinete fez sucesso por ser prático: o usuário só precisa de um celular para se registrar, achar um por perto, destravá-lo e sair pilotando. Ao terminar, basta encerrar a viagem e deixá-lo na rua para a próxima pessoa usar.

Mas Guth destaca que eles só são encontrados nas regiões centrais e mais nobres das cidades e não são baratos: custam R$ 3 para serem desbloqueados e, depois, mais R$ 0,50 por cada minuto de uso.

“Só para destravar, é quase o preço de uma passagem de ônibus. Isso afugenta os usuários de baixa renda. Acabam atendendo só pessoas de classe A e B que circulam onde eles estão disponíveis. É algo para poucos”, afirma o pesquisador.

Altos custos e prejuízo de milhões de dólares

A esse público restrito se soma o alto investimento para manter os patinetes em circulação. As empresas precisam ter equipes para recarregar baterias e colocá-los de volta nas ruas. E também para coletá-los e redistribuí-los pela cidade e garantir que estejam disponíveis onde as pessoas mais precisam, o que é fundamental para aderirem ao serviço.

As empresas também reclamam que os impostos aplicados no Brasil sobre os patinetes, importados em sua grande maioria da China, chegam a duplicar seu custo.

Além disso, elas usam modelos de patinetes criados originalmente para uso individual e que não foram pensados para resistir a dezenas ou mesmo centenas de viagens todos os dias. Por isso, eles precisam ser consertados ou substituídos em questão de semanas.

A americana Lime deixou claro que a conta não fechava no Brasil quando anunciou o fim do seu serviço no Rio de Janeiro e em São Paulo, as duas cidades em que atuava no país, e também em outras sete cidades na América Latina.

“A independência financeira é nossa meta para 2020, e estamos confiantes de que seremos a primeira empresa de mobilidade de próxima geração a alcançar lucratividade”, afirmou a empresa em um comunicado na época. Os mercados da América Latina eram um obstáculo para a Lime atingir esse objetivo.

A operação do sistema também se provou complexa para a Grow, resultado de uma fusão realizada em meados do ano passado entre a mexicana Grin e a brasileira Yellow no Brasil. Ambas lançaram seus serviços no Brasil no segundo semestre de 2018.

Em janeiro, a Grow divulgou ter parado de atuar em 14 cidades brasileiras. Permanece agora apenas em São Paulo, Rio e Curitiba.

A mudança é um ajuste operacional que faz parte de um processo de reestruturação da empresa para continuar prestando serviços de forma estável, eficiente e segura e consolidar sua atuação na América Latina, afirma a companhia.

O que vem acontecendo por aqui não é uma exclusividade do Brasil. Empresas de aluguel de patinetes também saíram de cidades da Europa e dos Estados Unidos, diz Rachel Binder, da consultoria de negócios CB Insights, baseada em Nova York.

“O lado operacional se provou um desafio para essas empresas. Elas ainda estão registrando prejuízo ao redor do mundo e perdendo milhões de dólares por ano. Agora, estão mais focadas em sua lucratividade do que em crescimento e se mantendo apenas nas cidades mais rentáveis”, afirma Binder.

Falta de planejamento e pró-atividade do poder público

Esse tipo de serviço faz parte de uma tendência mundial conhecida como micromobilidade, baseada em veículos pequenos e leves, vinculados a novas tecnologias, que não usam combustíveis fósseis e são usados para percorrer pequenas distâncias.

Por isso, os sistemas de aluguel de patinetes são úteis e promissores para as cidades, diz o consultor de mobilidade urbana Thiago Benicchio. Mas, para serem de fato uma boa alternativa ao carro ou ônibus, deveriam ter sido melhor planejados antes de serem lançados, opina ele.

“O imposto de importação não apareceu agora. A depredação e o desgaste dos patinetes também não são imprevistos, porque há a experiência de outros mercados. Da forma como foi feita, parece que foi uma aposta às cegas e se gastou dinheiro para testar uma coisa”, diz Benicchio.

Também é preciso incluir a micromobilidade em uma política pública mais ampla, o que não aconteceu com os patinetes no Brasil. Eles primeiro chegaram às ruas para somente depois as prefeituras elaboraram regras de oferta e uso.

Benicchio afirma que faltou proatividade do poder público para estabelecer previamente para quem e onde os patinetes poderiam ser mais úteis e como eles se integrariam a outros meios de transporte, antes de colocar milhares nas ruas de uma vez só.

