– As culpas de Lula ontem e de Bolsonaro hoje no despreparo para o Novo Coronavírus. Cadê um líder? (leia o texto todo antes de criticar).

Em 2008, o presidente Lula, de maneira arrogante alegou que a crise mundial provocada pelo Spread Imobiliário seria uma “marolinha”. A recessão veio, e ainda gastamos horrores numa Copa do Mundo e numa Olimpíada desnecessárias à nação. O dinheiro dos estádios e das instalações esportivas, somados aos valores absurdos de corrupção (como o Mensalão e o Petrolão – ambos da gestão Luís Inácio), se não fossem surrupiados dos cofres públicos, poderiam trazer inúmeros benefícios à Saúde Pública do Brasil. Mas… para onde foram esses recursos?

Neste 2020, o presidente Bolsonaro, de maneira autosuficiente subestimou o Novo Coronavírus alegando que era somente uma “gripezinha”, se comparado com a facada que levou. Insosso, brigando com as pessoas e dividindo opiniões, descumprindo as recomendações do seu próprio Ministro da Saúde. Além disso, dando demonstrações intempestivas e, muitas vezes, despreparadas.

Cadê a responsabilidade desses dois senhores? Presidentes populistas, o primeiro marcado pela corrupção e o segundo pelo despreparo. Ambos (lamento muito ter que escrever isso) nocivos ao Brasil, pela demagogia mostrada a seus adoradores. 

Insisto em bater numa tecla: falta LIDERANÇA neste país, que carece de um homem honesto e competente para ser exemplo e modelo a ser seguido pelas pessoas. Nesta, apesar de não gostar dele (pela falsidade em prometer seguir os 4 anos à Prefeitura de SP e descumprir, além do oportunismo do “BolsoDoria” no segundo turno), sou obrigado a aplaudir João Dória pela entrevista que concedeu neste sábado. Estava sereno, cortês com os jornalistas, rodeado de especialistas, agregando a população e se antecipando ao Governo Federal.

Gostei do que li no twitter do Padre Joãozinho, SCJ, e que expressa o que penso:

“Líder é uma pessoa com VISÃO que gera COESÃO em vista da AÇÃO. Numa hora de pandemia a população precisa mais de líderes que gerem coesão social para criar ações e comportamentos eficazes. Fechar os olhos e dividir as pessoas é uma atitude de anti-líderança que não se sustenta!”

Perfeito. Serve para Lula 2008 e Bolsonaro 2020. Precisamos de presidentes líderes, não políticos demagogos.

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– Uma ajuda solidária da Ambev que virou boato distorcido.

O mundo está muito chato e cheio de modificações nas informações originais. Vamos lá: a Cervejaria Ambev (que trabalha com álcool, logicamente) resolveu mudar uma linha de produção, adaptando-a para produzir álcool em gel, com a finalidade de doar meio milhão de embalagens do produto para hospitais públicos.

Porém… surgiu a “informação” de que a Ambev iria distribuir álcool para todo mundo gratuitamente, bastando preencher um formulário (falso, evidentemente).

Extraído de: https://politica.estadao.com.br/blogs/estadao-verifica/boato-adultera-noticia-de-doacao-de-alcool-em-gel-pela-ambev/

BOATO ADULTERA NOTÍCIA DE DOAÇÃO DE ÁLCOOL EM GEL PELA AMBEV

Empresa vai distribuir álcool em gel para estabelecimentos de saúde, e não para toda a população

por Tiago Aguiar

Uma corrente no WhatsApp divulga a falsa informação de que a Ambev vai distribuir álcool em gel para a população, auxiliando na prevenção do novo coronavírus. O texto acompanha um link que direciona para recebimento da doação inautêntica. A empresa esclarece que anunciou uma doação, mas não para distribuição livre e direta.

Na última terça-feira, 17, a Ambev divulgou que irá doar aos hospitais públicos municipais de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília 500 mil unidades de álcool em gel. Procurada, a assessoria de empresa informou que as doações serão entregues aos estabelecimentos de saúde.