“Uma operação experimental precisa ser feita em uma proporção mais adequada. Seria muito mais interessante ter ocorrido como em Londres ou Nova York, onde o poder público se adiantou e barrou a entrada das empresas até conseguir elaborar como tudo ia funcionar”, afirma o consultor.

“Se não há um debate antes, fica a impressão de que é um produto que, em vez de gerar um benefício coletivo, serve só para gerar lucro para as empresas, principalmente por meio da coleta de dados dos usuários, porque só a tarifa não cobre os custos da operação.”

Neste sentido, Guth dá como exemplo um estudo da própria Yellow, que apontou que 58% dos usuários trocaram viagens a pé pelo patinete.

“Não é estratégico, do ponto de vista do interesse público, que cidades invistam em sistemas assim. Não queremos que as pessoas caminhem menos, queremos criar condições para que caminhem mais”, afirma o pesquisador.

“Os patinetes sempre foram um modismo e, como tal, a tendência é que seja passageiro”, opina.

‘Os patinetes vieram para ficar’, diz pesquisador

Mas ainda é cedo para decretar o fim dos patinetes. A Grow continua a atuar no país, e outra empresa, a Scoo, segue oferecendo o serviço em São Paulo, em menor escala e a um preço menor. Paga-se R$ 4,40 pelos primeiros 15 minutos e R$ 0,45 por minuto a partir daí.

A Uber também se prepara para lançar o serviço na capital paulista, depois de estrear em dezembro em Santos, onde o desbloqueio custa R$ 1,50 e o minuto de uso, R$ 0,75.

“As empresas também estão buscando criar e fabricar seus próprios modelos para que os patinetes sejam mais duráveis e seguros e tenham maior autonomia, para reduzir seus custos”, diz Rachel Binder.

Outra opção que vem sendo cogitada, afirma a analista, é passar a usar estações, onde os patinetes ficariam estacionados à espera do cliente. “Embora seja menos conveniente para o usuário, essa infraestrutura é menos caótica e pode ajudar a resolver alguns problemas causados pela falta de estações”, diz Binder.

Os próprios sistemas de compartilhamento de bicicletas passaram por um processo semelhante, diz Victor Andrade, diretor do Laboratório de Mobilidade Sustentável da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Eles foram se transformando ao longo de algumas décadas, desde os primeiros testes na Holanda, nos anos 1960, até virarem uma realidade ao redor do mundo.

“Os patinetes são uma alternativa importante de transporte nas cidades modernas. Mas são muito recentes, e tudo está mudando muito rápido. Ainda estamos no olho do furacão. Não dá para falar que deu errado ou que foi uma bolha.”

Após uma forte expansão das empresas de aluguel de patinetes, afirma Andrade, elas agora estão fazendo ajustes nos seus modelos de negócios.

“Acredito que é um momento de reflexão e de reposicionamento e que, depois, as empresas vão voltar a crescer e se consolidar, de forma mais sustentável. O patinete veio para ficar.”

Serviços de aluguel compartilhado de patinete elétrico chegam a ...

– Bom dia, 3a feira!

Olá amigos, todo mundo bem? Em quatro poses mobgráficas, despertando o novo dia:

Clique 1Em versão “colorè”, equipamentos prontos para correr. Vamos suar?

Clique 2 – Aproveitando a corrida para conversar com Deus: “Não desista de nós e nos socorra, ó Jesus!

Clique 3 – Relaxar em um bom alongamento depois do cooper, junto da brancura das pétalas:

Clique 4 – Pronto para encarar o dia, admirando esse gigantesco sol que surgiu lá fora. Vejam que amanhecer:

Ótima terça-feira para todos nós.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Se até no Sírio-Libanês houve contágio… pobres médicos e infelizes inconsequentes!

A coisa é séria, embora muitas pessoas não tem se dado conta: o Hospital Sírio Libanês, de altíssimo padrão e excelência, afastou 104 funcionários de diversas áreas por testarem positivo para Covid-19, nesta 2a feira.

Se com toda a estrutura e protocolos de segurança que há naquela reconhecida instituição acontece isso, imagine o que acontecerá aos que estão expostos os corajosos médicos brasileiros em outras unidades de saúde menos aparelhadas!

Pense: a Disneylândia está fechada, o Vaticano idem, as Corridas de Fórmula 1 adiadas, o Futebol parou, Os Jogos Olímpicos remarcados, mas… aqui no Brasil, o Novo Coronavírus “não é tão importante assim” como alguns mais confiantes dizem, né?

Em que cidade se situa o Sírio Libanês mesmo? O principal estádio de futebol municipal, o Pacaembu, se tornou  um hospital de campanha. Mas, segundo incrédulos, é exagero da mídia… Culpa da Globo? As pessoas que morreram são de mentirinha, não?

Esqueça a história de que o H1N1 foi mais grave ou outras balelas. Querem comparar números de uma epidemia inteira ocorrida com as poucas (e terríveis semanas) do Novo Coronavírus. Não sejamos imprudentes e saibamos separar as coisas.

Ironias a parte, lamento pelo que vi hoje: após dias sem sair de casa, fui levar alguns remédios de rotina para meus sogros em sua chácara na região do Bairro do Paiol Velho (onde o Delivery não chega). No caminho, na Estrada de Santa Clara, passei por comércios movimentadíssimos, muitos grupos de ciclistas passeando tranquilamente para a Serra do Japi e até alguns cavalos e charretes!

Juro (e não costumo jurar): se eu não soubesse que é uma 2a feira e que estamos mundialmente em resguardo, imaginaria que seria um sábado ou um feriado.

O quanto antes nos preservarmos em casa, mais rápido será a volta ao normal. Mas com a inconsequência de quem está curtindo “mini-férias”, aí não vai dar.

ATENDIMENTO DOMICILIAR NO DIAGNÓSTICO DE CORONAVÍRUS | Sérgio Franco

– Viver como a Rapunzel: é o melhor para quem está de Quarentena!

Nestes dias tão conturbados, onde o isolamento das pessoas leva muita gente a pirar, alternativas para se adaptar a rotina são necessárias.

Recebi esse vídeo, que de tão bobinho, é ao mesmo tempo muito sábio! E sabe o que ele recomenda? A ouvir a letra da música da Rapunzel (Enrolados, filme da Disney) para colocá-la em prática.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=A7WfHKmU9tE&feature=youtu.be

– O filtro do Twitter às postagens contrárias de dicas da Ciência quanto ao Covid-19

O Twitter começou a apagar tuítes de contestações às recomendações da comunidade científica a respeito do Novo Coronavírus, além de postagens que levem ao risco de contágio. 

Vivemos em um mundo de liberdade de expressão e de necessidade de luta pelo bem comum. Imagino que tal medida da Rede Social, para muitos, será aplaudida em nome do convívio saudável da sociedade. Outros, ao contrário, alegarão que é censura. 

Difícil agradar a todos… evidentemente, se questionará até onde uma postagem será má fé, simplesmente ignorância ou debate sendo levantando de maneira inteligente. 

Enfim, já imaginaram a loucura que será se outras Redes Sociais agirem da mesma forma (como Facebook, Instagram ou WhatsApp)?

Particularmente, acho interessante que o desserviço de uma influência nociva não seja publicada.

Twitter now let's anyone enjoy 'Celebrity' status with verified ...

– Posse de Bola, segundo Minelli

Um dos maiores treinadores de futebol de todos os tempos do Brasil, Rubens Minelli, um dia contou o que falava aos seus comandados sobre posse de bola:

Quando vocês tiverem a posse de bola, joguem como quiserem. Quando não tiverem a posse, joguem como eu mandar!“.

Vai discutir com ele?

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– Mais uma oportunidade para viver se inicia!

👊🏻 Bom dia!
Mais uma semana com ritmo “diferente” começando. Vamos vencê-la com tranquilidade?
S’imbora correr que o tempo urge!
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

🙏🏻 Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhora da #Esperança, rogai por nós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhoraDaEsperança #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores. E essas #pétalas de cores vibrantes?
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅 Desperte, #Jundiaí, com este bonito #amanhecer.
Que a #SegundaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #mobgraphy #mobgrafia

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Ninguém precisa competir com ninguém, falando-se em vida…

As pessoas criam “ditos” errados e gananciosos no dia-a-dia. Por exemplo: “a vida é uma competição”.

É nada! Não pense assim. A vida é para ser vivida, sem se importar em prejudicar o próximo.

Essa imagem é perfeita:

– Cresce Unschooling no Brasil.