“A empresa reforça seu compromisso com a segurança e com a saúde dos seus colaboradores, clientes e parceiros. Evite sempre clicar em links ou abrir anexos suspeitos.”, explicou a empresa em nota.

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– Missas pela Internet realizadas nas Paróquias da Cidade de Jundiaí: a que horas assistir?

Missas pela Internet na Cidade de Jundiaí: para aqueles que não deixarão de exercer a fé durante a quarentena (lembrando que estamos na Quaresma), e que não podem participar presencialmente da Santa Missa devido às orientações de isolamento contra o Covid-19, aqui vão os horários das celebrações para que se possa comungar espiritualmente.

Extraído de: https://conteudo.solutudo.com.br/jundiai/cidadania-jundiai/paroquias-de-jundiai-transmitem-missas-pela-internet-confira-os-horarios/

MISSAS NA CIDADE DE JUNDIAÍ TRANSMITIDAS PELA WEB

Seguindo os passos do Papa Francisco que, já há alguns dias, na impossibilidade da presença de fiéis por conta da grave situação sanitária em que a Europa se encontra, transmite as missas diárias pela TV e internet, muitos padres estão usando a criatividade e também transmitindo, via redes sociais, as celebrações.

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Missas com o povo na Diocese de Jundiaí estão suspensas por tempo indeterminado. (Foto: Diocese de Jales/Reprodução)

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Após a suspensão das missas com a presença de povo, decretada pelo Bispo Diocesano de Jundiaí, Dom Vicente Costa na última quarta-feira (18), como medida de prevenção contra o novo Coronavirus, a transmissão via internet tem sido encarada como uma necessidade, a fim de não deixar os fiéis sem as missas.

Confira abaixo as paróquias que já estão se mobilizando para transmitir suas celebrações via internet e os seus respectivos horários:

Sábado

Domingo

Acessando o nosso site de eventos você também encontra os horários das missas pela internet ao longo da semana. É só acessar por aqui e se programar!

Também tem missa aí na sua paróquia que vai ser transmitida? O seu culto também será transmitido? Então cadastre em nosso site e ajude centenas de jundiaienses! É só acessar solutudo.com.br/eventos, fazer um cadastro rapidinho e pronto! 

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– Um final de semana sem futebol

Fim de semana sem futebol é bem chato, não? Não tem jogo transmitido para assistir e nem para a gente que milita na área trabalhar. Tampouco programas esportivos ou ainda debates / mesas-redondas ou algo novo para se discutir. Afinal, tudo está paralisado, sem notícia alguma.

Porém, vale lembrar que esse sacrifício (o da paralisação do esporte, das receitas e atividades administrativas) é necessário. Todos estamos juntos, lutando contra o coronavírus.

Ops, eu não poderia esquecer: posso estar “remando contra a maré”, mas é bem chatinha essa história dos boleiros “petecando embaixadinhas” com papel higiênico e postando nas Redes Sociais. Será que é porque eu sou ruim com a bola no pé?

– A superação de quem tem Síndrome de Down e os universitários especiais!

Hoje é Dia internacional da Síndrome de Down. E sabe que os downs são pessoas especiais mesmo? Claro, pois veja cada coisa maravilhosa que eles são capazes!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/03/1868259-inclusao-leva-downs-a-universidade-e-forma-de-chefe-de-cozinha-a-professor.shtml

INCLUSÃO LEVA DOWNS A UNIVERSIDADE E FORMA DE CHEFE DE COZINHA A PROFESSOR

Por JAIRO MARQUES

Ao menos 44 pessoas com síndrome de Down passaram ou estão em bancos de universidades brasileiras desde 2005 –quando se tem registro do primeiro ingresso.

O levantamento e monitoramento dos estudantes é do Movimento Down, ONG mais atuante no país em defesa dos direitos do grupo social.

Segundo a organização, o número, o mais relevante da América Latina, mostra o efeito da educação inclusiva no Brasil e revela mudança de postura diante do entendimento da pessoa com down.