Falamos sobre esse assunto tempos atrás. Mas com tanta gente em casa, precisando lidar com as crianças fora da sala de aula presencial, o tema volta à tona. Abaixo:

Nos EUA, os pais podem tirar os filhos da escola e ensiná-los em casa. Isso se chama Homeschooling. Aqui em nosso país, existe o Unschooling, que é algo bem diferente e polêmico.

Conheça (extraído de Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, Pg B8, 12/02/2017)

FAMÍLIAS ADEPTAS DA ‘DESESCOLARIZAÇÃO’ TIRAM FILHOS DO COLÉGIO EM SÃO PAULO

Por Ângela Pinho

Elas estão em bairros paulistanos como Aclimação ou Vila Madalena. Em cidades do interior como Joanópolis e Piracaia, ou do litoral, como Ubatuba. São filhos de artista, médica, economista, cabeleireiro, entre outras profissões. Em 2017, não vão tirar férias, matar aula, repetir ou passar de ano.

Mais de cinco séculos após o surgimento de escolas nos moldes atuais, pais de classe média e alta optam por tirar os filhos do colégio ou nem sequer matriculá-los.

São adeptos da chamada “desescolarização”, ou “unschooling”. Diferente do que ocorre na educação domiciliar, ou “homeschooling”, essas famílias não ensinam em casa a grade curricular. A ideia é, justamente, fugir de objetivos e regras da vida da escola.

As duas práticas costumam ser rejeitadas quando questionadas nos tribunais, por causa de artigo do Estatuto da Criança e do Adolescente que diz: “os pais ou responsável têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino”.

A interpretação jurídica do tema, porém, está sob análise do STF (Supremo Tribunal Federal), que julga ação sobre o ensino domiciliar e suspendeu a tramitação de processos em 2016.

PRECURSORA

A “desescolarização” não era um assunto para a educadora Ana Thomaz, 49, quando, nove anos atrás, seu filho, aos 13, pediu para sair do colégio. “Ele disse que sentia ter algo dentro dele que ele queria fazer, mas não tinha tempo”, diz ela. Um ano depois, Ana aceitou o pedido.

Na época, era a única entre seus conhecidos. Hoje, isso está longe de ser verdade. Na última quarta (8), mais de uma dezena de pais que tiraram ou pensam em tirar os filhos do colégio pegaram 7 km de estrada de terra para um encontro no sítio onde ela vive, em Piracaia (a 88 km de SP).

Ali, além de Ana, moram seu marido, suas duas meninas caçulas (o mais velho virou mágico e foi viajar) e outra família com dois filhos. Com idades de 5 a 10 anos, as quatro crianças nunca foram a uma escola. Aprenderam sozinhas a ler e escrever.

Com exceção de alguns compromissos fixos, como uma refeição no fim da tarde, não têm rotina pré estabelecida. A expectativa é desenvolver o potencial de criação e o que ela chama de “auto-responsabilidade”. Algo como um contraponto à atitude de esperar que outro pessoa –um professor ou chefe– determine a sua atuação. Isso, diz, vale para adultos e crianças.

NA CIDADE

Para ela, sair da escola é consequência da busca por outro modo de vida. Talvez por isso, quando o filme “Capitão Fantástico”, em cartaz, foi lançado, amigos lhe escreveram. A história mostra um pai que educa os filhos em uma floresta nos EUA. Ela rejeita a comparação com o personagem. “Ele é um escravo na luta contra o sistema. Não acho que meus filhos são melhores do que os que vão à escola. Não sou ativista”.

A realidade das famílias que praticam a “desescolarização” em São Paulo também é diferente da que mostra o filme. Exemplo é um grupo de crianças que se encontra semanalmente na Aclimação, na capital. Ele reúne 10 meninos e meninas de 3 a 16 anos, filhos de profissionais como médica, cabeleireiro, empresária e massagista.

Formada pela Faculdade de Educação da USP, Bia Conde faz uma espécie de tutoria para os “unschoolers”. Chegou a viver a experiência como mãe. Conta que tirou as filhas da escola quando tinham 4 e 6 anos, mas matriculou-as novamente sob risco de perder a guarda, após seu ex-marido entrar com uma ação.

No grupo que atende, ela dá orientações a partir dos interesses das crianças. Observa dimensões emocionais e intelectuais, diz, mas não segue um currículo escolar.

Uma das mães que a procurou é a médica Maria (nome fictício), que não quer ser identificada por medo das consequências judiciais. “Sempre fui boa aluna e gostava disso. Por isso, para mim, foi uma grande novidade quando vi que meus filhos não gostavam de ir à escola”, diz.

Quando ofereceu a eles a possibilidade de sair do colégio, o mais velho, adolescente, recusou. Está agora na faculdade. O mais novo, então com 8 anos, aceitou.

Faz aulas de música, programação e, a seu pedido, português e matemática com professor particular. Se quiser seguir o exemplo do irmão, precisará de um diploma de ensino médio. Para isso, ou terá de fazer supletivo, ou estudar para obter certificado.

Até o ano passado, uma nota mínima no Enem servia como certificação para maiores de 18 anos. Mas, para este ano, o governo vai retirar essa função do exame e criar uma prova específica para isso.

Se o conteúdo curricular até pode ser aprendido depois, a experiência de socialização da escola é única, dizem educadores contrários ao “unschooling”. “A grande vantagem da escola é a possibilidade de sair da família”, diz o filósofo e ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro.

O convívio, porém, pode levar a conclusão diferente. A artista Leila Garcia, 53, tirou o filho da escola, em São Paulo, após episódios de bullying. “Não acho que a escola socialize. É um grupo de crianças juntadas aleatoriamente. Você sofre e no dia seguinte tem que estar de novo com o agressor.” Hoje, ela vive com o garoto, de 12 anos, em Ubatuba.

Os dois seguem uma programação de estudos, na qual ele escolhe o que vai aprender. Seu caso ilustra um consenso entre adeptos da “desescolarização” e críticos à prática: a necessidade de adulto por perto e de um ambiente que possibilite o desenvolvimento das crianças.

“Para recusar a escola e seguir no meu modo de criação, eu tenho que trabalhar menos e ganhar menos”, diz Leila. “Não é o mundo da fantasia.”

JUSTIÇA

Desde novembro do ano passado, todas as ações judiciais sobre educação domiciliar no país estão suspensas por determinação do ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal).

A medida é válida até o julgamento de um processo na corte, do qual ele é relator. A ação opõe o município de Canelas (RS) a pais que querem ensinar os filhos em casa.

Embora não trate do “unschooling”, a decisão pode dar uma sinalização jurídica para a prática. Os ministros do STF irão decidir se a educação pelas famílias pode ser tida como meio lícito para garantir o direito à educação. Diz o artigo 205 da Constituição: “a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade”.

Muitos dos pais que optam por tirar os filhos da escola dizem que a decisão tem mais a ver com a opção por um modo de vida diferente do que com a discordância em relação ao modelo tradicional de ensino.

“Minhas escolhas sempre tiveram o pressuposto da liberdade e, de repente, minha filha entrou em uma cadeia de comportamento em massa”, diz Dúnia La Luna, que prefere ser identificada pelo nome artístico, ao explicar por que desmatriculou a filha, com quem vive em Joanópolis, interior de SP.

De fato, o ensino formal molda uma socialização que ultrapassa a instituição escolar, diz a professora Carlota Boto, da Faculdade de Educação da USP. “Por exemplo, a ideia de colocar as pessoas em fila é um procedimento do qual a escola se vale e que organiza outras instâncias da vida social.”

“A escola se coloca como o anteparo entre a família e a vida social”, afirma. “Trata-se de uma instituição de transição entre a vida privada familiar e o mundo público.”

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– Pergunte ao Pacaembu se está tudo bem…

Se a vida está tudo bem e pode-se manter a rotina, como alguns insistem em dizer, veja a imagem abaixo do Estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu.

Parece-me que não é um jogo de futebol que acontecerá, tampouco um show que se realizará…

Quando uma Praça Esportiva como esta vira Hospital, é necessário levar a sério a situação, não acham?

– Ser Inteligente e Frio não é bom na Administração de Empresas.

Leio interessante artigo do psicoterapeuta George Vittorio Szenészi, em entrevista à Cilene Pereira na Revista IstoÉ, Ed 2173, pg7-9. Ele fala sobre a importância de “ser inteligente num mundo corporativo onde administrar as relações humanas é cada vez mais fundamental”.

E, na preocupação em administrar sentimentos, vem uma colocação interessante:

Inteligência sem emoção não funciona”.

Taí. Essa afirmação serve como reflexão para muitos gestores espertalhões que têm o coração duro. Administrar sentimentos pode ser tão importante quanto números em empresas.

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– Problema Financeiro ou Má Gestão?