As carreiras mais escolhidas pelo grupo são educação física, gastronomia e pedagogia. O montante ainda é pequeno em relação aos universitários ingressantes em geral 2,9 milhões, de acordo com censo de 2015, do MEC. Há uma concentração maior de estudantes no Estado de São Paulo, mas existem alunos em instituições de ensino superior públicas e privadas de norte a sul do país.

Não há oficialmente nenhuma diretriz específica para atendimento do aluno com down no ensino superior. Cada instituição recebe e dá condições de estudo a esse público por iniciativa própria. Também não há no país
uma contagem oficial dessas pessoas –estima-se em cerca de 270 mil, com base na prevalência de nascimento.

A pedagoga Maria Teresa Eglér Mantoan, professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Campinas e coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferença avalia que “a possibilidade de todos estarem na escola é possibilidade de todos chegarem à universidade”.

“Pessoas com síndrome de Down, como qualquer pessoa, estudando em uma escola para todos, inclusiva, têm chances de chegar à universidade e isso é um privilégio. É dever das universidades oferecerem serviços educacionais especializados de apoio a esses alunos e para quaisquer que precisem de atenção diferenciada no ensino superior. Não necessariamente a pessoa vai precisar acionar o serviço, mas é fundamental oferecê-lo”, afirma a pedagoga.

Pedro Brandão, 22, formou-se neste ano em gastronomia, pelo Centro Universitário Senac. Ele já está empregado, em uma das unidades do bar Pirajá, de São Paulo, e avalia que apoio familiar é fundamental para conseguir chegar ao ensino superior.

“Meu pai e minha mãe me deram segurança, apoio e amor. Eles foram minha inspiração para ser chefe de cozinha”, diz ele, que desde o ano passado ajuda na preparação de alimentos e demais serviços da cozinha do bar.

Daniela Montesano, coordenadora do serviço de acessibilidade e apoio psicopedagógico do Senac, explica que Pedro “não foi café com leite” durante o curso.

“Trabalhamos com o potencial do aluno e não com sua deficiência. As necessidades do Pedro foram repassadas aos professores do curso e, durante as aulas práticas, ele teve um acompanhamento de um mediador. Não se muda o currículo ou as disciplinas, mas, sim, trabalha-se e cobra-se o essencial. Nada é diferenciado, apenas atende-se a uma demanda específica”, afirma.

Para Patrícia Almeida, cofundadora do Movimento Down, o acesso ao ensino superior “é importante porque mostra a famílias e professores que as pessoas com síndrome de Down podem aprender”. “Antes isso era inimaginável, porque todos achavam que eram ineducáveis, então não valia a pena investir e buscar maneiras de ensinar”, afirma.

Segundo ela, o movimento nas universidades é reflexo da inclusão escolar. “Nenhum destes universitários [da lista de 44] passou por escola especial. A inclusão escolar não é apenas um direito, mas é também melhor para todos. Não quer dizer que todos vão para a universidade, até porque nem todo mundo vai”, diz.

Nesta terça-feira (21) celebra-se o Dia Internacional da Síndrome de Down. Estão programadas cerca de 160 atrações pelo país.

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– Um ótimo sábado em 5 cliques:

Bom dia, amigos!
Levantar cedo faz muito bem, e para que tenhamos qualidade de vida… acordar e ir correr!
Sem preguiça ou desculpas, vamos suar a camisa?
Fui!
Clique 1:

Correndo e Meditando:
Ó Jesus Eucarístico, Pão dos Anjos, Santíssimo Sacramento, vivo e presente em todos os sacrários da face da Terra, fortalecei-nos. Amém.”
Clique 2:

Fim de cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores. Hoje, com nossa rosa-estrela ainda gotejada pela chuva.
Clique 3:

Desperte, Jundiaí. Do quintal de casa, observando a chegada da garoa.
Que o sábado possa valer a pena!
Clique 4:

Acrescentando: o sábado “já vale a pena sim”! E quando você tem em casa uma menininha bem humorada, a fim de fazer “vasinhos de flores para a mamãe”, não importando se é de manhã, tarde ou noite?
Clique 5:

Ótima jornada para todos.

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