Ao ler a matéria falando da demissão do treinador Sérgio Soares, da Ferroviária (incrível: com o futebol parado no Brasil, ainda assim treinador cai), pode nos parecer num primeiro momento que, de fato, o Coronavírus foi um dos responsáveis e abalou as contas do clube (o que seria possível).

Mas ao longo do texto… palavras como “mudança de filosofia”, “resgate da metodologia anterior” e outras observações são feitas dando a entender que a crise de saúde, na verdade, seria só uma desculpa.

Lembrando: a AFE, com sua nova endinheirada gestão, prometia muita coisa em 2020!

Extraído de: Uol.com

FERROVIÁRIA CITA FINANÇAS E DEMITE SÉRGIO SOARES

Por Rodrigo Viana

A Ferroviária, time que tinha a expectativa de um investimento milionário no início da temporada com a chegada do investidor Saul Klein, herdeiros das Casas Bahia, demitiu o técnico Sérgio Soares e o auxiliar Denys Facincani. A justificativa, em nota nas redes sociais, teria sido “em função do planejamento desportivo e financeiro do clube para o segundo semestre”.

À reportagem, Soares mostrou-se surpreso com a decisão: “É lamentável. Recebi o comunicado por telefone. Me senti entristecido por essa notícia”.

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O técnico fez questão de lembrar o momento do time em campo até a temporada ser interrompida: “Deixamos a equipe num momento de ascensão, com seis jogos sem perder no Paulista, e uma classificação inédita para a terceira fase da Copa do Brasil”. A Ferroviária já teria, inclusive, recebido da CBF a premiação referente à classificação à terceira fase da Copa do Brasil, cerca de R$ 2,7 milhões.

Soares afirmou que seu contrato foi quebrado, e que o vínculo tinha duração prevista até o final do ano. “As pessoas que cuidam da minha carreira vão conduzir essa questão”. Mesmo entendendo que a decisão tenha tido motivação financeira, Soares pontuou que a Ferroviária conta “com a presença de um investidor”, referindo-se ao grupo de Saul Klein.

A Ferroviária deve efetivar Léo Mendes no comando da equipe profissional. Há quatro anos à frente do sub-20 da Ferroviária, Mendes foi um dos responsáveis pela revelação de atletas como Claudinho e Joninha, hoje na equipe principal, além de Gustavo Medina, negociado com o Real Valladolid da Espanha, e Felipe Estrella, com o Roma, da Itália, entre outros.

A diretoria da Ferroviária aposta que Mendes pode resgatar o modelo de jogo implantado desde que o time voltou à primeira divisão e que havia se perdido com as sucessivas mudanças de treinadores. Desde que o grupo de Klein assumiu a Ferroviária, passaram pelo comando da equipe Vinícius Munhoz, Marcelo Villar e Sérgio Soares. Desta forma, a efetivação de Mendes poderia realinhar o discurso da “antiga” Ferroviária com o novo investidor.

O técnico chegou ao clube em janeiro e dirigiu o time grená em 13 partidas, com quatro vitórias, seis empates e três derrotas. Em nota oficial, Soares agradeceu a passagem por Araraquara. “Agradeço a todos os funcionários da AFE, ao grupo de jogadores, que tenho certeza caminhavam comigo no entendimento que eu tenho de futebol, comissão técnica e dirigentes pela oportunidade. Tenho certeza que o reconhecimento do nosso trabalho acontecerá e que novos projetos de sucesso virão”, afirmou.

Começa o desmanche

O impacto da covid-19 já atinge os clubes da primeira divisão do Paulista e o futuro do campeonato está em cheque. É um cenário no qual a diretoria do Santo André, dono da melhor campanha até aqui, já cogitou não disputar o final do campeonato e reivindicar o título. Pois, além da Ferroviária, outro clube anunciou recentemente a saída de seu treinador: Pintado está fora do Água Santa.

As mudanças da Ferroviária e do Água Santa, bem como as reivindicações do Santo André são apenas a ponta do iceberg da situação dos times do campeonato. Em entrevista ao blog da Marília Ruiz, do UOL Esporte, o presidente do Corinthians Andrez Sanches disse que os clubes devem priorizar o Brasileiro e as copas Intercontinentais. A Federação Paulista de Futebol ainda não se pronunciou. Mas a continuidade do Campeonato Paulista torna-se cada vez mais inviável.

– O Evangelho de hoje onde Cristo chora por Lázaro!

Neste 5o domingo da Quaresma, disse Jesus ao chorar a morte de seu amigo Lázaro e o ressuscitar: 

Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais.

Nesta mensagem tão esperançosa em dias tão desesperançosos que vivemos, compartilho a Homilia do Papa Francisco tão rica para nós. 

Abaixo, extraído de: https://saomamededeestedebraga.wordpress.com/2020/03/29/homilia-do-papa-os-que-choram/

OS QUE CHORAM

“Oração do Papa Francisco pelos que choram” – 29/3/2020

Penso em muitas pessoas que choram: pessoas isoladas, pessoas em quarentena, os anciãos sós, pessoas internadas e as pessoas em terapia, os pais que veem que, como falta o salário, não conseguirão dar de comer aos filhos. Muitas pessoas choram. Também nós, em nosso coração, as acompanhamos. E não nos fará mal chorar um pouco com o pranto do Senhor por todo o seu povo.
Comentando o Evangelho de João sobre a ressurreição de Lázaro, falou do choro de Jesus pelo amigo. Jesus chora com amor, chora com os seus que choram, chora sempre por amor, tem um coração repleto de compaixão. Hoje, diante de um mundo que sofre por causa da pandemia, somos capazes de chorar como Jesus? Muitos choram hoje. Peçamos a graça de chorar.
Jesus tinha amigos. Amava todos, mas tinha amigos com os quais mantinha uma relação especial, como se faz com os amigos, mais amor, mais confidência… E muitas, muitas vezes se detinha na casa destes irmãos: Lázaro, Marta, Maria… E Jesus condoeu-se com a doença e a morte de seu amigo. Chega ao sepulcro e comove-se profundamente e estremecido interiormente perguntou: “Onde o colocastes?” E Jesus chorou. Jesus, Deus, mas homem, chorou. Em outra passagem no Evangelho se diz que Jesus chorou:  quando chorou sobre Jerusalém. E com quanta ternura Jesus chora! Chora de coração, chora com amor, chora com os seus que choram. O pranto de Jesus. Talvez, tenha chorado outras vezes na vida – não sabemos -; certamente no Horto das Oliveiras. Mas Jesus chora por amor, sempre.
Comoveu-se profundamente e estremecido chorou. Quantas vezes ouvimos no Evangelho esta comoção de Jesus, com aquela frase que se repete: “Vendo, teve compaixão”. Jesus não pode ver as pessoas e não sentir compaixão. Seus olhos são com o coração; Jesus vê com os olhos, mas vê com o coração e é capaz de chorar.
Hoje, diante de um mundo que sofre tanto, de tantas pessoas que sofrem as consequências desta pandemia, eu me pergunto: sou capaz de chorar, como certamente o faria Jesus e o faz agora Jesus? O meu coração, se assemelha ao de Jesus? E se é demasiadamente empedernido (mesmo se) sou capaz de falar, de fazer o bem, de ajudar, mas o coração não entra, não sou capaz de chorar, pedir esta graça ao Senhor: Senhor, que eu chore contigo, chore com o teu povo que sofre neste momento. Muitos choram hoje. E nós, deste altar, deste sacrifício de Jesus, de Jesus que não teve vergonha de chorar, peçamos a graça de chorar. Que hoje seja para todos nós o domingo do choro.
Por fim, o Santo Padre terminou a celebração com a adoração e a bênção eucarística, convidando a fazer a Comunhão espiritual. 
Oração recitada pelo Papa:
Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós!

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– Santa Missa, mas só televisionada.

Nossa Igreja Doméstica, Familiar e Protegida de contágio do Covid-19!

Como a própria Diocese de Jundiaí orienta, participamos da Santa Missa em nosso lar, já que as Paróquias estão fechadas devido ao Novo Coronavírus.

Hoje, direto da Catedral NSra do Desterro, via Facebook Watch. Funcionou.

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– Bom domingo! Que o tamanho deste Sol seja equivalente ao de bonança!

Bom dia! Tentando não deixar a preguiça vencer. Vamos motivar os amigos?

Bem ligeiro, logo cedinho, fui correr. Você já foi? Por quê não? Foto 1:

Durante o cooper, meditando na dor, no sofrimento e na Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Foto 2:

Depois da atividade física, alongando no jardim. Cada rosa bonita!!! Foto 3:

Amanhecer de sol infinito. Olha ele por lá, ao longe, tão grande e belo! Foto 4:

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Que tenhamos um ótimo domingo!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby